História Until Dawn - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Namjin, Vhope
Exibições 82
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá gente, aqui é a Nany, e bom... essa é minha primeira fic então não se assustem com erros ou até mesmo desleixos meus rsrsrs... Bom esse é o primeiro capitulo e a história promete ser longa... Minha cabeça tá com 1001 idéias. Sem mais delongas... O capitulo.

Capítulo 1 - Begin


 

‘’meu corpo doía. Sentia cada batida do meu coração, respiração descompassada, e até o sangue circulando lentamente por minhas veias. Mesmo no escuro, sentia a presença de alguém ao meu lado. Poderia estar ficando louco?  Não, não estava. Optei em acreditar que não possuía nada ao meu redor, até sentir uma respiração em minha nuca, e ‘’aquela’’ voz rouca me trazer calafrios. Sua risada fora completamente nasalada e assustadora, só me dando segundos para correr, oque não aconteceu e me permitiu ouvir seu sussurro que me enojava, antes de sentir a lâmina fria e afiada me perfurar e destruir o brilho que se escondia nas profundezas de olhares frios.

- Tenha bons sonhos Jungkook...’’

Acordei em meio de um pesadelo, ofegante, e suando frio. Não pensei duas vezes antes de correr aos tropeços ao banheiro, levantando a tampa da privada deixando se esvaziar de meu corpo o que basicamente fora meu jantar. Ah... Porque os pesadelos me atormentavam dessa forma tão horrenda? Não poderia simplesmente ser um sonho onde eu refletiria na manha e dentre mínimas horas não existiria em minha mente?

Com certa dificuldade adentrei o chuveiro, não ligando de estar de roupas. Precisava sentir a pressão da água sobre meu corpo inerte em pensamentos assombrosos. Mesmo que superficialmente, a água gelada me colocava em mínima consciência sobre meus atos. Aos poucos, as peças de roupas se acumulavam em um canto qualquer do box, deixando a mostra meu corpo pálido e frágil que pedia descanso. Ao sair, e me vestir, hesitei um segundo, mas me observei ao espelho. Definitivamente meu corpo pedia descanso só apenas com o olhar que apresentava olheiras.

Ao abrir o armário, deparei-me com os diários calmantes, distribuídos em potinhos coloridos, em sua maioria laranja. Peguei dois do mais forte e engoli com um bem distribuído gole d’agua. Olhei para o relógio, disposto em meu criado mudo. 04;56 da madrugada. Ótimo, pensei. Precisava dormir pelo menos uma hora e meia caso quisesse sobreviver a aulas de química no dia seguinte. Ao me deitar, os efeitos do remédio já se espalhavam em meu organismo, o que já era de se esperar, como dito pela psicóloga que apenas me julgava com olhares e palavras silenciosas. Ela não entendia... Ninguém entendia... Apenas eu, e a mentira que se tornou cada vez maior e que tentava me engolir...

***

O pouco tempo que dormi não foi o suficiente para suprir o meu sono. Aliás, mesmo horas não seria o suficiente. Mas eu não queria dormir. Pois era nesses momentos em que eu me encontrava em um estado de fragilidade duas vezes pior. Era o momento em que os pesadelos me atormentavam, e me destruíam aos poucos. E por isso, acordar com o barulho infernal do despertador se tornou algo banal, e até mesmo libertador. Tive tempo necessário para esquentar agua e dissolver o café em uma caneca antes de sair de casa e ter que enfrentar as pessoas em todos os lados, o que não me era confortável nem mesmo acolhedor.

Ao chegar naquele ambiente novo, não me importei com os olhares, alias nunca me importei. Apenas segui meu caminho até a sala de aula do ultimo ano que me prendia a esse inferno por obrigação. A última cadeira isolada parecia que continha o meu nome, e foi lá que permaneci até o resto de adolescentes deploráveis entrarem. Sim mesmo eu sendo um adolescente eu negava até o fim relacionamentos e envolvimentos com os mesmos. Com todos na verdade, não sentia vontade se me relacionar. Pessoas eram falsas, egoístas e nunca mediam as consequências de seus atos. Mesmo que machucasse os outros, cada um sentia necessidade de uma felicidade só sua. Era a única coisa que procuravam durante suas vidas medíocres.

O barulho sinalizou o início da aula de literatura, a conversa misturada com a voz do professor já me provocava dores de cabeça. Sempre seria assim... Qualquer mínimo esforço em me ‘’ajustar’’ levava a sensações de dor.

Meus devaneios foram interrompidos pelo barulho estrondoso na porta, causada por um garoto, que estava acompanhado de uma garota que ria escandalosamente. Arrisco- me a dizer que eles eram o exemplo de: a garota popular e idiota e seu namorado bad boy.

- Não é nada positivo chegar atrasado Park Jimin. – A voz do professor exalava reprovação. - Senhorita Sun Hee, não pense que irá ficar impune de minhas broncas.

A garota o encarava de uma forma que se fossem metralhadoras, o professor já se encontraria a sete palmos do chão, enquanto o garoto apenas se dirigia a uma das duas carteiras restantes, que se localizava ao meu lado. Parei apenas um segundo para vislumbrar suas feições. Era mais baixo que eu, mas possuía um porte físico mil vezes mais trabalhado, que devia ser exclusivo de academia, lugar que eu não frequentava e nunca iria frequentar. Seu cabelo era de um tom laranja vibrante que poderia ser identificado a quilômetros de distancia, enquanto eu já possuía um tom castanho, sem vida, sem vaidade, e muito menos cuidado. A franja já me cobria os olhos, o que constantemente me irritava, mas ir ao salão já não era um hábito. Suas bochechas estavam rubras, devido o frio, enquanto um cachecol vermelho vinho se estendia por seu pescoço. Seus lábios eram fartos e rosados, coisa que qualquer garota sonharia em ter. Já o observava demais e se fosse um pouquinho mais esperto teria percebido.

- Park – O professor lhe chamava o que o fez se assustar. Estava preso em seus pensamentos? – O que é destino?

- Destino... – Sua voz hesitou por um momento, formulando uma resposta em sua cabeça. – Para mim se consiste em sonhos... É a maneira mais sonhadora que encontramos para explicar algo relacionado ao nosso futuro, algo que tememos, ou até mesmo desejamos.

Meu corpo apenas reagiu com melhor, forma ao ouvir aquelas palavras tão sonhadoras. Tão inocentes. Um sorriso irônico se formou em meus lábios, o que chamou a atenção de algumas pessoas incluindo o professor que me direcionou um olhar que dizia: ‘’você quer responder?’’. E não era um olhar positivo. Soltei um logo suspiro antes de começar a responder sem a mínima vontade.

- Destino. Do latim de-intensificador, stanare, derivado de stare. Destinare era fixar, afirmar, estabelecer. Passou a ser usado com ‘’ aquilo que é firmemente estabelecido para uma pessoa. – Meu olhar já não estava fixado no professor e sim na reação que Park Jimin teria ao terminar minhas palavras. - Para mim é uma boa analogia. Porém, às vezes, apelar para o destino é a maneira mais confortável de levar a vida sem lutar muito.

Subi meu olhar ao seu rosto que me encarava com um olhar misterioso e até mesmo indecifrável, o que não era comum, pois eu já conhecia todos os tipos de pessoas. As suas reações eram até mesmo clichês. Menos a sua, o que me deixou curioso e assustado por um breve momento.

- Temos dois incríveis pontos de vista aqui, o que é interessante... – A voz do professor exalava surpresa, e seu olhar indicava ideias. Isso era um mau sinal. – A proposta hoje para vocês, é me explicarem em uma redação, o que é o amor inocente e um amor corrompido. Esta valerá metade de suas notas bimestrais estão pensem. É para a próxima semana, e podem começa-la neste momento. – Era uma atividade fácil, e já estava afiado para começa-la quando o professor soltou a bomba. – Quero em duplas, e eu vou forma-las. – ah não, por que em duplas? Pessoas só atrapalham e me tiram do sério. Mas eu não poderia fugir de fazer esta maldita redação.

Quando os primeiros pares já estavam formados, claro, ninguém fora de acordo com as duplas, pois eram totalmente distintas, as pessoas necessitavam fazer com suas ‘’panelinhas’’, e a primeira pessoa a se rebelar fora Sun Hee, que usou como argumento de defesa se encontrar fazendo par com uma garota que se encontrava em uma posição de popularidade bem mais baixa que a sua. Nem preciso comentar o final da história. Só queria que o professor terminasse rapidamente suas escolhas que agora se encontravam difíceis, pois queria fazer logo o texto para me encontrar livre de um peso morto chamado dupla.

- Jungkook-ah, você fará dupla com Park Jimin.

Meus olhos se encontraram com o dos mesmos que já puxava um caderno e canetas para minha carteira. Era o mesmo que misturar agua e óleo. Park nunca seria uma boa dupla, e já previa que iria ter que fazer tudo sozinho, para depois ele só assinar seu nome e levar os indevidos créditos.

- Oi – sua voz demonstrava estar feliz com a parceria, e ao se aproximar um pouco mais do que o previsto, recuei. Não gostava de toques. E por isso ninguém me tocava. Deixava isso bem claro, e usava a desculpa de fobia ao me encontrar em lugares lotados, o que raramente acontecia.

- Vamos fazer o trabalho aonde? – Perguntei secamente, e sem demonstrar qualquer emoção.

- Na biblioteca 15:30. Pode ser?

- Sim.

- Ótimo. Te encontrarei lá.

Park não me dera tempo de responder, já saia andando, quando percebi que o sinal  tinha tocado.

***

 Encontrei-me na biblioteca depois de comer uma maçã, sem a mínima vontade, apenas para não desmaiar e chamar mais atenção. Rodava os imensos corredores a procura de um livro que me chamasse à atenção. ‘’Demian.’’ Este titulo me pareceu interessante. Recostei-me na parede e sentei-me no chão frio. Os poucos minutos de leitura faziam meus olhos a pesarem e aos poucos se fecharem.

Ao acordar assustado, senti uma pequena dor no braço, e ouvi a porta da biblioteca ser fechada, sem perceber quem o fizera. Alguém me beliscara para acordar. Passei a mão pela testa e senti algo. Ao puxar, era um post it amarelo neon, que esperava ser uma brincadeira, mas estava errado. Li as palavras com cuidado da caligrafia suave, bem diferente da minha.

‘’ Não durma na biblioteca. Da ultima vez eu me dei mal. Vá para a enfermaria, segundo corredor à esquerda. Muito boa sua escolha de livro. Estou quase começando a achar que esse livro combina com a situação que nos encontramos. Duas mentes diferentes, com opiniões opostas, mas que no final se compreendem e se completam.

                       Park Jimin.’’

Mas que diabos tinha acabado de acontecer? Estava confuso e minha dor de cabeça aumentava a cada segundo, me fazendo recolher os cadernos e ir embora, mesmo com a chuva tomando conta do momento o que levaria a chegar encharcado em casa.

***

Ao abrir a porta do apartamento joguei os sapados na entrada, e fui diretamente ao banheiro e tomei uma ducha gelada. Já com roupas tomei os comuns calmantes diários e me joguei na cama adormecendo profundamente, tendo antes em mente as palavras registradas no bilhete de Jimin.

 ‘’Duas mentes diferentes, com opiniões opostas, mas que no final se compreendem e se completam’’.

O que essas palavras significam Jimin?


Notas Finais


E foi isso...
Sobre os próximos capítulos, eu postarei normalmente um por semana, acho que de sábados ou domingos bjss gente.


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