História United for a secret - Capítulo 3


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Palavras 1.759
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Fluffy, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Annyeong 💕

Voltei aqui, já podem baixar as armas carregadas... Isso...

Agr se ñ estiverem com raiva de Jimin (parei), podemos começar essa bagaça.

Boa leitura ❤

Capítulo 3 - ☆Cap.2: Old Friend☆


Fanfic / Fanfiction United for a secret - Capítulo 3 - ☆Cap.2: Old Friend☆

Passos ecoavam no nada, nem sabia onde me encontrava; mesmo olhando para todos os lados não achava nada sólido tampouco existente.

O vento invadiu o espaço, fazendo meus cabelos voarem; involuntariamente fechei os olhos sentindo a brisa em meu corpo.

O frio me consumiu denunciando a estação que predominava em qualquer que seja o lugar que eu estava, sentia que estava em outra atmosfera do que já estava acostumada. Parecia estar em outra época.

Abri os olhos lentamente, mesmo com flocos de neve dificultando no meu campo de visão, consegui enxergar perfeitamente um parque coberto pela cor branca. 

Em minha frente estava uma árvore já sem suas folhos sendo decorada apenas pelo gelo formado em seus galhos; ela sustentava um balanço simples feito por crianças. Nela estava acomodada uma menina que olhava para o nada, como se sua cabeça estivesse muito longe dali.

Quando ia me aproximar para falar com ela, alguém foi mais rápido que eu. Um menino foi se sentar ao lado da menina. Estreitei os olhos achando os dois junto com aquele momento bastante familiar.

Me aproximei mais um pouco conseguindo finalmente ver os rostos, menina de cabelos castanhos e olhos asiáticos; menino de cabelos loiros e olhos típicos de um americano.

A menina olhava para os pés enquanto o menino falava algo, não ouvia muito bem suas palavras, mas ouvia outra coisa: Choro. 

A menina estava chorando.

Ela balbuciava algo sobre morte.

Reconheci a mesma. 

O menino também reconheci.

O único que me entendia.

Phillipe.

De repente uma forte tempestade cegou minha visão. Por impulso fechei meus olhos novamente, não querendo abri-los até que o barulho do vento forte parasse. 

Mais uma vez, deixei meus olhos se abrirem; rolando pelo lugar onde agora estava. Novamente naquela sala escura sem vida.

Mesmo não havendo nada sólido por lá; conseguia ouvir ruídos que conseguia identificar, sons semelhantes de um portal aberto, na verdade dois, mas um ruído era mais sombrio que o outro. Estou ficando cheia de luzes me cegando do nada, quando voltei a enxergar me vi sendo envolvida por uma aura negra brilhante que pecorria todo meu corpo. Logo acompanhava ela sem saber para onde caralhos iria me levar.

Ela me guiou até um beco sem saída; e percebendo minha expressão confusa, envolveu uma pequena parte de seu físico em meu colar, fazendo o mesmo brilhar na pequena parte branca. Nunca tinha visto ele brilhar assim.

Ele levitou até sair do meu pescoço; seguindo a aura negra até ficar bem acima de minha cabeça. Um barulho angelical veio do lado oposto, nele vinha uma aura branca com algo em seu interior...

Era a outra metade do meu colar.

Vi as duas auras e os dois colares se unirem em uma espécie de redemoinho mágico. Mais uma vez fui cegada, porém a visão não retornava.

"Kiara..."

Foi a última coisa que ouvi antes de acordar.


Despertei ofegante logo me sentando na cama; confusa com o que acabei de ver ou sonhar. Baguncei meus cabelos os levando para trás enquanto tentava raciocinar.

Primeiramente: Porquê eu vi a minha infância?

Segundamente: O que a metade do meu colar significava? Uma pessoa igual a mim?

Peguei meu celular em cima da cômoda; a fim de ver as horas, eram exatamente 5:30AM. Que ótimo.

Tomei coragem pra me levantar, se acordei cedo tenho que tirar proveito disso, tomei um banho rápido e refrescante, escolhendo minha roupa logo em seguida. Uma camiseta branca fina sob um suéter de moletom verde militar, uma calça jeens meio rasgada, e uma bota cano baixo preta. Arrumei meu cabelo e passei meu típico deliniador.

Arrumei minha mochila, mas resolvi deixar ela no quarto enquanto fazia o café. E de fato quando desci não havia ninguém, só a manhã prestes a despertar pouco a pouco. 

Resolvi fazer sulleongtang, morar com dois homens e ser a única mulher da casa faz você saber se virar melhor em qualquer situação. Dobrei as mangas da camiseta para previnir a possível bagunça naquela cozinha.

Fiz o máximo possível para deixar tudo limpo como antes, fez um pouco de efeito sim, mas a bagunça não dá pra desviar nunca.

Arrumei a mesa desde as tigelas até os talheres, no final fiquei meio que orgulhosa de mim; já que geralmente cada um se vira sozinho. Deixei a comida de Pedro e Vincent ainda quente; caso acordassem muito tarde.

Tomei meu café e como ainda estava um pouco cedo, me permiti pensar sobre o maldito sonho.

Eu estava no parque onde brincava antigamente, e foi no momento em que conheci o Phillipe. Mas porquê logo justamente aquele momento? Isso tem pelo menos um mínimo de lógica?

Claro que tem burra, se não, nem teria sonhado pra começo de conversa.

Deve ter algum detalhe que estou esquecendo... 

Pensa Kiara, pensa!

"Kiara..."

No final alguém me chamou... E sua voz é... Familiar.

- Eu acordei mesmo ou ainda estou sonhando? - despertei dos meus pensamentos ouvindo Pedro chegar e não tirar os olhos de mim.

- Algum problema? - arqueei minha sombrancelha.

- Você. Está. Acordada. - falou pausadamente.

- Imagina meu caro, ainda estou dormindo. Não está vendo? - revirei os olhos.

- Tem um pouco de fala nesse sarcasmo. - se sentou ao meu lado rindo fraco. Idiota. - Mas sério, eu tô sonhando? Você é a última da casa á acordar.

- As coisas mudam. - dei os ombros. - Anda logo, vai comer antes que eu mude de ideia e taque fogo na sua comida.

- Agressiva. - se levantou e riu nasal quando dei o dedo do meio pra ele.

Subi de volta para meu quarto, para pegar minha mochila e ir para o colégio. Mesmo que esteja cedo.

Desci as escadas, apreciando já o som de When you're gone da Avril novamente. Fazer o quê? Eu sou viciada nas músicas dela.

Saí de casa sem dar tempo de Pedro se arrumar e irmos juntos. As vezes é bom ficar sozinha com apenas o som da música te guiando até onde pode chegar.

Deslizava calmamente na calçada graças á melodia calma. Nunca vou me cansar do vento no meu rosto, que leva todos meus pensamentos, me deixando focada na estrutura da canção ecoada pelos meus fones.

Por ser bastante cedo, as ruas estavam praticamente desertas; a não ser por poucos sinais de existência no meio do caminho. Parei um pouco para comprar um chocolate quente - já que não gosto de café como pessoas normais gostam -, paguei e na saída; vejo uma garota sentada em uma das mesas com o cabelo que reconheceria de longe graças a tintura presente nele.

Ela também me reconhece.

- Kiara! - me chama com um sorriso no rosto.

- Ah, oi Nina. - digo - Posso? - pergunto apontando para a mesa. Ela balança a cabeça. Me acomodo na cadeira, deixando meu skate sobre minhas pernas.

- O que você faz por aqui tão cedo? - pergunta dando um gole na bebida em sua mão.

- Caí da cama. - desvio meu olhar para o céu, que estava mais limpo que ontem, mas ainda tinha uma nuvens aqui e ali. Continua belo aos meus olhos.

- Podemos ir a escola juntas, o que acha? - pergunta me fazendo olhar para ela. Não a considero como amiga, mas desde ontem ela tem sido uma compania; tagarela; mas uma boa compania. Assenti com a cabeça. Vi ela dar um sorriso alegre.

Terminamos as nossas bebidas e fomos a caminho do colégio, andava devagar sobre as rodas para Nina poder me acompanhar. E como eu havia falado antes, não parava de falar, mas eu meio que não me incomodava, ela está até bem alegre como se não falasse a séculos com alguém.

- Eu moro sozinha sabe? Tenho bastante tempo para ouvir música sem me preocupar com nada. - lá estava tagarelando sobre sua vida. Revirei os olhos, mas não vou estragar essa sua alegria - Sem falar que nem as contas de luz e energia eu pago, minha tia manda dinheiro para mim todo fim de mês. Ela tem esse carinho por mim desde pequena, sou como uma filha que ela nunca teve, já que ela infelizmente não pôde ter filhos. Acho isso muito triste. - Nina fez um bico de tristeza, ri fraco. Que fofo. 

- Você é fofa. - pensei alto e logo vi as bochechas dela ficarem vermelhas de vergonha. Ri novamente.

Ficamos um tempo em silêncio durante o percurso, até que - meio entediada talvez -, Nina começa a cantar uma música:

- Nuneul tteumyeon yeogin tto eodiin geonde, bamsae naege museun iri beoreojin. Geonde meonjeo naege ne ireumbuteo malhae, achimi neomu nunbusyeo, jigeum manhi hetgallyeo. Sasireun nado jal moreugesseo, ajigeun nado nal moreugesseo. So lady tell me about me lately, niga nareul bwasseul ttaen eottae. - Por força do hábito; após reconhecer a música - Bingo - 24k -, começei a cantar junto:

maemdora maemdora meorissoge maemdora , tteoolla tteoolla meorissoge tteoolla. 1 2 3 4 geurae urin haenaesseo, 5 6 7 8 B I N G O. Igeon kkumi anijyo, modeun geosi byeonhaesseo, igeon kkumi anijyo geurae urin haenaesseo. - Nina esborçou mais um de seus sorrisos ao ver eu cantando junto com ela a música. E acabamos cantando o refrão juntas:

B I N G O B I N G O binggo B I N G O, B I N G O geurae urin haenaesseo. B I N G O B I B I N G O, geurae urin haenaesseo. B I N G O. - rimos juntas, me contagiei com sua alegria quando percebi que tinhamos o mesmo gosto.


*Quebra de tempo*


Segundos depois já estavamos em frente da instituição escolar, adentramos rápido os corredores desertos a não ser por nós duas.

Deixamos nossas coisas na sala, e eu resolvi dar uma volta pela escola para por tudo em ordem enquanto ninguém chegava.

Por em ordem, engraçada essa expressão apenas para blefar diante das pessoas e de si mesmo, é a mesma coisa que dizer: Eu estou perdida e não sei o que fazer.

Suspiro enquanto vou ao jardim, preciso de muito ar para pouco raciocínio. Me apoio em uma das árvores e fecho os olhos em uma tentativa de saber algo.

Porém, no começo de pequenos pensamentos, ouço ruídos vindo lentamente em minha direção. E não se parecem passos femininos.

Me prensei mais ainda no caule da planta; mesmo não sabendo o porquê da reação corporal que tive. 

Sabe quando você consegue descobrir e achar a resposta que para vicê depois que descobre se pergunta o quão tapada você é? Acabei de ter essa mesma realização. E ele já estava bem próximo a mim. Os ruídos não era mais possível, apenas a profunda respiração de nós dois.

- Kiara... - sua fala pareceu distante dali onde estávamos. 

Mas isso tem um porquê. Um ótimo porquê.

- Phillipe... - disse antes de me jogar em seus braços em um abraço.


Notas Finais


Então né...

Se estiverem demorando pra processar as informações, relaxem, ainda tem piores pra processar.

Agr uma pergunta meio que indiscreta...
Pela alegria de Nina, vcs acham que ela ficou muito tempo sem sentir isso?


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