História Unmei - As linhas da vida - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Palavras 3.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Fantasia, Harem, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


..... Oi
Carai berg tão fuzilando um bonequinho igual a mim, relaxa galera mantenham a calma :V não sejamos agressivos kkk

Como vão? Eu to um trapo :V kkk assim sendo bem realista, pq so logo direta kk
Gente meu bebe volta amanha \o/ AE pora kkk amanha volta meu pc, porem quero a opnião de voces e principalmente das meninas, estão gostando? estou percebendo que dei bastante mancada.
Naturalmente ja tenho uma mancada Historica com O lobo e A flor, porem não quero isso nessa fanfic.

Capítulo 8 - A queda do dragão


Quando o objeto tocou o chão uma explosão de chamar azuis se iniciaram era como um farfalhar de folhas, lançavam chamas azuis no céu que sumiu com o tempo, mas não o suficiente para que o garoto na ponte não pudesse observar a beleza que as chamas deixavam, claro estava a quilômetros dele, porém ainda era possível ver o brilho das chamas e mais ou menos a localização, talvez só talvez já estivesse horas ali observando ou somente meros minutos. 
 
- Mestre Haku?- Um dos empregados chamou o garoto. Ele se virou voltando sua atenção ao mundo.- Yubaba chama você na sala dela, com urgência.- O menino acenou com a cabeça, antes de ir deu uma breve olhada na direção onde viu o rastro de luz cair, entretanto já não via nenhuma luz o que ele particularmente achou estranho. 

 

     No campo o mago observou o rastro de luz sumir atrás de uma cadeia de montanhas, assim que a claridade se escondeu tudo voltou a ser iluminado pela luz das estrelas, ele suspirou entrando e fechando a porta da sacada. 
 
- Então? Viu o que era?- O fogo perguntou encarando o mago. 
- Não...- Ele falou pensativo. 
- Não acho que seja uma estrela cadente.- Ele falou agarrando uma lenha e a trazendo para próximo de si. 
- Um demônio?- O mago perguntou com curiosidade, afinal seu companheiro Calcifer era um demônio no fim das contas. 
- Também descartaria esta opção.- Ele falou usando seus braços de fogo para alisar a lenha. 
- Então você sabe, mas não quer me contar?- Ele perguntou rindo. 
- Só tenho uma teoria.- ele deu ergueu seus braços finos em sinal de rendição.- Está de bom humor Howl, isso é raro.- Ele debochou um pouco do mago. 
- Impressão sua.- Ele falou suspirando.- É mais uma coisa...- O fogo o interrompi. 
- Já sei, agua para o banho, se repetir essa frase mais uma vez na sua vida levanto desta lareira e bato em você.- Ele falou bravo, Howl gargalhou. 
- Não é isso, ia falar para parar o castelo.- Ele falou subindo a escadas. 
- O que!- Ele se espantou, não por o pedido do "mestre" ser outro, mas sim pela escolha de lugar para passarem a  noite.- Acha que é seguro? 
- Sim...- O mago iria citar sobre Suliman não estar mais atrás deles, porém se lembrou de muitas coisas ruins preferiu subir as escadas e entrar em seu quarto em silencio. 
- O que eu faço por você?- Calcifer suspirou pesadamente. 

 

       Deitado Howl pesava o que poderia ser aquela luz, sentia algo vindo daquilo, mas o que exatamente não conseguia saber, se Calcifer realmente sabe o que é por que não contar? Seria um inimigo? Não bobagem o garoto pensou, virando para um lado da cama e dormindo, pode sentir antes de cair no sono o castelo parando e se fixando no chão. 

   Na sala da feiticeira haku observava a mestra assinar uns papeis e carimbar os mesmos, o sol já estava em pino e a casa de banhos já estava fechada com seus funcionários dormindo.  

- Ouvi dizer que você tem passado bastante tempo fora e sem as minhas ordens.- Ela fez uma pausa e acendendo um cigarro.- Isso não teria haver com você sabe quem não é?- A bruxa debochou um pouco do garoto e o mesmo manteve sua expressão indecifrável. 
- Sabe muito bem que pelas regras desse mundo não podemos nos envolver.- Ele falou com a voz um pouco rouca. 
 

    Desde a época que Chihiro esteve no mundo dos deuses causou muita confusão nele o forte sentimento que ele tinha pela garota que mesmo negando a si mesmo ele nutriu, depois de alguns anos no mundo dos deuses, Haku decidiu ir atrás da menina, quebrando pelo menos dezenas de regras, ele foi, porém ao chegar lá viu ela com duas meninas correndo por uma sala de jantar, felizes, era noite e tinha comida na mesa um homem talvez de uns 40 ou 50 anos vinha correndo com um lençol branco no pescoço como um super heroi fugindo de uma terceira menina que corria atrás dele com uma espada de papel. 

   O garoto engoliu seco, olhava aquela cena com repulsa, felicidade, raiva, mas aceitação, demorou anos para arrumar coragem e ir atrás dela, agora já deveria ter seus 40 anos, casada com filhas e feliz. O menino na sua forma de dragão olhava a cena do alto de uma arvore e arranhava o tronco da mesma e rosnava quando o homem falava alguma coisa. 
   Foi quando ele se deu conta, está com ciúmes, suspirou em derrota e serpenteou para descer da arvore e iria subir para os céus bem acima das nuvens, te ouvir uma porta abrindo. 
 
- Tem alguém ai?- Uma voz suave falou. 
"Chihiro?"- Ele se perguntou mentalmente e por descuido acaba pisando num galhos fazendo a mulher se voltar para ele. Ela cai no chão em choque. 

 

   A mulher estava em choque, o dragão olhava ela com preocupação afinal esperava que ela se lembrasse, ele tentou se aproximar dela devagar, mas ela recuava ainda no chão com olhos arregalados e boca entre aberta. 
 
- Por favor, não nos faça mal.- Ela pediu tremendo. 
- Não estou aqui para lhe fazer mal...- Ele deixou que o remorso saísse pela voz que ecoou na cabeça de Chihiro. 
- Como?- Ela perguntou se afastando, e ao mexer o cabelo ele viu no rabo de cavalo dela o prendedor que Zeniba deu para ela. 
- Ainda carrega um presente tão valioso e nem se lembra de nós!- Ele rosnou, não foi intencional, saiu automaticamente, como dragão era muito mais difícil esconder sentimentos, ele levantou voou de forma brusca fazendo uma ventania atingir a casa e fazer as folhas voarem descontroladas, no céu antes de ir embora ele viu uma lagrima escorrer pelo rosto da mulher e a porta abrindo e a voz do marido dela. 
- O que houve?- Foi a última coisa que ele ouviu antes de sumir nas nuvens e perder a consciência ao cair num lago. 
 

 

    Voltando a realidade o garoto encarava Yubaba que gargalhava. 
- Você é tão fácil de ler quanto uma folha, Kohaku.- Yubaba riu soltando a fumaça das grandes narinas. 
- Me chamou por um objetivo, o que seria.- Ele parte para o ponto. 
- Está ficando muito abusado.- Ela o observou melhor.- Os anos lhe fazem bem haku.- Ela puxou mais fumaça e logo em seguida a soltando devagar.- Ainda assim não será possível voltar ao mundo humano. 
- Sei de minhas falhas, porem já foi espirito de um rio Yubaba, ainda tenho direito de ir para o mundo humano.- Ele pareceu se alterar de leve. 
- Regras são regras e Suliman agora no poder, adora impor limites.- Ela apagou o cigarro e observou a janela.- Howl está vindo para cá.- Yubaba falou por fim e mesmo não estando de frente para o jovem dragão percebeu o ambiente se encher de um leve cheiro de agua doce. 
- Não seja tão mal humorado Kohaku.- Um boneco de papel entrou pela janela e ousou no chão projetando a imagem de Zeniba. 
- O que faz aqui, bruxa velha.- Yubaba zombou voltando a analisar uns papeis. 
- Boa noite Zeniba.- O Haku fez uma leve reverencia. 
- Não acredito que concordarei com minha irmã, mas os anos lhe fazem bem Haku.- Ela falou sorrindo, mesmo sendo um elogio recorrente ao garoto ultimamente ele não pode deixar e corar de leve. 
- O que traz aqui?- Yubaba mexeu os dedos e os papeis se assinavam sozinhos. 
- Venho avisar de uma solicitação para entrada no mundo espiritual do mago aprendiz, Howl.- Ela falou projetando uma imagem do homem que ao ver todos fez um leve aceno de cabeça, porem seu olhar cravou em Kohaku. 
- Não deveria estar voltando aqui.- O Jovem dragão mostrou se contra a entrada do mago. 
- Minhas sinceras desculpas a todos por essa interrupção.- Ele falou sereno.- Sei de meu problema no passado, mas acho que isso deve ser deixado de lado.- Ele sorriu para Kohaku.- Venho em nome de Suliman, sabemos que com tempos atuais nosso mundo entra numa linha tênue entre caos e ordem.- Ele fez uma pausa.- Porem ela me mandou para analisarmos estranhos fenômenos nos dois mundos. 
- Diz a abertura de portais entre o mundo humano e o espiritual?- Kohaku perguntou curioso. 
- Sim, muitos humanos facilmente entram no mundo de vocês sem permissão e os magos deste lado acham que o problema não é aqui.- Howl falou sério. 
- Esta insinuando que nós estamos deliberadamente deixamos humanos entrarem aqui?- Yubaba levantou na cadeira observando Howl com uma expressão assustadora. 
- Não sou eu quem insinua...- Ele falou suspirando.- Estamos em tempos perigosos, não e mais como a 30 ou 40 anos atrás onde a crença nos deuses era muito maior, estamos com problemas do lado de lá também, os tempos modernos estão dificultando tudo. 
- Então por que Suliman mandaria justo você?- Kohaku com seu semblante normal. 
- Não sei sobre o que era, mas noite passada um grande objeto brilhante passou pelos céus do mundo humano e sumiu trás da cadeia de montanhas da floresta do grande espirito.- A sala caiu em silencio. 
- Isso era o que temia.- Zeniba encarava os céus preocupada. 
- Então ele caiu no mundo espiritual.- Howl cruzou os braços pensando. 
- Na noite anterior vi uma coisa caindo bem longe daqui.- Kohaku se pronunciou. 
- Então estamos entendidos.- Zeniba sorriu. 
- O que?- Yubaba perguntou a observando de cara feia. 
- Você tem permissão para entrar no nosso mundo.- Mesmo que a imagem de Howl e Zeniba fossem meros "holograma" ela puxou um pergaminho e estendeu a Yubaba que assinou como se ela estivesse ali e depois da outra feiticeira assinar entregou o ao mago.- Sugiro que saia dos territorios do grande espirito a floresta não e tão pacifica quanto antigamente. 
- Estarei presente ao pôr do solo.- Ele falou antes da imagem queimar em fogo azul. 

 

      Tudo azul, era como Yonaka podia descrever ao seu redor, não estava em casa isso ela saiba com certeza e também não era um sonho, já tinha se beliscado algumas vezes, olhou embaixo de si vendo uma cratera com chamas azuis se apagando, suas costas doíam correu para a beirada do rio ao seu redor, sim a imensidão azul era agua, virou de costas vendo as mesmas brilharem em branco, sentou a margem daquele grande volume de agua e suspirou. 
 
- Onde eu estou?- Ela sussurrou encarando a imensidão azul, observava que ao longe dali tinha pequenas construções talvez estivesse realmente muito longe, olhando para trás de si viu também distante montanhas fazendo um desenho com varias curvas e dando contraste a cena, apertou a visão e pode notar luzes. Talvez uma cidade? Ela deduziu ainda meio desnorteada, levantando com dificuldade sentia várias partes do seu corpo doloridas.- Ok vamos lá... Estou no meio de uma ilha, confere.- Ela olhou ao redor.- Pressa no meio de uma cratera que estava pegando fogo?- Ela já não via mais chamas, porem o estrago era visível.- Só mais um dia normal! 

 

     Ela deu um tapa na própria testa; Concentra Yono, foco; ela pensou, observando melhor ao seu redor podia ver que a cidade se encontrava mais perto que as montanhas e observou quando viu uma coisa serpentear a agua parando do nada e voltando a se mexer, o som era baixo, porem pode presumir que era um trem. 
- Que eu não esteja viajando mais que o normal.- Ela revirou os olhos e começou a andar para a tal linha do trem apesar da grande distância. 

 

 

    Se isso fosse só o início seria fácil para as amigas, agora separadas por dimensões em território desconhecido algumas delas perdidas e sozinhas, porem o destino ainda estava ajudando elas a se encontrarem, talvez um final bom depois de tudo. 

 

     Em outra dimensão bem diferente o jovem de cabelos loiros observava a paisagem de noite, a lua brilhava no céu como um imenso farol guiando ele por caminhos aleatórios, ele chutava umas pedrinhas enquanto caminhava voltando da loja de conveniências, tinha terminado o ensino médio e agora estava indisposto para pensar no que fazer. 
 
- Que frustrante. - Ele chutou uma das pedras mais forte. Parou assoprando o ar, a noite era fria e fazia qualquer ar quente criar aquela fumaça branca a sua frente, ao longe viu um banco e decidiu sentar, não tinha disposição para andar e não tinha nada para fazer. 

 

      A verdade era que Takumi estava um pouco mais para baixo que o normal, a presidente da classe dele a famosa  "presidente demônio" havia rejeitado ele, não foi rejeitar no sentido da palavra, ele achava a garota muito interessante e via ela sendo tão boa com as pessoas que sequer conhecia ele não conseguia entender. Suspirou e abaixou a cabeça, iria se levantar quando ouve uma voz o chamando. 
 
- Oe! Takumi!- Um garoto com sorriso grande vinha caminhando ate ele.- Não ouviu eu chamando na loja?- Ele se aproximou sentando no banco. 
- Não sinto muito.- Takumi jogou a cabeça para traz soltando mais uma lufada de ar. 
- Esta muito distraído é sobre a Misaki?- O garoto perguntou mostrando se preocupado com o amigo. 

 

   Takumi observou o amigo e sorriu, não era de se aproximar das pessoas, geralmente era admirado por sua beleza entre homens e mulheres, quando estava no último ano do ensino médio conheceu Ganta um garoto visivelmente normal, bem-humorado e alegre, até o acidente com uns colegas de turma. O garoto de cabelos loiros bagunçou as madeixas e deu um sorriso mínimo. 
 
- Vamos, comprei umas coisas para comermos iria ligar para irmos lá em casa.- Ganta falou feliz. 
- E então como vai morando sozinho?- Takumi levantou do banco batendo a roupa. 
- Bem... que dizer tem suas desvantagens, mas consigo me virar.- Ele riu.- E voce? Já decidiu o que fazer, ainda acho que aquele emprego de meio período seria perfeito.- Ganta falou revirando a sacola da loja e pegando uma comida aleatória. 
- Não, meus parentes estão me chamando para voltar a morar com eles, estou pensando em ir.- Ele falou meio pensativo. 
- O que?- Ganta parou e sacudiu a cabeça.- Nem pensar você iria para longe, não iria?- Ele perguntou triste. 
- Não se preocupe, ainda estou pensando e se eu fosse seria um final de semana.- Ele sorriu, depois de tudo via Ganta como  um irmão pequeno, apesar de terem idades próximas, um passou a cuidar do outro depois dos eventos da prisão DW. 

 

    Os garotos caminhavam conversando sobre coisas banais,  passavam próximos a um lago próximo ao parque onde observavam a vista, Ganta e Takumi então seguiam para a floresta próximo a nova casa do mais novo um dia eles explorando descobriram uma trilha para uma pequena floresta ali, deveria ser um pedaço de floresta conservada e a partir dai passaram a ficar lá observando as noites e as vezes fazendo lição quando ainda estudavam. 
 
- Sabe o que ouvi falar?- Ganta perguntou animado, Takumi acenou negativamente.- Parece que terá um show de estrelas cadentes durante as próximas três noites.- Se aproximando da pequena clareira eles sentaram. 
- Não vi isso.- O mais velho pegou um  bebida. 
- È verdade como aqui e aberto e meio afastado do centro talvez possamos ver.- Ele sorriu alegre. 
- Hm, talvez.- Takumi ficou meio aéreo pensando como convenceria Gerald que ele não queria herdar nada da "família". 
- Oe Takumi!- Ganta sacudiu o amigo, a voz dele era tremula. 
- Desculpa me chamou.- Ele virou para Ganta e o viu pálido, o menino apontava para o mato, com a pouca luminosidade o mais velho nem sabia o que passava ali, mas apontou a fraca luz do celular. 

 

   A uns metros deles uma cratera relativamente grande, exalava calor, pôs em contraste a noite fria podia ver a fumaça, e em pé uma pessoa vinha cambaleando, a mão na barriga ensopada de sangue além de alguns ferimentos, Ganta se pôs de pé e correu até a pessoa. 

   Takumi pensou em falar sobre a ideia de correr na direção da pessoa, mas já era tarde a pessoa provavelmente nem deve ter visto eles por que se assustou com Ganta se aproximando e atacou o garoto, o mesmo desviou por pouco mas caindo no chão pela esquiva improvisada, ao tocar o solo ele levantou a mão preparando uma Ganta Gun. 
   A pessoa recuou no máximo um passo antes de desabar no chão, os dois ficaram meio sem reação, Takumi se aproximou do amigo vendo ele com a bola de sangue na mão, a primeira vez que viu isso foi estranho, mas agora pode ver ele em ação, ele elevou o celular para ver a pessoa uma de estatura media talvez, traços até delicados, porem a barriga sangrava consideravelmente. 
 
- Vamos levar ela para dentro, eu tenho umas bandagens.- Ganta segurou a menina  passando um braço dela por trás da nuca e levaram ela pela pequena trilha ate a casa do menor. 

 

 

     "Agora falta pouco eu diria", o destino ria das meninas, não por mero capricho ele tinha que dar tempo ao tempo e tudo ocorreria no momento que deveria, é assim que ele espera. 

 

    Não havia nada pior que sirenes tocando feito doidas na sua cabeça, Izuku podia sentir a vibração delas, tocavam por todas as partes, estava na cidade num dia normal sem problemas até as sirenes tocarem, ele saiu do predio que estava, por incrivel que pareça estava sozinho, ele imaginou que um passeio não faria mal, engano dele. 

   No céu o tempo fechava consideravelmente, num parque não muito distante raios começaram a cair pelas arvores e uma forte chuva iniciou. 
 
- Quem estaria fazendo isso?- Se perguntou, não parecia nenhum ato de vilão, porem uma tempestade dessas certamente não se iniciava do nada. 

 

     Observou que as pessoas corriam para se abrigar da chuva, foi quando começou uma "chuva" de relâmpagos e trovões, os céus fecharam de vez mostrando um tempo não muito amistoso, o garoto começou a caminhar pela rua e ao passar pelo parque viu algumas arvores pegando fogo, porem não era algo muito convencional já que o mesmo era labaredas azuis. 

    Ele olhou para o céu e viu um rastro cortas as nuvens fazendo um caminho nelas, entretanto ele ora seguia  ora desaparecia reaparecendo em outro local no céu, relâmpagos e trovões começaram a bater no chão do parque, ele começou a observar ao redor, certamente era um inimigo, foi o que pensou. 

   O rastro tomou forma de um meteorito se aproximando do chão, bem longe ele podia ver e se aquilo caísse no chão seria uma catástrofe, destruiria prédios e ate feriria pessoas, apertou a mão em punhos, porem parou. 

   O que ele poderia fazer?  

 


Notas Finais


Ainda não consegui ver Boku no hero, sorry mas vamos lá vou tentar meu maximo, to ligada em algumas coisas do anime vo tentar assistir pelo menos a primeira temporada.

Então o que estão achando, agora todas apareceram ( quase kk relaxe Minene sua hora vai ser bombastica, literalmente kk)
com isso seus shipps, brigas, pulos dimencionais, e a porra toda kkkkkk :V


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