História Unexpected - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Dianna Agron, McFly
Personagens Blake Lively, Dianna Agron, Dougie Poynter, Harry Judd, Personagens Originais
Tags Casamente - Aliança Criminal - Romance - Dianna Agron - Dougie Poynter -
Exibições 4
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Como eu disse no capítulo 13, eu me esqueci de postá-lo então estou arrumando tudo pra ficar certinho, e mais uma vez, desculpa.

Capítulo 18 - Jonathan


Fanfic / Fanfiction Unexpected - Capítulo 18 - Jonathan

Jonathan

Maldita seja essa menina, me fez passar meses por um inferno tentando caçá-la e tendo de lidar com fodidos russos, enquanto ela estava na Itália trepando com... Não quero nem pensar em quantos homens terei que matar por conta dessa garota. Olhei mais uma vez para a foto em que ela estava com seus belos cabelos de uma tonalidade preta que me fez ter mais vontade ainda de encontrá-la e fazê-la pintar o cabelo novamente, fodida cor ridícula.  O que havia de errado com ela? Eu achava que estava tudo bem entre a gente e a cadela vai e foge sei lá com quem. Mas eu iria descobrir isso em breve. Ah se iria! Não estava nada fácil as coisas por aqui e cada vez que eu via Daíra eu sentia mais raiva, elas eram diferentes, mas ao mesmo tempo pareciam tão iguais. Porra, eu odiava admitir, mas ela me fazia uma falta do caralho. Ao mesmo tempo em que eu sentia uma onda furiosa de raiva, no fundo doía. E isso me fazia odiá-la ainda mais, ela havia mexido comigo de um jeito que eu não sabia lidar. Quase enlouqueci todo esse tempo sem noticias dela, sem saber se estava viva ou não... Joguei tudo que estava em cima da mesa no chão, furioso. Ela não tinha o direito de mexer comigo assim e fugir. Olhei furioso para a porta quando ela se escancarou. É claro, só podia ser Nicholas. Ele olhou ao redor do meu escritório e levantou uma sobrancelha.

- O que houve? – Ele perguntou calmamente.

Estendi a foto para ele, que a pegou. Joguei-me na cadeira, e deixei um suspiro cansado passar por meus lábios. Vi o rosto de meu irmão empalidecer.

- Cara, ela continua viva. Eu podia jurar que ela não duraria mais que um mês nesse mundão a fora. – Ele sorriu divertido, trazendo novamente cor a sua face. – BABY!

Olhei feio para ele por ter gritado, e então passei a mão por meu rosto. Eu faria essa viagem hoje. Providenciaria tudo e estaria o quanto antes na Itália. Daíra andava estranha desde a duas noites atrás, algo estava errado e eu sentia que nem mesmo meu irmão havia conseguido descobrir o que era. Ela o olhou e sorriu um pouco, nada costumeiro. Se bem que, desde que Dianna foi embora ela não foi mais tão animada quanto era antes. Ela sorria menos, falava menos, ela simplesmente existia. A única coisa que a fazia sorrir verdadeiramente ás vezes era Nicholas. Vi o modo como o corpo dela ficou sem forças quando ela viu a foto, e Nicholas a abraçou. Ela apertou a foto junto ao peito e chorou. E porra, quando eu digo que ela chorou foi como se as comportas que seguravam suas lágrimas há meses houvesse se rompido. Sai da sala sorrateiramente e fui providenciar tudo o que eu precisaria para ir à Itália. E eu não voltaria sem a minha mulher. Convoquei apenas meus homens mais confiáveis, não queria que a notícia se espalhasse, porque para todos eu havia mandado Dianna para um bom lugar, lindo e seguro. As coisas ficariam feias se soubessem que eu havia deixado-a escapar. Quando sai do quarto trombei com a mulher de Nicholas, ela me olhava de uma forma cautelosa.

- Não vá atrás dela, deixe-a. Eu sei que ela está feliz mesmo que sinta nossa falta. Por favor, deixe-a em paz. Arranje outra mulher, esqueça Dianna. – Ela tentou manter a voz firme, mas saiu mais com uma súplica e piorou quando seus olhos encheram-se de lágrimas novamente. Eu não sabia lidar com essa choradeira toda. E que porra era essa? Sem chance no inferno de eu deixá-la escapar novamente.

- Achei que você sentisse a falta dela, mas talvez nem tanto, não é?  - Eu sorri de um modo frio. – Agora me dê licença que eu tenho mais o que fazer, preciso buscar sua fodida irmã louca por aventuras.

Até mesmo eu pude sentir o ódio expresso em minhas palavras. Uma pena que não existisse só o ódio quando eu me lembrava dela. Com isso eu sabia lidar, com saudade não. Passei por ela que me olhava chocada com lágrimas molhando novamente sua face. Meu irmão que lidasse com ela, eu precisava ir atrás de Dianna. Mas ela parecia que não iria desistir. Então entrei em meu escritório e bati a porta em sua cara. E consegui ouvi-la rosnar todos os palavrões possíveis.

- Seu desgraçado, você vai acabar com a vida dela e da Rorie. – Ela gritou e me fez parar onde estava quem era Rorie?

Decidi deixar para lá por enquanto e dei uns telefonemas. Quando sai por volta de meia hora depois, encontrei Daíra sentada no sofá com cara emburrada e uma mochila ao seu lado.

- Se você vai atrás dela eu também vou. – Ela falou determinada quando se levantou do sofá.

Eu sentia uma dor de cabeça se aproximando, então apenas balancei a cabeça. Eu não precisava de mais essa menina me enchendo o saco. Mas eu precisava tirar a limpo quem era Rorie. Apontei para o sofá e me sentei ao seu lado, eu não queria agir como um fodido chefe da máfia com minha cunhada.

- Quem é Rorie, Daíra? Foi com quem sua irmã fugiu? – Perguntei deixando minha voz sem emoção dessa vez. Ela ia começar a balançar a cabeça, porém não concluiu o movimento.

- Hum, bem, de certa forma sim. – Ela disse de forma meio atrapalhada. Levantei uma sobrancelha e continuei a olhando, esperando-a continuar. Ela olhou para o lado como se procurasse Nicholas ou qualquer refugio. – É, bem, que... Hum... Amor!

Ela deu um pulo do sofá e correu para Nicholas quando ele apenas colocou metade do corpo para dentro da sala. Quem visse de fora pensaria que eu estava quase matando a menina. Passei a mão em meu cabelo, afastando-o de meu rosto. Eu estava precisando cortá-lo.

- Eu acho que eu havia lhe feito uma pergunta, Daíra. E seria muito educado da sua parte me responder. – Falei friamente, ela olho para mim com os olhos levemente arregalados e voltou a olhar para Nicholas.

- Calma, mano. Você está assustando minha mulher, e por mais que eu ame você, quero encher sua cara de porrada por conta disso. – E por incrível que pareça isso me fez sorrir. – Baby, eu sei que você é uma boa menina educada.

Ele sorriu divertido e passou o braço sobre os ombros de sua mulher enquanto se aproximava de mim. Levantei-me em todo meu 1,90 m de altura, e cruzei meus braços sobre o peito aguardando a resposta que eu tanto ansiava por ouvir. Porra, eu faria qualquer coisa também para achar essa Rorie e bater um papinho com ela. Para o inferno ela não deveria ter ajudado minha mulher a fugir. Daíra se encolheu ainda mais para perto de Nicholas, fazendo-me bufar.

- Rorie é sua filha. – Ela disse tão baixinho que eu quase não ouvi.

O que ela estava dizendo? Eu não tinha filho e muito menos uma filha. Ela só poderia estar brincando com a minha cara. E merda, isso não tinha graça nenhuma. Olhei furioso para ela.

- Eu não gosto de brincadeiras, Daíra, e nem que tentem acobertar alguém. Então pare já com isso, por favor. – Minha voz continuou tão fria quanto o Everest.

Ela pegou o celular do bolso mexeu em alguma coisa e jogou-o para mim, por sorte eu tinha bons reflexos e era rápido. Olhei para o celular e a coisa que mais me chamou atenção foram os olhos. Parecia que eu estava olhando para os meus em um fodido espelho. Que porra é essa? Não, isso era alguma brincadeira e eu não estava gostando nada disso. E então quando ela falou a frase seguinte eu senti meu sangue gelar e no momento seguinte ferver de tanta raiva.

- É a bebê da Dianna, ela me mandou a foto há uns dois dias mais ou menos. Eu não sabia que ela estava grávida quando foi embora, então foi um choque quando recebi essa mensagem. Levei algumas horas para assimilar que eu tinha uma sobrinha e que minha irmãzinha estava bem, e por mim era só isso que importava. Porque eu sei que se ela precisar realmente de mim, ela vai me ligar, porque sabe que eu não hesitaria um segundo sequer para ajudá-la. – Ela respirou fundo. – Ela me disse na mensagem: Eu queria que estivesse comigo, mas saiba que estamos bem. Essa é Rorie, sua sobrinha. Sempre que olho para ela me lembro de você, e como pode ver, impossível não se lembrar de Jonathan. Porra, é só eu olhar nos olhos dela e pronto... Bem, eu peço que não tente se comunicar comigo, eu prometo mandar mensagem em breve. Eu amo você, Daí. PS: não conte a ninguém.

Quando ela por fim parou para respirar novamente, pude perceber as lágrimas. Merda, ela chorava muito. Olhei para Nicholas para ver se ele sabia disso, mas ele havia se afastado de Daíra, e parecia com raiva e magoado. É, ele não sabia disso. Porém isso não ajudou em nada. Então num impulso eu me virei e soquei a parede, deixando um rosnado furioso escapar por meus lábios. Ela some sem nenhuma explicação lógica e ainda grávida da minha filha. Agora eu estava mais que puto com tudo isso. Eu não achava palavras para definir a raiva que eu sentia por Dianna. Então quando recebi a ligação que meu jatinho já estava pronto não perdi tempo e corri em direção a ele. Nem me preocupei se Daíra estava ou não atrás de mim.

(...) 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...