História Unforgettable. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Cameron Dallas, Magcon, Shawn Mendes, Sophie Turner
Personagens Cameron Dallas, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Romance, Shawn Mendes, Sophie Turner
Exibições 425
Palavras 1.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - In the hospital.


Fanfic / Fanfiction Unforgettable. - Capítulo 5 - In the hospital.

Rebecca Avery point of view:

 

- Oh meu deus. - Nick murmurou baixinho e se eu não estivesse perto dele não teria escutado. Ele continuou:

- Eu desconfiava, mas não tinha certeza. É ele não é, Becca?

Assenti desolada, o rosto molhado de lágrimas que não parava de cair. Eu queria ele. Era tudo o que eu conseguia pensar no momento.

- Você pode me levar até ele?

- Claro, vou falar com Tony.

Meu amigo se levantou, atrás do seu celular, e Liv tomou o seu lugar. Livie apertou a minha mão e tentou limpar as lágrimas do meu rosto, mas elas não paravam de cair.

- Vai ficar tudo bem, Becca. - ela sussurrou, contudo não prestei atenção.

O mundo era muito cruel e Liv não tinha como saber se tudo ficaria bem. Dez minutos depois estávamos indo para o hospital. Não prestei atenção no caminho e nem nas palavras trocadas entre os meus amigos.

Só havia uma coisa em minha mente: Shawn.

Eu só ficaria bem quando soubesse que ele estava fora de perigo. Meu coração estava apertado só de pensar na possibilidade dele não estar…  Ele estava vindo me ver, depois de muita insistência minha, e tinha sofrido um acidente. Eu sentia a culpa me sufocar.

Entramos no hospital e depois de Nick se informar na recepção, seguimos um corredor estreito até uma sala de espera. Encontramos Tony e Dallas sentados naquelas cadeiras desconfortáveis próprias de hospitais.

Os dois se levantaram quando nos viram. Tony abraçou seu namorado e eu desviei os olhos não querendo atrapalhar a intimidade do casal. Meus olhos encontraram os de Cameron, e o moreno não deixou de me encarar. Seus olhos estavam um pouco vermelhos, e eu percebi que era o seu melhor amigo também que estava entre a vida e a morte.

Nós não éramos amigos íntimos, já tínhamos conversado várias vezes e ele sabia de mim e Shawn. Eu estava esperando raiva em seu olhar, mas tudo que encontrei foi solidariedade, a minha aparência devia estar uma merda mesmo. Ele não me perguntou o que eu estava fazendo ali, o que agradeci.

Liv sentou do lado de Cameron e eu fiquei entre ela e Nick. Minha amiga pegou na minha mão quando Cameron começou a contar o que tinha ocorrido.

- Ele saiu da minha casa - começou a contar e percebi que pausou por causa de mim, o olhei me culpando o suficiente e ele continuou: - Depois de algum tempo, eu recebo um telefonema dizendo que o meu amigo tinha sofrido um acidente de carro. Eles me ligaram porque eu sou o seu contato de emergência aqui. Eu vim com o Tony para aqui, e no caminho vimos o local do acidente. O lado do motorista recebeu o maior impacto, havia cacos de vidro para todo o lado e sangue. Muito sangue. Quando chegamos aqui, fomos informados que ele estava em estado crítico e a cirurgia que ele está fazendo agora é de risco. Os médicos não deram esperanças, e falaram que nos manteria informados no decorrer das horas.

Pelo tom de voz de Cameron, eu sabia que ele estava se segurando. E para ele esta assim, só confirmava os meus piores medos. Shawn poderia não sobreviver.

Continuei o ouvindo falar, prestando atenção somente quando era necessário. Cameron havia ligado para a família de Shawn, mas pelo o que eu sabia, a mãe dele tinha morrido fazia um tempo e ele não se dava muito bem. Ele era emancipado desde os dezesseis. Cuidava da própria carreira e eu nunca o tinha visto falar sobre o seu pai. Em nenhum momento.   

Porém, fiquei calada. Cameron conhecia Shawn a mais tempo e ele parecia saber o que estava fazendo.

As horas seguintes foram torturantes. Um interno já tinha vindo duas vezes nos informar, basicamente repetindo o que tinha dito pela primeira vez: O estado em que ele se encontra é grave, e toda equipe médica estava fazendo o possível para ele sobreviver.

Os médicos estavam preocupados com a lesão que ele sofreu na cabeça, ele tinha quebrado três costelas, fraturado a bacia e coisas que eu não conseguia nem pronúncia de tão complicado era o nome. O estado dele se agrava porque ele tinha perdido muito sangue.

Depois de oito horas agoniante, recebemos a notícia que ele tinha saído da sala de cirurgia e que logo o médico viria falar com a gente assim que possível. Um senhor grisalho chegou alguns minutos depois. Ele contou o estado de Shawn diretamente para Cameron, já que não havia nenhum familiar presente e Dallas era o que mais se assemelhava a isso na vida do Shawn.

Escutei atentamente os procedimentos que Shawn teve que passar, as mãos suadas e não menos nervosa.

Shawn teve sérios problemas na cirurgia e o doutor achou melhor colocar ele em coma induzido, dando tempo para o corpo e a cabeça dele descansar. Ele ainda passaria por cirurgias e o seu caso ainda era considerado grave, ele estava na UTI do hospital sendo monitorado constantemente.

Isso não me deixou mais calma, acho que esse estado eu só alcançaria quando pudesse vê-lo, falar com ele, pude-se tocar nele. O que não poderia ser feito agora.

O pai do Shawn chegou depois que o médico deu essas notícias, tive que ouvir novamente quando Dallas repassou os fatos para ele. Sr. Mendes parecia preocupado e eu realmente queria saber sobre o que mantinha Shawn e ele afastados.

Livie havia tentado me convencer a ir para casa. A noite já tinha chegado fazia muito tempo e ela estava preocupada comigo. Porém, eu não podia ir embora. Não agora pelo menos. Eu queria estar lá se acontecesse alguma coisa, boa ou ruim. Mesmo eu não querendo pensar na pior hipótese que poderia acontecer.

A sala de espera estava em total silêncio, havia algumas pessoas espalhadas por elas, esperando os seu familiares,e notícias boas ou ruins. Como nós. Cameron e Tony havia trocado algumas palavras, mas tirando isso, cada um estava perdido em seus próprios pensamentos.

Quando o relógio da parede branca e vazia do hospital chegou perto da uma da madrugada, Tony e Nick foram embora. Não havia nada que se pudesse fazer sentado ali, como o médico tinha falado, só nos restava esperar por enquanto.

Liv tentou me dissuadir novamente, sem sucesso. Ela só tinha conseguido ir embora quando Cameron prometeu que ficaria de olho em mim. Isso tinha chamado a minha atenção, mas não o suficiente para brigar. A pequena promessa de Dallas fez a minha amiga considerar alguns minutos.

- Você não precisa fazer isso. - Liv falou.

- Não é incomodo nenhum.

- Pode ir Liv, eu não preciso de babá. Qualquer coisa eu te ligo. - falei quando vi Livie hesitar.

Eu não queria que ela perdesse uma noite de sono por minha causa, eu sabia que ela estava cansada, mas não iria embora sem mim. Essa é a minha amiga.

- É sério, pode ir.

Quando ela se foi, depois de alguma insistência da minha parte e do Dallas, sobrou somente eu, Sr. Mendes e Cameron. Eu estava me sentindo uma intrusa naquele meio. Porém, sufoquei o esse sentimento, já que nenhum dos dois parecia incomodado com a minha presença.

A madrugada se arrastou lentamente, cada minuto que passava parecia ser uma eternidade. Um pouco mais das cinco da manhã, o pai de Shawn foi embora. Ele tinha feito reserva em um hotel, e estava cansado da viagem. Estranhei um pouco ele ter ido, e Cameron percebeu isso.

- Os dois não tem uma relação fácil.

- Eu sei, mas mesmo assim. - balancei a cabeça confusa.

Cameron ficou uns segundos em silêncio parecia estar analisando o que poderia me contar, e por fim suspirou cansado.

- Eu só liguei para ele porque os médicos haviam falado que Shawn poderia não sobreviver, queria que ele tivesse uma chance de dizer adeus. E mesmo agora o meu melhor amigo não saiu totalmente da zona de perigo.

Percebi que ele estava um pouco arrependido de tê-lo chamado, talvez com medo da reação de Shawn quando acordar. Por que ele tinha que acordar, não suportava imaginar que não, o “se” estava fora de cogitação na minha mente.

- Ele vai entender. - falei tentando confortá-lo.

Dallas soltou um riso amargo, e não falou mais nada.

 

(...)

 

Passamos dos dias naquela aflição.

Shawn tinha voltado para a sala de cirurgia novamente. Os médicos achavam que ele estava mais forte e quiseram seguir o procedimento. Eles não tiveram nenhuma grande complicação e Shawn seguia em coma induzido.

Mais uma semana se passou assim, eu ficava no hospital a maior parte do tempo. Me dividia entre a faculdade e o quarto de Shawn. Os médicos tinham liberado algumas horas de visita por dia, quando o seu caso não foi considerado mais de risco. Eu não desmenti quando eles tinham chegado à conclusão de que eu era a sua namorada e me deixaram vê-lo.

Eu queria muito ficar ao lado de Shawn e era essa a única maneira deles permitirem isso.

O time já tinha vindo lhe visitar e o seu pai continuava por aqui. Vinha em horário de visita e quando acabava, ia embora. Diferente de Cameron, que tinha sido um custo fazê-lo ir para casa e descansar um pouco. Ao final de alguns dias, os médicos tinham tirado Shawn da medicação forte, e a qualquer momento ele poderia acordar. Os danos que a batida tinha feito a sua cabeça, já não era uma grande preocupação e ele vinha se recuperando rapidamente.

Então sábado, ele deu alguns sinais de melhoras. Além das contusões roxas que marcavam a sua pele, ele aparentava estar mais forte. Cameron e eu estávamos no quarto de Shawn em silêncio vendo o seu peito subir e descer com a sua respiração.

Ele se mexeu na cama e fez uma careta de dor, fiquei atenta a essa reação. O meu coração parecia que iria explodir de tamanha ansiedade. Eu queria tanto ver os seus olhos e ouvir a sua voz novamente.

Cameron também havia percebido e tinha se inclinado em direção a cama.

Shawn resmungou e as suas pálpebras tremeram um pouco. Alguns segundos naquela espera esmagadora, e finalmente ele abriu os olhos, depois de dias daquela tortura.

Ele estava desorientado. Mas quando olhou para Cameron, deu um sorriso pequeno. Dallas riu aliviado. E começou a explicar o que tinha acontecido, Shawn escutou em silêncio, tentando similar todas as informações que estava recebendo. Quando Cameron terminou de contar, ele saiu do quarto atrás de alguma enfermeira ou médico para informar que Mendes tinha acordado. Fiquei sozinha no quarto, com o coração martelando no peito de um jeito descontrolado. Eu estava me sentindo tão aliviada, tão feliz por ele finalmente ter acordado que eu podia o sufocar de beijos.

Quando os seus olhos encontraram os meus, só pude distinguir confusão e curiosidade, e isso me quebrou ao meio. Mas o que realmente me destruiu por dentro foram as palavras roucas e baixas, porque ele estava muito tempo sem falar, que saíram da sua boca com um pouco de dificuldade.

- Qual é o seu nome?


Notas Finais


quero saber a opinião de vcs, ok? eu estou postando os caps bem rápido hahaha vcs são muito más comigo lol
comentem!!!!

fanfic nova com o Cameron Dallas: https://spiritfanfics.com/historia/reed-7154474

beijos e fui


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