História Universo conspira contra nós - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Laço, Sophia, Universo
Exibições 97
Palavras 1.295
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


pensei que ia ficar maior, mas me enganei hehe
vou tentar manter a rotina de posta de segunda a sábado, e no domingo tira um descanso, espero que não fiquem chateadas
ENFIM, boa leitura ^^

Capítulo 7 - Socorro


Fanfic / Fanfiction Universo conspira contra nós - Capítulo 7 - Socorro

Já se passaram quase quatro semanas desde aquele "incrível" dia de segunda. Com o passar dos dias eu e Castiel nos aproximamos mais, posso dizer que ficamos amigos de verdade depois daquele dia na minha casa, e ele estava sendo maravilhosamente carinhoso comigo, chegava a ser estranho quando parava pra pensar que antes eu tinha desprezo e enjoo de ficar perto dele e agora éramos amigos, mesmo que ninguém soubesse.

Entretanto, mesmo com toda ajuda que me dava, Debrah e suas serviçais continuavam com as sessões uma pior que a outra, chegava a pensar que sabiam de que estava próxima a Castiel e não aceitavam isso, as bolinhas também agora era certeira na cabeça ou braço, mas se realmente tivessem descoberto, com certeza já teriam me matado.

Essas semana também me aproximei um pouco do Lysandre, o amigo de Castiel, ele era um cara legal, bem simpático e fácil de ter uma conversa amigável o julguei mal confesso, mas prefiro que ele não descubra, não gostaria de vê-lo chateado por ter feito isso.

 

- Tenho que ir, se não chegarei atrasada no trabalho - falei para os dois, nos encontrávamos no porão no intervalo ou depois da aula as vezes, como ninguém ia lá era seguro desde que trancasse a porta com a cópia da chave que Castiel pegou do grêmio, de acordo com ele, os dois tinham uma banda onde Castiel tocava guitarra e Lysandre mas precisavam de um baterista e baixista para completar e era no porão que se encontravam para ensaiar. - Até segunda.

 

Me levantei indo em direção a porta. Quando já estava na pequena escada senti braços envolverem minha cintura por trás, fiquei surpresa e por pouco não gritei, quando apoiou sua cabeça no meu ombro pude ver melhor seu rosto.

 

- Toma cuidado - falou ainda me abraçando por trás, quando finalmente fiquei livre de seus braços ele deu um beijo na minha bochecha - Até segunda.

 

Sai praticamente correndo, sentia que estava toda arrepiada e o sangue no rosto deixava claro que fiquei envergonhada. O que deu nele   fazer isso? O que deu em mim por ter gostado de me senti em nos braços de Castiel? Devo está ficando louca.

 

P.O.V. Sophia on

 

P.O.V. Castiel on

 

- Você gosta dela - ouvir Lysandre dizer de longe, viajei tão longe nos pensamentos que só quando Lysandre falou notei que estava em pé encarando a porta sorrindo feito idiota.

- O que? Nada haver, claro que não, Somos apenas amigos - falei tentando ao máximo parecer verdadeiro, mas as vezes nem eu tinha certeza do que sentia por ela. Ainda tinha o desejo carnal que só aumentou ao longo da semana e sentia uma paz quando ficávamos no porão.

- Ah não? Então me explica o porquê desse abraço, por que sempre quando tem a oportunidade a traz pro porão e fica rindo feito um bobo apaixonado, e por que quase sempre ela é assunto principal quando conversamos - ele estava realmente sério com isso.

- Só é uma boa amiga... ela e eu nos damos bem e tal - tentei dá uma resposta adequada, mas nada parecia adequado, não tinha uma definição sobre o que sentia por ela, a queria mais do que uma simples amiga, mas não sei se apaixonado era a palavra certa.

- Até a letra das canções está mais romântica, Castiel - falou sorrindo de canto da minha tentativa falha de explica a situação.

- Só estou inspirado - falei finalmente me sentando ao seu lado no sofá se braços cruzados evitando encara-lo.

- E quem é sua inspiração?

- Sophia - falei sem pensa duas vezes, reparei o que tinha acabado de dizer quando notei que tentava se controla para não ri - Quero dizer...

- você gosta dela, Castiel - disse me interrompendo - só não quer assumi, vê se não demora demais pra conta para ela - disse por fim se levantando, foi embora sem olha para trás.

 

Não sei quanto tempo exato fiquei deitado naquele sofá, mas sabia que era tarde quando senti o celular vibrar, pensei ser a diarista que tinha contratado e me enganei, quando olhei o visor o número era desconhecido.

 

Ligação on

 

- Alô? - notei uma respiração ofegante pena outra linha, quase mudo.

- Castiel... Me ajuda - era a Sophia

 

P.O.V. Castiel off

 

P.O.V. Sophia on

 

Já passou mais de uma hora desde que entrei nesse mercadinho e o homem ainda se encontrava lá fora, tinha visto ele várias vezes no trabalho e agora tenho certeza de que estava me perseguindo. Já liguei várias vezes para Luce e o Lex, mas ninguém atende, não queria correr o risco de continuar lá fora sem ajuda, não tinha outra opção fora essa, os números no celular se resumia a eles. Quem, tem que ter....

 

- Castiel - lembrei do papel com seu número, como podia esquecer disso numa hora dessas. Tive que vasculhar a mochila inteira para achar, quando finalmente encontrei disquei o mais rápido me tremendo, como não ficar nervosa?

Não demorou para atender, sabia que ia ficar confuso, mas ele era a minha última opção.

 

Ligação on

 

- Castiel... Me ajuda.

- Sophia?  O que aconteceu?

- Tem... um cara me seguindo, só você pode me ajudar agora.

- Calma Sophia, me diz, onde você tá?

- No mercadinho, perto da minha casa.

- Estou indo ai, não sai.

- Não ousaria, vem logo, por favor.

 

Ligação off

 

Perdi a noção de quanto tempo já fazia que eu fiquei lá dentro, mas o homem também não saia do lado de fora. Era loucura, não tinha nada a oferecer, então por que comigo, estou pagando algum pecado?

 

- Sophia... - senti uma mão tocar meu braço, nem tinha notado sua presença e por consequência me assustei. -quanto tempo você ficou aqui? Quem é o homem?

- Aquele ali - apontei para um cara do outro lado da rua de terno preto, uma maleta em uma mão e o celula na outra - a uma hora... O que vai fazer?

- vamos - ele segurou minha mão e me levou para fora.

 

O homem observou tudo espantado, parecia ter perdido a fala. No meio da rua, Castiel passou a mão para minha cintura o encarei tentando imaginar o que se passava na cabeça dele, e antes que pudesse desviar ele me encarou de volta, tentando passar tranquilidade com olhar, antes que eu pudesse assimilar a situação sua outra mão foi para meu rosto e senti seus lábios tocarem os meus, estávamos nos beijando.

Fiquei assustada, esse era seu plano para que o homem fosse embora? Mesmo confusa não me afastei, ainda retribui cedendo passagem de língua, era calmo e harmônico, tinha esquecido como era o gosto de sua boca era de hortelã, dava arrepio e sentia o calor do nossos corpos juntos. Louca era o que me definia por ter gostado e querer mais quando se afastou.

 

- ele foi embora - disse o mesmo olhando a volta para vê se o encontrava e depois para mim, seus lábios estavam um pouco inchados, eu os queria mais. - onde pensa ir agora?

- pra casa - falei soltando-me de seus braços tentando desvia o olhar, o que está acontecendo comigo?

- Não acho que seja seguro, ele pode saber onde mora.

- E onde sugere que eu passe a noite? - falei cruzando os braços tentando encara-lo, seus olhos brilhavam e tinha um sorriso de canto na boca, sentia um desejo de beijar o mesmo novamente, mas me contive, tinha que me conter.

 

Ele seguro minhas mãos de forma que eu não pudesse solta, se abaixou ficando da minha altura deixando nossos rostos a centímetros de distância e falou com um ar brincalham:

 

- na minha casa.


Notas Finais


alguém conseguiu nota a referencia? Tá fácil

Então o que acharam? Aceito criticas (construtivas)

beijos de morango com chocolate :*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...