História Universo conspira contra nós - Capítulo 9


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Categorias Amor Doce
Personagens Ambre, Armin, Bia, Castiel, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Laço, Sophia, Universo
Exibições 84
Palavras 1.531
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vai ta uma droga? VAI! Tive umas complicações hoje com a fic então, desculpa se decepcionar vocês.

Boa leitura.

Capítulo 9 - Uma Manhã Quase Perfeita


Fanfic / Fanfiction Universo conspira contra nós - Capítulo 9 - Uma Manhã Quase Perfeita

Acordei na manhã seguinte assustada e suando com o sonho irreal que acabara de ter, até em sonhos tinha que ser atormentada.

Sonho on

Estava caminhando em um parque a luz da lua enquanto cantarolava Hero (N.A.: sim, a mesma do começo), depois de longos minutos de caminhada sentei de baixo da mesma árvore de sempre e fechei os olhos por um instante, até sentir uma mão tocar meu rosto. Abri os olhos e vi o ser lindo que me tocava, era Castiel, com um sorriso sereno. Sentou ao meu lado ainda olhando nos meus olhos, passando tranquilidade.

Nos aproximamos um do outro, nossas bocas ficaram milímetros separadas. Então ouvi um breve som... Em disparo.... Seguido por um grito apavorado meu. Castiel tinha sido baleado e estava morto. Fiquei apavorada, com a mão na boca tampando os soluços por causa do choro.

Virei para frente vendo o ser que tinha matado meu amado de sobretudo com um olhar psicopata, soltando pequenos risos balançando a arma com as duas mãos como se tudo não passasse de uma brincadeira.

 

- Debrah - falei em meio a soluços - Porquê?

- SE CASTIEL NÃO PODE SER MEU, NÃO VAI SER DE MAIS NINGUÉM - gritou apontando a arma para minha cabeça.

 

Mas um disparo, dessa vez sem grito ou som seguido, só escuridão.

Sonho off

Levantei e fui direto para o banheiro, lavei o rosto e usei do enxaguante de hortelã que tinha na pia. Sai do banheiro, do quarto e foi em direção a escada. Ao passar pelo quarto do Castiel fragmentos da noite passara foram inevitáveis de surgir, o que me fez acelerar o passo em direção a cozinha.

Já na mesma procurei algum para comer, e besteira era o que não faltava nos armários e na geladeira. Depois de vários minutos para lá e pra cá, resolvi preparar o que sabia fazer de melhor para o café da manhã.

P.O.V. Sophia off

P.O.V. Castiel on

Passei a noite em claro, relembrando a cena da cozinha. O que foi aquilo? Ela tinha correspondido de verdade?

Fiquei muito confuso, a intensidade de quando a queria só aumentou, aumentou loucamente. Não acredito que o Lys estava certo sobre ter me apaixonado pela Sophia, e o que aconteceu noite passada só serviu pra confirma o que sentia.

Voltei a realidade quando ouvi passos pela casa, Sophia, tinha a certeza de que iria embora sem se despedir, sai da cama e coloquei um short mais rápido possível, não queria que fosse embora, ainda mais sem se despedir. Quando já estava do lado de fora do quarto - no corredor - fiquei surpreso ao ouvir sons de panela sendo colocada no fogão, Sophia tinha ido cozinhar. Sorria como um idiota por saber que pretendia ficar mais um pouco, pelo menos para poder comer.

Entrei novamente no quarto e deitei esperando o que iria fazer. Longos e lentos minutos se passaram, o cheiro da comida entrava pelo meus nariz, fiquei tentado a descer mas não tinha ideia do que dizer a mesma.

 

- Castiel? - era Sophia do outro lado, não respondi mesmo querendo - Too entrando

 

Ouvi a porta sendo aberta lentamente pela mesma, e fingir dormi igual a ela na escola. Pouco tempo depois ouvir passos em direção a minha cama, senti sua mão acariciar minha cabeça e depois meu rosto com ternura.

 

- Descobri o motivo do sorriso - disse baixinho ainda acariciando meu rosto. Deveria está se referindo aquele dia - É você

 

Fiquei sem reação. Ainda fingia dormi e por pouco não deixei claro que estava acordado. Ela realmente tinha dito aquilo? Por pura e espontânea vontade? Agora tinha quase total certeza do que o que eu sentia era multou, ela também sentia algo por mim. Senti um calor em minha bochecha, um beijo.

Ah como eu queria mais que aquilo, senti o calor que me proporcionava, sua boca em harmonia com a minha, que podia ir aos céus e voltar com um único selar de lábios, algo que só ela conseguia me proporcionar, era tão simples mais com ela parecia a melhor coisa do mundo.

Não aguentei mais e agir por total impulso. A puxei pela cintura deixando a debaixo de mim na cama, seus olhos expressavam surpresa, mas para minha surpresa ela não gritou, reclamou se debateu ou me bateu, ela sorriu, um sorriso sinceros.

 

- Você também fica bonito quando fingi dormi - disse, completamente vulnerável a mim.

- Então eu sou o motivo do seu sorriso? - falei sorrindo sarcasticamente. Fechou os olhos e deu uma risada nasal em seguida esboçou o mesmo sorriso sarcástico.

- E se for? - retrucou, ela ainda vai me deixar louco.

- Não deveria brincar comigo, Sophia - disse colocando uma perna de cada lado de seu corpo, prendi suas mãos acima da cabeça e aproximei o restante do meu corpo no seu, acabando com qualquer probabilidade da mesma fugir.

 

Aos poucos fui me aproximando mais dela, com certo cuidado para não assusta-la. Quando já estava a centímetros de distância de colar meu corpo no seu a beijei com intensidade, desejo e fúria, parecia que não nos beijávamos a anos e agora estava matando a saudade um do outro, ao mesmo tempo que era feroz, era harmônico, vários sentimentos dominar eu ser, desejo, luxuria, carinho e amor. Senti o calor em meu corpo novamente, a queria mais, queria por completo só pra mim.

Desci minha mão livre para sua cintura, colocando a mesma por dentro da blusa chegando até seu sutiã e apertando-o de leve o que provocou um pequeno gemido entre os beijos de Sophia, se ela soubesse como isso me provocava.

Estava prestes a retirar sua blusa quando ouvi a companhia tocar loucamente, CAMPAINHA DO INFERNO PRA QUE TOCAR LOGO AGORA.

Me afastei aos poucos da mesma, quando já estava na porta virei e disse "fique aqui" a Sophia que já tinha se sentado na cama, a mesma assentiu, a visão dela com os cabelos bagunçado e a blusa desarrumada deu vontade de voltar e ignorar a pessoa que tocava a campainha sem parar, mas era capas de arrombar a se preciso. Abri a porta me deparando com um ser sorridente.

 

- O que você quer, Debrah? - disse ríspido, e a segunda vez que isso acontece - Eu estou ocupado.

- Com certeza nada que seja mais importante do que eu né, gatinho - falou colocando suas mãos em volta do meu pescoço que retirei logo - O que foi?

- Vai embora logo, não quero ti ver. - falei friamente, a mesma se espantou com a minha forma de falar.

- O que você quer dizer com isso? Terminando comigo, é isso? - disse irrita via raiva em sua voz, a mesma bufava.

- Preciso desenhar pra ver se intende? - falei com ironia, tenho certeza de que se olhar mata-se, o dela já teria me enterrado vivo.

- ISSO NÃO VAI FICAR ASSIM - ela saiu pisando duro e bateu o portão com força.

 

Comecei a rir, um tormento a menos, subi para meu quarto onde finalmente poderia ficar a sós com a Sophia. No quarto ela já estava em pé andando de um lado para o outro, com certeza tinha ouvido a voz de Debrah lá em baixo, quando me viu parou ainda continuou calada.

 

- Ela já foi embora, pode relaxar - disse, a mesma soltou um suspiro, mas ainda parecia um pouco tensa, tentei me aproxima e ela deu um pequeno passo para trás, estranhei, minutos atrás ela ficou tão entregue a mim, e agora com medo - Sophia... Está tudo bem?

- Sim, é só que não pensei nas consequências do que iriamos fazer - disse passando a mão em seu pescoço tentando sorrir - Mesmo que ela seja uma megera, eu não me entregaria ao seu parceiro, pelo menos não deveria - falou se aproximando um pouco ainda mantendo uma longa distância entre nós, que eu quebrei ficando em sua frente com as mãos no seu belo rosto obrigando-a a olhar no meu olho.

- Não estamos mais juntos - falei o que fez ela arregalar os olhos, claro que ficaria surpresa - Nós acabamos de terminar.

- Mas... - antes que terminasse de falar a interrompi com um breve selinho, seus lábios eram uma tentação dos deuses.

- Sophia.... Ainda não entendeu que eu sou louco por você? - disse calmamente, e mesma negou com a cabeça o que provocou um sorriso nasal em mim, como podia ser tão perfeita. A beijei novamente, dessa vez calmo e rápido - Lerda.

- E melhor a gente descer - falou parando qualquer ação que eu poderia ter a seguir - A comida vai esfriar.

 

Concordei e descemos juntos em direção a cozinha onde tinha uma mesa farta de pães tostados na manteiga, bolo de chocolate, panqueca com calda, uvas e morangos cada um em um recipiente separado, e para beber café, suco e iogurte. Nos sentamos e comemos boa parte do que tinha na mesa entre conversas aleatórios e risos, nunca tive um café da manhã tão gostoso, era coisas assim que só ela sabia fazer, era coisas assim que fazia eu ama-la.

continua?


Notas Finais


Nem vão pensando que vai ficar tudo perfeitinho entre eles logo, tem muita coisa pra acontecer ainda até que fiquem em paz.

Mas então, o que acharam? Aceito críticas (construtivas)
.
beijos de ichigo <3


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