História Unexpected 2 - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Lemon, Original, Policial, Yaoi
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Bishounen, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Josei, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite, amores!
Obrigada aos que leem.
Boa leitura!

Capítulo 24 - Close People


-Onde você estava? — Kaya foi recebido por essa pergunta assim que fechou a porta da sala. Se virou para olhar Yuki que estava parado perto do sofá, olhando-o. Soube no exato momento em que chegou em casa e encontrou as luzes acesas, que o mesmo não tinha ido dormir, ou tinha e acordou durante a madrugada e notou que ele não estava lá.

-Você deveria estar dormindo. — Denotou como uma simples observando e também como uma óbvia manobra para se esquivar da pergunta. — Não tem que trabalhar daqui a seis horas?

-Tenho, mas estava preocupado com você. — Respondeu o outro. — Não chegava mais em casa.

-Desculpe ter atrasado. — Bufou e foi sentar no sofá, praticamente jogou o corpo nele. Sabia que Yuki estava sempre preocupado quando ele estava no trabalho e que sempre acabava o esperando chegar e só dormia em paz quando o via bem. Kaya não gostava muito disso, mas entendia a preocupação mesmo e que deveria ser a de qualquer pessoa que tem um relacionamento com um policial.

-Aconteceu alguma coisa? — Indagou ao notar a sua expressão séria e o seu jeito de se esquivar dos seus questionamentos.

-Não. — Replicou prontamente.

-Está mentindo para mim? — Yuki estava pedindo uma resposta franca com o olhar, uma reposta que Kaya não estava querendo dar, não naquele momento tão inoportuno e que estava com a cabeça tão preenchida pelo estresse.

-Não. — Reafirmou, mesmo sabendo que era uma mentira. — Só não quero falar disso agora. — Se esquivou do assunto de forma bem visível a qualquer um. Não queria mesmo ter essa conversa com Yuki agora, estava cansado e com um monte de coisas se passando por sua cabeça.

Yuki suspirou e pós ao seu lado no sofá.

-Não quero te forçar, mas eu preciso saber se algo aconteceu. — Pediu seriamente, sendo suave no tom de voz para não parecer que estava mesmo querendo obrigar o outro a falar.

-Vamos dormir um pouco e pela manhã conversamos.

-Kaya... — Iria começar a protestar novamente.

-Estou cansado, Yuki. — Cortou-o antes que continuasse. — Conversamos sobre isso depois. — Ditou, dando por encerrado o assunto, pelo menos por agora. Ele levantou e estendeu a mão para o mais novo, a oferecendo para que este a pegasse e ambos fossem para o quarto.

Ele olhou para Kaya com desconfiança, sabia que tinha algo errado e até mesmo relutou em pegar a sua mão e aceitar o seu silêncio temporário, mas acabou por ceder, pegou a mão do mais velho que o ajudou a levantar e ambos foram o quarto, dormirem um pouco.

Kaya estava tão cansado e só querendo relaxar um pouco, então só tirou o casaco e os sapatos, se lembrando também de deixar as chaves e o celular sobre o criado-mudo, mas deixou o resto, não trocou de roupa, só deitou. Acomodou Yuki nos seus braços e fechou os olhos, tentando dormir.

Não tivera muito sucesso em o fazer, acordou muitas vezes e não conseguiu dormir direito, tanto que quando deu seis horas da manhã, estava plenamente acordado de novo, mesmo que não tivesse dormido tanto quanto gostaria ou sequer dormido e ele não era o único assim, Yuki também estava agitado e agora, lhe fitava, esperando as respostas que ele deixou o mesmo esperando para obter.

-Vai me contar o que está acontecendo, Kaya? — Indagou ao olhar profundamente nos seus olhos. Não dava para fugir do assunto e nem esconder o quanto isso o perturbava.

Suspirou longamente e sentou-se na cama. Estava cansado e sentia seu corpo pesar, mas por incrível que pudesse parecer, não estava com sono. Estava muito perturbado para conseguir dormir, especialmente com aquela história de Duncan.

De fato, nunca ficara assim, tão perturbado e mexido como estava agora, talvez porque dessa vez, havia as ligações e laços e emocionais e também porque Pacey tinha só ele como alvo e ele era um traficante e com a sua experiência, sabia bem o que esperar dele, já Duncan, mal dava para saber o que se passava pela cabeça dele e o que mais poderia fazer, se tivesse mesmo feito alguma coisa.

-Encontrei com Duncan. — Soltou de uma vez só, após um longo período de silêncio que foi respeitado pelo mais novo, que até agora, só aguardara a sua resposta.

Os olhos do outro praticamente saltaram de suas orbes com a sua resposta, sua face chegou até mesmo a ganhar um leve tom de palidez e seus olhos brilhavam desacreditados e extremamente estampados com o que tinha ouvido. Claro que ele ficaria surpreso e especialmente, claro que ficaria assustado, com tudo o que poderia ter acontecido com Kaya por aquela imprudência.

-Você o encontrou onde? — Indagou por fim, evitando deixar na sua voz qualquer tom de julgamento conto a suas ações, mesmo que estivesse mais do que claro que não concordava e até tinha medo do que poderia ter acontecido.

-Ele me mandou uma mensagem e eu fui o encontrar. — Contou sem vontade de o fazer, e só o fazia, pois havia prometido que não mais esconderia nada do seu amado.

-Por que fez isso? — Questionou preocupado e em tom de desaprovação.

-Não sei. — Respondeu ao suspirar. Sabia que tinha sido imprudência de sua parte ter ido se encontrar com Duncan, especialmente quando nem ao menos era necessário. — Não estava pensando.

-Você o prendeu?

-Não pude.

-Por que não?

-Um advogado anulou o pedido de prisão que tinha contra ele.

-Como?

-Falta de provas. — Bufou. Se tivesse um mandado e se tivesse conseguido o prender, talvez, só talvez pudesse entender o que estava acontecendo e o que aquele homem queria ou não, queria afinal.

-Mas você disse que...

-Eram provas circunstâncias. — Respondeu cortante, não querendo dar muitos detalhes sobre o ocorrido.

-Isso quer que...?  — Yuki deixou as palavras morrerem no ar, o medo e a apreensão eram evidentes.

-Ele ainda está solto e não sei por quanto tempo, ou se vai ser preso. — Completou para este que desistiu de continuar aquela frase, a deixando morrer no ar.

-Mas o que ele queria com você? O que te disse? — Inquiriu alarmante.

-Se desculpou. — Replicou simples. Não tinha entendido as ações do mesmo, mas sabia que algo bom não poderia sair disso.

-Desculpou? — Ficou atônito com a resposta, era mesmo muito estranho.

-Sim. Disse que sentia muito por todo o que fez e outras coisas.

-Que outras coisas?

-Não sei explicar com exatidão, aquele homem é estranho demais.     

Se perguntou o que teria encontrado se tivesse conseguido ler toda a ficha médica dele. Embora, soubesse que não precisava ser um psiquiatra ou um gênio para perceber o quanto suas ações eram bipolares e estranhas, hora beiravam a quase psicóticas e outras mais pareciam uma forma inocente de agir e isso só mostrava o quanto era manipulador e também se lembrava como era frio quanto a matar, notara isso em pouco tempo e agora, esse lado ficara ainda mais evidente naquele homem, especialmente depois de ter tido aquela estranha conversa com o mesmo.

-Você correu muito risco, fazendo esse tipo de coisa. — Comentou entristecido por suas ações. Kaya sabia o quanto Yuki temia que algo ruim lhe acontecesse, muito mais do que poderia temer por si próprio e o magoava ver Kaya tomando decisões impensadas que poderiam ocasionar em acontecimentos terríveis.

-Eu sei que sim, mas era o que precisava ser feito. — Disse ele, mesmo sabendo que não estava justificando nada, até ele sabia que não tinha nada que pudesse ser justificado, até seus superiores pensariam o mesmo, ou iriam pensar quando relatasse o que houve e o fez, se o fizesse.

-Precisava mesmo? — Indagou o outro. Kaya sabia bem a resposta para aquela pergunta.

-Não, não precisava. —Respondeu enfim para si mesmo e para Yuki, sabia que era aquela a resposta certa, não precisava ter ido, mas foi porque fora sua vontade o fazer.

-Você se arriscou, Kaya. — Enfatizou magoado como se suas palavras pudessem o fazer ver como havia agido errado e mesmo que soubesse disso, não tinha se arrependido de ter ido e ainda não entendia direito porque esse sentimento não vinha como deveria, talvez porque quase nunca se arrependia das decisões que tomava.

-Eu sei que você tem razão e sinto muito por ti causado todo esse susto e preocupação.

-Não é questão disso, é questão de que tenho medo de que você se machuque fazendo coisas imprudentes.

-Eu sei e agradeço muito pela preocupação, sei que se importa e sei que acabei te fazendo passar nervoso no final das contas.

-Não desvia do assunto sobre aquele homem.

-Não tem mais o que dizer.

-Não mesmo?

-Ele só se desculpou e agiu estranho como sempre, negando exatamente como eu já esperava que fizesse.

-E o que você vai fazer agora?

-Nada. Não tem mais nada que eu possa fazer agora, Yuki. Minhas mãos estão totalmente atadas.

-E o que vai acontecer agora?

-Isso eu não sei responder.

-Kaya, me promete que nunca mais vai fazer o que fez essa noite?

-Sabe que não posso prometer esse tipo de coisa, sempre tem riscos.

-Eu sei, mas normalmente você tem apoio e isso foi diferente e perigoso, sabe que foi.

-E sem sentido, eu sei disso.

-Então me prometa.

-Eu prometo. — Disse enfim.

-Só não quero que aja tão imprudentemente, pode se machucar e eu tenho medo que algo te aconteça.

-Não vou deixar que nada me aconteça, pode ter certeza disso. — Prometia com a certeza de quem faria tudo para que essa promessa não se tornasse vazia e ele faria.

-A única coisa que realmente quero, é que sempre volte para casa. Que fique seguro. — Disse o mesmo, enfatizando cada palavra, pois o perigo era real e não apenas esse, mas muitos outros do dia-a-dia, do mundo, especialmente para Kaya.

-Vivemos num mundo onde não se dá para estar totalmente seguro, só podemos tomar cuidado. — Fez uma leve carícia nos cabelos dele, um toque suave.

-Então tome cuidado. — Pediu o outro, voltando a deitar a cabeça no seu peito.

-Eu sempre tomo. — Assegurou. — Você vai trabalhar hoje?

-Não sei consigo. Estou de cabeça quente agora.

-Sabe que não quero que se preocupe com o que contei.

-Não tem como não me preocupar. — Disse com razão, ele sabia que o mesmo estava certo.

-De qualquer forma, isso não muda nada e te garanto que as coisas estão bem.

-E vão continuar assim?

Kaya pensou sobre isso e quis, sentiu vontade de ser honesto e responder ´´não sei´´, mas acabou optando pela única resposta que achou que podia dar naquele momento.

-Vão sim. — Seu tom era firme e parecia ser de uma promessa, era uma promessa que ele faria o que pudesse para cumprir.

                                             £

Estava acontecendo de novo, aquele silêncio. Aquela falta de acontecimentos que Kaya tanto odiava e que sabia que só poderia ser um pronuncio de que algo ruim viria mais a frente, mas não era como se pudesse fazer muita coisa; Duncan tinha sumido por completo e por mais que se empenhasse, apenas provas circunstâncias, que não davam em nada e nem que levavam a lugar nenhum apareciam e com isso, não conseguia fazer quase nada mais, porque não tinha mais com o que trabalhar a não ser em base de suspeitas e com isso, o caso do assassinato de Sheila estava começando a ficar esquecido e ele estava começando a achar que não estava fazendo o suficiente.

Mas também sabia que não poderia fazer mais nada, mais nada do que tinha feito e de tudo o que estava fazendo. Tudo o que poderia fazer era continuar no mesmo caminho que estava seguindo, tentando encontrar provas, tentando encontrar uma forma de pegar o assassino, fosse ele Duncan ou qualquer outro. Contudo, os seus esforços pareciam tão sem efeito, tão inúteis que isso o frustrava muito.

O frustrava também o fato de seus colegas de trabalho e até mesmo a sua chefe, tinham certa desconfiança sobre o seu trabalho e o olhavam torto. Claro que ele entendia o porquê, sabia que eles eram amigos dele no final das contas e com tudo o que tinha acontecido na vida de Duncan, ficaram a favor dele.

Mesmo que fosse um pouco perturbado devido a certos acontecimentos que apesar de estranhos e alarmantes, passavam batido pelos olhos de todos, só não passava assim pelos olhos de Kaya que continuava com a ideia fixa de que tinha alguma coisa errada com Duncan, algo fora do normal, mesmo que não pudesse provar que estava certo sobre o fato dele ser ou não, pessoa que se pode considerar como sendo o assassino de sua amiga.

Mas ele não tinha total de certeza, não em provas físicas ou provas que realmente comprovassem a sua teoria e o que estava bem na sua frente e sem isso, ele parecia só persistente demais por algo que não devia, como se estivesse simplesmente socando a ponta de uma faca.

Não parecia ter sentido e mesmo que não fizesse sentido, acabava fazendo para ele, as peças do quebra-cabeça se montavam parcialmente na sua frente e lhe dava parte as respostas que precisava, mas não todas e esse era o grande e maior problema de tudo.

Para evitar qualquer de conflito e como as investigações andavam paradas -um pouco demais- às meses, Kaya ficava boa parte do tempo na sua sala, pensando e revendo algumas coisas sobre o caso da morte de Sheila e outras coisas que envolviam outros casos, como o exemplo agora, que estava cuidadosamente digitando o seu relatório sobre uma investigação a parte que estava fazendo a mando dos seus superiores.

Era algo simples e que logo seria resolvido.

Estava concentrado no que estava fazendo, digitando devagar por estar com os braços doloridos e só deixou de dar atenção ao longo e detalhado texto explicativo quando o celular começou a tocar no seu bolso. Tirou o aparelho de lá e atendeu sem dar muita atenção ao número que não se lembrava de ter na sua agenda de contatos do aparelho.

Ao atender o celular, estranhou ao ouvir um choramingo baixo de Sally do outro lado da linha. Entrou em estado de tensão mesmo segundo. Nunca a vi ou a ouvi chorando antes. A esposa de Sinu era forte e muito sorridente e nunca tinha ligado para ele.

Se isso tinha acontecido, era sinal de algo grave ocorrera.

-O aconteceu, Sally? — Inquiriu de primeira, estava muito apreensivo.

-Sinu foi atacado. — Replicou aos prantos, engasgando com alguns soluços baixos.

-Quando?

-A algumas horas atrás.

-O que aconteceu?

-Eu não sei... Só me ligaram e disseram que ele tinha sido atacado e que estava no hospital. — Falou ainda muito nervosa.

-Ele...? — Não completou a frase, só a ideia fez seu estômago embrulhar.

-Está vivo e bem, considerando a situação. — Replicou. Foi um completo alívio saber que Sinu tinha sobrevivido ao menos. Ele imaginava que algo assim poderia acontecer, mas não esperava que realmente acontecesse, especialmente de forma tão repentina e era provavelmente, o que o assassino queria, causar surpresa em Kaya, o deixar no escuro quanto aos seus atos para que não soubesse o que iria fazer ou quando iria fazer. — Ah, desculpe por estar chorando, estou muito nervosa.

-Não precisa se desculpar de forma alguma.

-Ele passou por uma cirurgia, os médicos acabaram de dizer que ele vai ficar bem. — Explicou, fazendo uma pausa no choro. — Fiquei com tanto medo de o perder. — Voltou a chorar nervosa.

-Fica calma... Se quiser passo aí agora para te ajudar. — Pediu com a voz tensa, calma porém.

-Não precisa. Só queria mesmo te avisar, mas obrigada. — Negou sendo educada, tentando se acalmar, mas estava claro como estava nervosa e ainda chorava muito, compulsivamente.

-Sally, pode me responder uma coisa? — Pediu em tom de pergunta, não era o melhor momento, mas tinha que ter algum detalhe.

-Sim. — Replicou ao respirar fundo para se acalmar. E deu certo, pois sua respiração ficou menos ruidosa.

-Alguém disse alguma coisa do que aconteceu? — Quis ele saber, usando o tom brando de voz para não alarmar Sally e nem para não parecer insensível com a situação, pois mesmo que pudesse parecer, era tudo o que não estava.

-Disseram que um homem de moto atirou nele. Os tiros pegaram de raspão no peito, mas ele quase morreu de hemorragia. — Contou e com um estalo a mente de Kaya se abriu para a certeza que já desconfiava desde do início. O assassinato de Sheila não tinha sido algo aleatório e nem alvo de vingança própria, era algo feito para afetar Kaya e claramente poderia ser Duncan, a pessoa a fazer isso, mas fosse ele mesmo ou não, a pergunta que estava no ar; era por que deixou que passasse meses para atacar de novo?

-Sinto muito que esteja passando por isso. — Expressou na falta do que dizer. — Eu posso passar aí agora, não tem problema. — Ofereceu, sem maiores alardes. Sinu estava bem, vivo e era isso que importava.

-Obrigada, Kaya. Nem sei o que dizer.

-Em que hospital vocês estão? — Questionou rapidamente. Não deixaria de dar apoio a família de Sinu e nem ao próprio amigo, assim como não deixaria de fazer o que pudesse para pegar o maldito que estava fazendo isso.

-No Mercedes de Santa, conhece? — Perguntou ela, começando a se acalmar um pouco agora.

-Sim. Chego logo aí. — Garantiu, batendo os dedos na mesa de ansiedade.

-Obrigada, Kaya. — Desligou após o agradecimento, sua voz estava mais calma o quando o fez, o que era bom. Kaya nem pensou, só levantou e enfiou o celular no bolso, junto com um caderno que usaria para anotar qualquer coisa que fosse necessário.

Ele saiu dali sozinho e sem falar com ninguém. Estava de cabeça quente de novo e muito preocupado, ainda mais agora por saber que Sinu tinha sido quase que assassinado por um motoqueiro desconhecido. Isso era sinal de perigo, poderia não saber se era Duncan ou não, mas estava certo sobre uma coisa; quem estava fazendo isso queria o atingir, o fazer sofrer pessoalmente, atacando as pessoas mais próximas.     


Notas Finais


Até o Próximo!


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