História UNKNOWN - Desconhecido - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Scream (Série), Teen Wolf, The Vampire Diaries
Exibições 8
Palavras 810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitores,

Dois capitulos em menos de 3 horas, mereço comentarios e favorito, só acho...

Bjo da lillie

Capítulo 4 - Consegue ler minha mente?


Fanfic / Fanfiction UNKNOWN - Desconhecido - Capítulo 4 - Consegue ler minha mente?

"Olhei para o Luke que fez uma cara de desaprovação. Porém a iniciativa dele ter vindo conversa comigo, mudou a forma que eu estava começando a pensar dele. Pensei por um momento e logo aceitei. 
- Pelo menos teremos um pouco mais de tempo para conversa. - Disse sorrindo."

 

  Querido leitor, imploro que acredite em mim. Não estou apaixonada, não estou amando. Porém há algo nele que faz me sentir intimidade, envergonhada ou até ridícula. Não é paixão, eu tenho certeza. Só não descobri ainda. E com o fato de me sentir assim com ele, você até consegue imaginar como foi horrível aqueles pequenos minutos que caminhamos pelo corredor até o laboratório. Ao chegar, estávamos atrasado e apenas dois lugares em pontos totalmente distantes do laboratório. Apresentei-me para professora que pediu que eu sentasse com uma das meninas. Olhei para ambas. A minha intenção não era julgá-las, perdoe-me se parecer um julgamento. Venhamos e convenhamos que isso é um habito do ser humano julgar a si próprios. Não fazemos por mal. Bem, prometo tentar descreve-las o mais breve possível. 

   A garota da direita ao fundo, seus cabelos eram castanho-escuro e fazia uma combinação um tanto divino com seus olhos. Era morena. Seus traços eram muito delicados. Parecia com uma bruxa, cheia de acessórios estranhos, porém muito bonitos. Também era muito bonita. 

   A outra da esquerda ao meio do laboratório. Bem, era um pouco mais normal. Era loira dos olhos claros. Seu cabelo era ondulado perfeitamente natural. Branca igual a neve. Os traços pareciam ser um anjo. Divina. Quase semi-humana. 

  Repito: minha intenção não é julgá-las. Não sou filha de uma família devota. Meus pais se separam quando eu tinha apenas 6 anos e meu pai nunca foi de ir a igreja. Porém, acredito que há uma força maior, que todos somos iguais e que há sim, uma pessoa que tem tamanho direito de nos julgar. Então, não pense nada disso. 

  Caminhei em direção da garota loira, que quando me sentei abriu um sorriso largo e simpático. O Liam, por fim, não parecia gostar nada disso. E como percebemos, ele não gosta muito de seguir regras. Ele se aproximou da bancada em direção a garota e pediu gentilmente:

- Kate, se importa de troca de dupla comigo? 

 E ela não parecia também gostar de receber ordens. 

- Nem fodendo, Liam. 

- Kate, por favor. - Insistiu. - Não sei o que ela fez, mas concordamos que vocês precisam se resolver. 

- Não concordamos em nada. - Retrucou. - Ela é uma talarica e pronto.  Não precisamos resolver nada. 

- Kate, estou implorando. Prometo te recompensar depois. 

  Torci para Kate não cair no papo furado dele. Já estava começando a festejar por dentro quando ele resolve uma dessas. A unica pergunta que eu tenho é: por que ele está montando o circo todo para ficar ao meu lado?. Pensamentos como: quem sabe...; acho que ele...; será que ele te acho...; quem sabe ele quer...; Me desculpe, caro leitor. São ridículos demais para serem completados. Os afastei o mais rápido possível. 

  Por fim, o papo mole fez com que Kate ficasse mole e decidisse resolver as coisas com sua amiga talarica. Já estava começando a ficar cansada de evitar conversa com ele. Preciso superar essa vergonha toda e aceitar que talvez possamos ser bons amigos. Provavelmente posso estar errada, mas todos tem direito a uma chance, certo?

- Liz, não quero que se sinta intimidada. 

 Voltei meu olhar para ele em um piscar de olhos. Como ele descobriu que me sentia intimidada perto dele? Será que deixei muito na cara? Que se dane. Agora não adianta mais. O que eu digo?

- Acho que se você me dizer o que eu posso mudar, talvez poderemos ser bons amigos. 

- Não me sinto intimidada perto de você. Só sou meio reservada com pessoas que eu não conheço. 

 Boa garota! Acabou de dizer para ele que ele é um mero estranho e por isso quer que ele fique longe. 

- Sei que não sou um estranho, e sim a situação toda que você está passando é. 

 Por favor, não se ofenda, não se ofenda! 

- Bom... Eu quis dizer no sentido de morar em um lugar novo, onde você não conhece nada. 

 Isso você vai precisar concorda com ele. 

- Entendo. - Isso é apenas o que consigo dizer. 

- Então, agora você vai tentar se abri mais?

 Oi? Ah, ele quis dizer ser menos reservada. Liz, calma... Você precisa se recompor, talvez precise de...

- Bom, deixar você pensa... Quando estiver de acordo...

- Por que sinto que você consegue ler minha mente?

 Acho que isso pode ter o ofendido, pois no momento anterior ele sorria com simpatia e quando soltei essa seu sorriso torno-se espaço de medo, terror. Como se fosse ele estivesse escondendo algo e fosse pego com as calças nas mãos. 


Notas Finais


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