História Unexpected - Capítulo 19


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Categorias Blake Lively, Dianna Agron, McFly
Personagens Blake Lively, Dianna Agron, Dougie Poynter, Harry Judd, Personagens Originais
Tags Casamente - Aliança Criminal - Romance - Dianna Agron - Dougie Poynter -
Exibições 4
Palavras 698
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - Daíra


Fanfic / Fanfiction Unexpected - Capítulo 19 - Daíra

Daíra

Eu não sabia exatamente como eu me sentia, aliviada, preocupada, triste, enraivada. Estava uma confusão de sentimentos, e não havia ajudado nada o fato de Nicholas ter ficado e eu ter que viajar ao lado de Jonathan mais irritado que o normal. Eu havia tido sorte de me casar com Nicholas, apesar do jeito meio louco dele, ele era meigo, compreensivo, divertido, bom de cama. Um puto de um pacote completo. Mas agora esse pacote completo estava fodido de raiva de mim, eu sabia disso. Já o conhecia bem o suficiente após um ano e alguns meses juntos. Mas Dianna sempre viria em primeiro lugar, eu também sabia que uma hora ou outra ele iria entender o meu lado e por fim me perdoar. Mas quando voltássemos, eu me preocuparia com ele. Agora minha maior preocupação era minha irmã e sobrinha, e talvez... Só talvez, com minha mãe. Sim, eu fazia idéia, ela havia morrido não tinha como ela ressurgir das cinzas, né? Mas estava tão claro isso como a luz do dia no bilhete de despedida da Di. Porra, eu não queria ter esperanças, mas infelizmente eu estava tendo.

Estava tão cansada que nem percebi quando cai no sono, acordei apenas com o barulho do toque do meu celular. Enfiei a mão no bolso do casaco, mas antes dei uma olhada ao redor, bem, eu não estava nessa cama quando peguei no sono, mas isso não importa, voltei ao meu celular quando ele continuou a tocar insistentemente. Era um numero desconhecido. Podia ser Dianna, ai meu Deus! Rapidamente atendi e senti meu coração bater mais forte contra o peito.

- Filha? – Isso não podia ser verdade. Ai meu Deus, era minha mãe. Mas o tom de voz dela estava diferente, não parecia o tom alegre de sempre. Parecia desesperado.

- Mãe, ai meu Deus. Eu não sei nem o que pensar. Você está com Dianna não está? A gente está indo pra Lamon, eu não sei o que vocês querem fazer, mas me avisem...

- Levaram ela, Daí. A nossa menina. – Ela chorou em meu ouvido, e logo outro choro foi ouvido, Rorie. Minha mãe tentou acalmá-la, mas nada parecia funcionar.

E o que parecia ter parado de funcionar foi o meu sistema respiratório. Como assim levaram minha irmã? Ai meu Deus! Ai meu Deus! Ai meu Deus! O que havíamos feito de tão errado para isso acontecer. Minha irmãzinha. E mais uma vez no dia, eu chorei por Dianna. Agora sim eu queria levá-la para casa, eu precisava dela em casa.

- A gente está indo, mamãe. Tenho certeza que Jonathan vai encontrar ela. – Bem, eu não tinha muita certeza, mas era o que eu deveria dizer. Olhei para cima quando a porta se abriu, era Jonathan. Ele me olhava curioso. – Levaram ela, Jonathan, a minha irmãzinha. Levaram ela...

Eu não consegui mais falar, então Jonathan meio desajeitado me abraçou e pegou o telefone de minha mão, eu apenas ouvia parte da conversa, minha mente estava coberta pelas piores situações em que minha irmã poderia se encontrar e não eram nada agradáveis. Algum tempo depois, eu não sabia ao certo, foi à vez do celular de Jonathan tocar. Era um vídeo. Que estranho. Mas rapidamente eu entendi o que estava acontecendo, e então, eu gritei. Gritei tão alto que eu tinha certeza de que até mesmo quem estava abaixo de nós havia ouvido. Era Dianna que estava ali, amarrada, indefesa e seminua. Estava com braços e pernas separados, apertados firmemente em uma barra em forma de X, sua cabeça estava caída para frente, fazendo seus cabelos agora mais longos tamparem seu rosto. E ver Di dessa forma fez meu coração se partir em um milhão de pedacinhos. Ela sempre foi tão forte, determinada e agora... Chorei mais ainda com minha irmã tão fragilizada. Era covardia isso. Olhei para Jonathan, e eu juro, nem há algumas horas atrás eu havia o visto assim, com uma expressão tão transtornada, tão assassina. E ao invés de me assustar, isso de certa forma me trouxe alivio, pois eu sabia que ele mataria quem havia deixado Dianna assim. Precisávamos chegar o quanto antes em Lamon ou onde quer que estivessem. 



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