História Unlucky In Love - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO, Huang Zitao "Z.Tao", Kris Wu, Lu Han
Personagens Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao
Tags Chansoo, Kaisoo, Krisoo, Kyungmyeon, Married, Susoo
Visualizações 71
Palavras 3.219
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Noite pessoal, espero que gostem desse capitulo e como eu disse no capitulo anterior a história está começando a fluir e a cada novo capitulo, novos personagens vão acabar tendo um destaque maior ou menor.
Queria aproveitar e pedir desculpas, minhas sinceras desculpas pelo atraso, eu tento sempre atualizar o mais rápido que posso mas ainda assim sinto que acabo demorando muito, me desculpem mesmo pela demora.
Boa Leitura, espero que gostem de ler esse capitulo assim como eu gostei de escreve-lo.

Capítulo 6 - Chew The Words


Fanfic / Fanfiction Unlucky In Love - Capítulo 6 - Chew The Words

POV Do KyungSoo

07/01/2017 Sábado

08:00

Me acordei pela manhã com alguns raios de sol invadindo o quarto que havia sido cedido para minha hospedagem na casa dos Kim’s, a luz se fazia presente devido a enorme janela que existe no ambiente. Ainda deitado na cama encarava o teto me recordando dos ocorridos da última noite, desde o jantar de apresentação até o momento no jardim que JunMyeon provou ser alguém verdadeiramente encantador, também me veio à cabeça o instante que avistei Yifan nos observando, não tive tempo de conversar com o mesmo desde então e explicar a situação, hoje mesmo preciso encontrá-lo e assim deixar as coisas claras para que ele não ache que eu me vendi a um dos Kim, não que eu deva satisfações a ele, só sinto que preciso informá-lo dos ocorridos para que assim Yifan possa me auxiliar e aconselhar nas decisões a serem tomadas, já que o mesmo é um ótimo observador.

Depois que JunMyeon e eu nos abraçamos o mais velho se encarregou de me trazer até o quarto de hóspedes aproveitando também para me mostrar onde se localizava os seus aposentos usando como desculpa o argumento que caso me acontecesse qualquer problema era para procurá-lo.

O quarto que eu havia passado a noite, assim como toda a casa, era grande, possuía paredes em um tom bastante claro de amarelo, uma enorme janela de vidro que provavelmente deve se ligar a uma varanda, a cama era enorme e os lençóis faziam contraste com as cores das paredes e tirando o leito só existiam outros dois móveis no recinto, um armário branco e uma estante, que estava completamente vazia. Em geral era como um quarto de hotel, nada de diferente ou que chamasse a atenção, apenas enormes espaços vazios.

Não sei ao certo quanto tempo fiquei observando o cômodo, não era como se eu contasse os minutos para me levantar e ir enfrentar a realidade que estava me aguardando do lado de fora, então ficar fazendo essas observações era muito melhor.

E como se alguém estivesse lendo meus pensamentos, pois enquanto pensava em uma maneira de permanecer naquele quarto, a porta se abriu e uma verdadeira comitiva adentrou no recinto, duas mulheres com uniformes de empregadas carregando algumas sacolas, seguindo ela estavam três homens que traziam nos braços algumas caixas, por fim adentrou um rapaz que portava um violão juntamente com um largo sorriso no rosto, assim que me avistou seus dedos percorrem as cordas do instrumento começando a tocar. A melodia era calma mas ao mesmo tempo dançante, junto com a música o jovem também cantava e pela letra pude notar ser uma canção inglesa.

“Who's to say

What's impossible?

Well they forgot

This world keeps spinning

And with each new day

I can feel a change in everything.”

O rapaz possuía uma voz muito bonita e agradável de se ouvir que juntamente com a música, transmitia uma sensação de tranquilidade, mesmo à mim, que não entendo muita coisa de inglês e mal conseguia traduzir a letra. Enquanto ele cantava uma outra empregada adentrou no quarto deixando uma bandeja ao meu lado, sobre a cama, para depois se juntar às outras domésticas na arrumação do cômodo.

 

Please don't go away

Please don't go away

Please don't go away

Is this how it's supposed to be?

Is this how it's supposed to be?”

 

E assim se encerrou a canção que embalava meus ouvidos e trazia uma calmaria maravilhosa ao ambiente e ao meu interior também, até mesmo poderia dizer que essa música me trouxe um pouco de ânimo.

— Bom dia, meu nome é Lu Han, estou aqui para lhe auxiliar e de agora em diante serei seu guia no que diz respeito aos Kim’s, assim como responsável por organizar suas atividades semanais, vai ser um prazer servi-lo Sr. Do. — Assim que terminou de falar largou o violão e se curvou em forma de respeito, não vou mentir sempre sonhei em ter um empregado particular, mas agora passando por essa situação, parecia algo irreal, como se alguém gastasse tempo de sua vida apenas para fazer coisas que eu poderia muito bem executar sozinho, como fiz minha vida toda.

— Calma, calma. Quer dizer que eu vou ter alguém para me secretariar? — O jovem a minha frente assentiu. — Cara, isso não é necessário, eu posso muito bem me virar sozinho. — Assim que falei o Han se ajoelhou e juntou as mãos como se estivesse em oração.

— Por, por favor, eu estou implorando que me deixe lhe servir. — O rapaz estava preocupado, seu rosto possuía uma expressão de nervosismo puro. — Eu preciso desse emprego, desde que vim da China atrás de novas oportunidades a vida só tem me dado rasteiras. — Sua voz estava embargada, parecia estar prestes a chorar. — Eu, eu realmente não sei o que fazer, se me mandarem embora acabarei sendo deportado de volta à China, pois nem possuo condições para bancar um lugar para morar.

Aquelas palavras me tocaram de uma maneira tão profunda, estava em uma situação similar a do Han até ontem, mas por sorte, ou azar, do destino agora me encontrava aqui, acorrentado aos Kim e com as expectativas de outro jovem nas mãos.

— Fique calmo, eu entendo você já estive em uma situação similar. — Me levantei e fui até o rapaz para ajudá-lo a ficar em pé. — Não precisa se preocupar, muito menos implorar, pelo seu emprego, já que você precisa desse trabalho vou aceitar sua companhia. — O garoto me abraçou em pura animação, mas logo soltou-me pedindo inúmeras desculpas pela ação tão precipitada, me fazendo soltar uma leve risada. — Não precisa pedir desculpas, por algo tão bobo como isso.

— Claro que precisa, você é meu patrão, tirando o dono da casa, só o senhor pode me demitir. — Enquanto falava caminhou até a bandeja que estava em cima da cama e a destampou. — Precisa se alimentar devidamente Senhor Do, para as atividades do dia.

Passamos boa parte da manhã organizando aquele quarto de hóspedes e o transformando em meus aposentos, novos móveis postos no cômodo, entre quais estavam um rack juntamente com uma televisão, um criado mudo e um puff gigante e amarelo, Lu Han e eu escolhemos o local onde seria posto cada detalhe da nova mobília e com o auxílio dos empregados posicionamos cada qual em seu determinado lugar, porém com o passar das horas a ajuda ia diminuído, pois os subordinados tinham outras afazeres.

O enorme armário que já existia no quarto foi preenchido com as roupas que havia comprado com Yifan, já a estante que estava vazia começava a ficar sem espaço, devido a os objetos que a preenchem e que faziam parte da minha infância.

— Não acredito que encontraram até mesmo minhas antigas pelúcias. — Disse abraçado a meu pinguim de pelúcia que estava em um estado um tanto quanto degradante, mas mesmo assim continuava possuindo um valor enorme para mim.

— Pelo visto eles investigaram a fundo na sua vida e conseguiram todas as suas coisas, quando o Sr. Kim disse que queria que transformassem este quarto em um lar para você, ele estava falando muito sério. — Lu Han falou enquanto parecia procurar algo entre as caixas que habitam minhas antigas coisas. — Olha só, esse aqui não parece tão velho e ainda por cima é o mais fofinho. — O chinês ditou enquanto apertava um dinossauro de pelúcia dos braços.

Hey, não aperta desse jeito o Dae, só eu posso. — Ordenei enquanto tomava o dinossauro dos braços do Lu, esse que estava se segurando para não começar a rir.

— Nossa, nossa, esse aí tem até nome, que fofinho, você parecendo uma criança que não divide os brinquedos. — Fingi espanto com as palavras do garoto a minha frente.

— Nossa, digo eu, não era você que até agora pouco estava implorando por seu emprego? Já sinto falta de ser chamado de Sr. Do. — Ditei soltando uma leve risada. A resposta de Han veio em forma de travesseiradas juntamente com um bico infantil se fazendo presente em seus lábios.

— Foi você que disse para não chamá-lo assim quando estamos sozinhos, olha aqui eu vou te dar alguns cascudos não sou obrigado a ter chefe bipolar. — Enquanto falava comecei a rir e revidando as travesseiradas, o Han estava certo, havíamos conversado sobre não termos esse tipo de formalidade, pelo menos não enquanto estávamos sozinhos, mas eu não esperava que acabaria em uma mini guerra de travesseiros com o rapaz.

— Okay, vamos parar com isso, daqui a pouco aparece alguém e me dedura para o Sr. Kim por agredir o Sr. Dou-nome-aos-brinquedos. — Voltamos a nos sentar na cama, em meio a risadas, enquanto o Lu pegava seu celular e eu continuava abraçado ao dinossauro de pelúcia.

— Em minha defesa, não fui eu que dei o nome, o Dae foi um presente. — Ao mesmo tempo que eu falava o chinês largou o seu celular e olhou em minha direção, como se fosse um pedido mudo para eu continuar com o relato. — Um amigo, me deu esse dinossauro, para que quando ele estivesse longe, estivesse perto ao mesmo tempo. — Falei um  pouco ruborizado, o rapaz ao meu lado franziu o cenho e formou uma expressão de curiosidade em sua face.

— JongDae, é o nome do meu amigo e a pelúcia se chama Dae, para que eu me lembre dele quando ele não estiver por perto, como agora por exemplo. — A expressão de confusão ainda se encontrava no rosto do jovem Lu, que não tardou em questionar.

— Mas onde está esse seu amigo? E se essa pelúcia é tão importante por quê a deixou para trás? — Ambas as perguntas não possuíam resposta exata para mim, realmente havia deixado o presente do único amigo que possuía para trás, minha consciência pesou e só consegui abraçar mais forte a pelúcia em meus braços.

— JongDae vive viajando pelo mundo, ele faz parte de uma ONG e a cada viagem ajuda um pedacinho diferente desse mundo desgarrado, então não tem como saber onde ele está agora. E sobre a pelúcia eu realmente não sei o porquê de tê-la deixado para trás, mas também eu literalmente fui expulso de onde morava não tive nem mesmo tempo de trocar de roupa, quem dera lembrar de tudo que devia trazer. — Falei soltando um suspiro amargurado.

Lu Han pareceu compreender meu lado e desmanchou aquela expressão de curiosidade o que foi um grande alívio para mim, não queria falar muito menos lembrar dos dias que antecederam sexta-feira.

— Espero que se encontrem novamente, é ruim ficar sem notícias de um grande amigo, eu por exemplo vim da China para cá encontrar meu melhor amigo. — Dessa vez quem acabou ficando curioso fui eu e o chinês pareceu perceber isso. — Antes que pergunte eu não menti quando disse que vim para cá atrás de novas oportunidades, mas o maior incentivo era reencontrar meu amigo sumido. — Ao mesmo tempo que falava parecia pensar se realmente deveria estar me contando tais informações.

— E você o encontrou? — Perguntei focando minha visão em seu rosto em busca de alguma expressão ou gesto que denunciasse ou respondesse antecipadamente a minha pergunta.

— Encontrei, mas o babaca me tratou como se eu fosse um antigo mascote, ele ficou bem de vida e acabou se transformando em um idiota com síndrome de estrelismo. — Infelizmente também tive o desprazer de conhecer alguém assim então entendia a revolta que o Lu Han exalava ao falar do antigo amigo.

Depois daquelas palavras entramos em um diálogo sobre qual de nós dois possuía mais azar na vida, era uma conversa franca e parecíamos sinceros um com o outro, mas mesmo assim era um diálogo superficial, pois eu não chegaria a contar tudo que me aconteceu, apenas falei o básico, como algumas bobagens e desilusões da época do colegial, mas também falei sobre a reunião que tive com o Sr. Kim, em como fui chegar aqui sendo que estava até ontem na rua. Não era como se Lu Han não fosse confiável, pelo contrário, mas mesmo assim apenas loucos ou tolos confiam de cara em alguém, sem contar que posso acabar prejudicando outras pessoas se falar demais.

Nosso bate-papo se estendeu até que uma das empregadas da casa veio me chamar para o almoço e o chinês preferiu ficar no quarto para terminar de guardar algumas coisas e deixar o quarto mais organizado.

A empregada apenas me guiou até a cozinha, sem dizer uma única palavra ou direcionar algum olhar a mim, aquela parecia ser a forma como todos os funcionários da casa agiam e isso me deixava preocupado em como seria viver nessa mansão, mas me senti um pouco feliz por ter Lu Han como subordinado, pois até agora ele não me tratou de uma forma fria como os outros empregados da casa faziam.

Já na cozinha o que me fez sorrir foi encontrar o olhar tão sereno de JunMyeon acompanhado de um longo sorriso presente em seus lábios. Seus trajes eram tão formais, sem o colorido da noite passada, parecia alguém mais sério e responsável, o que combinava perfeitamente com o pouco que conhecia de sua personalidade.

— Olá KyungSoo, veio me acompanhar no almoço? — O Kim perguntou se levantando e fazendo uma rápida reverência, que prontamente retribui antes de me sentar perto a si no balcão que existia na cozinha.

— Bom dia JunMyeon-hyung, eu vim porque me chamaram e também porque estava com fome. — O respondi em tom brincalhão o que arrancou uma risada contida do mais velho.

— Talvez, só talvez eu tenha pedido para te chamarem. — Falou de forma descontraída enquanto as empregadas colocavam os pratos e talheres de frente a cada um de nós. — Não queria almoçar sozinho, meu pai disse que ia se preparar para a reunião de hoje a tarde então nem fez questão de vir para casa almoçar, minha madrasta provavelmente deve estar torrando dinheiro com o Park então só a encontraremos a noite  e quanto ao meu irmão, bem ele prefere fazer as refeições no quarto a ter que dividir a cozinha comigo. — Seu tom de voz mudava completamente quando falava do irmão mais novo, era como se ele se sentisse culpado pela distância que existia entre os dois, pelo menos era o que eu sentia.

— Eu irei acompanhá-lo então, aliás sempre que precisar de companhia pode me chamar, até agora não fiz nada de importante, sem contar que seu pai vai adorar saber que estamos nos dando bem. — JunMyeon concordou com a cabeça e ao mesmo tempo começaram a servir o almoço.

Assim como no jantar, nenhuma palavra foi dita enquanto comíamos, o Kim realmente fazia um silêncio extremo durante as refeições. O prato principal era Japchae*, nem me recordava quando tinha sido a última vez que havia saboreado, algo tão bom quanto, o aroma de gergelim me trazia uma sensação de pura nostalgia, me fazendo lembrar das vezes que minha mãe preparava o macarrão para mim.

O almoço não se estendeu por muito tempo pois mesmo sendo sábado JunMyeon precisava voltar para a empresa e participar da reunião que seu pai estava preparando, pelo menos foi o que ele me disse enquanto saia apressado, após ter terminado seu almoço. Mas eu pelo contrário me dei o luxo de repetir o prato, o que causou estranheza nas empregadas presentes na cozinha, mas não me importei com isso, apenas aproveitei a comida.

Quando finalmente me senti satisfeito me despedi do pessoal que ainda estava na copa, que me ignoraram completamente, para dirigir-me novamente ao meu quarto, porém dessa vez sem ninguém me acompanhando. O percurso foi rápido e assim que entrei no cômodo, pude notar a ausência de Lu Han, o que me fez regredir até o corredor em busca do mesmo.

Bastaram apenas alguns passos para que eu pudesse ouvir a voz de quem procurava, ela saia de um quarto próximo ao meu que estava com porta escancarada o que me permitia ter total visão do que se passava lá dentro assim como ouvir o diálogo que se ocorria.

— Eu te disse que se cantasse, assim como tentar se aproximar dele faria com que o miserável-zinho te aceitasse como secretário, mesmo que eu prefira você comigo, pelo menos você estará nessa casa. — JongIn afirmou como se fosse a coisa mais óbvia desse mundo.

— Cale a boca JongIn, eu só me prestei a esse papel por insistência sua. — Lu Han falou enquanto deslizava uma de suas mãos pelo abdômen desnudo do amorenado. — E ele não é tão insuportável como você havia me dito, pelo contrário é uma pessoa agradável e mais fácil de lidar que um certo alguém. — As palavras do Lu me deixaram confuso, não pareciam uma ofensa mas beiravam longe de ser um elogio, era só o que me faltava alguém me analisando enquanto conversávamos.

JongIn ria de forma cínica ao mesmo tempo que puxava o chinês e o sentava em suas coxas, o Kim estava apenas trajando um short curto todo estampado, diferentemente do Lu que usava uma camiseta social preta com os botões todos abertos e uma calça social que analisando agora parecia três vezes maior que o tamanho ideal para o Han.

— Repita isso e eu te expulso daqui, de mãos vazias, era só o que me faltava, me comparar com a ralé. — Revirei os olhos com tamanho ego do mais novo dos Kim, ele exalava uma falsa superioridade que até poderia me deixar enjoado. — Preciso lhe aplicar uma boa punição para aprender a cuidar o que fala, mas agora vamos ao que interessa, antes que aquele pigmeu termine de tirar a barriga da miséria. — Quando terminou de falar JongIn deslizou as mãos para dentro da calça social de Lu Han e parecia apertar a região das nádegas.

Voltei às pressas ao meu quarto evitando de fazer qualquer barulho,  porque além de ser ofendido por aquele babaca, não precisaria vê-lo transar com o chinês que eu havia recém conhecido. Assim que adentrei meus aposentos deitei-me na cama sem me importar se ela estava já arrumada ou não, descansar seria a melhor coisa a se fazer depois desse belo almoço, seguido por espionagem de uma quase transa.

Enquanto ia relaxando algumas lembranças começaram a se fazer presente em minha cabeça, mesmo que contra minha vontade.

Flashback

03/01/2017 Terça-Feira

00:30

KyungSoo estava deitado em uma cama em formato circular, os lençóis que o envolviam eram cinzas e suas vestes foram deixadas pelo caminho que havia anteriormente trilhado em meio a beijos afoitos, como se buscassem ansiosamente por mais contato. O jovem Do sentia seu falo ser sugado pela boca que outrora beijava, assim como sentia sua intimidade sendo penetrada pelos mesmos dedos que até então estavam entrelaçados aos seus.

Não existia reciprocidade nos movimentos que trocavam, muito menos nas sensações que sentiam, enquanto um buscava diversão no sentido mais pejorativo da palavra, KyungSoo só esperava que tivesse pelo menos um pouco de dinheiro para pagar parte de suas dívidas, mesmo que o sacrifício fosse vender sua dignidade juntamente com seu corpo a um completo desconhecido.

 


Notas Finais


Japchae*: é um prato de macarrão de batata-doce que é feito com vegetais fritos, e é aromatizado com óleo de gergelim e molho de soja.
Me desculpem pelos erros ortográficos e espero que tenham gostado do capitulo. Os flashbacks que ocorreram durante a fanfic serão todos narrados pelo ponto de vista do autor, porque fica melhor para mim poder esconder alguns detalhes e não entregar tudo de bandeja. Criticas e sugestões sempre são bem vindas. Beijos e até a próxima.


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