História Until Dawn - Back to Death - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Until Dawn
Personagens Ashley "Ash", Beth Washington, Christopher "Chris", Emily "Em", Hannah Washington, Jessica "Jess", Joshua "Josh" Washington, Matthew "Matt", Michael "Mike" Munroe, Personagens Originais, Samantha "Sam"
Tags Aventura, Drama, Jogos, Romance, Terror, Until Dawn
Visualizações 31
Palavras 1.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Notas Finais<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<

Capítulo 14 - Seja bem-vindo!


As mãos de Josh estão frias e fechadas, ele sente as unhas pontudas agredirem sua pele levemente, ele abre e fecha o punho, encarando as linhas na palma. Se ele pudesse mudar o destino, se pudesse voltar no tempo e impedir a morte de Hannah e Beth. Seus Demônios o assombram todas as noites. Lembrando-o de como fora infantil e como merecia aquela punição.

Aquele desejo. Aquele desejo crescente de abrir as cabeças de todos que o cercavam, devorar seus corpos, tortura-los. Ele lutava com isso há meses, lutava para manter a sanidade, mas, ele sabia que o momento iria chegar e quando se perdesse completamente em uma escuridão sem sentido, quando o monstro conseguisse domina-lo, ele sabia com quem falar para aliviar o tormento. Tudo que desejava era apenas a chance de reencontrar os amigos mais uma vez, se despedir, pedir desculpas – Mesmo que não fizesse muita diferença – Ele queria partir em paz...

Mas então, eles começaram a caça-lo, ele sabia que a morte seria certa, que estava cada vez mais próximo dela a cada quilometro, sabia que ela viria assim que resgatassem Sam, sabia de tudo isso. Ele queria ao menos ter que evitar que os amigos retornassem a montanha naquele dia, queria evitar coloca-los em risco, queria salvá-los...

Ao longe ele viu os picos cobertos de neve surgirem, Blackwood sempre fora sombria e assustadora, mas, naquele dia, ela estava especialmente escura, grandes nuvens negras se erguiam perto dos picos. A noite já havia caído e Josh podia sentir os instintos de caça aguçando, ele piscou algumas vezes e respirou fundo, foi a voz de Emily que o trouxe de volta:

- Duvido que vão deixar que passemos pelo teleférico, vamos ter que subir a montanha a pé...

- Viemos preparados para isso, certo Josh? - Chris cortou Emily antes que ela pudesse começar a onda de reclames.

Josh suspirou e encarou as árvores passando rapidamente pelo vidro do carro:

- Eu vou subir sozinho Chris... – Ele disse encarando o amigo de soslaio – Os Wendigos caçam a noite, se sentirem vocês na montanha estarão mortos, não quero que se machuquem.

- Mas e quanto a você?

Ele deu de ombros:

- Não estou muito longe de ser um monstro, vou tirar a Sam de lá, ou pelo menos acabar com esse bando de malucos que pegaram ela!

- Hum... Você fala como se eles fossem os únicos malucos... – Josh ouviu Emily murmurando, e teve que se conter para não ter um acesso de raiva.

 

                                               X

A noite foi longa para Sam, ela abria os olhos desesperada sempre que ouvia algum barulho, ela já havia enfrentado os Wendigos antes, sabia como se comportavam, sabia como evita-los, e eles a tinham assombrado pelos anos passados. Em seus pesadelos ela os via constantemente, às vezes tinha alucinações, mas naquela noite ela sabia que estaria morta se visse uma daquelas coisas.

Aquilo era real.

O vento uivava pela montanha e se chocava contra as paredes do decaído, porém “recém reformado” Sanatório. Por fim ela desistiu de tentar dormir e sentou-se na cama, olhando em volta para a escuridão, se pôs de pé e tateou até chegar na mesinha, a porta ficava um pouco mais adiante. Era imprudente sair aquela hora da noite, mas a curiosidade e a ansiedade estavam matando Sam, ela pegou o casaco que estava encostado na cadeira e vestiu-o, depois caminhou as cegas e tateou as paredes até sentir a pesada porta.

Do lado de fora a iluminação era fraca e pálida por algumas poucas lâmpadas que oscilavam sempre que o vento soprava com muita força, era difícil de enxergar mesmo com a luz no local. O corredor estava vazio, nenhum sinal de guardas, Sam caminhou lentamente em direção ao depósito, e logo se deu conta de como era difícil andar ali sem a ajuda de um guia.

O ambiente frio e assustador não ajudava em nada, Sam paralisava a cada sombra que via ou barulho que ouvia, ela encostava-se às paredes e fechava os olhos, controlando a respiração por alguns segundos e então, depois de ter certeza que não era nada, ela prosseguia, esgueirando-se pelas sombras.

O corredor parecia não ter fim, mas então ela viu adiante a ala enorme do depósito, as portas de madeira lacradas. Sam bufou e olhou em volta, não sabia para onde ir. Ali a temperatura estava ainda mais baixa, era possível ver pequenas formas saindo da boca de Sam sempre que ela respirava. Por fim ela decidiu dar meia volta, caminhando lentamente pelos corredores, até que então ela ouviu, o som de passos, vozes, estavam vindo em direção ao depósito:

- ... Ele já deve estar a caminho, a noticia que a garota esta aqui se espalhou... – Era a voz de Andrea – Publicamos em todos os jornais que ela havia sido chamada para o centro de pesquisa de Blackwood... Como uma... “Estagiária”...

- As pessoas não vão engolir isso... – Uma voz rouca e masculina que Sam desconhecia cortou o ar, ela se encolheu e olhou em volta buscando por algum abrigo, haviam apenas inúmeras portas. Sem pensar, correu até uma delas e fechou-a, a sala onde estava era abarrotada de caixas, Sam teve que se espremer para conseguir abrir uma fresta da porta e ouvir o resto da conversa:

- Ela não era uma pesquisadora era? - A figura de um homem alto e calvo surgiu, com Andrea andando ao seu lado.

- Isso não importa... Ninguém se importava muito com Sam faziam meses, a família dela se afastou completamente, mas os amigos... Bom, duvido que eles venham até ela e se vierem estarão todos mortos, só precisávamos de um chamariz para atrair ele de volta...

- Certo, se o perdermos poderemos estas sacrificando uma oportunidade gigantesca, ainda não sabemos como ele resistiu tanto tempo... Josh é nossa melhor cobaia...

A palavra cobaia ressoou no fundo da mente de Sam, ela sentiu as pernas fraquejarem. Estavam falando dela, mas, Josh estava vivo? como? e porque queriam atraí-lo de volta? a porta do depósito se abriu e os dois entraram. Sam se espremeu para sair do quarto cheio de caixas e começou a retomar o caminho que havia feito para chegar até ali, ela entrou no quarto e fechou a porta a suas costas ofegante.

 

 

Josh estava vivo... 


Notas Finais


Sim, depois de um mês, quase dois, eu finalmente postei...

É uma longa história mesmo, mas, agora eu vou tentar voltar com a frequência de capitulos aqui ( Se é que já existiu uma frequência nessa fanfic).

Eu espero que tenham gostado do Capitulo!!! Me perdoem a demora ;-;
É isso!
~Lilly


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