História UNSWERVING III - Capítulo 69


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Kendall Jenner
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Kendall Jenner
Exibições 181
Palavras 2.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Capítulo 69 - WAR BEEN STARTED


Fanfic / Fanfiction UNSWERVING III - Capítulo 69 - WAR BEEN STARTED

KENDALL POV

Entramos numa churrascaria grande e eu não conseguia deixar de notar no Justin estranho que me acompanhava. Entrelacei nossos dedos e ele me encarou sem entender enquanto esperávamos uma mesa, então me inclinei para perto de seu rosto e deixei três beijos suaves em seus lábios, que pareciam formar um bico emburrado. Ele nem teve tempo de dizer ou fazer algo, pois o gerente apareceu disponibilizando várias mesas pelo simples fato de sermos as Jenner. O que a fama não faz, não é? Sentamos em uma mesa afastada e pedimos o rodízio enquanto escolhíamos as bebidas. As meninas ficaram no suco, eu escolhi um drink e Justin um chopp. As meninas conversavam distraidamente sobre algum jantar beneficente e eu me senti estranha por não estar incluída nos planos desta vez.

- Acho que esqueci de comentar que adiei o jantar beneficente da empresa. – Justin pigarreou ao notar que eu estava encarando Gigi e Kylie. – Eu não estava muito bem pra fazer aquilo. É depois de amanhã.

- Ainda bem que já tenho o vestido, mas você vai ter que sair comigo pra comprar um Louboutin pra combinar. – Eu disse sorrindo cruelmente.

- Certo, menos shopping. – Ele disse.

- É uma pena, porque eu estava pensando justamente em ir no shopping. – Dei de ombros e ele me lançou seu pior olhar.

- Nem eu sei como te aguento, Kendall, puta que o pariu. – Reclamou mau humorado e eu sorri, beijando sua bochecha.

- Se tá ruim, arruma outra. – Disse.

- Casal, a gente não veio pra ficar de vela, ok? – Gigi reclamou.

- Foda-se. – Justin rebateu ainda mau humorado.

- Comida chegou. – Eu disse animada e os três me encararam como se eu fosse louca.

[...]

- Eu mal consigo respirar direito e você quer pedir uma taça de sorvete? – Justin perguntou incrédulo.

- Já pedi na verdade. – Disse terminando minha bebida.

- Você é inacreditável. – Ele sussurrou pegando o cartão no bolso quando a conta chegou.

Enquanto Justin pagava a conta, que devia ter dado absurdos já que era um restaurante de luxo, meu sorvete chegou e eu o comi lentamente enquanto caminhávamos para o carro, mas meu lindo marido não deixou que eu entrasse na sua máquina comendo. Então eu tive que praticamente, lê-se literalmente, engolir a taça. No final das contas, Justin teve que comer metade porque eu não aguentei comer tudo. Entramos no carro e Justin pegou meu celular, desbloqueando-o e ligando para Kylie enquanto dava ré agressivamente para fora do estacionamento. Quando ela atendeu, ele disse pra que elas fossem para casa porque ele me levaria ao shopping para comprar um sapato pra mim. Eu sorri pra ele que apenas me encarou entediado. Elas fizeram algumas piadas a parte antes do meu educadíssimo marido desligar na cara da minha irmã. Ele me contou sobre seus dias depressivos e eu fiz o mesmo, dramatizando sempre, e rindo um do outro por sermos burros o suficiente pra acharmos que curaríamos um problema separados. Se nunca havia funcionado, por que agora fucionaria?

- Entra pela rua da frente porque a de trás é contramão. – Eu o instruí.

- A da frente é lotada, baby, aqui não é contramão. – Ele disse olhando no retrovisor.

- Justin, vai na minha. – Insisti e ele acelerou.

- Relaxa, eu sei o que estou fazendo. – Teimou concentrado.

Ele deu a volta no quarteirão e rodou um pouco antes de entrar na rua do shopping – no qual só nós estávamos no sentido contrário. Quando ele estava prestes a manobrar pra entrar no estacionamento, uma guarda de trânsito entrou atrás da Porsche, o fazendo brecar com força. Ele resmungou vários palavrões antes de sair do carro e bater à porta com força. Respirei fundo tentando conter minha vontade de arrebentar a cara dele e saí do carro pra evitar qualquer deslize do Drew, como mandar a guarda tomar no cu. Caminhei até os dois, onde a mulher já anotava algo num bloquinhos enquanto Justin ria debochado batendo no capô do carro.

- Você não pode me multar! – Ele gritou com as veias do pescoço saltando.

- Senhor, acho melhor que me trate com respeito se não quiser que isso se torne um problema maior. – A guarda disse afiada.

- Onde está a porra da placa de contramão? – Ele perguntou irado e ela varreu os olhos ao redor. – Hein?

- Ali. – Disse apontando para um muro cercado de árvores na esquina.

- Isso é uma piada? – Justin desdenhou irritado. – Qual é! Mal dá pra ver a placa atrás desse monte de mato!

- Senhor, vou ter que repetir... – A guarda começou e eu me aproximei mais.

- Me dê essa multa logo. – A interrompi perdendo a paciência.

- Boa tarde pra senhora também. – Ela ironizou e eu sorri falsamente pra ela antes de pegar a multa de sua mão.

- Você cala a boca e entra no carro. – Disse pra Justin que ainda encarava a guarda mortalmente.

Entrei no carro ainda puta da vida por ele não me ouvir quase nunca e mais irritada ainda por ele ter tratado uma autoridade daquele jeito. Segundos depois ele entrou possesso de raiva batendo a porta e quase entortando a chave de tanta força que usou pra por na ignição. Puxei a chave de sua mão fazendo-o olhar pra mim. Seus olhos estavam em chamas e eu podia perceber seus ombros tensos assim como seu maxilar trincado que cerrava seus dentes com força. Pus minha mão livre em sua bochecha e acariciei levemente antes dele afastar o rosto e pegar em minha mão. Ele me encarou ainda puto e balançou a cabeça em negação, como se dissesse "não estou no clima". Soltei sua mão e bufei, entregando-lhe a chave. Ele ficou me olhando por alguns instantes antes de ligar o carro, manobrar para a direção certa e entrar no estacionamento. Quando achamos uma vaga, ele estacionou e eu desci rapidamente. Pude ouvir seus passos atrás de mim e em seguida ele me puxou pelo quadril, me virando para si.

- Vai ficar brava comigo por causa de uma multa? – Ele perguntou.

- Não, só fiquei brava pelo fato de você nunca me ouvir, sabichão. – Disse sarcástica e ele revirou os olhos.

- Eu errei, ok? Dinheiro não é problema, então desfaça essa cara de cu e vamos comprar logo a merda do sapato. – Disse e eu arqueei uma sombrancelha.

- Péssima tentativa de me ganhar, mas como sei que está tentando, ok. – Dei de ombros.

- Sei que você não resiste aos meus encantos, gata. – Se gabou passando o braço por meu ombro quando entramos no elevador.

[...]

- Qual ficou melhor, amor? – Perguntei desfilando em frente ao corredor espelhado da loja de sapatos que estávamos.

Justin estava sentado – lê-se jogado – num sofá no fim do tal corredor mexendo em seu celular entediado. Ele afastou o aparelho do rosto e correu seus olhos por meus pés, que estavam com um pé de cada salto. O direito estava com uma sandália de salto alto simples preta com alguns detalhes em brilho nas tiras; já o esquerdo, estava com um peep toe dourado repleto de brilho, um pouco mais alto que o primeiro citado, e com algumas amarrações na perna. Meu marido estava impaciente com a minha demora, já que eu já havia provado cerca de dez pares de sapatos e nenhum foi de meu agrado. Outro motivo para sua irritação? Ele não havia me visto com o vestido ainda e eu disse que não o mostraria antes do jantar beneficente, o que colaborou bastante com seu mau humor.

- Como vou saber qual vai ficar melhor se você não me diz nem a cor do vestido? – Ele me testou.

- Eu só estou escolhendo sapatos com cores que combinem com o meu vestido, só preciso saber se ficou bom ou não. – Rebato e ele bufa.

- O dourado.

- Vai ser esse então. – Digo tirando o mesmo.

- Graças a Deus. – Ele diz se levantando.

Arrumei os sapatos que havia provado nas caixas e entreguei a vendedora que ainda pediu uma foto comigo. E lá vou eu. Minutos depois, Justin apenas digita a senha de seu cartão ilimitado e saímos da quinta loja visitada com apenas uma sacola média na mão. Beijoco a bochecha de Justin que apenas me olha incrédulo ao ler a nota fiscal que indicava o preço do sapato comprado: $500. Eu argumentei dizendo que escolhi o mais caro para não deixá-lo mais impaciente e ele cedeu, resmungando, mas deixou de lado. Entramos no carro conversando e ele deu partida no carro, antes de pigarrear.

- Você não quer voltar pra minha casa. – Afirmou decepcionado.

- Como eu disse, uma coisa de cada vez. – Disse suspirando.

- Certo. – Disse depois de um tempo.

- Isso não significa que você não possa ir pra casa de Kylie passar algumas semanas comigo até eu mudar de ideia. – Propus.

- É disso que eu tô falando. – Olhou pra mim sorrindo.

Eu ri suavemente antes de seu celular começar a tocar sobre o painel do carro. Ele fez um sinal com a cabeça para que eu atendesse e eu o fiz, deixando-o no viva voz com Chris.

- Fala. – Justin disse.

- Está ocupado?

- Levando Kendall pra casa, mas posso falar. – Relaxou no banco.

- Certo. – Disse com certa confusão. – Oi Kendall.

- Oi Chris. – Eu disse e pude ver Justin revirando os olhos.

- Bom, preciso que você venha pra sede. Dwayne está louco atrás de você porque aconteceu alguma merda que nem pra nós disse ainda. Venha o quanto antes. – Falou simples e desligou, me deixando confusa e Justin irritado.

- Vou te deixar na casa de Kylie, não me espere. – Disse rapidamente.

Ele praticamente dobrou a velocidade do carro e voou pra casa de Kylie. Quando chegamos lá, ele destravou a porta, me deu um beijo lento e urgente antes de deixar um beijo na minha bochecha e eu desci depois de acariciar sua mão levemente. Eu estava preocupada com ele e com o tal problema, mas se tem uma coisa que eu aprendi com isso é que eu não devo me meter.

 

JUSTIN POV

Dirigi de volta à sede irritado com a possibilidade de uma merda grande ter acontecido envolvendo Styles. Dobrei minha velocidade e fiz um lembrete mental de pedir a Chaz pra que me livrasse das inúmeras multas da semana. Quero dizer, não tenho culpa que sou piloto de fuga, né? Cheguei na sede em menos de dez minutos e estacionei no gramado em frente à porta principal do enorme prédio. Entrei no mesmo ganhando um sorriso gentil da recepcionista. Subi de elevador até o andar do meu escritório e praticamente corri até o mesmo. Quando entrei nele, vi os garotos todos tensos, Jannet batendo os saltos no chão impaciente e Dwayne andando em círculos. Assim que entrei, Jane veio em minha direção e me abraçou.

- Wow, eu sei que você me ama demais, mas geralmente você me recebe com socos. – Brinquei retribuindo o abraço.

- Justin, ele explodiu três carros seus e dois de Kendall. – Ela disse diretamente se afastando.

- Como assim? Quando? – Perguntei assustado.

- Há quinze minutos atrás. – Dwayne respondeu.

- Ele estava muito quieto pra quem foi assaltado, Drew. – Chris disse cruzando os braços.

- Foda-se, quando vamos atacar de novo? – Perguntei.

- Qual é, cara! Você é multimilionário, substituir esses carros é fichinha pra você. Agora temos que pensar, é previsível que ataquemos agora. – Ryan tentou acalmar.

- Que se foda, Butler! – Gritei chutando a lata de lixo e ele levantou as mãos em rendimento. – E se eu estivesse dentro do carro? E se Kendall estivesse dentro do carro? Você tem ideia que eu poderia ter perdido minha mulher?

- Você se descontrolar desse jeito não vai mudar nada, Justin. – Alfredo disse.

- Onde estava a minha segurança nessa hora? – Perguntei a Chaz.

- Todos foram abatidos. O jardim da tua mansão está repleto de corpos, tanto os de Styles quanto os nossos caras. – Ele disse.

- Dobre a segurança de todos nós e ache um guarda costas pra cada garota. – Ordenei e Dwayne me olhou de forma orgulhosa, o chefe da equipe.

- Posso palpitar? – Ele perguntou.

- Deve. – Disse respirando fundo.

- Morem todos juntos. Se não der na sua mansão, compre uma maior. S você concentrar toda a segurança em um só lugar mais a equipe treinada e reforços no perímetro, vocês estarão praticamente num forte. – Ele disse.

Fiquei em silêncio alguns minutos pensando na ideia.

- Essa foi a coisa mais inteligente que já te ouvi dizer. – Disse e os garotos vibraram.

- Meu sonho de consumo é morar naquela mansão maravilhosa. – Chaz disse e os garotos riram descontraídos.

- Vamos nos mudar. – Afirmei e eles se calaram.

- Mas é a casa dos seus pais. – Alfredo disse receoso.

- Meus pais se foram. Passado fica no passado. No presente eu preciso matar um filho da puta e, pra isso, preciso manter minha família segura. – Cortei o assunto.

- Vamos fazer isso direito. – Jane disse piscando pra mim e eu sorri de lado.

Era o início de uma nova era. A guerra havia começado.


Notas Finais


1. OLHA O CAP GRANDEEEEEEEEEE

2. Desculpem a demora, mas ta aí!

3. Otp lindo, porém perigo vindo!

4. NÃO ESQUEÇAM DE COMENTAR! Beijos <3


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