História Unidos por um Neko - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Lemon, Yaoi
Exibições 8
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Famí­lia, Ficção, Josei, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá queridos leitores, fiquei sem postar semana passada e então resolvi recompensa-los com este pequeno bônus. Capitulo Duplo! Desejo-lhes uma Boa Leitura!

Capítulo 4 - 2 - Bônus


2 – Bônus

I – Um “Encontro” Desastroso! (John)

O Relógio marcava 18h25min e eu ainda não havia me arrumado. Honestamente, eu não sei nem o que vestir! E, apesar do fato que eu já tive vários outros encontros em todos os meus 18 anos de vida, este – em especial – era o único que me fez sentir ansioso. Corri para meu quarto e abri meu Closet, peguei minhas roupas favoritas, minha toalha e passei disparado para o banheiro. Rapidamente, terminei meu banho e me sequei. Tentei me vestir adequadamente para este “encontro” e quando percebi, quando o relógio marcou 19h em ponto a campainha tocou. Respirei fundo e segui para a sala, a campainha tocou uma segunda vez e a terceira... Criei coragem e abri a porta.
- Olá John, parece surpreso em me ver. - disse Guilherme rindo.
- Você é convencido hein?
- Sim e não. – o maior riu um pouco da reação do menor, que não foi uma das melhores.
- Idiota – ironizou John.
- Eu sei que sou, vamos?
“E ele ainda concorda...” pensou John.
- Vamos.
**
Não demorou muito para chegarmos à Pizzaria, tanto que rapidamente fomos atendidos. Ela os guiou até uma mesa vazia.
- O que os senhores irão querer? – perguntou a Atendente.
- Johnny, o que acha de uma Pizza de Pepperoni?
“Johnny?! Mal nos conhecemos e ele já me deu um apelido?!” pensou John.
- Pepperoni? Estou de acordo.
A atendente marcou um “x” em seu bloquinho e se retirou, nos deixando á sós. Ficamos conversando sobre assuntos aleatórios, acho que posso dizer que ambos estávamos tímidos e sem graça e eu já estava faminto. Demorou um pouco até que nosso pedido estivesse pronto e na nossa mesa.
- Desejam algo a mais, Senhores?
- Uma latinha de Sprite seria bom - Peguei um fatia e abocanhei meu primeiro pedaço.
- E o senhor? – ela apontou para Guilherme, e o olhou da cabeça aos pés. Senti uma pitada de ciúminhos... Como eu queria voar na cara daquela garota! Mas por sorte me contive.
- Vou querer o mesmo.
Novamente ela marcou um “x” no seu bloco de notas e se retirou. Comi mais um pedaço e quando dei por mim mesmo, já estava na metade da minha segunda fatia.
- Calma! - disse Guilherme rindo - a Fatia de Pizza não vai fugir de você.
- Tem razão.
**
As horas foram passando e qualquer duvida que tínhamos um sobre o outro foram esclarecidas, posso até dizer que já sabíamos quase tudo um sobre o outro. Terminamos de comer a Pizza – ou no mínimo eu terminei, pobre Guilherme, quase não comeu nada.
- Guilherme?
- Sim?
- Obrigado por esta noite maravilhosa, ela durou pouco mas já tinha um tempo que eu não me divertia assim.
- Posso dizer o mesmo – um sorriso um tanto fofo surgiu no rosto do maior.
Guilherme se abaixou um pouquinho e ficou na minha altura, se aproximando aos poucos de mim. Quando nossos olhares se encontraram, ele nossos narizes se chocaram e nossos lábios se encontraram... Era um beijo suave, o simples toque de Guilherme em mim me fazia ficar submisso (Não to fazendo c* doce não tá gente?!) nossas línguas batalhavam entre si para ver quem iria “liderar” o beijo. Me senti frustrado quando ele separou nossos lábios...
- E-eu tenho que ir agora – gaguejou Guilherme, que respirou fundo antes de terminar a frase  - Obrigado por tudo John, boa noite. – o maior sorriu e depositou um beijinho na testa do menor, e depois seguiu seu caminho.
Eu o observei seguindo seu caminho pra casa queria me certificar de que ele chegaria seguro em casa – afinal já era bem tarde para John, se seus pais estivessem vivos e ele chegasse em casa 01h30 da manhã ele seria esfolado vivo! -. Quando ele entrou em sua casa suspirei aliviado e finalmente entrei em minha humilde residência. Eu parecia um bêbado, tentava me apoiar no que pudesse, eu ainda podia sentir os lábios de Guilherme, seu perfume, o toque dele em meu corpo. Minha mente, por sua vez, só podia concentrar-se naquele momento em que nossos lábios deles se encontraram, eu podia dizer que estava no Paraíso. Subi as escadas, e me joguei na cama sem me importar se estava com roupa, sapato e etc.. Apenas fechei os olhos e adormeci rapidamente.

**
II –  Uma Visita Inesperada (John)

“- Guilherme?
- Sim?
- Obrigado por esta noite maravilhosa, ela durou pouco mas já tinha um tempo que eu não me divertia assim.
- Posso dizer o mesmo – um sorriso um tanto fofo surgiu no rosto do maior.
Guilherme se abaixou um pouquinho e ficou na minha altura, se aproximando aos poucos de mim. Quando nossos olhares se encontraram, ele nossos narizes se chocaram e nossos lábios se encontraram...
- Johnny?
- S-sim?
- Eu te..”
Acordei com a campainha tocando aos montes, corri para o banheiro ainda lento e tentei fazer minha higiene matinal a tempo de chegar na porta e seja lá quem estiver tocando a campainha estar lá.
- Caralho, espero que seja alguém importante para me tirar daquele sonho tão bom.. – eu estava puto, praguejava aos montes o garoto ou garota que estava tocando a campainha.
Assim que terminei corri até a porta e quando eu a abri tive uma surpresa...
- P-Pedro!?
- Isso são modos de receber um irmão? - disse Pedro com uma sobrancelha erguida.
- Realmente, sei que não é. Perdoe-me, é que faz tanto tempo.
- Realmente, faz muito tempo mesmo, você cresceu tanto - Pedro puxou John para um abraço apertado.
John ainda estava surpreso por Pedro estar ali, ele não via seu irmão fazia tempos.
- Pê, posso perguntar uma coisa?
- Claro que pode, seu bobo. - disse Pedro
- O que faz aqui?
- Eu não tenho nenhum lugar para ir, Jonathan, sei que é difícil para você viver sozinho aqui todos estes anos. E, já faz algum tempo que eu queria voltar a morar com você, a mamãe e o Papai.
- Tudo bem, quem sou eu para te impedir, certo? Aqui também é sua casa.
- Obrigado - disse Pedro apertando ainda mais o abraço.
- D-dá p-pra me so-soltar? To ficando com f-falta d-de ar!
- Claro, me desculpe! - Pedro soltou John que já estava ficando azul.
Os dois entraram e Pedro se jogou no sofá.
- Eu vou fazer seu café da manhã. - disse John indo para a Cozinha
- OK!
Eu estava tão feliz! Não tinha mais de viver sozinho naquela casa, e também porque meu único irmão estava de volta depois de certo tempo. Terminei de preparar o café dele e ainda levei pra ele na sala em uma bandeja.
- Sinta-se privilegiado por estar sendo servido. – John ironizou e os dois riram.
- Obrigado.
Sentei em um dos sofás e o observei comer, mas travei uma briga com o sono. Ele ganhou..
- Continua o mesmo de sempre - disse Pedro pegando John no colo e o levando para seu quarto, o colocou com a maior delicadeza que pode na cama e retornou a Sala para limpar a bagunça que John havia feito na cozinha. Enquanto o irmão dormia ele ajudava em algumas tarefas domésticas, ou era o mínimo que ele poderia fazer para ajudar o irmão.



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