História Until eternity - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Suspense, Viagem No Tempo
Exibições 10
Palavras 990
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá Boa leitura *-*

Capítulo 8 - O declaro culpado!


Fanfic / Fanfiction Until eternity - Capítulo 8 - O declaro culpado!

Nossos lábios se selaram de leve me fazendo flutuar perder toda a consciência, era como se isso fosse o que faltava para que eu me completasse, ele agarrou minha cintura trazendo-a mais para si, a cada toque do garoto meu corpo estremecia e eu apenas queria mais e mais...

Mas afinal o que eu estava fazendo? Nem o conhecia direto..e Charlott gostava dele o que iria falar? Tentei lutar contra isso mais foi em vão, fui fraca e quis continuar...

Esses pensamentos se foram quando Nathan pediu passagem e eu logo cedi, ele explorava cada parte de minha boca, o beijo era quente e puramente carnal.Nossas línguas entraram em perfeita sincronia e a pegada ficava cada vez mais firme...Ele conseguia ser delicado e intenso,passando os dedos pelo meu rosto de forma delicada com se tivesse medo de me quebrar..

Me encostei na porta de madeira que dava acesso a varanda para ter apoio, enquanto alisava as costas nuas e pálidas do garoto que por sua vez apertava firmemente minha cintura.Quando nós finalmente nos separamos para buscar ar, que parecia ser escasso ele mordeu meu lábio interno e o puxou de leve.De uma hora para outra a porta abriu de uma só vez nos fazendo perder o equilíbrio cair na varanda, eu por baixo e ele por cima, nossas testas agora estavam grudadas e respiração totalmente desregulada em meio as risadas pela cena.

Nathan parou e me anilisou por um momento, parecia querer guardar cada segundo, gravar cada traço de meu rosto, eu apenas encarei o garoto meio confusa pela sua atitude atirada e selvagem, olhei fundo em seus olhos agora num tom de azul marinho e percebi uma certa tristeza, porém muito desejo, era como se eu já o conhecesse, o compreendesse...

-Porque demorei tanto para te encontrar?-ele falou levando a mão até meu rosto onde algumas mechas de cabelo cobriam meus olhos.Não entendi a pergunta, talvez fosse uma cantada barata ou um jeito fofo.Fomos brutalmente interrompidos por batidas constantes na porta.

Nos levantamos rápido e nos ajeitamos antes de Nathan abrir a porta.Era a pequena moça nos convocando para descer.

-Poxa, estava tão bom..-Nathan falou vestindo a camiseta.Eu apenas ignorei o comentário e passei como um raio por ele descendo depressa as escadas.

Sim, fiquei meio brava, nem nos conhecíamos direito e ele já veio de gracinha...mas foi bom..a se foi, mas nossa garoto abusado.

-Estavam fazendo o que lá em cima?-Charles perguntou encarando a filha.Antes que ela pusesse responder, Nathan a pareceu e tomou as rédeas da conversa.

-A gente estava jogando um jogo para 2 players...-ele riu maliciosamente.Por sorte nosso pais não entenderam a referência.

-Adolescentes e esses video games que comem o cérebro deles..-Victoria disse fazendo todos nós rimos.

(...)

Jantamos na grande mesa, onde a maior parte dos assuntos foi política e escola, nós nem participamos direito já que ficamos quietos, cada um em seu lugar.Consegui resistir a tentação de olhar para Nathan que durante o jantar inteiro me fitou descaradamente...

Quando o jantar acabou os adultos foram para a sala e ficaram bebendo vinho e beliscando queijos e frios enquanto trocavam informações de infância.Já eu resolvi sair e respirar um pouco.

A noite agora era mais agradável, nem parecia que havia chovido, apenas a brisa balançando suavemente as folhas das grandes árvores, olhei para o céu que estava totalmente limpo e para a lua quase cheia...lembrei que Terry adorava dias de lua pois deixava ele correr pela floresta e caçar pequenos roedores já que tudo ficava mais claro e não tinha risco dele se perder...Meus olhos marejaram e uma lágrima escorreu pela minha bochecha que logo foi apanhada pelos dedos gelados de Nathan...

-O que foi?-ele perguntou se sentando ao meu lado.-É por minha causa?

-Não, para de ser convencido...-falei com meio sorriso.

-Se não é por minha causa...-ele fez uma pausa para que eu completasse a frase.

-Minha raposa...ela morreu.-mais lágrimas caíam e agora eu não conseguia mais controlar..

-Mas você a encontrou? Tem certeza? Eu posso te ajudar a procurar..-ela falou me abraçando.

-N-nao precisa, eu encontrei.Obrigada.-disse me encolhendo mais.

-Eu tinha um hamster, Giuseppe, isso foi...quando eu morava em...bem isso não importa, ele sumiu por dois anos, e no começo eu encontrei um igual a ele morto e jurava que fosse ele e em uma noite um hamster idêntico apareceu, e entrou na gaiola que eu deixava aberta, porque eu era esperançoso...

-Pera, e...o que aconteceu era ele ou não?-perguntei toda curiosa.

-Para os otimistas era Giuseppe, já para os pessimistas era um qualquer que entrou.-ele sorriu e arrumou os cabelos.

-Mas que droga...-falei meio irritada.-Odeio não saber o final...

-Aí que está, se você não sabe, você pode mudá-lo...

-Ei crianças vamos acender a lareira..-Miranda gritou da porta.

(...)

-Sempre é bom ter lenha em casa, Nathan saiu hoje a tarde para buscar lenha..mas disse.que o machado estava cego...-Edward disse batendo nas costas do filho e que mal sorriu.

-Quando o machado está cego devemos aplicar mais força e aí irá cortar..-papai falou tomando outro gole de vinho tinto.

-Sabiás palavra Charles.-Ed disse encarando o filho.
As mulheres conversavam sobre moda em outra parte da sala, já nós não tivemos escolha tivemos que ficar com os pais...

(...)

Quando saímos de lá passava das 2 da manhã, incrível como os adultos têm assunto e coisas para trocarem entre si.Quando fui ajeitar o cabelo meu anel caiu rolando até uma casinha, corri para que não o perdesse de vista e logo o alcancei.Levantei os olhos para a pequena casa que guardava ferramentas e com a ajuda da luz da lua pude ver  jogado no chão um machado coberto de um líquido vermelho que supostamente era sangue.

Tudo se ligou e eu comecei a pensar que poderia ter sido ele que havia matado minha raposa, ele estava na floresta de tarde com um machado, que ainda por cima estava sujo e eu tinha certeza de que ele odiava raposas...

Como ele pode?


Notas Finais


não me matem, mas quem matou Terry? Alex, Nathan ou Josh?


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