História Universo conspira contra nós - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Laço, Sophia, Universo
Exibições 89
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


demorei um pouquinho mas ai está, espero que gostem.

boa leitura ^^

Capítulo 6 - Um Pouco de Carinho


Fanfic / Fanfiction Universo conspira contra nós - Capítulo 6 - Um Pouco de Carinho

O domingo tinha se passado em paz, fiz questão de ficar o dia todo na cafeteria só pra evitar qualquer possibilidade de encontrar Castiel na frente da casa, mesmo na trégua era melhor não ter contato com ele. Ainda vi de relance a Melody passando do outro lado da rua da loja, por pouco não me via, tive sorte de ver antes e me esconder a tempo. Fora isso o dia foi calmo, só estava com o Lex, era uma boa pessoa, mas não chegava a ter algum interesse nele.

 

Já na escola, era aula vaga, fiquei no jardim deitada debaixo de uma árvore que dava um grande sombra no gramado e tinha um ar gostoso também. Devo ter alguma atração por árvores já que dois dos meus lugares favoritos tinham árvores no meio (as outras duas eram, claramente, a minha casa e a árvore do parque que também tinha o mesmo ar gostoso, e até melhor).

 

- Sophiaaaaaa - sai de meus pensamentos ouvindo a Bia me chamar.

 

Abri os olhos lentamente, não se encontrava sozinha, Ambre estava ao seu lado. Todas duas ficaram em pose de top modelo em passarela, mas parecia duas pessoas com sérios problema de coluna, uma com roupa de saco de batata a outra com cara de anta, a dupla perfeita.

 

- Se rebelaram e são livres agora? Cadê a líder? – disse me referindo a Debrah, sempre vinha no meio das duas, dificilmente agiam sozinhas.

- Você não sabe a hora de ficar calada né, vadia - disse Ambre depositando um tapa no meu rosto.

 

 Nunca gostavam que eu retrucasse ou falasse qualquer coisa, mas para mim era engraçado a reação deles, mesmo que depois me batessem, o que sempre acontecia.  

A encarei sem muito animo, os tapas das duas não eram fortes, mas também não era fracos. Estavam até calmas, o que era muito incomum, geralmente ria ou grunhia de raiva, aparentemente as coisas resolveram sair do comum ultimamente.

 

- Falei para nos espera, Sophia querida, por que foi embora queríamos nos divertir, não é Ambre? - falou no mesmo tom infantil de antes. Ambre concordou com a cabeça, era uma cachorra mandada até da Bia, com certeza se mandassem dá a bunda pra qualquer um faria rapidinho, sem hesitar - Bom, não importa podemos fazer isso agora.

 

Em questão de segundo as duas começaram a me chutar, senti a dor forte causado pelos seu sapatos pontiagudos, Bia se concentrava nas penas e Ambre nos braços e estomago. Quase sentia os chutes no rosto por esta protegendo o mesmo com os braços e, com certeza os atingia na intensão de senti no rosto. Sempre doía bastante, nunca tinha me acostumado com a dor, era desconfortável e achava que uma hora ou outra iriam quebrar algum osso com a força que tinham nas pernas, era necessário já que provavelmente passavam várias e várias horas de loja em loja comprando roupas, maquiagem e sapatos que até não usaria, só para dizer que tem e torar toda a grana que tinham.

Terminaram a sessão com a Bia dando um cuspe no meu rosto já desprotegido, foi nojento e inusitado, pois faziam questão de parecer moças educadas e perfeitas que nunca fariam nada escroto e seboso. Após saírem rindo feito hienas loucas me levantei devagar e caminhei até o banheiro, algumas pessoas me encaravam a no caminho, mas nenhuma se candidatou a ajudar, muito pelo contrário, alguns até riam do meu estado: um trapo.

No banheiro tentei fazer um rabo de cavalo no cabelo enquanto tirava alguns pequenos pedaços de grama que ficaram, lavei o rosto e com as mãos um pouco molhada passei por toda roupa tirando alguns resquícios de que tinha tido mais uma sessão. Já pronta me olhei no espelho, estava melhor agora só ia ter os possíveis hematomas, mas graças as roupas ninguém ia consegui ver.

Sai e ainda tinha pessoas me encarando, não tinham nada melhor pra fazer do que ficar olhado para mim como se soubessem da minha vida? Pensei irritada, detestava quando isso acontecia. 

Fui para sala que ainda estava vazia, mas era bom pra poder relaxar. Sentei na minha carteira e abaixei a cabeça apoiando nos braços, fechei os olhos como se tivesse dormindo e assim fiquei por um tempo, até ouvi passos dentro da sala, ignorei, provavelmente era os alunos voltando para sala, mas para minha surpresa a pessoa se apoiou na minha mesa, claro que teve que ficar de coca, e então sento uma mão começando a acariciar minha cabeça, fiquei surpresa ainda assim fingi dormi, reconheci a mão da pessoa que acariciava minha cabeça, quis parar mais deixei continuar, tenho que confessar que sabia fazer carinho bem e queria ver como isso ia acabar.

 

- o que você está fazendo comigo - falou em um sussurro, quase como suspiro, aquilo já foi longe demais, deixei ele se aproximar de mais, isso não deveria acontecer.

- O que eu fiz? - falei devagar, ao que se referia? Já sei que ele me queria ser amigo e tudo mais, mas... O que eu poderia fazer?

 

Abrir os olhos enquanto falava, pareceu surpreso, não sei se por ter ouvido o que disse ou por estar acordada, mas não tirou a mão da minha cabeça. Passamos um momento em silencio, apenas fitando um ao outro, só ai notei como os olhos de Castiel eram cinzas, nunca tinha parado pra notar os olhos dele, mas dos que vi o dele era o mais diferente de todos, tenho que assumir fiquei maravilhada com a beleza dos olhos de Castiel.

 

- Não vai dizer nada? - falei quebrando o silencio que consumia toda sala, abriu a boca várias vezes, mas nada saia - Não vai dizer nada?

- Você fica linda quando fingi dormi - falou sorrindo, já sentia o sangue nas minhas bochechas, fiquei corada. Ele riu da minha reação, bati de leve no braço dele que riu mais, não resisti e ri também, acho que era a primeira vez em anos que ri de verdade na escola, e eu não fui a única a notar isso, ele voltou a expressão surpresa de antes, agora com um sorriso bobo no rosto. - deveria rir mais.

- vou rir quando tiver motivos - falei ainda sorrindo. Por um momento ele não parecia mais aquela pessoa que tanto detestava, me senti bem ao seu lado, naquele momento, só nós dois e um sorriso bobo.

- É qual o motivo desse? - ele me pegou de surpresa, também não sabia, afastei os pensamento de uma provável e irracional razão e disse.

- Não faço ideia, se um dia descobrir te conto - ele concordou com a cabeça, um pouco apreensivo, mas concordou.

 

O sinal tocou avisando que já era a próxima aula, ele e vários outros alunos voltaram para seus respectivos lugares.

Assim que a aula começou senti alguma coisa acertando minha cabeça, já começou, pensei. Me abaixei para pegar o papelzinho com provável xingamento, mas para minha surpresa o que estava lá era bem diferente:

 

Meu número, me liga se precisar.

xxxx-xxx

-C

 

Não ousei olhar para trás, por que eu iria precisar do número dele? Mesmo assim - por precaução - guardei no bolso da calça. Passei o restante da aula fazendo anotações do que Faraize dizia, não recebi mas nenhum papel o restante do dia, com o fim da aula sai logo antes que mais alguém vinhesse pra cima de mim.

 

A tarde foi muito movimentada na cafeteria, cliente após cliente, nunca vi tanta gente lá ainda mais em dia de semana, cheguei em casa exausta e desabei na cama, lembrei do número no bolso da calça e o retirei de lá, o observei um pouco e guardei na bolsa, achei melhor guarda caso um dia por ironia do destino fosse precisar...

continua?


Notas Finais


Ficou pequeno eu sei, mas não tive muita criatividade hoje então e isso, espero que tenham gostado mesmo assim

E digam o que acharam? Aceito criticas (construtivas)

beijos de chocolate :*


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