História Unidos pela América - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~MiihYves

Postado
Categorias Originais
Visualizações 5
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Yoooo... EU AMO COMEÇAR OS CAPÍTULOS ASSIM... Bem...

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 4 - Darik e Kendra, parceiros afinal.


Fanfic / Fanfiction Unidos pela América - Capítulo 4 - Darik e Kendra, parceiros afinal.

Dois dias se passaram desde a grande reunião, onde a bombástica notícia fora anunciada. América em perigo? Quem acreditaria que uma cura poderia ser a destruição de um continente inteiro!

>Darik<

Hoje eu e a doida varrida, que eu não me lembro o nome, receberemos nossa primeira missão. Qual é o problema dessas pessoas? Por que me obrigam a fazer algo que eu não quero? Que todo mundo exploda ou queime no fogo do inferno! Salvar a América... Parece algo de filme, porém, eu não sou o mocinho, me encontro na categoria vilão, onde a tortura compõe meu ser. Assim como nessa reunião idiota, também conhecerei oficialmente os "pirralhos" que tenho a obrigação de treinar... Como se eu tivesse paciência!

Entrei na sala de reuniões e logo me arrependi de ter chegado antes... A doida varrida está sentada em uma das cadeiras giratórias, girando feito retardada entediada. Assim que ela me vê sorri amplamente, me lançando um olhar sedutor... Qual o problema dela? Nunca viu um homem na vida, não?


—Bom dia, gatinho.—ela me cumprimenta, do jeito irritante dela. Por que eu odeio tanto essa garota?


—Bom dia pra quem?—pergunto irritado, pedindo interiormente para que os outros chegassem... Eu e essa retardada sozinhos não vai prestar.


—Grosso.—ela resmunga, mesmo que um sorriso desafiador continuasse em seus lábios. Eu realmente acho que ela tem problemas psicológicos, deve ser o cérebro artificial dela.

James de repente entra na sala, acompanhado de 5 Cubs e alguns Wolfs, todos com olhares de respeito ao lado de James. Nada contra, porém, não venha pedir pra eu parecer um cãozinho esperando agrado do dono.

James se acomoda no centro de tudo, onde todos os olhares são inteiramente dele. Pelo que percebo, são olhares de repeito. Bom, menos da retardada, essa fica olhando pra ele de um jeito estranho... É ridículo.


—Agradeço o comparecimento de todos, a missão que passarei a seguir necessita de uma grande quantidade de habilidade, força e intelecto... E é por isso que vocês foram escolhidos.—James diz, com ar sério e destemido, algo raro em um garoto tão jovem. Porém, não é como se eu ligasse... Ele realmente não tem nenhum efeito sobre mim, tudo aqui não passa de apenas um cargo com um nível a mais.


—A missão será um seguinte...—ele começa a dizer novamente, mostrando em um telão atrás dele imagens de homens sortidos e carregamentos cobertos por lonas brancas—Informações confidenciais revelam que um grande carregamento de armas e drogas chegará amanhã á noite, essas mesmas informações constatam que esses traficantes tem parceria com o grupo terrorista em posse da cura destruidora. Suas missão é: Conseguir o máximo de informações possíveis, nem que necessite usar a força para isso.

Naquele momento as coisas ganharam um novo contexto, eu realmente comecei prestar atenção... Usar a força, é!? Parece interessante. Assim como eu, a retardada, parecia contente, batendo palminhas e sorrindo feito idiota. Ela parece uma criança estúpida!

...

Após aquela reunião eu segui para meu quarto, o mais rápido possível para despistar a maluca que não desgrudava de mim... Eu quero ela longe, de preferência. A noite veio e passou, um novo dia chegou e os preparativos começaram...

Espera, preparativos?

Aparentemente os selecionados para essa missão viajariam para Nova York, lugar onde o carregamento ilegal chegaria. 

Mas tem uma coisa que me deixou irado com essa notícia... Todos fomos separados em duplas, para não chamarmos atenção quando chegássemos, porém, minha parceira era ninguém menos do que Kendra, a retardada que eu só descobri o nome porque resolveram me contar essa péssima notícia.

Eu só queria matar alguém, além de enfiar a mão na cara do idiota que resolveu que a retardada deveria ser minha dupla.

É como diz o velho ditado: "Não adianta chorar pela merda que os outros fizeram..." Acho que era isso, ah, foda-se.

Os grupos, assim separados, foram enviados em meios de transporte, horários e rotas diferentes, para não levantar suspeitas. Com isso, eu e a Retardada ficamos de ir de trem... Seriam três longas e angustiantes horas de trem. 

...

O tempo parecia não passar, eu sentia cada vez mais ódio dessa missão, que infelizmente eu não tinha escolha se participaria ou não... Só espero que tudo acabe logo e que minha antiga vida volte. Eu amo meu trabalho, mas assim, dessa porcaria de jeito, não dá. Pra piorar minha situação, lá estava a Retardada, roubando o pirulito de uma criança ao seu lado... Sim, ela estava fazendo isso mesmo, eu sinceramente acho que ela tem problemas graves que deveriam ser estudados.


—Ninguém merece, além de virar baba de pirralhos, vou ter que aturar essa... Essa coisa...—sussurro para mim mesmo, me referindo ao comportamento infantil de Kendra.

Por pior que pareça acreditar, eu ri... Só um pouco, tanto da cara de brava da criança quanto do olhar babaca do pai, que parece caidinho pela retardada.

<Kendra>

Agora percebo... Eu deveria ter tomado café da manhã.


Minha barriga ronca com a fome e eu sinto meu humor oscilar... Eu preciso comer, urgentemente.

Olho para o Darik, ah, o Darik, pensa num homem gato... Eu não estou apaixonada, longe de mim, mas... Eu daria qualquer coisa por uma noite com ele. De certa forma somos bem parecidos em relação aos gostos, como percebi. Eu o encaro descaradamente, logo ele percebe e levanta seu olhar, dando de encontro com o meu. Eu sorrio, porém, ele não corresponde e simplesmente volta a me ignorar. Esse seu jeito difícil me excita, muito.

Me levantou de meu acento, à sua frente, e me sento à seu lado, tocando com o indicador o músculo de seus braços, contornando seu bíceps bem definido. Papai do céu, esse homem é o pecado em forma humana.


—Gatinho, eu estou com fome.—digo, olhando de forma fofa para ele. O mesmo dá de ombros e vira o rosto.


—Não ligo.


—Ah, gatinho... Eu estou realmente com MUITA fome—faço um olhar de cachorrinho abandonado tentando ganhar um biscoito, porém, pela primeira vez, fui respondida de maneira maldosa.


—Ah, cala a boca! Ninguém mandou não comer na base quando teve chance, agora fecha o bico e espera até a próxima parada.—ele responde, cruzando os braços, fazendo-me gemer com a surpresa e a vontade de beija-lo... Que homem mal. Eu gosto.


—Se eu não comer...—começo, sorrindo de lado, provocando.—Pode ter certeza que eu vou encontrar um jeito de me distrair, você não vai gostar muito, sério.

Darik solta um longo suspiro com a minha resposta, em seguida revira os olhos e diz, se rendendo:


—Ok.—isso é tudo o que ele diz, fitando-me sem expressão alguma em seu olhar. Seria tão bom saber o que ele está pensando...

Felizmente estávamos chegando, faltavam apenas duas paradas, mas eu preciso comer exatamente no momento em que peço, é meio que um ritual atender rapidamente os pedidos básicos do meu corpo.

Descemos e nos dirigimos à uma lanchonete próxima, onde poderíamos esperar o último trem do próximo horário para nosso destino final.

Nos sentamos em uma mesa afastada de todos, já que os olhares de muitos se voltavam para nós. Sim, somos lindos demais, confesse.

Assim que o cardápio chegou eu não levei muito tempo para escolher, porém, não pensei em nenhum momento em economizar... Eu comeria diversos lanches, sem me importar com o peso que eu nunca ganho. Por que eu me importaria com dieta se minha profissão exige muito do meu físico atlético maravilhoso?

Contudo, tem algo que eu não consigo, nunca, fazer... Comer rápido. Eu admito, sou uma lesma quase morta comendo. Darik percebeu que seria uma manhã longa, pois minha lerdeza já estava o incomodando... Sério, ele fica muito gato com qualquer expressão que em seu rosto apareça.


—Pra onde vai tanta comida?—perguntou, com um olhar questionador... Talvez seja o fato de haver mais pratos sobre nossa mesa do que juntando todos, os poucos, presentes.


—Para um buraco bem fundo, gatinho. Não posso controlar minha fome.—respondo com um sorriso malicioso, seguido de uma piscadinha sacana. Digamos que minha fome não é somente de comida

Darik revira os olhos e cruza os braços, fazendo seus músculos ficarem definidos com a camisa que o mesmo usa. Bom, eu realmente preferia que ele estivesse sem ela.


—Ei...—de repente Darik chamou minha atenção, quando olhei para ele me assustei, pois o mesmo continha um olhar horrorizado.—A-Aquele não é... Nosso trem?—olhei para o lugar que ele apontava e... Pronto, me lasquei!


—AQUELE ERA O NOSSO TREM! Puta que pariu, vai tomar no cu...


—AÍ NÃO GRITA COMIGO.—gritei um tanto assustada e arrependida, porém, nada eu podia fazer.


—Se você não fosse tão esfomeada, nada disso teria acontecido, mas NÃO, a desgraçada tem que comer na hora que quer, e ainda devagar.—seu tom seria capaz de machucar, mas, no meu caso, só irritava mesmo.

As pessoas ao nosso redor nos olhava apavorados, logicamente imaginando que eu estou prestes a levar uma surra... Coitados, mal sabem que se alguém levantar a mão pra mim, eu acabo com a raça do maldito.


—Ai que merda... O que eu vou dizer para o James agora? "Ah, nós paramos para comer é o trem partiu?" Affs...—ele dizia exasperado, praticamente arrancando os cabelos. Eu apenas observava, admirando sua expressão de fúria, que o deixava lindamente sádico.—Eu vou informar os Wouchs que demoraremos mais que o esperado...

Darik se jogou na cadeira a minha frente, já que com a raiva ele se levantou abruptamente, em seguida ligou seu comunicador do ouvido... Algo extremamente irritante que somos obrigados à usar. Eu quase nunca ligo o meu.


—James, na escuta?—após pouco tempo ele perguntou, me olhando com desdém.—Iremos demorar mais que o previsto... Ãn, o porquê? Ah, a desgraçada da minha parceira não parou de comer e assim perdemos o trem... Ahan... Ok, nos encontramos lá.—por fim Darik desliga e me lança um olhar mortal.


—Affs, não acredito... Que merda.—aponta o dedo para mim, fazendo eu quase pular da cadeira com a proximidade de seu indicador no meu rosto.—O próximo trem para Nova York saí daqui à uma hora... Vê se dessa vez você não demora, porque se você me atrasar, vou sem você.


—Ok, Ok. Então ainda posso terminar de comer?—pergunto com um sorrisinho torto, eu não quero provocar, mas é automático. Darik revira os olhos, pela milésima vez, e dá de ombros.

Eu não consigo evitar de sorrir, mal começamos essa parceria e eu já deixei minha marca em sua memória... Como eu amo as oportunidades que esse trabalho me proporciona. Eu realmente amo meu trabalho.

...

Uma hora passou rápido, eu tinha terminado de comer fazia algum tempo, então fomos para a estação novamente e pegamos o trem para nosso destino final atrasado.

Darik não conversou comigo o caminho todo, mesmo que eu o irritasse inúmeras vezes para me dar atenção. Acho que ele está com ódio mortal de mim, porém, isso não me assusta, apenas deixa tudo mais emocionante. 

Vou, com toda certeza, me lembrar desse dia com carinho. Onde essa lembrança será uma das mais importantes em que passei ao lado do gatinho.


Notas Finais


Espero que tenham gostado meus... Pimpolhos... Pimpolho é uma palavra fofa... Eu acho...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...