História UNSWERVING III - Capítulo 69


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Kendall Jenner
Visualizações 201
Palavras 2.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 69 - TOUCH MY BODY


Fanfic / Fanfiction UNSWERVING III - Capítulo 69 - TOUCH MY BODY

KENDALL POV

Passaram-se alguma horas desde Justin me deixou na porta da casa de Kylie e saiu soltando fumaça daqui. Eu estava preocupada, ele não atendia o telefone e os garotos também não. Kylie estava embarcando, Kourtney fora num jantar com amigos da Alemanha que vieram pra vê-la grávida, Khloé e Kim estavam no México e Jazzy estava em NYC para ver Jaxon. A propósito, deveria ter ido junto; não me aguento de saudades do meu pequeno ursinho. Eram 18h e eu estava deitada na cama do quarto de hóspedes, quando ouvi leves batidas na porta. Me levantei e atravessei o quarto antes de abrir a porta e dar de cara com Justin. Sem pensar duas vezes, o agarrei em um abraço apertado e ele o retribuiu com um risinho.

- Graças a Deus, estava ficando preocupada. – Disse e ele fez um som de deboche.

- No final das contas, não era nada demais. – Ele disse me dando um selinho.

- Não parecia ser “nada demais” para Christian. – Disse fechando a porta e arqueando as sombrancelhas.

- Roubaram dois carros seus e três meus logo depois que saímos do shopping. – Ele disse e eu arregalei os olhos.

- Mas como? Onde estavam os carros? Você já fez a denúncia? – Disparei assustada.

- Entraram na mansão e roubaram. Mataram boa parte dos meus seguranças e o jardim da mansão está repleto de corpos dos assaltantes também. Eles não eram em poucos. – Disse tranquilamente enquanto olhava a decoração do quarto distraído.

- Como assim mataram, Justin? – Perguntei afobada.

- Kendall, relaxa, porra! – Ele disse se irritando.

- Não tem como relaxar, seu imbecil! Mataram pessoas pra roubar nossos carros, eles morreram protegendo você, protegendo a nós! São vidas, Justin, como consegue estar tão tranquilo numa situação dessas?

- Quando eles foram contratados, juraram dar suas vidas por minha segurança. E cumpriram suas promessas. Eles não tem família, Kendall. São sozinhos e vivem desse trabalho. Apenas o fizeram, então pare de fazer drama porque eles não morreram por qualquer um, morreram por Justin Bieber e Kendall Jenner. – Disse tentando me tranquilizar.

- Você é louco, Justin! Completamente pirado! – Disse balançando a cabeça em negação indignada e virei de costas pra ele.

- Qual é, gata, se eu estou tranquilo não há motivos pra ficar assim. – Disse se aproximando e envolveu meu quadril com os braços. – Antes que faça seu discurso a favor da vida, todos terão um enterro a nível e eu reforcei nossa segurança. Os caras serão achados em pouco tempo e vou comprar o dobro de carros amanhã. – Disse mais baixo perto do meu ouvido e acariciou minha barriga levemente antes de deixar um beijo quente em minha bochecha. – Agora vamos descansar que o dia foi cansativo.

- Não vai conseguir sexo hoje. – Disse depois de alguns segundos mais relaxada e ri de sua cara.

- E quem falou de sexo aqui? – Continuou tranquilo e eu me virei para ele, encarando seus olhos calmos e divertidos.

- O que fizeram com você, cara? – Zombei.

- Me cansaram com trabalho e problemas, apenas quero ficar com você. Vê algo de errado nisso? – Arqueia uma sombrancelha.

- Você é errado. – Digo e ele sorri de lado.

 Me solto de seu abraço e puxo-o pela mão para a cama. Ele tira a camisa quando me deito delicadamente para não machucar a costela, e em seguida os tênis. Ele deita ao meu lado e mexe no celular por alguns minutos antes de deixa-lo de lado e me puxar para si. Deitamos abraçados de conchinha e conversamos um pouco até chegarmos no silêncio.

- Estou há uma semana sem transar, não acha que mereço algo? – Pergunta descaradamente e eu rio escandalosamente.

- Sabia! – Afirmei e pude ouví-lo rir também.

- O que?

- Que você queria algo! – Digo.

- Qual é, baby, por favor. – Choraminga.

- Estou com uma costela e um braço quebrado, não rola. – Dispenso.

- Você transa com a costela ou com a bu...

- Não vai rolar, cala a boca! – Gritei rindo cortando as sujeiras que ele provavelmente falaria.

- Você é chata pra caralho, mano. – Resmunga.

- Se tá ruim, arruma outra. – Digo.

Ele bufou e ficamos em silêncio novamente. Eu queria aquilo tanto quanto ele, mas só de imaginar a dor que eu iria sentir só de me levantar daquela cama, minha vontade se esvai na hora. Eu estava acariciando seu braço esquerdo embaixo de mim, quando o senti acariciando minha bunda. E então minha coxa. E levantou a camiseta grande que eu usava, revelando apenas minha calcinha ali. Ele alisou minha barriga lentamente e eu procurava formas de manda-lo parar com aquilo, mas não conseguia. Meu instinto berrava um “sim” e ele sabia disso, ele podia sentir meu desejo.

- Justin. – O chamei com a respiração falha.

- Hm? – Perguntou descendo a mão para a minha calcinha, onde alisou minha intimidade por cima do pano.

- Pare com isso. Agora. – Sussurrei.

- Não posso ouvir, amor. – Provocou enquanto fazia movimentos circulares com os dedos sobre meu clitóris, me fazendo gemer baixo.

Eu não disso mais nada, na verdade não consegui. Isso foi a recha perfeita pra que ele intensificasse seus movimentos com os dedos e em seguida tomasse a liberdade de afastar a calcinha para o lado. Ele acariciou meus lábios superiores enquanto sussurrava coisas obscenas no pé do meu ouvido sobre o quanto eu estava molhada. Eu gemia feito condenada com suas provocações desnecessárias e estava prestes a manda-lo por inferno quando um dedo seu entrou em mim rapidamente. Meu corpo deu um tranco pra cima e ele pediu pra que eu ficasse quieta para não machucar as costelas.

E a tortura começou. Seu dedo entrava e saía de mim com rapidez, fazendo movimentos circulares e acariciando meu clitóris ao mesmo tempo. Eu pegava fogo, sentia minhas entranhas em chamas e meu corpo só conseguia reagir em correspondência àquela sensação maravilhosa. Foi quando ele deslizou outro dedo pra dentro de mim. Eu não aguentei, me afastei brutalmente e fiquei ajoelhada sobre a cama. Meu corpo queimava e eu podia sentir todos os meus princípios sendo deixados de lado quando me virei pra Justin e sentei sobre seu quadril. Ele me encarou desnorteado e eu puxei pra cima, colando nossos lábios. Justin inverteu as posições com todo o cuidado do mundo, a todo momento se desculpando caso eu sentisse dor nas costelas. Ele arrancou sua camiseta com ferocidade e se inclinou para me beijar. Eu podia sentir o calor subir desde meus pés aos meus fios de cabelo.

- Se doer, me fale. – Sussurrou e eu assenti.

Minha calcinha foi deslizada até meus tornozelos e Justin abaixou sua calça junto com a cueca, fazendo com que seu membro petrificado pulasse pra fora da roupa. O ato de ter me penetrado com força e rapidez tirou qualquer chance de eu pensar ou até mesmo respirar. Eu só emiti um gemido agudo e alto, e fiquei travada tentando absorver o prazer da situação. Justin se manteve parado pra que acostumássemos com aquilo e terminamos de nos despir entre beijos. Ele entrelaçou nossos dedos e apoiou nossas mãos unidas ao meu lado antes de se inclinar pra perto de mim, colar seus lábios em meu pescoço e mover-se lentamente dentro de mim. Gemíamos em uníssono, até nisso éramos conectados, literalmente. Quero dizer, eu gemia como uma condenada. Já ele urrava feito um animal, o que me excitava mais ainda.

Nos mantivemos assim por alguns minutos, já que não podíamos trocar de posição por conta da minha costela, e ele avisou aos sussurros sôfregos que estava chegando em seu ápice. Ele massageava um seio meu enquanto brincava com o mamilo do outro com a língua. Eu contraía minha vagina propositalmente para apertar seu membro dentro de mim, e ele gemia cada vez que eu fazia isso. Segundos depois de que repeti o ato, ele parou e eu senti o jorro quente me preencher, me fazendo ofegar descontroladamente. Em seguida, foi a minha vez de explodir, sujando a nós dois e a roupa de cama. Estávamos esgotados. Justin apenas rolou para o lado e encarou o teto fixamente tentando normalizar sua respiração, e eu fiz o mesmo. Eu me sentia realizada naquele momento. Precisávamos nos sentir, era apenas daquilo que precisávamos. Um do outro.

- Pra quem não queria transar comigo, você até que faz um pompoarismo sensacional. – Diz rindo e eu acerto um tapa em sua coxa. – Kendall Jenner sempre inovando no sexo.

- O que eu posso fazer se sou perfeita em todos os sentidos? – Me gabei.

- Só um adendo: com a costela quebrada.

- Isso só prova que sou foda, assume que você tem inveja de mim. – Digo me virando pra ele sorrindo.

- Fica pra outro dia. – Sorri brincalhão pra mim.

[...]

Um toque de celular alto. A cama vibrava e pulava com alguém se movendo sobre ela. A claridade do dia já invadia o quarto, mas não de forma agressiva. Podia ouvir os xingamentos baixos de Justin e suas tentativas falhas de não me acordar enquanto destruía a porra do quarto. Abri os olhos, um de cada vez, controlando minha vontade de sacar uma arma e dar na cabeça do meu marido. Quando minha visão focou, o vi correndo no quarto, revirando o cômodo apenas de cueca, com a cara amassada de sono e o cabelo bagunçado. A cama fedia a foda e estava um ninho de ratos entre travesseiros e cobertores. O celular continuava tocando.

- Puta que pariu. – Resmunguei esfregando os olhos. – Onde está essa porra, caralho?

- Se eu soubesse, eu já teria atendido. – Reclamou me fazendo bufar.

Passei a mão sobre a cama e sentia o vibrar do celular. Ele estava debaixo de mim. Peguei o telefone, chamei Justin e o atendi, sem nem ao menos me dar o trabalho de ler o nome do contato no visor.

- Alô? – Fiz questão de ser grossa.

- Kendall? – Uma voz feminina perguntou e eu forcei meu cérebro pra reconhecer. – É Jane, me desculpe pelo horário, mas poderia passar pra Justin?

- Ah, oi Jane. Já passo pra ele. – Disse sem puxar assunto e entreguei o celular pra ele.

Ele puxou o celular da minha mão e caminhou para a varanda magnífica que havia no quarto de hóspedes que eu estava na casa de Kylie. Revirei os olhos pro fato de que Justin não conseguia se manter nem uma semana sem trabalhar naquela merda de empresa. Sempre atolado de trabalho e de problemas. Me levantei e, por incrível que pareça, não senti dor nas costelas ao fazer isso. Caminhei nua mesmo para o banheiro e envolvi o gesso com o protetor plástico enquanto esperava o chuveiro esquentar. Quando isso aconteceu, entrei no box e tomei um belo banho, lavando meu cabelo e todos os ferimentos que já cicatrizavam em meu corpo.

Sai do chuveiro, passei creme hidratante em meu corpo e enrolei uma toalha em meu cabelo depois de vestir um roupão grosso branco. Calcei meus chinelos e fui para o balcão da pia. Escovei os dentes e lavei o rosto com meu sabonete antiacne, antes de passar uma base com protetor solar, corretivo e rímel só pra tirar a cara de sono. Assim que sai do banheiro, vi uma das empregadas trocando a roupa de cama rapidamente. Fui ao closet, vesti uma jeans branca com uma regata decotada preta, um dos meus inúmeros tênis pretos da QIX e coloquei alguns acessórios como minha aliança, dois anéis, colares e brincos. Penteei meu cabelo e o ajeitei, deixando-o molhado. Desci as escadas batucando no gesso do braço e entrei na cozinha, vendo Justin com os cabelos molhados, vestido com seu tênis vermelho pouco chamativo e uma bermuda jeans caída. Aparecia metade de sua bunda e uma camiseta estampada cinza estava pendurada em seu ombro.

- Bom dia. – Disse me inclinando em sua cadeira e o abracei por trás, deixando um beijo em sua bochecha.

- Bom dia. – Respondeu afastando a cadeira da mesa e me puxou pra sentar em seu colo, antes de me dar um selinho. – Sentindo alguma dor?

- Por incrível que pareça, não. – Dei de ombros pegando um pedaço de pão e o enfiando na boca.

- Sua etiqueta é sensacional. – Debochou.

- Eu sou sensacional. – Ironizei e ele riu baixo. – O que Jannet queria?

- Negócios. Preciso ir trabalhar. – Disse.

- Que horas volta? – Perguntei tentando não me estressar.

- Umas 19h ou 20h.

- Não acha muito tarde? – Fiz uma careta.

- Passei quase uma semana sem trabalhar, tenho muito a fazer.

- Certo. – Respirei fundo. – Vou pra boutique hoje então.

- Te vejo mais tarde. – Disse me pondo de pé, vestiu a camiseta e me deu um selinho antes de sair andando.

- Justin. – O chamei e ele se virou assim que pôs os óculos de sol. – Venha aqui.

Ele estalou o bico e caminhou em minha direção em passos apressados. Assim que ele se aproximou, me joguei em sua direção e colei nossos lábios com força. Ele abriu os seus com surpresa e apertou minha bunda sem repúdio algum por cima da calça. Depois de um beijo urgente e cheio de gracinhas de sua parte, ele se afastou brevemente com os lábios inchados e vermelhos, assim como os meus.

- Agora pode ir. – Disse arqueando uma sombrancelha e ele riu.

- Só você mesmo. – Disse balançando a cabeça em negação e deu um tapa em minha bunda, antes de sair da cozinha e ir, provavelmente, pra garagem.


Notas Finais


1. Desculpem pelo atraso, vou TENTAR postar com mais frequência, mas não prometo nada!

2. Espero que gostem do cap, ACHO que faltam só mais uns 20 caps pra acabar.

3. Não esqueçam de comentar, POR FAVOR, me digam o que acharam! Beijos <3


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