História Unexpected 2 - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Lemon, Original, Policial, Yaoi
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Bishounen, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Josei, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite, amores!
Agradeço imensamente a todos que leem.
Boa leitura!

Capítulo 25 - Above All


Assim que pós os pés no corredor do hospital, próximo ao quarto onde Sinu estava internado, viu Sally, a esposa do seu amigo, abrir os braços para buscar consolo em si e Kaya a recebeu de imediato, entendendo bem a dor da mulher que estava extremamente preocupada com o seu marido, o pai dos seus filhos. Ele pousou a mão direita nas costas desta e acariciou os seus cabelos macios com a outra mão.

-Como ele está? — Perguntou neutro, apertando de leve a esposa de Sinu em seus braços, que chorava compulsivamente agora. Sally sempre fora uma mulher extremamente bela e forte, mas agora parecia tão fraca e abatida, não se parecia com ela mesma e devida a essa situação, era mais do que compreensível.

-Ainda não sei, não me deixam entrar para vê-lo. — Ela afundou o rosto no peito de Kaya, buscando nele o apoio que parecia não ter de mais ninguém. Só ela estava ali, aflita, esperando notícias do seu marido.

Olhando por essa maneira parecia ser cruel, mas era a realidade da vida de Sinu, apesar de ser um ótimo profissional, sua frieza e sua maneira de agir no ambiente de trabalho, não permitia que este tivesse amigos além de Kaya, especialmente agora que Sheila tinha sido morta e a família de Sinu estava morta a muitos anos. Os pais e os irmãos foram mortos num assalto que deu errado e ele cresceu num orfanato e a família de Sally o destetava, então as únicas pessoas que poderiam estar ali para prestar apoio era o próprio Kaya, a esposa e os filhos dele, mas este ainda eram muito novos para ficar na ala de internação do hospital.

-Sinu é um homem forte, vai ficar bem. — Assegurou como uma simples forma de a acalmar.

-Eu sei. — Fungou e respirou bem fundo, fazendo o que podia para se acalmar.

Kaya ficou abraçado a Sally até que está se acalmasse e parasse de chorar. Quando ela finalmente conseguiu se acalmar, quebrou o abraço dele e passou os dedos debaixo dos olhos inchados, fungando de novo e tomando outra forte inspiração para se acalmar de vez. Olhou para os lados e pousou a mão sobre a barriga, de forma bastante protetora. No momento ele entendeu e pensou em como ela não deveria estar passando nervoso daquele jeito.

-Vamos tomar um café. — Propôs calmamente para a mesma.

-Não estou com vontade. — Murmurou baixo e com a voz ainda embolada pelo choro.

-Precisamos nos acalmar, vocês também. — Comentou insistente, se referindo a gravidez da mesma.

-Você tem razão. — Concordou com um leve manear de cabeça para o lado, ainda estava estarrecida.

Eles saíram daquela ala e desceram para o andar de baixo, onde tinha uma mini cafeteria que também vendia chás e alguns calmantes. Era bem útil para os acompanhantes dos pacientes. Era um mini balcão coberto e na frente tinha algumas poucas mesas de vidro para as pessoas se sentarem e era usada até mesmo por alguns médicos que estavam de plantão. Kaya comprou um café puro para si e um chá de camomila para Sally que ficou sentada em uma das cadeiras, o esperando voltar.

Depois de ter pago as bebidas quentes, ele gentilmente foi até a mesa e deu o copinho de chá para a mesma que pegou e agradeceu com um sorriso fraco. Sentou-se na frente dela e deu um gole no café amargo sem açúcar.

-Obrigada por ter vindo. — Deu dois breves goles no chá e suspirou, estava claro o quanto estava cansada.

-Não precisa me agradecer, quero dar apoio a vocês nesse momento.

-Meus filhos estão com a minha mãe, ela ainda consegue brigar comigo num momento desses.

-Esse momento é complicado para todos, mas eu acho que você deva descansar um pouco, não é bom ficar passando tanto nervoso. — Aconselhou-o cuidadoso.

-Já percebeu, não foi? — Riu baixo. Seu rosto se iluminou e se abriu levemente ao falar do bebê.

-Sim, parabéns.

-Descobri anteontem. Estou de seis semanas, mas nem tive tempo de contar para ele.

-Ele vai gostar da notícia.

-Tenho certeza que sim. — Suspirou de novo. Seus olhos se voltaram para o vazio por alguns segundos, parecia estar pensando em algo muito sério. — Kaya, acha que alguém pode ter feito isso por vingança? — Inquiriu séria, olhando em seus olhos com firmeza.

Se passou pela cabeça dele que deveria só mentir e que poderia ter sido uma tentativa de latrocínio, mas seria uma besteira, ela saberia de qualquer jeito e não seria justo com ninguém ficar mentindo, especialmente quando o risco poderia se estender.

-Não posso afirmar, mas é muito provável que sim.

-Isso tem alguma coisa a ver com a morte da Sheila?

-Pode ser que tenha. — Respondeu sem rodeios, a honestidade tinha que falar mais alto ali.

-Sabe quem pode ser? — Ela indagou sem sinais de que iria exigir uma resposta verdadeira, era esposa de um policial e sabia dos riscos, mas assim como era do seu pleno direito, ela queria uma resposta.

-Ainda não existe confirmação, mas vou fazer tudo o que puder para prendê-lo. — Prometeu convicto. E de fato, ele faria, faria tudo o que pudesse, assim como tinha feito com Pacey e outros criminosos.

-Obrigada, de verdade. — Agradeceu ela, suavemente.

Kaya apenas assentiu.

Não que se sentisse culpado pelo o que tinha acontecido, não se dá para prever a mente de pessoas doentes ou que usam qualquer coisa para justificar seus atos terríveis, mas ele se cobrava mais, dizendo a si mesmo que Sinu tinha sorte de estar vivo e que ele deveria ter feito mais para impedir que isso acontecesse, para impedir que seu amigo e a família dele passasse por esse tipo de situação.

Ninguém que amava deveria passar por aquele tipo de situação de forma alguma.

Ele fez companhia a Sally por mais algum tempo, ficou conversando com ela e a aconselhando de que deveria se acalmar e descansar. Estava bem visto em seu rosto o quanto estava cansada e isso não era saudável nem para ela e nem para o bebê e os filhos dela também precisavam da mesma naquele momento difícil. Kaya só se afastou desta quando um médico chegou e pediu para conversar sobre o estado de saúde de Sinu.

Como tinha ficado sozinho agora, resolvera que estava na hora de ligar para Yuki e avisar que provavelmente não voltaria para casa naquela noite. Estava esperando para saber como Sinu estava e também para conversar com ele, saber o que realmente tinha acontecido e depois dali, provavelmente passaria a maior parte ou toda a madrugada trabalhando, pois isso era muito importante e não poderia ser adiado e nem ignorado. Então, ele foi até a área dos fumantes, onde poderia usar o celular.

Se encostou na parede do corredor, pegou o celular e apertou o número da discagem rápida.

-Oi, Yuki. — Falou, pigarrando para tirar a rouquidão da sua voz.

-Kaya, está tudo bem?

-Não exatamente.

-O que houve?

-Eu não sei se vou voltar para casa essa noite.

-Aconteceu alguma coisa? — Indagou este, preocupado.

-Sinu sofreu um atendado contra a vida e está no hospital agora. — Contou simples.

-Meu Deus! — Exclamou espantado e preocupado. — Onde você está?

-No hospital. Vim dar apoio a família dele.

-Quer que eu vá para aí?

-Só fica em casa, por favor. — Pediu, sem perceber que estava deixando escapar a sua preocupação que estava se transformando em medo.

-Você está estranho. — Comentou assim que percebeu como a sua frase era estranha, mas ainda era mais era o se tom.

-Só não sei direito com que estou lidando. — Se virou de lado, ficando só com o ombro encostando na parede.

-Como assim?

-A pessoa que atacou Sinu pode ser Duncan e se for, as coisas se complicam muito mais do que pensei, para todo mundo. — Disse Kaya.

-Se complicam como? — Quis ele saber.

-Não dá para explicar agora. — Cortou, evitando o assunto.

-Me diga, Kaya. — Pediu, beirando a um clamor.

-Eu preciso ter certeza de tudo primeiro e além do mais, independente, de qualquer coisa, vou ter que ir para a delegacia e passar provavelmente a noite lá. Só estou ligando para avisar que estou bem, então não precisa se preocupar se eu não voltar para casa hoje. — Explicou calmo, novamente fugindo do assunto.

-Eu entendo...

-Não precisa se preocupar com nada, vai ficar tudo bem. — Garantiu, querendo evitar que o mesmo ficasse a pensar em coisas que não devia.

-Não tenho medo por mim, tenho medo por você. — Ele disse sério.

Kaya as vezes se esquecia como Yuki tinha ficado mais forte nos últimos anos. Ele não era mais o menino assustado que tinha medo tudo, na verdade, o único e mais forte medo do mais novo era que algo ruim acontecesse a Kaya.

-Eu vou ficar bem, prometo.

-Se você não for mesmo voltar para casa, me liga e me avisa, por favor? — Pediu ele, dando a compressão que este precisava agora, mas não deixando de ficar extremamente preocupado e apreensivo com o que estava e com que ainda poderia acontecer e com muita razão, é claro.

-Claro que sim.

-Se cuida então. — Pediu, ainda demonstrando certo nervosismo. — Te amo, Kaya.

-Também te amo. — Desligou. Encarou o celular em sua mão. Não sabia bem o que esperar, mas sabia que faria tudo o que pudesse e que fosse preciso para proteger Yuki, para evitar que o que tinha acontecido com os seus amigos, acontecesse com o seu pequeno.

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No meio da noite, Sinu já tinha melhorado bastante e tinha até mesmo recebido permissão para receber visitas. Kaya queria muito falar com o seu amigo, saber o que realmente aconteceu, mas nunca passaria em cima da família dele e deixou que Sally ficasse um tempo com o seu marido e depois, foi prestativo o suficiente para levar a esposa do amigo até a casa da mãe dela, para buscar as crianças para verem o pai.

Deu tempo para que eles tivessem esse momento e até mesmo deixou que ele descansasse um pouco antes de mencionar o fato de que precisava conversar com ele, estava dando espaço a este, esperando pacientemente.

Nesse tempo, Kaya não foi para casa. Ficou lá no hospital durante todas essas horas lá, só esperando pelo momento em que poderia falar com ele. Não podia ter pressa quando este praticamente perdera a vida por alguma razão que Kaya ainda não sabia bem o porquê.

Teve que esperar com muita paciência mesmo por um bom tempo, mas quando pôde finalmente entrar no quarto para conversar com Sinu, respirou fundo, e fez o que pôde para se acalmar. Não sabia em qual estado o encontraria, só esperava que no de sempre. Sally e os filhos deram esse espaço para ele, ela levou as crianças para tomar um lanche e assim, Kaya pôde entrar no quarto de hospital e falar com o mesmo. Bateu de leve nesta antes de abrir e finalmente entrar.

-Olá, Sinu. — Cumprimentou, fechando a porta atrás de si.

Sinu estava deitado na cama, com soro na veia e um aparelho que monitorava o coração. Sua aparência estava bastante abatida e cansada, provavelmente pela grande perda de sangue, mas ele não estava diferente do que sempre foi, só claramente cansado.

Kaya se aproximou com alguma cautela até ficar bem ao lado da cama, fazendo essa questão de se aproximar porque o mesmo não poderia se levantar, só ficar deitado e por um tempo ao que parece.

-Vamos falar oficialmente ou extraoficialmente? — Sinu indagou logo de cara, com o tom seco que sempre usava, lhe olhando nos olhos. Ambos os dois eram profissionais e ambos sabiam como funcionavam os procedimentos em casos de tentativa de homicídio.

-Estou aqui como amigo, Sinu. — Kaya falou, evitando falar de primeira no assunto que envolvia a investigação, não poderia ser insensível a ponto de não perguntar da saúde do amigo.

-Obrigado. — Agradeceu, se acalmando.

-Como está se sentindo?

-Cansado e anestesiado. — Respondeu. — Sally disse que você veio dar apoio a ela.

-Sim.

-Eu agradeço.

-Por nada.

-Faz tempo que não fico em um hospital. — Bufou com irritação e cansaço.

-Pois é.

-Você disse que está como amigo, mas também está como policial.

-Sim, é verdade.

-Então pergunte o que quer saber. Não há muito o que possa dizer sobre a minha saúde. — Disse ele, demonstrando a pressa que também tinha em saber o que estava acontecendo e que Kaya finalmente descobrisse se suas suspeitas estavam certas ou erradas.

-Desculpe que tenha passado por isso. — Se desculpou como se ele tivesse culpa no ocorrido, evitando de novo o lado profissional.

-Não foi a primeira vez, só a primeira nos últimos dois anos.

-Eu sei.

-Deve ser o mesmo cara que matou Sheila. — Comentou, o assunto principal tinha que ser discutido, e ele sabia que tinha que ser discutido agora.

-Conseguiu ver o rosto dele? — Indagou finalmente.

-Parcialmente.

-O que aconteceu?

-Eu estava indo para o mercado e um motoqueiro todo vestido de preto passou perto de mim, chamando o meu nome. Logo depois, ele apontou a arma para o meu peito já com o dedo no gatilho. Reagi e puxei a arma antes que ele atirasse, mas atirou em mim primeiro, subiu na moto e fugiu. — Relatou calmamente, mencionando cada detalhe de qual conseguia se lembrar naquele momento.

-Sabe que arma era? — Indagou ele, guiando nas perguntas como se fosse um roteiro prescrito.

-Uma Taurus.

-Como era esse homem? — Indagou, tentando se manter num nível calmo, mas o estresse estava ali, crescendo como se fossem ondas.

-Olhos verdes, 1,80, magro, com porte físico de quem luta, branco e boa precisão de tiro e resistência, bem típico de um... — Descrevia e cada detalhe era reconhecido por Kaya, tanto que a imagem mental era bem vivida em sua mente.

-Policial? — Completou antes que o outro terminasse.

-Isso. — Confirmou.

-Pode afirmar isso com certeza?

-Claro.

Pegou o celular rapidamente, desbloqueou a tela com um toque e buscou entre o seu álbum de fotos virtual por uma foto de Duncan, que tinha tirado de um arquivo, já tinha intenção de mostrar a mesma para Sinu. Ampliou a foto com a ponta dos dedos e mostrou o celular para Sinu.

-Era parecido com esse homem? — Indagou, quase nem escondendo a pressa com que estava.

-Sim. — Para o estarrecimento de Kaya, Sinu confirmou convicto. — É Duncan Martins? — Questionou a olhar em seus olhos.

-É. — Voltou a guardar o celular no bolso. Sua mente tinha ficado em branco agora, estava praticamente entrando em modo automático.

-Se ele me atacou, então quer dizer que ele matou Sheila.

-Sim, acho que para se vingar de mim. Desculpe. — Pediu enfim, deixando a parte emocional vir à tona, só pouco.

-Pelo o quê?

-Por ter trazido esse tipo de problema para sua vida. — Falou em tom de culpa.

-Uma vez você levou um tiro por mim e o que foi que me disse? — Perguntou ele, mencionando um assunto bem antigo e na verdade, tinha sido assim que eles se aproximaram, Kaya tinha salvado Sinu uma vez e acabou levando um tiro por conta disso.

-Que algumas pessoas são loucas. — Respondeu a este que estava deixando claro ali que não culpava Kaya pelo ocorrido e nem queria que o mesmo se culpasse.

-Isso.

-Vou fazer o que puder para prender esse homem.

-Não se esqueça de si mesmo, também tem uma pessoa que se importa muito com você.

-Eu sei, obrigado. Descanse bem, Sinu.

-Agradeço.

-Vou pegar esse cara, pode deixar. — Prometeu. Sinu só assentiu.

Desejou melhoras mais uma vez ao amigo e saiu apressado do quarto.

Era tudo o que precisava saber e tudo que praticamente confirmava toda as suas suspeitas desde do início. Antes de deixar o local, falou com a esposa de Sinu e despediu, andando apressado pelos corredores do hospital, cheio de pressa para sair dali e conseguir o que precisava o mais rápido possível e com isso, estava claro que precisava de uma ajuda a mais e ele buscaria essa ajuda sem o menor problema ou hesitação.

Enfiou a mão no bolso e pegou o celular, logo ligando para o número da promotora Hill. Tinha feito muitas coisas por esta e ela fizera algumas vezes por ele, mas estava na hora de cobrar o favor, pois ele sabia que por ser muito influente, ela conseguiria ajudar a dar o que ele precisava.

-Alô. — Hill atendeu no primeiro toque, mas sua voz estava sonolenta. Devia ter a acordado.

-É o Hamura. Peço desculpas por importunar, mas eu preciso de um favor da senhora. — Se apressou em dizer.

-Que tipo? — Indagou séria.

-A senhora conhece o juiz responsável pelo departamento de homicídios?

-E o promotor também. — Complementou, respondendo afirmativamente.

-Poderia pedir a eles um favor?

-Que tipo de favor seria esse?

-Preciso de um mandado de prisão e apreensão urgente para Duncan Martins.

-Por qual razão?

-Ele é o assassino de Sheila e tentou assassinar Sinu está tarde. É um homem dissimulado e que tem sido protegido pelos colegas e amigos.

-Tem provas para isso? — Questionou sem perguntar os detalhes que ela provavelmente já deveria estar a par, mesmo que só parcialmente.

-A descrição de Sinu bate perfeitamente com ele, assim como a arma da qual o mesmo tem porte. — Contou, diminuindo os passos, esperando uma concordância da parte desta.

-Devo perguntar o que está acontecendo?

-Não tenho tempo para explicar com exatidão agora.

-Está bem, vou ver o que consigo fazer. — Concordou por fim. — Apresente essas provas para a sua superior. — Mandou séria.

-Está bem. — Desligou o celular e voltou ao enfiar no bolso, enquanto praticamente corria para fora dali.

Kaya saiu do hospital e entrou no carro, dirigindo apressadamente. Ele não sabia o que iria acontecer agora, só podia esperar que com este mandado, pudesse prender Duncan a tempo, mas não estava tão certo, pois com todo o tempo que tinha passado, ele deveria já ter fugido, mas não quer dizer que iria parar e se chegasse a esse ponto, significaria que Kaya teria que tomar medidas drásticas para proteger Yuki. 


Notas Finais


Até o Próximo!


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