História Unintentional love - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Aluna, Professora, Romance
Visualizações 114
Palavras 1.561
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Mutilação, Pansexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Finalmente! Eu tive decência na cara pra atualizar aqui, gente eu realmente fiquei sem tempo. Me desculpem, obrigada por responderem o meu pequeno desabafo. Fiquei muito feliz com os comentários, vocês são umas fofas mesmo! ❤
Vivian dedico esse capítulo a você, não esqueci da nossa aposta .-.
A história daqui em diante eu vou focalizar mais nos problemas então me perdoem se ficar chato de ler mas a vida tem dessas.
Obrigada por tudo!
Boa leitura ^^

Capítulo 15 - Mensagens - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Unintentional love - Capítulo 15 - Mensagens - Parte 1

- Medo? Luiza, sei que tem pouco tempo que estamos saindo mas... você sabe, eu amo você e faria de tudo para te ver bem... - penso alguns instantes no que tenho que fazer.

- Por favor, não exige que eu decido entre o medo e a segurança. Você devia saber mais que qualquer outra pessoa, isso que temos é uma corda bamba prestes a desmoronar...

- Corda bamba?

- Você não entende? Eu tenho 15 anos, sou de menor. Podem te prender se souberem de nós duas, sabia? - vejo a mágoa em seu olhar - Não pense que eu não amo você, eu amo muito. À ponto de receber um tiro por você, de brigar com uma das minha melhores amigas e também colocar seu emprego em risco! - solto tudo de uma vez.

- Então, o que você quer? - suspiro cansada. 

- Paz - suspiro - eu não sei como ficará as coisas entre nós mas eu te amo e quero te proteger. O que eu faço? - Suspiro apoiando os cotovelos na minha perna e abaixando a cabeça. 

- Talvez você tenha razão, eu posso ser imprudente e tudo mais - ela levanta meu rosto - mas se ser irresponsável for amar você, eu não tenho medo.

- Deh... - sussurro.

- Xii! Não adianta fugir de mim, eu sempre estarei aqui - coloca suas mãos sob meu peito.

- Você tem razão - deixo as lágrimas que estavam presas caírem.

- Então... se for do seu desejo, posso manter distância... - olho receosa para aquela mulher com os olhos claros.

Recebo outra mensagem

"Termine logo com ela" - e com uma foto de onde estávamos. Olhei para os lados a procura de alguém.

- O que foi? - ela me pergunta preocupada e mostro o celular para a mesma.

- Tenho recebido essas mensagens desde antes daquilo... - lembro com certa dor a cena que recebi o tiro.

- Isso é sério! Você deveria mostrar para a polícia! - confirmo com um meneio de cabeça mas no fundo eu estava com medo do que poderia acontecer.

- Eu não sei... pode ser perigoso... mas... eu não quero perder você... - falo sem pensar.

- Eu sei disso e você nunca vai me perder. Eu amo você, somente você! - vou para cima da mesma e beijo seus lábios. 


Depois de alguns minutos, Deborah consegue me convencer a ir na polícia.

Eu já estava na porta da delegacia e com o celular em mãos. Porém o tamanho do susto que levo quando minhas mensagens com aquele número é apagada uma por uma e eu tento recuperá-las mas em vão.

Engulo em seco e paraliso. No mesmo instante volto para o carro da Deborah com a mesma em meu encalço.

- O que foi? - ela pergunta sem entender.

- Meu celular foi hackiado - eu já estava cansada de todo aquele joguinho. 

- Como? - ela estava mais assustada do que eu.

- Eu não sei! Só sei que não tem mais nenhuma mensagem aqui... - minhas mãos tremiam com a possibilidade de algo ruim acontecer.

- Se acalme - ela pega minhas mãos.



Depois de alguns minutos da Deborah tentando me acalmar e eu quase chorando. Fomos para a minha casa já que não tinha ninguém lá.

Tamanha é a minha surpresa quando chego na frente da minha casa e ela tá toda aberta.

Vi alguns polícias na frente da mesma.

- Você é a Luiza? 

- Sim. O que aconteceu aqui? - a aflição tomava conta do meu corpo.

- Invadiram a sua casa, à alguns instantes atrás. Não levaram nada mas várias coisas estão quebradas - confirmo calada e entro na casa.

O primeiro cômodo que vejo é a sala, os porta-retratos estavam todos quebrados, a tv estava intacta, o sofá com alguns rasgados, o computador estava sem algum arranhão mas estava ligado e para a minha surpresa todas as fotos que eu tinha com Deborah no mesmo foram apagadas.

Depois da cozinha que estava completamente à salvo, fui para o meu quarto. Fiquei assustada quando vi que todas as minhas roupas estavam no chão e rasgadas. Meus materiais estavam todos jogados no chão. O quarto da minha mãe estava trancado e o da Ashley não continha nenhuma anormalidade.

- Isso não está acontecendo - caio de joelhos no centro do meu quarto.

- Eu sei! Mas... eu estou aqui - ela me abraça mas eu não retribuo estava muito assustada para tal coisa.

- Tenho que ligar para a minha mãe - sussurro e pego meu celular em meu bolso.

Depois de ter avisado a minha mãe, conversei com os polícias e depois disso eles foram embora.

- Eu vou te ajudar com isso... - Deborah amarra o cabelo em um coque.

- Não preci... 

- Claro que precisa! - me interrompe.

- Vou precisar de roupas novas - pego as roupas rasgadas no chão.

- Tem algumas roupas suas lá em casa, vou trazer elas aqui - ela se levanta e pega a chave do carro.

- Não! Por favor, fica comigo... - seguro sua mão a impedindo de andar.

- Claro, amor - ela me faz sentar na minha cama. - Sua mãe chegou! 

- Filha... - escuto sua voz vindo da sala e eu rapidamente me levanto. Quando a vejo ali parada na entrada da sala com uma cara de assustada eu só consegui pensar em uma coisa. Então, fui correndo abraçá-la e não demorou nada para a mesma retribuir com toda a força que pode.

- Nós vamos mudar daqui, estamos correndo perigo - ela me afasta e limpa minhas lágrimas - você deveria fazer o mesmo! - ela olha para a Deborah - já que a sua casa é em um bairro nobre, tenho certeza que terá condição de morar em um lugar mais seguro - ela pega um dos porta-retratos que estava no chão. 

- Mudar não vai adiantar em nada! Sabem o que deveríamos fazer? Denunciar a polícia! Mesmo sem provas - Deborah já havia se sentado em um dos sofás que agora estava forrado com um lençol.

- Não vamos envolver polícia nisso... por mais que seja perigoso, você viu o que aconteceu aqui? Imagina se denunciarmos? - Penso em Ashley e Melanie. 

- Luiza tem razão, o "pai" dela é insano - minha mãe se sentar no outro sofá.

- O que iremos fazer? - Deborah pergunta aflita.

- Não sei mas por enquanto, é melhor não sair daqui...

- Mas as meninas... Ashley... Melanie... - lembro de algumas pessoas.

- Já sei! - mando mensagem no grupo dos meus amigos e rapidamente sou respondida - Marina irá buscar Ashley e Melanie junto com o Marcos. Larrissa e Matheus vai passar na sua casa e buscar as minhas roupas, a sua e da Mel. Avisei tudo que estava acontecendo à eles e eles virão pra cá e passar alguns dias - sorte ainda está de férias.

- Você falou à eles onde escondo as chaves? - Deborah pergunta preocupada.

- Sim e pedi à eles para pegar elas e trazer - suspiro cansada.

- Deborah você já colocou o seu carro para dentro? - ela faz cara de assustada.

- Vou colocar! - fico preocupada e vou junto com a mesma deixando minha mãe dentro da casa que arrumava o resto das coisas.



Depois de colocar o carro para dentro, Deborah ficou conversando com a minha mãe. E eu deitei no outro sofá.

Ouvi batidas no portão e me levantei rapidamente. Suspirei aliviada quando vi que era o Marcos e a Marina.

- Que susto! - Marina ri da minha cara.

- Relaxa, as meninas estão aqui já... Lari falou que já estava saindo de lá e também disse que trancou tudo bem trancado - aliviada era como eu estava por ter amigos tão companheiros.

Deixei eles entrarem com as meninas e as mesmas foram para o quarto da Ashley. Eu agradecia internamente por não entenderem o que estava acontecendo.

Marina e Marcos foram para a área do fundo que continha uma mesa e começaram a conversar. Decidi dar privacidade à eles e fui para a sala me sentando ao lado da Deborah e sendo abraçada pela mesma.

- Tudo bem? - ela sussurra.

- Com você aqui, estou melhor! - sorrio fraco e a abraço mais forte.


Larissa e Matheus chegaram, junto com um carro desconhecido. Rapidamente deixei os dois entrarem e quase tranquei o portão se não fosse por Deborah me impedindo.

- Espera! Eu chamei uma amiga, para ajudar - abro o portão e deixo o carro todo preto entrar e se juntar com o da Deborah e da minha mãe.

De lá saiu uma mulher loira, mais ou menos da minha altura, com os olhos azuis, com uma roupa toda preta.

- Prazer, você deve ser a famosa Luiza... - me olha de cima a baixo e sorri.

- Sim e você é? - estava curiosa.

- Kate, eu sou amiga da Deborah desde que ela é um feto. Sempre soube que ela iria encontrar alguém que ela ame de verdade - sorrio tímida.                                                            -

- Mal chegou e já tá entregando meus segredos aí né - Deborah responde.

- Que nada! Você já tem cara de sapatão não adianta negar não... sua garota já não posso falar o mesmo, é toda bonequinha ela - aponta pra mim.

- Vem! Vou te apresentar aos amigos da Luiza.

Kate não fala nada e segue Deborah para dentro. Fiquei ao seu lado quando ela apontou um por um e foi falando os nomes. Porém faltava alguém ali e quando Larissa saiu do banheiro. Sua cara de assustada foi a melhor.

- Você?! - olha assustada para a Kate.





Notas Finais


Gente!!! próximo capítulo tem um babado.
Essa personagem nova é a Kate Winslet, eu tô simplesmente apaixonada nessa mulher!
Larissa e seus segredos hein!
Deborah e Luiza otp


Duda e @ shippo, parei miga, sei que você lê isso aqui sorry e não me mata.

Vou voltar logo, beijão na bochecha de cada uma e até mais! ❤


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