História Unidos Por Um Segredo - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Criminal, Drama, Romance, Yaoi
Exibições 25
Palavras 672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá amantes da leitura! Como vão?

Eu sou uma nova escritora na área, e essa é a minha primeira historia. Como primeira historia e também para não haver desentendimentos futuros, gostaria de deixar claro algumas coisas que são de suma importância!

1º - Está é a minha primeira historia Yaoi, então me perdoem se eu escrever algo errado nesse sentido.

2º - Haverá um ou dois capítulos com capa, mas não haverá com "os personagens" por que ele são de minha autoria, e eu teria que roubar o desenho de alguma pessoa que não tem bulhufas nenhuma a ver com isso, e isso seria desrespeitoso.

3º - Não há muitos detalhes sobre as roupas e aparência dos personagens, por que eu queria que vocês visualizassem eles do jeito que mais gostassem, sendo por conta de vocês.

4º - Ainda não sei a frequência a qual irei postar, mas deve ser de 15 e 15 dias e terá capítulos grandes e capítulos menores.

5º - Não haverá lemon logo de cara, e sim mais pra frente, quando vocês conhecerem mais os personagens.

Já tendo explicado, só posso lhe desejar uma BOA LEITURA!

Capítulo 1 - Prólogo


Unidos por um segredo.

Prólogo - capitulo 0

 

Tic, Tac.

Tic, Tac.

Aquele som se repetia a bom tempo enquanto Edgar passava os canais, socando os botões com os dedos, esticado no sofá. Era tarde da noite e chovia, e o som dos pingos na janela pareciam o convidar para ir lá fora.

Ele desligou a televisão e jogou o controle em cima da mesa de centro, mas logo se arrependeu. Os "Tics" pareceram mais altos que o normal. Ele ainda se perguntava por que não jogou aquela velharia fora, mas ali estava o relógio de madeira, a zombá-lo de seu tédio.

Ele soltou um suspiro e se sentou, sentindo o piso frio sob seus pés.

Andou arrastando os pés pelo apartamento, entrando em seu quarto e pegou uma blusa de frio, e, antes de sair, acabou vendo seu reflexo em um espelho grande encostado na parede.

Seus cabelos pretos estavam bagunçados, seus olhos eram de uma cor âmbar clara e brilhante. Era de baixa estatura e a pele estava bronzeada. Perguntava-se quando chegaria a fase que ele se tornaria bonito ou alto. Sentiu-se mal se olhando daquela maneira.

Se castigando cruelmente por nada.

Saiu antes que se condenasse mais do que já havia feito. Pegou as chaves do carro e olhou para a hora no celular.

00h12min. Não era uma boa hora, mas ele precisava sair.

*

Saiu da área urbana entrando na cidadezinha com ruas esburacadas. Sua mente estava tão deserta como aquelas ruas. Todos já pareciam estar dormindo. A chuva do lado de fora se misturava a música que tocava dentro do carro, o envolvendo em um estopim de sentimentos distintos.

Seus olhos se fecharam por apenas alguns segundos, sentindo-se anestesiado. Suspirou profundamente antes de abri-los.

Um grito curto rasgou sua garganta, antes de enterrar o pé no freio. Com um baque mudo, o carro bateu em alguém que caiu no asfalto molhado.

Por alguns instantes, ele ficou parado, com as mãos segurando firmemente o volante, frias de suor.

Então seus olhos se encheram de lágrimas e suas mãos começaram a tremer violentamente. Forçou-se a sair do carro, a chuva fria molhando sua pele que estava extremamente quente no momento.

-Meu Deus... – ele se escorou no carro, forçando seus pés a continuar andando. Levou uma das mãos a boca para se impedir de vomitar. – Meu Deus, o que eu fiz?... – lágrimas começaram a escorrer pelo seu rosto e ele se forçou a olhar para o chão, onde o garoto estava.

Seu coração pareceu parar.

O garoto estava vivo. Se contorcendo, molhado e imundo, mas vivo.

Seus joelhos cederam, caindo no chão. Cobriu o rosto com as mãos se obrigando a parar de chorar.

-Au... – ouviu a voz do garoto estatelado no asfalto, reclamando da dor enquanto se levantava. – O senhor... Está bem?

Edgar apenas o encarou, voltando a olhar para o chão rapidamente. Agarrou-se ao carro e deu impulso, se erguendo. Seu cérebro pareceu girar e teve a sensação de que seus ossos viraram espaguete, caindo novamente no chão.

O ruivo se aproximou mancando, o olhando com cautela e - talvez - até mesmo medo.

-Estou, estou bem. - gaguejou, se levantando. - E-entra no carro, vou te levar para sua casa.

-Não precisa! - respondeu depressa, se afastando mancando.

-Não precisaria se você não tivesse se jogado na minha frente! Não podia tentar se matar em outro carro?! - retrucou mal humorado, circundando o carro. - Se eu não prestar primeiros socorros para você, quem me garante que não vou ser processado?!

Ele entrou e se aconchegou no estofado, limpando os olhos. Não demorou para a porta do carona se abrir e o ruivo entrou, molhado e massageando a coxa. Os seus olhos se encontraram, e o moreno entendeu.

O ruivo não havia tido escolha. Não podia deixá-lo voltar para casa daquele jeito.

Edgar olhou para frente e apoiou as mãos no volante, tentando respirar normalmente. Ligou o carro e saiu, com um desconhecido dentro de seu carro.

Não era bem esse passeio que ele tinha em mente.


Notas Finais


ENTÃO!
O que achou? Bom? Passável? Péssimo? Dê sua opinião no comentário, isso me ajudará horrores!
Até o próximo capitulo!


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