História Unexpected Love - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cristiano Ronaldo, Ian Somerhalder, Selena Gomez
Personagens Cristiano Ronaldo, Selena Gomez
Tags Ação, Cr7, Cristiano Ronaldo, Drama, Futebol!, Romance, Selena Gomes
Visualizações 35
Palavras 1.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!!! Capítulo simples, mas em breve teremos algumas ações.

Capítulo 3 - Adormecido


Fanfic / Fanfiction Unexpected Love - Capítulo 3 - Adormecido

      Pov. Selena Gomes

Assim que chego em casa abro a porta apressadamente e  empurro o carrinho para dentro, vou direto para o meu quarto mesmo cansada consigo colocar o homem na minha cama. Pego o meu celular na cômoda e ligo para o Alfonso vim em casa.  Enquanto o meu amigo não chega, retiro a camisa rasgada do moreno a minha frente e em seguida o seu colar de ouro escrito CR7. Será que significa algum código secreto? Guardo o colar na minha gaveta junto as minhas bijouterias. Retiro a calça vagarosamente para não machucar ainda mais o seu ferimento na perna esquerda.

_ Como você ainda está vivo? _ digo baixinho impressionada pela força que ele teve de lutar pela vida.

Mas, infelizmente ele não responde nada. Pego na sua mão direta e encaro a sua aliança dourada, ele tem uma família que deve estar preocupada com o desaparecimento desse cara.

_ Vamos lá! Selena. Só falta a cueca box. _ suspiro fundo, e retiro a última peça de sua roupa. _ Meu Deus! Que homem maravilhoso! Seria um desperdício, vê-lo morto. _ falo Impressionada.

Seu membro não está ereto, mas dá pra perceber que é grande, grosso e perfeito para se ter uma noite de sexo. Eu só posso estar maluca da cabeça, o cara é noivo, está todo ferido e eu aqui imaginando-o como ele deve ser quente na cama. Pego uma toalha branca e molho, em seguida passo em seu rosto, limpando o seu sangramento. Na verdade ele está precisando de um banho, pego um pouco de água morna numa bacia grande e trago para o quarto. Lavo o seu corpo sarado com muito cuidado, a parte mais constrangedora foi lavar o seu membro que ficou endurecido quando passei a esponja na extensão do seu pau.

_ Muito grande! Deve fazer um belo estrago. _ sussurro baixinho admirando o seu membro ereto. Eu não conseguia tirar as minhas mãos dele, apertei delicadamente a sua cabeça.

Chega! Vai que ele acorde e me flagra brincando com o seu pênis. Balanço a cabeça retirando os pensamentos pervertidos do meu pensamento e termino de dá banho nele. Encobri as suas partes íntimas com uma coberta fina e misericórdia, como o membro dele estar ereto parece que a coberta virou uma cabana.

E agora? O que eu faço para ceder a ereção dele?   Olho pela janela e espero o Alfonso chegar, corro  para a sala e abro a porta para o mesmo passar.

_ O que houve? Você parecia aflita na ligação. _ diz preocupado.

Encaro os seus olhos esverdeados e digo:

_ Encontrei um homem ferido na praia e ele precisa de ajuda médica. _ digo séria.

Ele me acompanha pelo corredor em direção ao meu quarto.

_ Se ele precisa de ajuda médica, então temos que levá-lo para o hospital. _ diz sério.

Alfonso encara o moreno deitado na minha cama de casal, e fica abismado com o tanto de ferimento do moço.

_ Com esse homem ainda está vivo? _ indaga curioso.

_ Não sei, o porte físico dele talvez ajudou a nadar até aqui. _ digo calma.

Afonso observa o ferimento dele no ombro com cuidado e diz:

_ A bala entrou fundo, ele precisa urgentemente ir para hospital.

_ Não! E se alguém tentou matá-lo? Esse cara não pode ficar em nenhum hospital. _ respondo apreensiva. _ Seja lá quem esteja querendo esse homem morto, vai procurá-lo outra vez para terminar o serviço. Por que você não retira a bala?

Afonso me fita sério e diz:

_ Selena! Eu sou veterinário, não sou médico.

_ Dá no mesmo. _ dou de ombros.

_ Eu cuido de cachorros e não de pessoas. _ responde sério.

_ Por favor! Faz alguma coisa para salvar esse cara. _ digo aflita. _ Eu não posso levá-lo a cidade.

_ E se esse homem for um fugitivo da polícia ou um agente do FBI? _ Alfonso indaga preocupado. _ Você pode estar correndo perigo protegendo esse cara e o pior deixando na sua casa.

_ Não fale besteira, esse cara não é um criminoso. _ digo observando o rosto sereno do moreno adormecido. _ Ele não tem cara de bandido.

_ Não se iluda, Selena! _ Alfonso diz sério. _ Ele pode até ser um cara bonito, mas quem garante que esse homem não é um mafioso ou Deus sabe lá o que ele faz da vida. Porque o estrago que ele está: baleado, ferido inconsciente e em coma induzido.

_ Por favor, me ajuda! Depois que ele acordar, ficará fácil de descobri quem ele é. _ digo séria.

_ Ok! vou te ajudar porque você é minha amiga, mas tome muito cuidado. _ Adverte sério. _ Esse homem pode ser um criminoso perigoso e vai te meter em grandes encrenca com a polícia.

Aceno com cabeça e observo o Alfonso abrir a sua maleta, ele pede para me trazer panos limpos para limpar o local machucado do rapaz que está inerte na cama.

_ Quanto tempo ele ficará dormindo? _ indago curiosa.

_ Bom! Ele está bastante ferido. _ diz calmo retirando a bala com uma pinça e depois para um produto para desinfectar o machucado. _ Talvez leve duas semanas ou menos para o cara aqui voltar a ficar bom.

_ E até lá, o que eu faço? _ pergunto séria.

_ Troque sempre os curativos, alimente o moço com uma sopa e dê bastante água. _ diz calmo terminado de enfaixar o ombro dele.

_ Mas, ele está dormindo, como vou alimentá-lo? _ indago incrédula.

_ Você vai conseguir. _ Alfonso diz sério. _ Tome bastante cuidado, se estão tentando matá-lo é sinal que você enfrentará pessoas perigosas e talvez elas venham até aqui.

_ Eu não vou atender nenhum estranho. _ digo firme. _ Vou cuidar do rapaz até ele ficar novinho em folha.

_ Bom! Te aconselho a comprar roupas para esse cara, pois é deprimente ficar olhando um homem pelado. _ diz debochado _ Se fosse uma mulher seria melhor.

_ Amanhã cedo! Vou na cidade buscar algumas coisas para ele. _ digo calma, acompanhando-o até a porta. _ Obrigada por ter vindo.

_ Se ele sentir febre, dê o remédio que deixei na cômoda e mantenha o termômetro por perto. _ diz sugestivo.

_ Sim! Farei o que o doutor mandar. _ digo calma.

Depois de trancar todas as portas da minha casa, volto ao meu quarto, procuro a minha calça moletom cinza e uma casaco quentinho. Troço de roupa calmamente, fecho a janela para impedir que o ar frio entre no quarto e me deito na cama ao lado dele. Encobrir o seu corpo com o edredom quente para manter a sua pele aquecida e apago a luz. Espero que amanhã o dia seja mais calmo e menos turbulento.

_ Boa noite, estranho! _ digo baixinho.


Notas Finais


Até o próximo. 😘😘


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...