História Universo conspira contra nós - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Laço, Sophia, Universo
Exibições 139
Palavras 1.496
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um =^-^= espero que gostem

boa leitura, até lá em baixo...

Capítulo 4 - Ajuda?


Fanfic / Fanfiction Universo conspira contra nós - Capítulo 4 - Ajuda?

P.O.V Sophia on

Não, não, não, isso não pode ser real, tem que ser um sonho. Meu primeiro beijo, ouvi os dois, ter me cedido a ele, claro, era tudo um sonho e eu logo vou acorda, vou estar feliz e sair com para fazer um lanche per gostoso.

Pelo menos era o que queria.

Estava na rua, correndo para longe, para minha casa (como preferia andar eu sempre ia a pé para os lugares, mas era longe pra caramba a casa dele) sentia que ia chorar a qualquer momento, mas por que exatamente eu não sabia. Não tinha sido pior que as vezes que me machucavam de verdade? Além do mais eu não fiz nada para provoca-lo, só por que estávamos a sós? isso não era desculpa, ele parecia um cachorro no cio. Eram muitas perguntas sem nenhuma resposta, e só tinha uma pessoa que poderia me responder todas elas: Castiel, entretanto eu não queria vê-lo, a última coisa que queria nessa vida era vê-lo, ainda mais agora no estado nervoso que me encontrava.

No meio do caminho acabei caindo por ir tão rápido e ralei bastante meu joelho e minha mão que passou a ardia muito, tive que parar. Sair correndo enquanto parecia em outro mundo no meio da rua realmente queria me machucar. Por sorte já estava perto da minha casa -cerca de duas quadras, não sei quanto tempo corria mais com certeza fazia vários minutos já que a casa dele era umas 23 quadras da minha, sim, eu corria muito rápido - e podia passar em uma lojinha para comprar algumas coisas com um senhor que sempre me ajudava quando precisava que era na mesma rua do outro lado.

Fiquei mais uns instantes parada pra pode recuperar o folego.  Atravessei e entrei na loja, peguei uma cesta e coloquei: salgados, doces, bebidas, e duas caixas de curativos pois o que tinha em casa já estava acabando e eu precisava por um pelo menos até chegar e desinfeccionar

 

- Sophia minha querida, parece tão triste, aconteceu algum? - ele tinha os cabelos completamente grisalho, sua pene era quase pálida enrugadas pena idade, sempre embolsava um grande sorriso acolhedor, me ajudou bastante quando eu vim para cá, uma das melhores pessoas que conheci até hoje.

- estou bem senhor Luiz... pode passar isso na conta? vou receber amanhã, juro que pagarei logo.

- Acredito em você pequena, sabe que pode pedir quando precisa e já lhe falei para me chamar apenas de Luiz, deixe eu passar isso aqui pra você – entreguei a cesta que praticamente transbordava, passou um a um, sem pressa alguma, nem eu estava com a mesma de antes, ficar perto do senhor Luiz era quase o mesmo que está com a Light, me trazia uma paz. O que era estranho, não era como se ele fosse meu familiar nem nada – deu 87,30, venha se estive com algum problema pequenina.

- Eu virei senhor Luiz, quero dizer, Luiz – sorri e sai acenando para ele.

 

Quando já estava de volta na rua andei mais um pouco (praticamente arrastando minha perna esquerda, a qual tinha machucado) até uma parte da calçada onde o sol não batia, Me sentei com a perna direita estirada e a outra dobrada dando uma boa visão para o joelho completamente vermelho de sangue. Abri uma das sacolas e peguei a caixinha com curativos para pôr no joelho e outro na mão, quando criança aprendi que para cicatrizar logo tinha que fazer limpeza e coloca uma facha pra com pomada e algodão não mexe e trocar depois de algumas horas, como não estava com nada disso a única opção era curativos.

Mas uma presença me impediu.

 

- Eca – não – andam deixando coco de cachorro na rua, que nojo – sua voz estava cheia de ironia, não queria olhar pra cima, nem pretendia ver sua face logo hoje, de novo.

- Oi Debrah – falei sem animo, e em seguida sentindo uma dor forte no estomago, dando uma leve ânsia de vomito causado pelo sapato da mesma. Tinha me acertado em cheio.

- Não dirija a palavra a mim seu ser insignificante – sua voz foi de ironia a nojo em segundos.

 

Eu iria responder até uma voz me interromper inesperadamente.

 

- Debrah – era Castiel – deixa ela ai, vai ter mais na escola, não gaste suas energias – disse se pondo ao lado dela, só então olhei para cima, sua voz era de nojo mas seu olhar... era quase como desculpa.

- Você tem razão gatinho, ainda tenho que ir no shopping, cuida dela pra mim? – falo praticamente se jogando em cima dele fazendo biquinho e uma voz de inocente, vadia.

- Claro, vai logo – ela saiu dando um beijo no mesmo e olhando uma última vez para mim, em seguida saiu andando, provavelmente indo em direção a um estacionamento (a cidade não era tão grande, como morava bem no centro ficava perto dos pontos principais como o parque e o shopping) pegar seu maravilhoso e caro carro que sempre exibia.

 

Olhei novamente para Castiel que me fitava sem pudor. Se abaixou e sentou ao meu lado com as pernas cruzadas. Tentei me afastar mas não tinha para onde ir, então apenas aceitei e fiquei como estava: sentada em uma calçada de pernas agora estiradas com uma caixinha de curativos em uma mão e a outra sobre o estomago com os olhos meio estreitos tensa e Castiel de pernas cruzadas ao meu lado fitando-me seriamente com os braços cruzados no peito.

 

- Você está bem? – perguntou, sua voz não exibia ironia, mas acreditar que ele estava realmente estava preocupado comigo era o mesmo que assumir que o beijo de momentos atrás significava algum para ele.

- O que faz aqui? – ignorei sua pergunta – Porque me seguiu?

- Sei que você está brava comigo, mas você saiu tão mal que achei que poderia acontecer alguma coisa então... achei que seria melhor.

- Tarde demais, já aconteceu – disse seria, seus olhos se estreitaram por um instante como se estivesse pensando em uma resposta mais nada vinha. Soltei um longo suspiro e levantei ajeitando o óculos que escorregava peno meu nariz sendo seguida por ele – se realmente quer que alguém arrume aquela sua bagunça conheço alguém que faria isso por um bom preço - Luce, ela me falou a uns dias atrás que precisava de dinheiro para um presente de aniversário para seu namorado.

- Não precisa se preocupar com isso, e só que – ele fez uma pausa apontando para meu estomago depois para o meu joelho – acho que precisa de ajuda.

- Isso não é nada, posso me virar sozinha – falei, não era como se ele não soubesse como já tinha ficado graças a sua namorada e as seguidoras dela.

- Eu sei disso, mas... – ele me pegou no colo estilo princesinha, iria começar a me debater até lembrar do que tinha acontecido quando tinha feito isso anteriormente – não disse que tinha escolha.

 

Ele começou a correr em direção a minha casa enquanto eu gritava para me pôr no chão, em vez disso ria como se tudo aquilo fosse uma diversão para ele, boboca.

 

- Chegamos – disse, finalmente me colocando no chão. Estava ofegante por ter corrido comigo no colo mais ainda assim ria como se tivesse saído de um brinquedo de parque de diversão.

- Obrigada... eu acho - abri o pontão e Light Veio correndo até mim, assim que viu Castiel passou a latir para ele que se assustou um pouco, tive que rir. Me abaixei para acariciar a mesma - está tudo bem Light, ele me ajudou, pode parar.

E parou.

 

- Você é uma feiticeira ou o que - disse apontando pra mim e para a Light, se aproximando um pouco.

- Ela é apenas obediente - fiz uma pousa o encarando - Então... Você já pode ir... Obrigada de novo por me trazer.

- Não mesmo, precisa passar algum na sua perna

- Posso fazer isso sozinha, Castiel - falei e ele se abaixou olhando diretamente os meus olhos

- Já disse, você não tem escolha - se levantou, pegou a chave da casa que estava na minha mão, abriu a porta e entrou.

- Isso é invasão de privacidade, sabia? - praticamente gritei fechando o portão e entrando vendo-o andar pela minha casa, Castiel Colins na minha casa só pode ser brincadeira.

- Onde deixa a caixinha de primeiro socorros? - falou ignorando o que tinha acabado de dizer.

- Eu posso fazer isso sozinha - ele parou de súbito. Em questão de milésimos Castiel estava na minha frente passando a me empurrar na direção do sofá, sentando-me na mesma como uma criança desobediente.

- Fica ai - dito isso ele foi em direção a escada subindo-a de dois em dois, passando para meu quarto.

 

Parei para analisar a situação em que me encontrava: os dois sozinhos na minha casa enquanto ele estranhamente queria cuidar de mim, as coisas estavam bem fora do comum, hoje está sendo um dia longo...

Continua?


Notas Finais


... É isso, o que acharam?
aceito criticas (construtivas)

beijos de chocolate :*


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