História Unrequited Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias 2NE1, Big Bang
Personagens Cl, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Sandara Park, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags 2ne1, Bigbang, Daesung, G. Dragon, Gri, Kwon Jiyong, Nyongtory, Sandara, Seungri, Taeyang, Top, Youngbae
Visualizações 101
Palavras 2.721
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Yaoi

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um fic nyongtory! Espero sinceramente que vocês gostem ❤

Capítulo 1 - A Sky Full Of Stars


Fanfic / Fanfiction Unrequited Love - Capítulo 1 - A Sky Full Of Stars

 

— Lá vem ele de novo, Jiyong  Jiyong respirou fundo enquanto seus amigos riam da sua desgraça. Antes de virar as costas pôde ver ao longe aquele menino esquisito acenando e sorrindo descontroladamente para ele enquanto caminhava na direção de seu grupo.

— Não sei porquê vocês agem assim. Seungri é um ótimo garoto...  disse Youngbae, melhor amigo de Jiyong. Não é à toa que ele recebe o título de "Garoto Mais Legal do Campus." Só ele para achar que Seungri não era esquisito.  

— Ai meu Deus, agora ele está correndo — Xin tentava segurar o riso enquanto Seungri apressava o passo, sua câmera balançando e batendo contra seu peito, em sua mão uma rosa vermelha e um envelope. O sorriso ainda no rosto. Seus fones esquecidos sobre seus ombros quando se aproximou.

 — Olá, pessoal!  o garoto de cabelos escuros e bagunçados disse.  Oi, Jiyong... trouxe uma coisa pra você   Seungri disse tímido. Jiyong ouvia seus amigos rindo e debochando do rapaz à sua frente. Deu um sorriso amarelo e pegou relutante o que estava na mão do mais novo.

 — Oi, Seungri... Olha, obrigado mas não precisa ficar fazendo isso. 

 Mas eu não me importo, Jiyong. Você sabe que eu gosto de você.

 — Seungri... obrigado mesmo. Mas eu nunca vou te corresponder dessa forma, já te falei isso várias vezes. — Agora as risadas de seus amigos (menos de Youngbae, que olhava o rapaz com pena) ficaram mais altas e impossíveis de serem disfarçadas. Seungri não se importou. Ele nunca se importava. Tentou não se afetar por aquelas palavras e impedir seu sorriso de falhar.

 — Espero que goste do que escrevi, Jiyong. - o mais velho respirou fundo.

 — Seungri eu já f... 

 Comprei a rosa naquela floricultura perto da sua casa. Você gosta de lá, não é? Bom acho melhor eu ir, minha próxima aula já vai começar. Tchau gente! Tchau Jiyong  o mais novo ignorou Jiyong novamente. Não precisava ouvir aquilo de novo. Jiyong não entendia como alguém podia ser tão insistente. Não sabia quantas rejeições alguém poderia suportar. Fazia quase um ano que aquele garoto escrevia cartas a Jiyong. Todo. Santo. Dia. Tudo começou quando Jiyong deu uma "carona" àquele garoto estranho.

 

 Estava chovendo bastante, era seu primeiro dia de aula. Se bateu mentalmente por ter esquecido seu guarda-chuva e por ter escolhido um casaco que sequer tinha capuz. Mas Seungri estava empolgado demais por finalmente ter entrado na faculdade de Artes que tanto sonhou. O garoto de 18 anos recém feitos era um ótimo pintor e fotógrafo nas horas vagas. Seungri gostava de observar as coisas. Via coisas que mais ninguém via. Enquanto esperava a forte chuva passar sob a proteção da casinha do ponto de ônibus, com sua câmera na mão, tirava foto dos estudantes correndo da chuva, estudantes fugindo do banho que levariam quando os carros passavam sobre as poças de água, dos estudantes que ele provavelmente deduziu serem veteranos: os rostos cansados e não impressionados com mais um ano letivo que se iniciava. Dos filhos se despedindo dos pais, que olhavam orgulhosos por terem seus filhos entrando numa das melhores universidades do país... Seungri gostava de observar as coisas. Seungri estava ficando impaciente, a chuva continuava forte e ele cogitava a possibilidade de atravessar a rua e chegar no seu primeiro dia de aula completamente encharcado, porém no horário, ou esperar passar e se atrasar. Um carro preto passou com tudo na sua frente repentinamente, molhando a parte de baixo do seu corpo completamente. Seungri protegeu sua câmera da água, não era de falar palavrões, mas naquele momento sentiu uma imensa vontade de xingar a mãe de quem quer que fosse dentro daquele carro. Respirou fundo, não iria deixar uma coisa pequena como aquela estragar seu dia. 

 

 — Que filho da puta!  Seungri se assustou e olhou para a direção de onda vinha aquela voz. 

 Tudo bem com você? — Seungri estava sem palavras. Tinha encontrado o rapaz mais bonito que já vira em toda sua vida. Sentiu uma coisa estranha no estômago e rapidamente colocou a mão sobre a barriga. Será que é aquela coisa que Chaerin vivia falando sobre? 

 — Acho que se você esperar pela chuva passar, hoje você não assiste aula - disse o rapaz à sua frente, sorrindo. Quando novamente não recebeu resposta, ficou sem graça. Seungri apertou mais ainda a mão sobre a barriga. 

— A-Ah, sim... — Seungri gaguejou e pode sentir as bochechas esquentarem quando aquele rapaz de cabelo platinado sorriu mais ainda. 

— Se você quiser posso te levar até sua sala. 

 Seria m-muito legal da sua parte — "Para de gaguejar Seungri, pelo amor de Deus! Ele vai achar que você tem algum problema! Aish!" Jiyong só conseguia abrir mais ainda seu sorriso por causa do garoto. Fofo

Sem problemas! andou em direção a Seungri, guiando o caminho.  Qual o prédio que você vai estudar? É um calouro, não é? Posso ver pela empolgação no seu olhar.  riu. Seungri percebeu que ele gostava bastante de sorrir.

— Ah, vou para o Prédio de Artes. Também me inscrevi para alguns cursos de fotografia. — disse baixinho, Jiyong teve que se aproximar mais do rapaz para poder ouvi-lo. Seungri sentiu um choque passar por todo seu corpo quando o braço do platinado tocou o seu de leve. Apertou forte a câmera em sua mão. Não sabia o que estava acontecendo com ele. Nunca fora tímido assim! Sempre fora alegre e barulhento. Era o que sempre diziam a ele. A presença daquele rapaz realmente mexeu com ele. Andavam devagar pela calçada, fugindo das poças e dos carros. Aproveitaram a rua rapidamente vazia e a atravessaram. 

— E... e você? O que faz?

 Estudo música. Esse é meu penúltimo ano. — Disse como se aliviado. Dessa vez seu sorriso era contido. O mais novo apenas assentiu e continuaram o caminho até a faculdade em silêncio.

 Seungri as vezes lançava olhares discretos ao mais velho a seu lado. Apesar de ter um quê de feminino em sua aparência, a mandíbula era forte. O canto de seus lábios davam sempre a impressão de estarem prontos para abrir um sorriso. Seus olhar era penetrante, Seungri sentiu como se eles pudessem descobrir todos os seus segredos se o encarasse por muito tempo. Quem não conhecesse aquele rapaz poderia achar que era arrogante. Seungri gostou muito de o observar. 

— Pronto, entregue — Estavam parados em frente ao bloco de Artes. A chuva diminuira um pouco. O rapaz platinado abaixou o guarda-chuva quando estavam protegidos e Seungri achava que aquela sensação na barriga não poderia ficar mais forte. Ele era realmente lindo. Seungri o encarava de olhos um pouco arregalados. O outro só conseguia sorrir. Aquele rapaz era um pouco estranho.  Quando ouviu uma pequena risada saindo dos lábios do mais velho a sua frente, Seungri pareceu acordar do seu transe. Suas bochechas mais quentes do que antes. 

— Ah... o-obrigado mesmo!

— Sem problemas!  outra risada. Jiyong deu uma olhada em seu relógio. — Bom, conseguiu chegar com sete minutos de folga. Pode procurar sua sala. A coordenação fica no final desse corredor  Seungri apenas assentia a tudo que o garoto à sua frente dizia. Um vento forte repentino bagunçou seus cabelos pretos, deixando o que seria uma franja cair em seus olhos. Precisava urgentemente o cortar. Jiyong tirou uma mecha da frente dos olhos do outro e pode ver seu rosto ficar extremamente vermelho, assim como suas orelhas e pescoço. Sorriu ladino com o efeito que teve sobre o garoto.

  Qual seu nome?

 Seungri — disse baixinho.  N-Na verdade é Seunghyun! — corrigiu rápido, com vergonha do tom alto que usara. Não queria que o outro achasse seu apelido infantil.

 — Victory?  o sorriso de Jiyong era enorme. "Pronto, agora ele está rindo do seu apelido de criança!"

— Adorei  Seungri sentiu seu coração apertar.  Meu nome é Jiyong. Muito prazer, Seungri. — Jiyong disse quase que num sussuro, chegando mais perto. Estava adorando mexer com aquele garoto.  Acho melhor você ir agora. Você só tem dois minutos.  Seungri arregalou mais ainda seus olhos e se despediu de Jiyong, voltando rapidamente para se curvar em agradecimento à ele. Jiyong apenas riu e balançou a cabeça. Viu Youngbae à distância e andou até ele. A chuva finalmente havia parado.

— Quem era ali com você?

— Só um novato que dei carona no meu guarda-chuva — Jiyong sorria enquanto olhava na direção de onde acabara de vir. Pôde ver Seungri apressado subir as escadas depois de sair da coordenação. O mais novo acabou se atrasando no seu primeiro dia de qualquer forma.

Também havia observado o garoto. Tinha uma boa pele, como de bebê (Andar muito com Daesung acabou o fazendo aprender tudo sobre os melhores cremes e loções), cabelos negros que sentiu uma imensa vontade de ter entre os dedos, uma boca rosada e como de um gato, e lindos olhos castanhos. E aparentemente inocentes. As enormes manchas escuras sob eles ajudavam com a impressão. Jiyong pensou em um panda. Era realmente um garoto fofo.

E pra quê essa cara?  Jiyong num instante desfez o sorriso que sem nem perceber tinha no rosto. 

— Que cara? - Jiyong voltou ao semblante sério que mantinha quando viu seus outros agora amigos se aproximando. Youngbae nunca entenderia porquê Jiyong mudava na presença deles. Estava estranho desde que começara a andar com eles no fim do ano passado. Também não entendia porquê Jiyong continuava andando com aquele grupo, só sabia que como melhor amigo, achava que precisava continuar ao lado do rapaz, para não deixá-lo esquecer quem realmente é.

 

 Nos dias seguintes, as vezes quase sempre encontrava com Seungri pelos corredores. Não precisava adivinhar o quê o garoto estava fazendo em um prédio que nem era do seu curso. Seungri fazia questão de pegar o caminho mais longo para poder passar pelo prédio de Música. Sempre que o via, Seungri sorria e corava, acenava disfarçadamente, e Jiyong adorava aquilo. As vezes ia até o garoto e bagunçava seus cabelos após o cumprimentar. Gostava de ver suas bochechas cheinhas vermelhas. Youngbae apenas balançava a cabeça em negação. Conversavam sobre coisas pequenas como o tempo, ou como havia sido a aula e o que o mais novo estava achando da faculdade. As vezes conversavam sobre coisas que descobriram ter em comum, e mesmo em pouco tempo, Seungri pôde aprender muito sobre Jiyong. Gostava mesmo de o observar. E Jiyong se divertida com a timidez do garoto. 

 

 

 Até que um dia deixou de ser engraçado. 

 


 ☆ 

 


 Jiyong estava com seus amigos no refeitório, quando um Seungri ofegante surgiu em sua frente. Seungri por um momento estranhou aquele rapaz. Não parecia o mesmo que antes o cumprimentava nos corredores nem o que lhe deu carona no guarda-chuva. Esse não tinha lábios que pareciam prestes a sorrir. Mas foi até ele mesmo assim. Se não tomasse coragem agora, nunca iria. 

— Seungri!  Jiyong o olhou surpreso e por um momento seu sorriso voltou aos lábios, mas logo foi tomado por um sorriso ladino ao perceber os olhares de seus amigos em si. Limpou a garganta. — O que faz por aqui? 

— Ah... oi Jiyong, oi pessoal — se curvou para cada um à mesa. Afinal, sua mãe lhe ensinara bons modos.  Queria só falar com você um instante.  disse direcionado ao platinado. Mantinha as mãos atrás das costas e mexia os pezinhos ansiosos. Suas bochechas (como sempre na presença do mais velho) coradas. Não podia voltar atrás agora. Podia ouvir a voz de Chaerin gritando para ele ser "corajoso e honrar o que tem no meio das pernas." Seungri realmente não se reconhecia quando estava perto de Jiyong.

 Pode falar, garoto — dessa vez, ouviu uma voz desconhecida ao mais novo. Seungri já tinha visto aquele rapaz com Jiyong. Não gostava muito dele, vivia com os braços em sua cintura ou ombros. 

— Xin, acho que ele quer falar com Jiyong a sós. Não seja inconveniente — a voz da razão, conhecida como Youngbae, disse. Seungri deu um leve sorriso para ele, que retribuiu. Xin o ignorou. Nada de novo.

 Seungri, se importa de falar aqui mesmo? — o garoto arregalou os olhos e pôde sentir sua garganta fechar ao ouvir a voz de Jiyong. Não estava prepadado para isso.

 Jiyong, não vai te matar levantar um pouco essa sua bunda magra e ir falar com o rapaz — Youngbae sussurrou ao melhor amigo. Jiyong parecia em conflito. Mas Xin o olhava como se o desafiasse. Jiyong engoliu em seco e permaneceu sentado. 

— É... é... então, Jiyong  Seungri respirou fundo. Já estava aqui mesmo, só lhe restava continuar com o plano.  Eu só queria te agradecer por aquele dia. Por ter me trazido no seu guarda-chuva.  Jiyong segurou o sorriso. Não aguentava o quão fofo era aquele menino. — Não foi nada demais, Seungri.

 Era só isso?  Agora uma voz mais grave foi ouvida. Seungri percebeu que era aquele que tinha o nome igual ao seu.  Você tem alguma coisa aí atrás, não é? — Seunghyun sorriu malicioso. Seungri não teve outra escolha a não ser retirar suas mãos das costas. Algumas risadas puderam ser ouvidas naquela mesa, Seungri sabia que eram de deboche. Seu rosto esquentou mais ainda. Mas era um garoto corajoso. Não podia deixar que piadas mudassem isso nele. Lembrou novamente da voz de Chaerin e levantou a cabeça.

— Que fofo! São pra você, Jiyong! Não vai pegar? — Jiyong olhava o garoto, Seungri não conseguiu identificar aquela expressão. Será que estava com raiva? Vergonha, talvez. Jiyong estendeu a mão e pegou a pequena rosa e a carta das mãos de Seungri. 

— Eu lembrei que você disse uma vez que gostava de flores, e que tinha uma floricultura perto da sua casa. — a voz de Seungri saía tão baixa que mal podia ser ouvida. Youngbae quis levantar e tirar o rapaz dali.

— Mas era só isso mesmo. Obrigada novamente, Ji — o apelido saiu sem que Seungri percebesse. A feição de Jiyong endureceu ao ouvir as risadas dos amigos enquanto o mais novo se afastava. No fundo sabia que havia adorado aquele apelido.

 — Oooh, Ji! Obrigada, Ji!  As risadas e provocações continuaram.  Agora vamos ver a declaração de amor que temos aqui! — antes que Xin pudesse tocar na carta, Youngbae a tirou brutalmente das mãos de Jiyong. Jiyong e Youngbae mantinham uma batalha de encarar. Youngbae estava furioso. Jiyong iria mesmo deixar que zoassem aquele rapaz? Por fim, Jiyong desistiu e virou o rosto. Youngbae guardou a carta em sua mochila e se despediu dos outros. Jiyong foi logo atrás, pois tinham a mesma aula.

 — Ia mesmo deixá-los zombar do Seungri? 

— Não enche, Bae.

 Não enche?? Suas atitudes estão passando dos limites, Jiyong! Desde que você começou a andar com essa gente você está assim, e o triste é que não percebe!  Jiyong percebia. Mas não sabia porquê continuava a agir daquela forma. Talvez fosse apenas um babaca. 

— Me dá a carta, Youngbae.  O platinado parou com tudo, puxando o braço de seu amigo. 

 Pra quê? Pra mostrar pros seus amigos e zombar do Seungri? 

— Não te interessa o que eu vou fazer. É minha e você tem que me dar.  Youngbae pode perceber algo diferente na voz de Jiyong. Respirou fundo e entregou a carta na mão do rapaz. Olhou fundo nos olhos do amigo, antes de se virar e ir embora. 

 Jiyong caminhou até seu dormitório, não estava afim de assistir aula hoje. Ficou sentado na cama fitando aquele envelope. Debatia consigo mesmo se deveria abri-lo ou não. Seungri era um garoto legal. Extremamente falante quando empolgado. Pôde perceber isso nas poucas vezes em que conversaram. Tímido, porém falante. Além de aparentar ser muito inocente. Jiyong riu consigo mesmo. Mas o garoto merecia alguém melhor do que ele. E Jiyong iria embora em pouco mais de um ano. Não poderia dar esperanças ao rapaz. Não era tão babaca assim. Decidiu apenas guardar aquele envelope em seu guarda-roupa. Assim como fez com todos os outros que viria a receber no decorrer do ano.  


Notas Finais


Bom, entrei no Spirit em 2015 e desde lá tomo coragem pra postar uma fic minha hahahaha finalmente a coragem veio. Enquanto dei uma pausa na tradução de mais uma fic daquela autora de Close The Door por motivos de prova na faculdade, decidi postar essa que já tenho há um tempo. Quero agradecer as autoras que me deram coragem pra postar aqui, serei eternamente grata ❤

Espero muito mesmo que gostem. Favoritem e comentem haha críticas construtivas são muito bem vindas! Sejam legais pois sou sensível hahaha. Acho que essa fic terá uns 5 capítulos pelo que eu dividi.
Enfim, é isso. ❤
-
Bom, disse que iria acrescentar os nomes dos caps c uma música que achei que combinou com cada parte. E a desse capítulo é Sky Full Of Stars, do Coldplay! ☆♡


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