História Unspoken - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Agridoce, Angst, Baekhyun, Baekyeol, Chanbaek, Chanyeol, Chen, Colegial, Exo, Fluffy, Kai, Kyungsoo, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Visualizações 31
Palavras 981
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mas olhe só!
Cá estou eu com outra chanbaek.
Amados, cês terão que me perdoar, mas nunca escrevi uma long colegial, mas darei meu melhor, ok?
Eu queria dedicar essa fic para meu nenêzinho, Breno! (eu amei a capa, sério, e o bc também!)
E, bem, boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Unspoken - Capítulo 1 - Prólogo

Amor.

   O que é isto?

   Há milhares de explicações e significados espalhados pelo mundo. Cada indivíduo enxerga este sentimento de uma forma diferente. Com esta diversidade de experiências, um adolescente bobalhão de dezessete anos (eu!) ainda não consegue distinguir o que sente.

    Somos condicionados a copiarmos nossos pais quando temos pouco conhecimento em determinado assunto. Os meus descreveram o amor como uma coisa apaixonante e repleta de alegria, algo que transborda no peito. E isto me levou a crer que a cada paixonite aguda sofrida, eu amava alguém diferente. Então, pelo meus cálculos, encontrei o amor da minha vida quinze vezes em um ano, e todas as vezes eu o perdi. Isso era frustrante, huh. Estes fracassos fizeram com que eu acreditasse que, talvez, só talvez, o amor não fosse para mim; ele era seletivo e somente pessoas favorecidas poderiam senti-lo. Eu, infelizmente, era azarado e esquisitão. Mas, além disso, sou um garoto positivo. Então, quem precisa de amor quando será rico de doer por estar gastando seu tempo estudando ao invés de cativar alguém? Minha futura mansão em Beverly Hills não tem espaço para dois.

   É nesta parte que a esquisitice sem limites dos meus pensamentos entra.

   Eu estava em pé numa sala pequena, privada de móveis e com as quatro paredes tão esbranquiçadas que ardiam as pupilas. A frente tínhamos Baekhyun; ombros caídos, exausto e parecia ter levado uma tremenda surra porque havia hematomas pela face. Ele me encarava, não soube deduzir se com surpresa ou desânimo, mas olhava fixamente para mim. Quis perguntar o motivo de estarmos aqui e percebi que me faltava voz. Eu sentia minhas cordas vocais, só que não funcionavam ao meu comando. Isso me apavorou.

   Baekhyun estendeu a mão aberta. Era um convite para dançar, certamente. Como não podia falar, aceitei em silêncio. De início, pensei que estava tendo um surto psicótico no meio da aula de matemática (eu poderia jurar que segundos atrás a professora falava sobre sistemas lineares e, de repente, surgiu uma sala branca com meu melhor amigo em pedaços). Era estranho, no mínimo.

  Uma música começou a tocar no fundo. Baekhyun juntou nossos corpos, depositou uma das mãos sobre minha cintura, e dançamos a Can I Be Him? do James Arthur. Ele não tirou os olhos dos meus, como se tivesse medo que fosse desaparecer a qualquer momento. Rodopios para lá, passos errados acolá, pisoteando pés alheios ali e aqui. Eu queria dizer algo, mas a melodia embalava nós dois duma forma sobrenatural.

  Eu juro que a cada palavra que você canta, você as escreveu para mim como se fosse um show privado. (I swear that every word you sing, you wrote them for me like it was a private show)

 

  ‘‘Você consegue sentir isso, Chan?’’ perguntou a mim. A voz correspondia a sua aparência, a qual estava arrastada e melancólica.

  Eu apertei as sobrancelhas, torcendo para que quando respondesse minhas cordas vocais voltassem a funcionar:

  ‘‘Sentir o que?’’

  ‘‘Amor.’’

  Imediatamente eu cessei os passos. A música parou no mesmo instante e Baekhyun parecia confuso, ou desapontado, não sei.

  ‘‘Amor?’’ eu questionei, talvez mais perdido do que ele.

  ‘‘Amor’’ Baekhyun afirmou. ‘‘Amor, Chanyeol, amor! Você não o sente?’’

  Os meus olhos instintivamente cerraram-se. Eu não o compreendia. Como assim ‘amor’? Ele parecia ofendido pela minha confusão, mas mal conseguia acompanhar o que Baekhyun queria passar.

  ‘‘Eu…’’ comecei a falar, sem ter certeza do que diria. ‘‘Eu acho que não.’’

  Ele suspirou, não era isso que queria ouvir. Eu nos separei e determinei uma distância pequena entre os corpos, mas necessária. Baekhyun agarrou minhas duas mãos e disse, quase sussurrando:

  ‘‘Você é um mentiroso.’’ Ele levou a ponta dos meus dedos até os hematomas em seu rosto. ‘‘Estes machucados foram feitos por você.’’

  ‘‘Por mim?’’ A esta altura, estava tremendo ao tocar aquelas manchinhas roxas que, aparentemente, causei. Seria capaz de fazer isso? Com ele? ‘‘Eu nunca lhe bateria, Baek. Pare com isso.’’

  ‘‘O seu amor fez. O seu silêncio fez. Os seus ‘não sei’.’’ Baekhyun largou minhas mãos. Ele foi de cansado para furioso, cuspindo as palavras com ódio. Aquele olhar de reprovação direcionado a mim poderia me matar por dentro. ‘‘Você fez.’’

  ‘‘Eu não sei do que você está falando…’’

  ‘‘Você nunca soube! A sua falsa confusão é uma merda!’’ berrou, alterado. ‘‘Por que é tão difícil, Chanyeol? Eu sou seu melhor amigo!’’

  Eu não sabia como reagir, mas várias lágrimas brotaram em meus olhos e começaram a escorrer, depois viraram milhares. Parecia uma criança que não aguentava nenhuma bronca.

  ‘‘Por que você nunca me disse?’’ Ele pegou meu rosto com as duas mãos, limpando as gotas. Os olhos arregalados e repletos de indignação. ‘‘Huh?!’’

  Baekhyun também estava chorando, talvez menos do que eu, mas ainda era de partir o coração.

  ‘‘Falar o que, Baek? O que você quer de mim, afinal?’’ disparei em meio dos soluços.

  ‘‘Se você não soubesse, não estaria chorando’’ suspirou, ainda era notório o cansaço na voz, agora misturado com a dor. ‘‘Eu só quero que você diga que sente ele também. Sabe, o amor.’’

  Minha mandíbula começou a tremer e as lágrimas secaram. Eu iria dizer, claro que iria, mas as cordas vocais… Elas atrofiaram. E com isso desapareceu a paciência de Baekhyun. Ele agarrou meus dois braços e me deu um chacoalhão forte enquanto berrava: ‘‘Chanyeol!’’ repetidas vezes. Deveria ter desconfiado de início… Eu pisquei e no segundo seguinte estava na aula de matemática e eram sistemas lineares que enfeitavam a lousa. Bocejei e cocei os olhos.

  ‘‘O que eu perdi?’’ perguntei a Baekhyun, que largou-me em seguida. Ele estava intacto e sem nenhum ferimento no rosto.

  ‘‘Nada de interessante. Na real, só te acordei porque estou com preguiça de copiar.’’

  Sorri sem ânimo e afoguei a cabeça nos meus braços sobre a mesa. Droga, não irei mais virar a madrugada jogando.

  Eu deveria ter desconfiado que era outro daqueles sonhos idiotas!

 


Notas Finais


Bom, eu tô animadíssima com essa fanfic justamente porque nunca escrevi algo do gênero e, claro, eu tô afim de sair dessa minha linha de conforto que são as darks, deaths e sobrenaturais.
Vamo que vamo!
Até o primeiro capítulo e é nois!


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