História Uniquely Perfect - Norminah Book 1 - Capítulo 30


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Palavras 3.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


depois de muita cobrança vinda de muita gente, eu resolvi atualizar mais cedo do que planejado.
eu juro que fiquei vários dias procurando uma imagem decente pra esse capítulo, mas não tem uma mísera manip do otp supremo. foi essa mesmo e vamo que vamo.

Capítulo 30 - Horny


Fanfic / Fanfiction Uniquely Perfect - Norminah Book 1 - Capítulo 30 - Horny

POV Dinah.

O resto do dia foi bastante fácil. Normani aprendeu a jogar o “Jogo da Vida” quando Seth e Regina voltaram para casa e terminaram a lição. Para o jantar, para a grande alegria de Normani, minha mãe fez pizza.

- Normani vai viver aqui p-para sempre! - ela anunciou depois de terminar a sua pizza.

- Você não quer mais viver comigo? - eu fingi um beicinho.

- Normani está brincando! - a garota de cabelos longos e cacheados me acalmou imediatamente.

Porque nós jantamos tarde, Seth e Regina relutantemente foram para a cama, e eu vesti meu pijama antes de desabar no sofá, ligando o compressor de ar para encher o colchão de ar mais um pouco.

Antes que eu percebesse, Normani estava voltando, ela tinha ido usar o banheiro e escovar os dentes. Logo ela estava comigo, mais uma vez agarrada a mim como um bebê coala.

- Olá, Normani. - eu ri.

- Essa cama faz barulhos como a coisa de vento q-que Dinah usa. - Normani murmurou contra meu pescoço.

- É, ela faz. - eu sorri, virando-me para acariciar seu cabelo.

Soltei-me de Normani para poder desligar o compressor de ar, ou senão o colchão poderia explodir.

Naquele momento, Lauren entrou segurando meu celular, que havia sido deixado juntamente com nossas malas no escritório do meu pai – meu antigo quarto.

- Você sabe que tem dezesseis chamadas não atendidas? - ela virou o visor do celular para mim.

- Dezesseis?!- fiquei boquiaberta, pegando meu celular de suas mãos – Quem diabos queria tanto falar assim co-Oh… Allyson… -

- Oh yeah, acredito que você tenha algumas coisas para falar com ela. - Lauren riu.

- Você n-não p-pode ficar brava com Allyson! Foi culpa de Normani! - Normani, que estava ouvindo a conversa, imediatamente se levantou do sofá e veio até nós.

- Eu não vou ficar brava, eu só quero falar com ela. - eu coloquei o celular no meu ouvido, já tendo discado o número de Allyson.

Normani se contorceu impaciente, vindo para meus braços, abraçando-me e escondendo o rosto em meu pescoço.

- Dinah! Finalmente! Porra, teria te matado atender as minhas ligações? Eu estive preocupada com a minha irmã gatinho, sabe! - Allyson destrambelhou a falar, após atender no segundo toque.

- Você não tem com o que se preocupar! Ela está bem, mas não graças a você. - eu respondi.

- Eu sinto muito, Dinah! Mas o que aconteceu? Para onde Normani tinha ido? - Allyson insistiu.

- Para o parque para encontrar um homem que a levaria embora para ser experimento científico! - falei, grossa – Ela estava fazendo isso porque o homem me ofereceu dinheiro e eu neguei. Normani estava confusa, e você nem sequer questionou o fato de que ela estava sozinha! -

- Eu perguntei! E eu disse a ela para voltar para você! - Allyson respondeu com raiva.

- Allyson… - eu falei entre dentes, mas fui interrompida quando uma mão segurou o meu rosto. Olhei para a garota de cabelos longos e cacheados.

- Dinah… - ela olhava em meus olhos.

- Você deveria ter, pelo menos, me ligado, não é? - falei, sentindo a raiva sair do meu corpo.

- Eu vou fazer isso da próxima vez! Prometo! Na verdade… Espero que não haja uma próxima vez… - Allyson disse lentamente.

- Sim, eu não acho que meu coração poderia lidar com isso novamente. - eu concordei.

- Velha. - ela zombou.

- Tenho apenas 21 anos! Quantos anos você tem? - eu fiz uma careta.

- 20. Desde ontem, na verdade. - Allyson respondeu, secamente.

- Oh… Feliz aniversário atrasado! - eu disse em resposta.

- Era o aniversário da Allyson? - Normani perguntou, puxando suavemente minha camisa para chamar a minha atenção.

- Normani está desejando um feliz aniversário atrasado também. - eu adicionei.

- Obrigada. - Allyson riu – Mas eu tenho que ir agora, tenho que trabalhar amanhã, infelizmente. Onde vocês estão? Procurei por você e fui até o apartamento de Lauren, mas… -

- Estamos na minha mãe, todas nós. Em Santa Ana. - eu respondi.

- Isso fica a três horas de distância, não é? - Allyson perguntou.

- Se não houver tráfego, talvez. Caso contrário, são de quatro a cinco horas de viagem. - eu suspirei – Mas vamos dormir. Estaremos de volta em uma semana. -

- Parece bom. Tchau, DJ! - ela riu.

- Ponha isso em um lugar que eu não vá perdê-lo. - eu devolvi o celular para Lauren, depois de desligar.

- Lauren! Venha me abraçar! - Camila apareceu na sala saltitando, jogando-se no sofá em seguida.

- Segure-se, amor. Deixe-me guardar o celular da DJ. - Lauren respondeu.

Eu passei meus braços ao redor da minha menina gatinho, pressionando um beijo calmo em sua testa.

- Você está pronta para dormir? - a encarei, após afastar meus lábios de sua testa.

Normani assentiu, puxando-me para o colchão de ar. Ela correu para o colchão, rastejando por debaixo das cobertas e olhando para mim com apenas os olhos de fora. Eu ri, me jogando sobre o colchão de ar perto dela, fazendo-a saltar para cima um pouco. Uma vez que eu estava escondida debaixo das cobertas do lado dela, Normani veio me abraçar.

Porque nós estávamos dividindo a mesma cama e por causa da proximidade de Normani, meu cérebro instantaneamente me relembrou do meu sonho da noite anterior. Eu fiz uma careta, e lentamente, realizei manobras para longe de Normani.

- O-onde Dinah está indo? - Normani parecia confusa.

- Eu vou ficar aqui. Estou sentindo calor… Mas podemos dar as mãos, se você quiser. - eu menti.

- Tudo bem… - Normani disse lentamente, agarrando a minhã mão.

Lauren voltou para a sala, e Camila se sentou e a puxou para o sofá-cama. Lauren caiu em cima de Camila fazendo um pequeno barulho, e Camila riu.

- Hey! Há outras pessoas nesta sala! - de onde eu estava, era claramente visível a pegação das duas.

- Oh, Lauren! - Camila gemeu, provocando.

- Boa noite, meninas! - minha mãe apareceu no corredor segurando o riso, apagando as luzes.

- Ah!… Boa noite, mama Milika! - Camila estava de olhos arregalados, e as bochechas ruborizadas.

- Boa noite, mãe! - eu ri, esperando até que ela saísse da sala – Aposto que isso foi embaraçoso, não foi Camila? -

- Cala a boca! - Camila retrucou e ouvi Lauren rir, então imaginei que Camila estava escondendo o rosto no peito de Lauren.

- Normani n-não entende… - Normani murmurou, e eu voltei minha atenção para ela.

Senti minhas bochechas adquirirem um tom de vermelho, e fiquei feliz por estar muito escuro.

- Uh… É complicado. Vou explicar depois, okay? - eu garanti.

- Dinah ainda está com calor? - Normani se pronunciou novamente, se aproximando.

- Um pouco. - eu disse.

- Q-quando Dinah n-não estiver mais com calor, p-podemos n-nos abraçar? - Normani esticou a perna para enroscá-la com a minha, como ela normalmente fazia.

Senti meu coração se apertar dolorosamente com o pedido da menina mais nova, e suspirei, rendida.

- Vem cá. Vamos nos abraçar agora, bebê gatinho. - abri meus braços para a menina gatinho.

Normani chiou feliz, vindo se aconchegar a mim. Eu suspirei, pressionando um beijo em seu cabelo. Se eu tivesse outro sonho… Interessante… Como aquele, teria que começar a explicar as coisas da natureza sexual para Normani o quanto antes. Camila e Lauren se acalmaram, e percebi que elas já estavam dormindo.

- Normani ama Dinah. - Normani disse em voz baixa.

- Dinah ama a sua Normani Gatinha Fofinha! - cantarolei, apertando meu nariz contra o cabelo de Normani ainda mais – Seu cabelo cheira bem, amor. -

Ela riu e se aninhou contra mim ainda mais. Dei-lhe um abraço apertado e então nós duas ficamos em silêncio por um tempo. Eventualmente, sua respiração se aprofundou, e notei que ela tinha dormido. Sem demora eu já estava dormindo também.

O que pareceram ser minutos depois, senti duas mãos me dando leves tapinhas.

- Dinah! Dinah! - a voz sussurrava em terror. Normani.

- Ahn? - sentei-me rapidamente em confusão, ainda grogue.

- Normani n-não se sente bem! - meus olhos focaram nos olhos de Normani, que me olhava em pânico enquanto puxava a minha camisa.

- Onde dói? - perguntei, a preocupação me acordando.

- N-Normani… Erm… I-isso! - ela me olhava confusa, tentando ao máximo explicar o que estava acontecendo.

Eu me surpreendi quando Normani empurrou os cobertores para baixo para revelar seus seios visivelmente rígidos sob a blusa e as suas pernas encolhidas. Aí então eu entendi o que estava acontecendo.

- Oh… ! - meus olhos se arregalaram.

- I-isso já aconteceu antes, mas sempre vai embora! Normani teve um sonho estranho e a-acordou assim e com uma sensação engraçada! - ela gemeu, olhando para cima com os olhos suplicantes.

Olhei para as meninas dormindo no sofá-cama e fitei o relógio na parede.

03h00 am.

- Está tudo bem. Isso é normal… É… É chamado de excitação. - a acalmei, enquanto escovava alguns cabelos para fora do rosto de Normani.

- E-excitação? - Normani repetiu em confusão – C-como isso vai embora? Normani n-não gosta… -

Eu passei a mão no meu rosto, querendo saber como explicar, afinal, eu não era professora de sexo.

- Hm… É tipo quando você fica animada… Mas de uma maneira sexual. Vou explicar o que eu quero dizer mais tarde, mas como você disse, ela pode ir embora por si própria se você apenas ignorá-la… - eu pensei no que poderia falar – Ou… Você pode fazer algo chamado masturbação. -

- Como é q-que Normani faz isso? - a garota mais nova se aproximou, interessada.

Atirei um último olhar para as meninas no sofá, antes de me levantar e puxar o edredom comigo e pegar uma caixa de lenços que estava na estante.

- Siga-me, okay Manz? - eu disse para a menina gatinho.

- Normani fica assustada q-quando isso acontece. - a menina falou, já me seguindo.

- Você está bem. - eu prometi, levando-a ao escritório do meu pai e dobrando o cobertor no meio antes de colocá-lo no chão.

Seria mais fácil para se sentar dessa maneira. Eu acendi a luminária que estava sobre a mesa para fornecer algum tipo de luminosidade. Normani se sentou e lamentavelmente olhou para a umidade em sua calça de pijama enquanto eu fechei a porta do escritório e a tranquei.

- O q-que Normani faz? - ela perguntou quando eu voltei e me sentei atrás dela, puxando-a para mim.

- Primeiro… Você vai precisar tirar a calça, assim como quando você vai tomar banho. - eu escorreguei meus dedos até sua calça e calcinha, abaixando-as um pouco. Normani não protestou e se levantou, permitindo-me deslizá-las até seus tornozelos.

- E agora? - Normani perguntou.

- Hm… Agora isso… - tomei um grande fôlego antes de encostar minha mão em sua intimidade para não machucá-la.

- Oh! - Normani engasgou com o toque, rapidamente agarrando meu pulso com força.

- Está tudo bem se eu fizer isso? - perguntei, embora soubesse que ela não tinha ideia do que eu estava fazendo.

- Vai ajudar? - ela perguntou.

- Sim, vai ajudar. - murmurei nervosa.

- Okay! - ela concordou, assentindo.

Com sua aprovação, eu comecei a mover a minha mão para cima e para baixo por toda a sua intimidade, movendo lentamente para que pudesse avaliar sua reação. Suas mãos voaram para segurar o tecido da minha calça uma vez que ela estava sentada no meio das minhas pernas, inclinando-se contra meu peito. Eu apressei minha mão e ela se contorceu.

- Espere! Espere! - ela balançou as pernas.

- Sim, Manz? - eu congelei com medo de tê-la machucado.

- P-parece… Estranho. Estranho e bom. Mas Normani n-não sabe se… - ela se calou, provavelmente procurando a palavra certa.

- Provavelmente é uma sensação esmagadora, se você nunca fez isso… Mas está tudo bem, eu prometo. - eu acariciei sua coxa, dando-lhe um beijo no pescoço.

- É… Está bem. - ela murmurou para si mesma, assentindo.

Retomei o movimento da minha mão, sacudindo meu pulso um pouco, de uma forma que eu já tinha usado em mim e nas minhas ex namoradas antes. Certamente ajudava quando eu fazia os movimentos, pelo menos alguma experiência com vaginas eu tenho, já Normani…

Normani gemeu, arqueando as costas, empurrando ainda mais a minha mão para sua intimidade.

Puxei-a com a mão livre ainda mais para mim, deslizando minha mão em sua intimidade de uma maneira precisa.

- Você está bem… - acariciei meu rosto em seu cabelo.

- Dinah… - ela gemeu, e eu percebi que minha imaginação não tinha ido longe ao imaginar como Normani soava ao dizer meu nome nessa situação.

- Eu sei, acalme-se, você está bem. - acalmei-a.

Normani gemeu, seus quadris começaram a se mover por contra própria. O jeito que ela se contorcia no meu colo e os sons que ela estava fazendo estavam começando a fazer minha calcinha ficar molhada.

Eu neguei aos meus quadris a oportunidade de ter a bunda de Normani contra a minha intimidade, embora ela estivesse sentada no lugar perfeito para fazer isso. Em vez disso, me concentrei em ajudar Normani e ignorei a sensação desconfortável em minhas calças.

Era óbvio que a menina estava mais perto de alcançar o orgasmo, pois ela agarrava e puxava a minha calça e o jogava a cabeça para trás, deixando gemidos satisfeitos escaparem de sua boca.

Acelerei os movimentos de minha mão, passando meu polegar sobre o seu clitóris de vez em quando.

- Dinah! - Normani gritou, jogando a cabeça para trás novamente.

- Vamos lá, Manz. Goze para mim. - eu acariciei sua barriga suavemente.

- O q-que… - Normani tentou perguntar, mas passei novamente meu polegar sobre seu clitóris pela última vez e ela ofegou, arqueando as costas e um gemido fino escapou de seus lábios, enquanto ela gozava em minha mão e em suas próprias pernas.

Continuei acariciando sua intimidade, prolongando seu orgasmo, retardando o movimento da minha mão, só quando parei seus tremores diminuíram.

- Você está bem Manz? - eu beijei sua têmpora suada, enquanto a menina estava em silêncio.

- O q-que… O q-que foi isso? - ela sussurrou.

- Você está bem? - eu perguntei novamente, querendo me certificar de que eu não havia perturbado a menina.

- I-isso fez Normani se sentir… Bem! - ela assentiu, ainda respirando pesadamente.

- Bom, bom. - eu ri, um pouco aliviada.

- Mas vazou alguma coisa de Normani e agora ela está toda p-pegajosa. O q-que foi isso? - ela levantou a cabeça que estava deitada no meu ombro para me olhar.

Estendi a mão para a caixa de lenços com a mão limpa e comecei a limpar a minha mão e as pernas de Normani. Evitei tocar na intimidade da garota, ainda estaria muito sensível.

Essa foi a primeira vez que Normani tinha chegado a um orgasmo. Imaginei que ela poderia simplesmente ter acordado confusa e com calcinhas molhadas todas as outras vezes. Era normal que uma jovem da idade de Normani já tivesse feito essas coisas antes, mas com ela tudo era diferente.

- O que foi o quê? - eu perguntei.

- Tudo… - Normani murmurou, sonolenta.

- Bem… O que eu fiz com você é chamado de masturbação. O que aconteceu que fez você ficar pegajosa é chamado de gozar. É o que acontece quando se atinge o orgasmo… Ou quando você se sente tão bem que acumula até que seu corpo libera. - tentei explicar o máximo que pude.

- Normani p-pensou q-que q-quando você disse p-para gozar era como se estivesse p-pedindo p-para contar uma p-piada. - disse ela, confusa.

- Esse tipo de gozar é diferente. Nós realmente não falamos sobre esse tipo de gozar com as pessoas. Apenas entre você e eu, okay? Tudo isso é o nosso segredo. - eu disse a ela, e ela se virou para mim, já limpa e ajeitando sua camisa.

- Dinah… Está e-excitada também? - Normani me olhou.

- Hm… Sim. - as palavras da mais nova me fizeram perceber o quão molhada eu estava.

- Dinah vai contar a Normani como ajudar? - ela perguntou inocentemente, descansando sua mão sobre minha intimidade por cima da calça.

Seu toque suave e suas palavras de alguma forma me fizeram ofegar e estremecer.

- M-merda… - gemi, após gozar também.

- Dinah? - Normani disse em confusão.

- Você já me ajudou… Eu nunca gozei assim antes. Isso foi novo. - puxei Normani para mim a fim de que eu pudesse unir nossos lábios por alguns momentos.

- Obrigada p-por ajudar Normani. Nós p-podemos fazer isso de novo outro dia? - Normani me ofereceu um sorriso.

- Oh, sim! Sem dúvida, vamos fazer isso de novo. Você tem muito a aprender, Manz! - eu balancei a cabeça positivamente.

- O que n-nós vamos fazer agora? - ela perguntou, estendendo a mão para escovar as mechas de cabelo para fora do meu rosto, como eu fazia com ela sempre.

- Bem… Você pode levar esse cobertor de volta para o colchão de ar? Mas levante as calças antes, enquanto eu troco a minha calça e volto para a cama. - eu lhe disse calmamente.

Normani assentiu, lutando para ficar de pé e subir a calcinha e a calça do pijama, suas pernas ainda estavam trêmulas. Então pegou o edredom, abriu a porta e foi para o corredor.

Peguei uma calcinha limpa e outra calça de pijama na mala, apaguei a luminária da mesa e fui para o banheiro. Tirei a roupa pegajosa e me limpei rapidamente antes de vestir a roupa limpa. Então saí do banheiro e fui colocar a roupa suja na lavanderia.

Quando voltei para a sala, fiquei aliviada ao descobrir que Camila e Lauren ainda estavam dormindo, aninhadas de uma forma ligeiramente adorável.

Lauren tinha seus braços de um jeito protetor em torno de Camila e seu rosto pressionado no cabelo da mais nova, como se tivesse caído no sono beijando o topo da cabeça de Camila. Eu sorri, deitando sobre o colchão de ar com Normani, eu pensei que a menina já estaria dormindo, mas ela se virou para mim quando eu rastejei para debaixo do cobertor ao lado dela.

- Normani é a Manz de Dinah? - ela me perguntou em voz baixa, aconchegando-se em meu peito.

- Você é a minha Manz. - eu respondi, beijando seu nariz.

- Obrigada p-por ter ajudado Normani com a sua excitação. - ela murmurou.

- Shh, é um segredo, lembra? Mas só para constar, obrigada por me ajudar com a minha! - eu sorri.

- Normani ama Dinah! - ela riu.

- Dinah ama sua Manz. Boa noite, amor. - eu beijei sua testa.

E com isso, nós mais uma vez caímos em um sono satisfeito. Normani agarrada a mim tão forte quanto o aperto de meus braços ao redor dela.


Notas Finais


@norminahgoddess no twitter e no wattpad.
vejo vocês da próxima. <3


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