História Unexpected 2 - Capítulo 32


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Lemon, Original, Policial, Yaoi
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Palavras 3.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Bishounen, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Josei, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa noite, amores!
Obrigada a quem lê.
Boa leitura!

Capítulo 32 - Now or Never


-Está se recuperando bem? — Perguntou a Sinu que estava sentado no sofá de sua sala. Kaya estava sentado no outro sofá, na frente dele. Ele ainda estava um pouco debilitado por causa do tiro que levou, tinha sorte de ter sobrevivido de fato.

Depois de alguns dias, pôde ir para casa e como estava com tempo livre, devido a suspenção que sofrera do trabalho, achou que seria uma ótima ideia de visitar Sinu, no meio dia mesmo, já que este ainda estava se recuperando em casa e também estava fora do trabalho, e não só por causa do seu estado, mas também por causa da sua segurança particular, que poderia ser posta em risco devido ao últimos e recentes acontecimentos.

-Sim, só estou preso em casa. — Replicou com mal humor. — Sally insiste para que eu fique em casa. — Reclamou meio irritado, quase como se fosse um velho rabugento. Sinu estava de mal humor e quando ficava assim, se soltava um pouco mais, e o seu mal humor era claro, porque ele tinha que ficar em casa.

-É mais seguro assim.  — Comentou, sabendo como os riscos tinham crescido um pouco mais por causa dos recentes acontecimentos.

-Pode ser que seja. — Bufou contra gosto. Do que conhecia do seu amigo, sabia o quanto ele detestava ficar preso em casa e com certeza, sua esposa deveria estar tendo que fazer vista grossa sobre isso. — Como você está? — Sinu perguntou a ele, visto que ainda havia muitos machucados na sua face e no seu corpo. Depois de uma semana, foi liberado do hospital, mas os ferimentos e as dores ainda estavam por todo o seu corpo, assim como era só olhar para seu rosto, para notar que tinha apanhado.

-Estou bem, só um pouco dolorido ainda. — Respondeu, se referindo aos seus ferimentos ainda não totalmente curados.

-Voltou a se arriscar? — Questionou o óbvio que já estava muito bem mostrado em seu rosto ferido e cheio de muitos hematomas por conta da surra que levou daquele lunático obsessivo. 

-Só o necessário. — Respondeu meio ácido. Estava começando a ficar com raiva de si mesmo, talvez se tivesse sido um pouco mais rápido e mais esperto, principalmente mais cuidadoso, poderia ter prendido Duncan e acabado com toda aquela besteira.

-Estou vendo. — Foi quase sarcasmo, mas o seu modo frio de falar cortou esse lado.

-Bem, estão todos procurando por ele.

-Acha que vão conseguir o pegar?

-Sinceramente, eu não sei, mas seria bom para um monte de gente se colocassem aquele lunático numa cela, bem longe de todo mundo que possa fazer mal. — Era um desejo muito sincero de sua parte, algo que ele queria, esperava que acontecesse, mas não acontecia.

-Seria, mas não dá para saber se vão conseguir. — Disse Sinu.

-Eu sei, tudo o que resta é investigar e esperar, talvez tenhamos sorte e ele seja encontrado e preso logo. — O desânimo estava em sua voz, pois a fala do mesmo, dizendo que iria desaparecer durante um tempo, estava na sua cabeça, e não saía dela de jeito nenhum e o encucava ainda mais saber que já tinha passado uma semana e nada, era domo se ele tivesse tomado chá de sumiço. Despareceu por completo e ainda que fosse cedo para dizer alguma coisa, Kaya não estava com um pressentimento sobre isso.

-Posso estar errado, mas você não bota muita fé nisso, não é? — Percebeu logo como Kaya estava desacreditado de certo modo.

E estava mesmo, não que não acreditasse na justiça, acreditava é claro, mas o mesmo tinha experiência em muitas coisas, era um bom policial, tinha feito parte do exército, sabia como se esconder e como fugir se assim o quisesse e mesmo que o alerta estivesse máximo, não dava para se fazer simplesmente milagres para que o mesmo simplesmente aparecesse do nada, fosse preso e pronto. Seria bom se fosse assim, mas Kaya sabia que não era.

-Ele é filho de políticos e gente importante. — Disse ele, desanimado.

-Acha que estão o escondendo? — Sinu poderia estar sugerindo isso, mas sabia que poderia ser viável, mas não era provável.

-Não, pelo o que soube ele se dá muito mal com eles, mas eles têm dinheiro e Duncan também tem bastante e com ele fugindo, pode usar esse dinheiro para conseguir e continuar fugindo.

-Acha que ele saiu do país? — Perguntou, mas ambos sabiam que isso era muito improvável.

-Duvido muito disso. — Suspirou.  — Seria uma decisão lógica e desesperada, algo a ser esperado, mas a loucura dele vai um pouco além da autopreservação ao que parece.

-Isso é pior ainda. — Comentou Sinu. Ele tinha razão, era muito pior porque um homem desses, era o pior de todos, pois não tendo nada a perder, não tinha nada para o impedir e nem para parar. 

-Muito. — Murmurou baixo, para si mesmo. Claro que seria, pois um homem como esse seria capaz de qualquer coisa, e isso colocava todos em riscos de certa forma, ou de muitas formas, formas que só a mente de um louco poderia dizer quais eram, mas seja como fosse, tudo significava um grande alerta de perigo.

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-Quero um advogado! — Exigiu o homem careca a sua frente, se calando de vez ao que parece.

-Vão te arranjar um.  — Levantou da cadeira, logo para sair logo daquela sala, não querendo mais ver a cara do homem a sua frente.

Fechou a porta assim que saiu da sala e colocou a mão sobre a testa. Estava cansado, com dor de cabeça e com dor no corpo todo. Estava tão cansado de ficar tanto tempo sentado, que tinha raiva de qualquer cadeira que poderia ver na sua frente. Tinha sido exaustivo, mas valia a pena, pelo menos tinha conseguido o que precisava por aquela noite e logo, poderia ir para casa, era o que mais queria e não era só ter o seu trabalho de volta.

-Ele falou finalmente? — Everton perguntou ao se aproximar dele.

-Sim, a exaustão o venceu. — Respondeu suspirando, tirando a mão da testa. Sua cabeça latejou ainda mais com esse movimento.

-Você está bem? — Ele indagou ao perceber que sua expressão não era boa. As coisas tinham mudado de certo modo nos últimos tempos, Kaya estava sendo bem mais respeitado ali dentro, talvez porque provando que estava certo, provou ser um bom policial e isso acabou levando os outros a o respeitaram não só como chefe, mas também como pessoa.

-Só estou com dor de cabeça e cansado de ouvir como ele destripou a própria esposa e depois gritar que quer um advogado. — Disse mal humorado. Já ouvido demais para uma noite só, estava cansado, muito mesmo.

-Acha que ele vai ser condenado? — Indagou o outro, puxando conversa.

-Pelo o que entendi, o advogado dele vai alegar demência. — Respondeu simples, soltando outro suspiro por causa da dor de cabeça.

-Que advogado?

-O que ele pediu logo depois de confessar que matou a mulher.

-Ata. — Murmurou. — Já vai para casa? — Indagou casualmente.

-Estou precisando disso. — Bufou. E como estava. Tinha pernoitado e nem dormiu durante o dia, precisava descansar imediatamente.

-Boa noite então.

-Boa noite. — Desejou levemente.

-Bom descanso, senhor. — Desejou com sinceridade.

-Obrigado. — Agradeceu ao se virar para ir embora, só queria ir para casa e deitar na sua cama, dormir um pouco que era o que mais ele estava precisando.

Passou direto para a sua sala e pegou o seu casaco, as chaves e as coisas pessoais. Saiu da sala e trancou a porta do escritório. Saiu de lá e foi direto para a rua onde estava o seu carro, precisava muito só ir para casa e antes que alguém o chamasse para alguma coisa. Assim que chegou no carro, entrou, colocou as coisas dentro do mesmo. Colocou o cinto e se pós a dirigir. Seguiu o caminho de sempre, pegando só um atalho para conseguir logo para casa.

Ficou aliviado quando finalmente chegou em casa.

Estacionou o carro na rua, pegou as suas coisas, desceu e foi logo para dentro do sobrado. Assim que entrou e trancou as portas, jogou tudo no sofá e se jogou nele também, fechando os olhos e dormindo logo depois. Cochilou por umas três horas e quando acordou, não estava mais com tanta dor de cabeça, só com o corpo dolorido por dormir de mal jeito. Levantou do sofá e suspirou, tirando o terno que usava.

Os olhos caíram sobre a foto dele ao lado de Yuki, o mesmo suspirou.

Fazia um longo tempo que não o via e sentia muita saudade dele, mas durante todo esse tempo que tinha passado, Yuki ainda estava longe e até agora, isso se mostrara para absolutamente nada.

O tempo estava passando depressa até, e era ao mesmo tempo, pois mesmo depois de um ano, ninguém conseguia achar Duncan Martins. Estava mais do que claro que alguém deveria estar, ou estaria o ajudando a fugir. Seja como fosse, mesmo estando na lista dos dez mais procurados do país, ainda não conseguiam o achar e nisso, o tempo passava e Kaya ficava cada vez mais triste e meio louco, pois o tempo passou e nenhum vestígio sequer dele era achado, já não dava mais nem para saber se este estava vivo, ou não.

E para piorar o tempo que estava passando, Yuki ainda estava fora do país, eles não se vinham pessoalmente a um ano e a única vez que se vinham era quando Kaya e Yuki tinham tempo para conversar no Skype. Só nesses momentos, eles se viam, mas nada era o suficiente e cada vez eles faziam sexo virtual, só piorava a saudade entre eles, só o deixavam cada vez mais loucos um pelo o outro e não se aguentavam mais ficar longe e com todo esse tempo, e como Duncan tinha desaparecido por completo, Kaya estava começando a cogitar a ideia de finalmente permitir que Yuki voltasse para casa, já tinha passado muito tempo e eles não poderiam continuar assim por causa de um louco.

A vida deles estava parada a tempo demais e não poderia continuar assim por muito mais tempo, nem um dos dois iria aguentar ficar desse jeito e Kaya estava cansado de caçar praticamente o nada, de caçar pistas que nunca davam em nada, em cima de nada. Obviamente que ele estava trabalhando a afinco no caso, mas não dava para negar que até mesmo Kaya estava cansado, já fazia tempo demais e nada mais acontecia.

Ele sabia que Duncan tinha prometido voltar. Sabia que era um risco, mas ninguém, nem os seus superiores acreditavam mais que esse criminoso voltaria a atacar, todos começavam a achar que este estava morto, ou poderia ter saído do país, a grande questão era que apesar de existir um alerta a qualquer sinal de movimento da parte do mesmo, não existia nenhum sinal dele, e com o tempo passando, todos estavam desistindo, só esperando de ´´boca aberta´´, para no caso de talvez, alguma coisa certa aparecesse.

Mas como isso também nunca acontecia, as pistas esfriavam e nada mais, nem mesmo os telefones grampeados da família dando resultado, e com a falta de contato com os antigos colegas de trabalho e o advogado e o próprio irmão que tentava o proteger, desistindo, Kaya também estava desistindo, racionalmente e sentimentalmente.

Ainda tinha certos receios e tinha certo medo de Yuki voltar e algo acontecer, mas a saudade apertava no peito, e ele estava cansado de permanecer sozinho, a espera de algo que não se sabia mais se iria aparecer ou não, especialmente quando todos os indícios apontavam para a resposta negativa.

Parou de olhar para a foto de Yuki e saiu do sofá, foi para o banheiro e se despiu depressa. Tomou um banho rápido. Se secou com uma toalha que ficava no banheiro e vestiu uma roupa qualquer. Voltou para a sala e depois foi para a cozinha, já era quatro e meia da manhã, mas ele não tinha comido nada e estava com fome, e ainda com sono. Então, ele preparou uma comida leve para si mesmo, comeu e foi deitar no quarto. Entrou neste e fechou a porta, deitou na cama e fechou os olhos pronto para dormir de novo, mas antes que conseguisse pegar no sono, ouviu o seu celular tocar lá na sala.

Bufou cansado e sem menor vontade, levantou da cama num pulo, como se isso fosse lhe dar coragem para andar e deu de certa forma. Abriu a porta e foi para a sala. Pegou o celular que estava sobre a mesinha desta, olhou o número e esqueceu totalmente do cansaço. Seu coração bateu depressa e um sorriso leve cresceu nos seus lábios.

Atendeu sem mais demora.

-Está muito tarde aí? — Yuki falou primeiro. Ouvir a voz dele foi incrível, era incrível, especialmente agora, quanto estava longe dele a tanto tempo.

-São três e quarenta da manhã. — Respondeu, esticando brevemente o pescoço para olhar as horas no relógio da parede.

-Desculpa, te acordei? — Indagou ele, sem nenhum arrependimento e sem nenhum motivo para isso, é claro.

Nem que fosse no meio do dia, ou no meio do trabalho, já gostava e precisava ouvir a voz dele, ter um tempo para simplesmente conversar, o que era tão necessário para eles dois, especialmente para Kaya, que apesar de não demostrar, sentia a saudade apertar seu peito todos os dias, não aguentava mais ficar sem ele.

-Não, estava indo deitar agora, mas tudo bem.

-Ah desculpe, ainda não aprendi a lidar com esse fuso horário.

-Mesmo depois de um ano? — Indagou ele, rindo baixo.

-Mesmo depois de um ano. — Confirmou o mesmo, dando uma risadinha leve.

Kaya riu, adorava ouvir a voz do seu amado.

Como não queria ficar em pé no meio da sala, então foi para o quarto, encostou a porta e sentou na cama, escorando as costas na cabeceira da cama. Se sentia tão bem por falar com Yuki, era como se o mundo ganhasse cores e flores de uma vez só, isso tudo só de falar com o seu amado Yuki.

-Como foi o seu dia? — Quis saber, querendo conversar mais com ele, ouvir mais a voz dele.

-Até que divertido, fui passear no museu daqui, é lindo.

-Qual?

-Malouser. — Respondeu.

-É lindo mesmo.

-Já veio aqui? — Indagou surpreso.

-Vi pela internet. — Contou para o desânimo do outro.

-Queria que estivesse aqui.

-Também queria, mas sabe que... 

-Faz um ano, Kaya e nada aconteceu. — O interrompeu, falando com uma leve dureza e mais seriedade.

-Eu sei disso, mas...

-Não quero ficar mais longe de você e nem do meu trabalho, passou muito tempo. — O interrompeu, insistindo.

-Eu sei disso, não há nenhuma pista dele em todo esse tempo.

-Então, poderia voltar para casa, voltar a nossa vida.

-Yuki, já falamos disso. — Cortou-o automaticamente, querendo evitar o assunto, da mesma forma que sentia vontade de se aprofundar naquele assunto porque ele queria ficar ao lado dele também, tanto quanto ou até mais que Yuki queria. — Eu também quero, mas...

-Até quando vamos ficar separados sem nada acontecer, Kaya? — Perguntou sério, o interrompendo dessa vez. O peito de Kaya se apertou, era uma verdade que estava assolando e que estava cansado de deixar acontecer.

Ele sabia que o mesmo estava certo, mas ainda estava um pouco incerto, tinha um pouco de receio. Era como uma vozinha interna, lhe gritando que deveria esperar um pouco mais, que deveria ter cuidado ainda, contudo, até ele estava com vontade de ignorar isso e constatar que era só um sentimento de medo, só um sentimento de meia paranoia e nada mais do que isso, porque ele queria o seu amado de volta em seus braços e estava cansado de sacrificar a sua relação por causa de nada.

Só que mesmo assim, mesmo com a saudade esmagando o seu peito, mesmo que estivesse doendo, ainda tinha uma parte de si que estava incerta com a ideia de simplesmente deixar Yuki voltar para casa, queria então, ao menos, esperar um pouco mais.

-Vamos esperar só mais uma semana. Se nada acontecer nesses sete dias, eu mesmo vou te buscar aí se precisar. — Prometeu afoitamente. Estava decido, se mais nada acontecesse nesse tempo, iria acabar com tudo aquilo, mandar tudo para o inferno e trazer Yuki de volta, não poderia mais deixar a situação em que estavam, se prolongar tanto a mais.

-Promete? — Pediu ele, suspirando meio feliz e meio triste ainda.

-Prometo. — Decidiu-se, fazendo uma promessa verdadeira. Eles precisavam disso, precisavam voltar a viver.

Ficaram um tempo mais conversando e depois desligaram, com a promessa firmada de que só esperariam mais uma semana e nada mais. Depois que desligou, Kaya deitou de lado na cama e fechou os olhos, pronto para dormir. Apesar de estar com a mente ativa por tantos pensamos, conseguiu dormir e só acordou quando o seu celular tocou de novo. Ainda muito sonolento e sem vontade de atender, pegou o celular e atendeu, sem olhar o número.

-Hamura. — Falou só por hábito.

-Olá, Kaya. — Cumprimentou a pessoa do outro lado da linha, a pessoa que era Duncan. Kaya se levantou depressa da cama. Parecia uma maldição, mas era ele mesmo, era Duncan e como prometido, o mesmo reapareceu depois de tanto tempo simplesmente sumido, o que só poderia trazer problemas e sérios riscos. — Quer saber onde eu estou? — Indagou furtivamente, parecendo estar se divertindo com o modo com que o provocava.

-Você não vai me dizer. — Constatou, sabia que o mesmo não iria falar. Não iria ceder tão simplesmente assim, depois de ter ficado desaparecido durante tanto tempo.

-Quer me encontrar? — Indagou ele.

-Não. — Respondeu logo, começando a ficar nervoso.

-Que pena... Eu quero ver você. — Devolveu o mesmo.

-O que você quer, Duncan? — Indagou, sem saber se ganhava tempo, se tentava identificar a chamada, ou se pegava a sua arma.

-Quer saber onde estou? — Indagou novamente, rindo debochado logo depois. Kaya não respondeu. Ele ficou em silêncio, enquanto começava a procurar a sua arma, mas esta não estava no quarto, estava na sala. — Bom, vou responder mesmo assim. Estou na sua casa. — Disse ele todo animado, deixando Kaya completamente tenso e até mesmo com medo.


Notas Finais


Até o Próximo!


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