História Until the dawn. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cosmic Girls
Personagens Dawon, Luda, Mei Qi
Tags Cosmic Girls, Meiwon, Wjsn
Visualizações 175
Palavras 9.572
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Orange, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


tô chegando com a meiwon rapaziada !! debutando na tag wjsn

oi gente, quanto tempo laksmdals eu to morrendo de vergonha, aparecendo aqui depois de tanto tempo, com algumas fic esperando atualizações e tals, me desculpem mesmo
a verdade é que eu cheguei até a pensar em excluir esse perfil, já que eu entro aqui cada vez menos, mas gastei tanto esforço nessas minhas fics que eu resolvi deixar, sem contar que as vezes aparece gente elogiando e já que ainda tem gente gostando, por que não deixar certo?
agora, pra gente que já leu das minhas fanfics, não, eu não tô saindo do hiatus, desculpa, estou tentando escrever um pouco mais, mas a maioria das coisas que eu tento é oneshots e eu ainda tenho dificuldade pra escrever, então melhor eu não prometer nada que eu não possa cumprir.

bom, chega de textão né galera, pra quem leu é nois, pra quem não leu tudo bem também, aproveita essa OS +18 desse casal pouco falado, mas tão lindo e cheroso e sim, eu não tenho uma capa decente, me desculpem, quem me conhece sabe que sempre foi assim (tirando algumas vezes que alguém resolveu quebrar o galho pra mim rs)

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Na pratica ela esperava que a noite fosse como qualquer outra normal. Sairia com seus amigos, a maioria homens, iriam todos num bar novo do qual nunca tinham ido – fazia parte dos planos estabelecidos – beberiam e conversariam sobre qualquer coisa, sendo boa parte assuntos inúteis, e depois voltaria para casa, cansada, porém feliz de ter encontrado os amigos novamente.

Dawon terminou de amarrar seu tênis, deu uma ultima olhada na camiseta preta que usava e na camisa xadrez desgastada que havia amarrado na cintura, e antes que pudesse se questionar se devia mesmo sair daquele jeito, o toque do celular ressoou pelo quarto, sinalizando uma mensagem dos seus amigos que estavam esperando na frente de sua casa dentro de um uber.

Certificou-se de trancar a porta antes sair, podia não ter coisas de muito valor – não que ela precisasse também – mas ter que comprar tudo de novo não seria agradável.

“Você só tem essa camisa?” Will, um de seus amigos perguntou assim que ela entrou no carro e o motorista começou a andar.

“Vocês já sabem pra que bar vamos?” a menina ignorou o homem e perguntou para um dos outros dois caras que estavam no carro junto com eles.

“Encontramos um relativamente novo, perto daquele posto que você não gosta de ir por causa daquele atendente inconveniente.” respondeu Jiyoung, que era o que estava no banco da frente.

“E quando você diz relativamente novo...”

“Acho que tem uns seis meses desde que abriu, por ai.”

“Vocês sabem se Luda vai?” ela observava paisagem noturna passar rápido pela janela.

“Quem ficou encarregado de levar a Luda foi o John, junto com o Jay.” o rapaz do banco da frente explicou. “Por que, finalmente decidiu dar uns beijos nela?”

“Isso é coisa da cabeça de vocês, eu não tenho interesse, e muito menos Luda, que inclusive namora.” Dawon explicou mesmo sabendo que isso não mudaria nada e todos ali naquele carro continuariam insistindo no mesmo assunto. “Eu preciso de alguém pra falar mal de vocês, quando estiverem todos bêbados e consequentemente mais irritantes do que já são.”

O motorista que apenas prestava atenção no caminho até achou que os homens ficariam bravos ou pelo menos um pouco irritados com a declaração da menina e esperou algum tipo de xingamento que nunca veio. O homem respirou aliviado quando eles começaram a rir. Ele já chegou a presenciar algumas brigas dentro de seu carro e foi poucas que deixaram boas memórias, a maioria delas sendo histórias de bêbados.

Em meio a algumas brincadeiras entre eles, aquela parte do grupo de amigos chegou em frente à um estabelecimento pequeno, mas muito charmoso.

Jiyoung ficou de acertar tudo com o motorista enquanto os outros três já iam entregando os documentos na porta do bar para que a entrada fosse liberada.

Não foi difícil de encontrar a outra parte do grupo, apesar do local ter uma iluminação de certa forma precária, John era um cara muito alto que ao lado de Luda aparentava ser ainda maior.

O frio do ar condicionado do bar fez Dawon estremecer e antes mesmo de chegar na mesa, a sua camisa xadrez já estava abraçando seu torso. Considerou até mesmo em pegar a jaqueta jeans de Jiyoung, já que em minutos ele ia começar a ficar bem louco e nem frio ia sentir mais.

“Preparem para deixarem os seus cu cair da bunda.” foi a primeira coisa que Jay falou quando notou que todos já estavam próximos o suficiente para ouvir.

Dawon virou para Luda tentando entender vendo a amiga apenas balançando a cabeça negativamente enquanto se cumprimentavam. Só deu tempo Dá recém-chegada falar com os outros dois amigos e mais Hyunjae – que ela não sabia da presença – antes de uma mulher, mais ou menos na idade do grupo aparecesse com o que parecia ser o uniforme do estabelecimento e um bloco de anotações na mão.

“Vocês querem pedir algumas cervejas, pra entrada?” ela perguntou. Ela era linda, até mesmo Dawon que geralmente preferia ficar em cima do muro para não causar problemas achava isso.

Ela não era muito alta, mas também não era no nível de Luda, provavelmente o tamanho perfeito, Dawon – e todos os outros rapazes da mesa – pensou. Não dava pra ver se o cabelo dela era ruivo mesmo, ou eram só as luzes do lugar, de qualquer forma ambas as hipóteses eram boas. E o sorriso então?

Se não fosse Luda respondendo a pergunta da mulher, era provável que ela fosse ficar esperando tempo o suficiente para o clima ficar bem estranho naquela mesa.

“Bem que eu avisei.” Jay falou assim que ela foi embora depois de anotar algumas coisas num bloco de papel.

“Eu preciso conseguir o número dessa mulher.” Will falou olhando ela sumir dentro de uma porta.

“Pode entrar na fila, o garanhão aqui já vai tentar e eu também.” ele apontou para Hyunjae. “E aparentemente esses dois também.” apontou tanto para Jiyoung, quanto para Haejin, que era o outro rapaz que estava no uber junto com Dawon.

“Vamos fazer uma aposta então.” as duas mulheres, mais John, apenas olhavam eles começarem a fazer merda antes mesmo de começar a beber. “Quem conseguir o número primeiro, não paga nada hoje.”

Jay olhou para Will considerando a proposta do amigo. Sabia que seria difícil, afinal seria cinco caras atrás do mesmo número de telefone, contando com ele, claro. Mas também, não pagar nada sempre era uma coisa boa.

“Eu topo.” olhou para os outros três. “E vocês?” demorou não mais que cinco segundos para os três assentirem e ele dirigir a mesma pergunta para as meninas.

“Vocês são ridículos.” fora a resposta de Luda, resposta essa que não precisava de muita explicação.

“Não, prefiro só ver vocês tomando um fora.” Dawon falou bem plena. Mais até do que eles esperavam.

“Para de frescura Dawon, qual o problema?” Will insistiu e continuou quando viu que ela não ia falar mais nada. “Você está solteira, não tem nenhum problema ir atrás de uma mulher que você achou atraente.”

“Vocês são ridículos mesmo.” assim que ia continuar a falar, viu um braço esticando para colocar os copos na mesa, um por um, sendo seguido por três garrafas de cervejas. “Esse tipo de coisa não é pra ser uma competição.”

Quando finalmente olhou em direção a dona do braço, trocou firmes olhares com a mesma mulher que os atendeu e por um breve momento – coisa de segundos – considerou aceitar o desafio só para ter desculpa pra chegar perto da mulher.

Sentindo os olhares dos amigos em suas costas e em seu rosto, resolveu ajudar a mulher. Não falou mais nada, nem mesmo quando a garçonete agradeceu e deu um dos sorrisos mais charmosos e lindos que ela viu em sua vida, tentou apenas retribuir do melhor jeito possível o sorriso antes da mulher dar uma risadinha e se afastar novamente.

“E ai, tem certeza?” o mesmo amigo irritante perguntou novamente, dessa vez dando um olhar macabro para amiga.

“Sim, agora enfia álcool no seu sistema e não enche.” Dawon nunca fora tão agressiva, era sempre mais calma, mas naquele momento estava tentando fazer as pernas pararem de tremer por conta do sorriso, da risada e da voz rouca da garçonete.

Os amigos riram, como já era de se esperar, eles acreditavam que Dawon fosse ficar atraída pela mulher – o que sinceramente não precisaria nem de esforço – mas o jeito que ela reagiu só confirma a suposição dos amigos.

Dawon, tendo um pouco de orgulho, tentou o máximo para não cair nas provocações dos amigos, fazendo o máximo para manter a calma a cada segundo daquela noite e madrugada que pareciam não acabar nunca.

E apesar de ter amigos completamente irritantes, a mulher teve uma noite bem agradável. Ao mesmo tempo em que boa parte dos homens da mesa fazia merda, ela aproveitava pra conversar com Luda e John sobre diversos assuntos.

Conforme as garrafas de cerveja foram se esvaziando e se multiplicando naquela mesa, mais coragem para fazer cagadas eles pareciam ter.

“Chega, vou tentar.” Will disse para os amigos e levantou meio instável, indo atrás da mulher.

Os outros aproveitaram para encher novamente os copos e observaram o amigo bater nas roupas tentando deixar o mais apresentável possível, antes de finalmente conseguir chamar a garçonete.

Ninguém conseguia ouvir sobre o que os dois estavam conversando, só conseguiam ver as costas do amigo e um sorriso que não saia da boca dela. Eles achavam até que o rapaz tinha conseguido, isso até ele virar em direção a mesa e se dirigir até lá com cara de derrotado.

Não precisou mais nada para todos começarem a rir. Principalmente os outros quatro rapazes que também tinham interesse na garçonete.  E só após algumas palavras de baixo calão, as piadinhas com a cara dele acabaram.

Aos poucos cada um dos homens foi tentando se aproximar, sendo rejeitados da maneira mais calma e simpática que poderia ter, afinal, eles ainda eram clientes e também em nenhum momento algum deles haviam passado dos limites, aceitando a rejeição mais fácil do que ela esperava.

Quando o último dos cinco se aproximou dela, enquanto ela terminava de ajeitar uma das mesas que tinha acabado ser liberada, a mulher já tinha uma boa noção do que estava acontecendo.

“Me diz se eu tô errado, mas rolou algo entre nós, não foi?” foi a primeira coisa que Jay falou, o rapaz estava tão bêbado que nem notou quando ela respirou fundo se acalmando antes de finalmente virar em sua direção.

Ela já tinha notado a presença dele antes mesmo de ele abrir a boca.

“É mais fácil eu dar meu número pra uma de suas amigas que não falaram a noite toda, do que pra você.” falou tão calma quanto das outras vezes, só que dessa vez em vez de recusar como normalmente fazia, resolveu ser um pouco mais direta, talvez para evitar que o outro rapaz tentasse também. “Muito mais fácil.”

Ela até deu um sorriso de lado quando o mesmo rapaz assentiu pedindo desculpas e se afastando em direção à mesa.

Quando ele sentou-se a mesa, todas as pessoas presentes esperaram ele falar alguma coisa, já que ele mesmo havia feito questão de ir por último.

“Algo me diz que a gente fez a noite dela muito infeliz.” foi o suficiente para John rir da cara dos cinco enquanto as duas mulheres balançavam a cabeça negativamente.

“Vocês conseguem ser muito escrotos quando vocês querem.” Dawon foi a primeira a falar ajeitando a jaqueta jeans que tinha roubado do amigo. “Parabéns, pra isso é necessário muita perseverança.”

“Agora que vocês já pagaram o vexame de vocês, a gente pode fechar a noite e ir pra casa, certo?” Luda perguntou colocando todas as garrafas vazias num canto da mesa.

“Só mais uma.” foi Will quem respondeu sinalizando para a mulher que atenderam eles a noite inteira trazer mais duas garrafas, para que todos pudesse beber um último copo.

A menor até pensou em protestar, queria ir embora, afinal teria compromisso no dia seguinte, assim como metade das pessoas naquela mesa, mas antes que pudesse falar alguma coisa, John voltou a conversar com ela sobre o assunto que estavam falando antes do último rapaz tentar a sorte com a garçonete.

Assim que as garrafas chegaram, Luda foi rápida em já pedir pra moça trazer a conta e no segundo em que todos os copos ficaram vazios ela fez questão de apressar o grupo, ela assim como todos ali, já estava fazendo muita hora extra naquele lugar.

“Vem cá, vocês querem fechar o bar?” Luda perguntou chutando a perna de Will.

“Nenhum de nós conseguimos o telefone da mulher, nem o nome bicho...” ele falou um pouco arrastado. Talvez por que ele também tenha bebido a cerveja de alguns ali que já estavam quase apagados.

“Até parece que é desse jeito que vocês vão conseguir.” Luda queria ir embora, mas apesar de ser grossa algumas vezes, não era de deixar amigo pra trás.

“Chega, preciso mijar, eu não aguento mais.” Dawon piscou tentando tirar o sono e se levantou, indo em direção ao banheiro. Não estava mais bêbada, afinal já tinha diminuído o consumo não era nem duas da manhã direito.

Nem prestou muita atenção nos arredores, só foi fazer suas necessidades.

Ao sair do banheiro, parou em frente a uma pia, não só para lavar as mãos, mas pra jogar um pouco de agua na cara para ver se ficava acordada.

 

 

“Oi.” a mulher que passou a noite toda atendendo a sua mesa apareceu atrás de Dawon.

Sem entender o que estava acontecendo direito, ela olhou o reflexo da mulher no espelho sem saber o que fazer.

“O...Oi.” respondeu meio travada. Virou-se, para pode olhar para a mulher melhor, e firmou tanto o olhar na outra, quem nem percebeu que elas estavam praticamente sozinhas naquele canto do bar, já que o lugar estava quase vazio e que poucos funcionários passavam por ali.

“Seu amigo parece estar baqueado.” a garçonete falou depois de alguns segundos que pareceram minutos. “Alias, prazer, Meiqi.” estendeu a mão.

“Felizmente, pelo menos daqui a pouco ele para de falar.” retribuiu o aperto. “Prazer, Dawon.”

“Eu ouvi seus amigos te chamando assim, só não sabia se era algum tipo de apelido.” ela comentou, sem largar da mão da maior, apesar de ser algo inconsciente, Meiqi não conseguia parar de pensar em como seria ter aquela mão em seu corpo.

“Que horas o bar fecha?” Dawon perguntou depois de mais alguns segundos sem largar o contato, tanto físico quanto visual.

“Oficialmente daqui duas horas, mas geralmente os clientes saem as antes, então aproveitam pra fechar antes também.” respondeu, desviando o olhar para os lábios de Dawon e dando um sorriso de lado logo em seguida. “Por quê?”

“Não quero atrapalhar vocês, nem deixar com que os idiotas dos meus amigos façam o mesmo.” respondeu, e apesar de por um segundo acreditar que isso não era o que Meiqi queria ouvir, a mulher conseguiu disfarçar rapidamente.

“Achei que você ia me chamar pra fazer alguma coisa.” se aproximou totalmente com sua voz rouca, e sem deixar nenhum espaço entre o corpo das duas, o que pareceu fazer com que o ar condicionado do estabelecimento parasse de funcionar. “Eu vou sair em meia hora, se quiser dar uma esticada na sua noite.”

O sono que Dawon sentia minutos atrás não parecia existir mais. Agora tudo o que ela sentia era calor, e a sensação de estar louca. Ela podia jurar que ouviu um leve gemido vindo da mulher em sua frente.

A castanha esperou um momento, alternando os olhares entre a boca da outra e os belos olhos, sentindo não só a mão da mulher apertando a sua, como também todo o corpo da outra pressionado contra seu. Estava cada vez mais difícil de se tomar uma decisão.

Assim que ela ouviu mais um leve gemido da mulher, ela não teve forças para se segurar e acabou retribuindo, com seu peito subindo e descendo numa velocidade rápida.

“Acho que a gente pode...” Dawon começou olhando nos olhos da mulher, mas não aguentou e desceu novamente até os lábios. “Fazer algo hoje.” dava pra sentir a tensão sexual tanto na voz de Dawon quanto no olhar de ambas.

“Ótimo.” Meiqi sussurrou, se aproximando lentamente da boca da outra, pressionando cada vez mais seu corpo contra o da mulher. Deu um rápido beijo e se afastou um pouco. “Você pode esperar na frente do meu carro, é o único que tem no estacionamento do bar.”

“Certo.” Dawon sussurrou também, voltando a se aproximar da boca da garçonete, retribuindo o beijo, mas em vez de se afastar rápido, ela quebrou o contato e aproximou sua boca do ouvido da mulher. “Não demore.”

E assim se afastou, dando uma ultima olhada na garçonete e indo em direção à mesa onde Luda tentava manter dois marmanjos em pé de uma vez.

Não demorou a ajudar a amiga, mesmo ainda estando com a cabeça em Meiqi.

Felizmente não foram todos os amigos que estavam pra apagar, se não iria demorar mais ainda. Assim que chegaram no uber, Dawon deu um jeito de enfiar os amigos no carro e foi se despedir de todos, que de tão cansados, nem se tocaram que a mulher não estava indo com eles, exceto por Luda que estava sóbria o suficiente para notar.

“Onde você vai?” perguntou mais por curiosidade mesmo.

“Vou estender um pouco a minha noite com Meiqi.” a mulher estava ansiosa, apesar de não ter nada contra contar sobre a mudança de planos pra amiga, ela queria ir logo.

“E quem é Meiqi?” Luda não estava entendendo nada, afinal não tinha bebido o suficiente pra conhecer alguém e não se lembrar do nome.

“A garçonete.” respondeu do modo mais calmo que era possível para ela no momento.

“Caralho.” Luda deu risada pensando nos fodidos dos amigos que passaram a noite toda tentando. “Tá certo, boa sorte amiga, não se esquece de usar proteção.”

“Palhaça.” riu seco e deu uma procurada rápido no estacionamento, encontrando um único carro sobrando, assim como Meiqi havia dito. “Até amanhã, você vai mesmo lá em casa né?”

“Sim e ai você aproveita e me conta todos os babados, até.” a menor entrou no uber com a última parte do grupo e foi embora.

Dawon nem esperou o carro virar a esquina para caminhar em direção ao automóvel – que ela deduziu ser – de Meiqi.

No meio tempo em que ficou aguardando a outra mulher, muitas coisas sobre ela realmente estar fazendo passou por sua cabeça. Será que ela deveria? E se Meiqi se arrependesse? E se fosse algum tipo de cilada muito bem bolada?

Ela estava quase enlouquecendo e por pouco não foi embora. A voz rouca da garçonete foi o suficiente para fazer cancelar essa ideia.

“Você esperou...” ah, essa voz, Dawon pensou.

“Por um momento eu achei que você pudesse mudar de ideia.” ela comentou vendo a outra tirar uma chave do bolso do shorts branco que usava.

“Demorei muito?” dava para notar um certo desespero, Meiqi não queria parecer que ela havia perdido o interesse.

“Não.” falou suavemente olhando fundo nos olhos da garçonete. Agora que estavam fora daquele lugar escuro com lâmpadas que dificultavam a visão, ela podia ter certeza de que Meiqi era até mais linda do que ela achava. Ela conseguia ver os lábios delicados, o formato do rosto e o nariz esculpido com uma pinta no meio. “Coisa da minha cabeça.”

“Ah, não precisa se preocupar.” sorriu de lado, do mesmo jeito que ela havia feito a noite toda. “Vamos?” perguntou para Dawon que assentiu retribuindo o sorriso, mas de certa forma mais relaxada.

Sem pressa Meiqi andou até o lado do motorista, tendo total consciência do olhar da outra em si, provavelmente em seus quadris. Assim que parou em frente a porta, deu mais uma olhada para a maior, que em vez de estar olhando descaradamente para seu corpo – como muitos outros clientes do bar –, parecia estar esperando para olhar no fundo dos olhos de Meiqi novamente, com um sorriso calmo, esperando a mesma abrir o carro para poder entrar.

Sem falar nada, a mulher destrancou o veículo e entrou ao mesmo tempo que ela no carro, ambas se fazendo confortável em seguida.

“Eu estava na dúvida se seu cabelo era ruivo mesmo, ou se era as luzes do bar pregando uma peça.” Dawon comentou observando os cabelos da outra enquanto a mesma ligava o carro.

“Decepcionada?” perguntou dando uma breve olhada na mulher do banco do passageiro antes de sair com o carro.

“De jeito algum...” aproveitou para dar uma checada geral em Meiqi, que o rosto e a voz dela eram lindos isso ela já sabia, mas agora que a iluminação era melhor, queria apreciar um pouco mais. Ela não era geralmente assim, tanto que evitou encarar tanto a mulher quando estavam no bar, mas naquele momento estava sendo inevitável, a tensão sexual era muito grande.

Claro que a ruiva notou o olhar da mulher por todo o seu corpo, o que a fez sorrir de lado e morder os lábios brevemente antes de continuar a conversa.

“Você tem alguma proposta?” Meiqi perguntou andando com o carro sem destino definido. “Ou você prefere passar a noite lá em casa mesmo? Pra gente se conhecer melhor.”

“O que for melhor pra você.” respondeu trazendo os olhos de volta para o belo rosto da garçonete. “Contanto que você não pretenda me matar.” tentou dar uma aliviada no clima, descontrair todos aqueles sentimentos antes que acabasse explodindo ali mesmo no carro da mulher.

“Não no sentido literal da palavra, pode ter certeza.” Dawon tentou não focar muito no mesmo sorriso de lado, achou melhor evitar e observar o caminho, seria bom saber pra onde ela estava indo.

Elas acabaram nem trocando muitas palavras, no máximo alguns olhares. Não que fosse necessário também, a casa de Meiqi era num bairro calmo e seguro bem próximo do bar.

O carro parou em uma das vagas de uma casa de dois andares, simples, mas de aparência bonita. Certamente Meiqi tinha cuidado com seu lar. Dava pra ver umas flores bem cuidadas que cercavam o caminho de pedra que levava até a porta de madeira da casa. Ela notou a quantidade grande de janelas, certamente entrava bastante luz.

“Você tem uma casa muito bonita.” Dawon comentou ao sair do carro e esperar Meiqi dar a volta para então poder segui-la até a residência.

“Obrigada.” sorriu e segurou levemente a mão da mulher, guiando-a até a porta da casa. “Tive sorte de encontrar ela.”

“Você mora aqui faz muito tempo?” ela estava curiosa mesmo. Ao entrar, notou que não só por fora, mas por dentro a casa também era bonita.

“Faz uns 3 anos.” Dawon não teve muito tempo para observar o local, já que assim que elas entraram, Meiqi jogou sua bolsa numa mesinha que tinha ao lado da porta, e a pressionou seu corpo contra a mesma, levemente inclinando para dar um beijo na mulher que assim que percebeu, retribuiu o beijo que havia começado calmo, mas ao poucos foi ficando cada vez mais agitado.

Os dedos de Dawon formigavam, quase que estavam ganhando vida própria e indo desvendar as curvas daquele corpo. Isso até Meiqi separar os seus lábios do dela, dar um selinho rapidamente e então se afastar totalmente, de novo com o mesmo sorriso no rosto.

Claro que as mãos de Dawon já estavam apertando a cintura da mulher, foi automático e agora ela não queria mais largar. Ao perceber isso, a garçonete não conseguiu evitar com que o sorriso se aumentasse, mostrando completamente os dentes perfeitos que ela tinha.

“Pode se sentar, vou dar uma passadinha no banheiro.” deu alguns passos para trás, e apontou para o sofá preto encostado na parede contrária da qual estava escorada.

A castanha observou a dona da casa entrar num corredor debaixo das escadas para o segundo andar. Observou bem o corpo da mulher antes, de caminhar lentamente até o sofá, aproveitando para olhar a sala de estar em que estava enquanto podia.

Retirou a camisa jeans de Jiyoung que havia pegado emprestado, permanecendo apenas com a xadrez por cima da preta, e sentou-se no sofá completamente confortável. Respirou fundo, sentindo todo seu corpo relaxar naquele sofá, céus aquilo era bom.

Notou algumas molduras de fotos espalhadas pela sala, um vídeo game ao lado de um DVD no móvel onde havia uma TV consideravelmente grande.

Passou-se uns dez minutos e antes que ela pudesse se perguntar se estava decente pra fazer esse tipo de coisa com uma praticamente desconhecida, ela ouviu os passos da mulher provavelmente voltando para sala. Perguntou-se se deveria ou não levantar, e ao tomar uma decisão, Meiqi apareceu em seu campo de visão só que ela não vestia mais o short, ela não sabia nem se ela estava com algo por debaixo da camisa social que era uniforme do bar e que estava com alguns botões abertos.

Seu olhar demorou o suficiente no corpo da mulher para que ela não notasse o exato momento em que a mesma sentou em seu colo com uma garrafa de licor em mãos.

Suas mãos foram automaticamente para as coxas nuas da outra, que esperava alguma coisa que ela não sabia. Tomou seu tempo para tomar todas as observações do corpo da ruiva. Dawon conseguia ver os seios de tamanho médios cobertos por um sutiã preto, conseguia ver o peitoral da mesma subindo e descendo, conseguia ver melhor ainda como o formato dos lábios de Meiqi eram, como eles pareciam perfeitos e conseguia ver o olhos da mulher, que assim como os seus, estavam repletos de vontades e desejos.

“Licor?” Meiqi ofereceu sussurrando e levantando a garrafa na altura dos olhos da mulher, que cerrou os dentes e engoliu seco.

“Também.” quase que sua voz falhou na hora, ela não sentia mais nada que não fosse tesão.

O sorriso de lado voltou para o rosto da ruiva, que empurrou a cabeça da outra pra trás com cuidado, abrindo sua boca e despejando calmamente o liquido.

Fez questão de não dar muito, aproveitando para logo em seguida atacar a boca de Dawon com um beijo mais quente do que qualquer outro que elas haviam trocado na noite.

Sentindo aqueles dedos longos apertando suas coxas, Meiqi cercou o pescoço da mulher com seu braço e pressionou o seu corpo cada vez mais contra o da mulher, sentindo queimar cada centímetro de sua pele.

A língua das duas, apesar de sentirem necessidade, eram cuidadosas, no meio de tanta vontade, ambas queriam aproveitar o máximo que podiam.

A dona da casa se separou com o sorriso no rosto, olhando fundo nos olhos da outra, despejou mais licor que acabou escorrendo pelo canto da boca de Dawon até o meio de seu pescoço. Meiqi não demorou e passou sua língua pelo lugar, aproveitando para limpar o rastro de álcool enquanto se deliciava com a pele dela.

Assim que chegou de novo na boca de Dawon, beijou-a com a mesma vontade de antes. Sentindo seu interior queimar cada vez mais, ela se segurava para não jogar a outra pro lado e fode-la ali mesmo naquele sofá incrivelmente confortável. Apesar de querer cada vez mais, ela sabia que podia machucar a mulher e também poderia fazer uma bagunça caso a garrafa caísse no chão.

E de certa forma ela estava conseguindo, mesmo sendo uma tarefa difícil, isso até Meiqi começar a rebolar lentamente em seu colo, em reflexo seus dedos apertaram as coxas da mulher fazendo a mesma gemer levemente contra seus lábios.

Respirou fundo, e ainda apertando o corpo de Meiqi, subiu suas mãos até um pouco acima da cintura da mulher, afastando-a um pouco. Não deu nem tempo da outra ficar confusa, já que rapidamente tirou o licor da mão dela, deixando no sofá.

Firmou mais ainda as mãos no torso da ruiva e levantou ainda segurando a mulher em seus braços, sentindo as pernas dela rodeando a sua cintura.

“Quarto?” perguntou ainda com a respiração descompassada. “A não ser que você prefira continuar aqui...”

“Eu só preciso sentir você dentro de mim.” respondeu, fazendo a outra cerrar os dentes. “Mas se você quer tanto conforto, subindo as escadas, a última porta do corredor.”

Sentiu a pélvis da mulher se mexendo contra seu corpo e chegou à conclusão que talvez, o quarto pudesse esperar.

Agora quem foi atrás do beijo fora Dawon, sentindo cada vez mais o fogo crescer dentro de si. Com habilidade, tirou a garrafa de licor do sofá, usando todos os músculos que tinha ganhado nas sessões de musculação e deitou a mulher no móvel de novo depois de deixar a garrafa no chão.

Se aconchegou entre as pernas da mulher, mordendo o lábio dela antes de ficar de joelhos para retirar tanto a sua camisa xadrez e blusa quanto a de Meiqi, que nem fez questão de disfarçar os seus olhos sedentos percorrendo pela imagem esbelta da maior.

Dawon tratou de fazer o mesmo antes de voltar a se inclinar pronta para ocupar sua boca novamente com os lábios da dona da casa, deixando suas mãos passearem pelas curvas da mulher.

A ruiva sentiu os dígitos da mulher, firmes, aparecerem em sua cintura e lentamente subirem por seu torso, seguindo para suas costas e habilidosamente abrindo o fecho de seu sutiã. Com pressa, afastou Dawon e retirou a peça, voltando em seguida a beijar a boca da mulher.

O beijo passou a ficar tão agressivo, que a castanha se afastou, recuperando todo o ar perdido. Olhou fundo nos olhos da mulher, esperando qualquer sinal para continuar e quando notou os olhos dela seguindo para sua boca, e passando rapidamente por seus seios, ela em vez de voltar aos lábios alheios, seguiu direito para o pescoço arrancando um gemido fraco da dona da casa que em reflexo apertou a cabeça e o corpo dela contra o seu.

Beijou e chupou a pele de Meiqi o máximo que pôde, aproveitando para dar leves mordidas enquanto descia até os seios da mesma. Empurrou a mulher para que ela voltasse a deitar e para que fosse mais agradável para ambas.

A ruiva voltou a sentir a boca da outra seguindo dessa vez até um de seus mamilos, soltando um gemido arrastado e aproveitando todo o prazer que a mulher tinha para lhe proporcionar. Sentiu a língua dela passar a rodear o bico de seu peito fazendo sua respiração ficar mais descompassada. A cada caricia feita, a vontade de sentir mais da castanha aumentava.

Mesmo focada no que fazia, Dawon conseguiu sentir a mão da mulher encobrindo a sua e arrastando-a até o meio de suas pernas que infelizmente ainda estava coberta pela calcinha também preta. Entendendo o que ela queria, pressionou seus dígitos contra o pano molhado sentindo a vagina da mulher pulsar e arrancando um gemido sofrido dela.

Ela olhou para o rosto da dona da casa, antes de dar uma última sugada e descer lentamente na direção onde sua mão agora estava, deixando para trás não só o rastro de sua saliva, como também pequenos pontos vermelhos de suas mordidas.

A ruiva sentiu os cabelos castanhos da mulher deslizar por seu corpo junto com a cabeça dela, fazendo pequenas cocegas. Olhou a outra dar um último beijo em seu ventre antes de se levantar e retirar sua última peça de roupa.

Ambas trocaram olhares, e em seguida Dawon se abaixou novamente, dando um beijo no interior das coxas de Meiqi e dando uma leve lambida na vagina da mulher antes de introduzir lentamente dois dedos. Ela precisava ter certeza de que não machucaria a outra.

Ao sentir os dígitos em seu interior, a dona da casa puxou o rosto da outra, dando um beijo quente e cheio de prazer.

“Contínua.” com sua voz rouca, mandou em Dawon que obedeceu e começou um ritmo lento apesar de querer exatamente o contrário. Ela sabia que seria bem melhor aproveitar tudo em seu tempo, em vez de acabar logo de uma vez.

Voltando a beijar a ruiva, Dawon continuou estocando seus dedos para dentro da mulher. Ela estava gostando de sentir o interior dela enquanto desfrutava daquele beijo quente e carnal.

A respiração a mulher batia constantemente contra seu rosto quando a ruiva segurou seu braço que estava lhe dando apoio e seguiu até o seu ombro não só para apoiar a mão, como também para apertar seu corpo em reflexo do que estava sentindo.

Gradativamente, ela aumentava a velocidade em que fodia a mulher e consequentemente chegou num ponto onde era impossível para garçonete retribuir o beijo. A cada vez que ela sentia os dígitos se movimentando mais rápido, mais ela queria gemer e por isso afastou a outra levemente deixando sua boca livre para sair o gemido arrastado.

Trancou os seus olhos no da outra, gemendo sem um pingo de vergonha e fazendo com que o tesão de Dawon crescesse cada vez mais.

Eventualmente ficou tudo tão intenso de modo que Meiqi mal conseguisse manter a mão no lugar – que acabou descendo de volta para os braços dela – e os olhos abertos, cortando assim o contato com a mulher que aproveitou para observar mais ainda o corpo dela.

Dawon olhou para baixo vendo seus dedos desaparecerem dentro da mulher enquanto o quadril da mesma estava começando a mexer pela sensação maravilhosa que ela estava sentindo, aquela visão era tão boa quanto a do rosto da mulher com as sobrancelhas franzidas e a boca levemente aberta.

Meiqi sentia os dedos compridos da mulher entrar e sair de sua vagina numa rapidez maravilhosa, ela sentia o olhos de Dawon em todo seu corpo, sentia a respiração descompassada próxima e sentia o tesão da outra mulher rodeando e se misturando com o seu. Cada detalhe fazia o prazer aumentar, deixava cada vez mais impossível não fazer barulhos cada vez mais intensos e altos.

E Dawon sentia realmente junto com ela, sentia o interior quente e úmido nas pontas dos seus dedos, sentia as unhas da mulher apertando e marcando seus bíceps, sentia o quadril da mulher cada vez mais inquieto e céus aquilo só fazia ter mais vontade de ouvir Meiqi gritar cada vez mais alto, queria ver a bagunça que ela iria estar quando ela terminasse.

Ela estocou acelerando o máximo que conseguia, sentindo sua pele ser furada pela outra. A movimentação da outra parou dando lugar para uma tremedeira que tomou todo o corpo da ruiva. Nem sons conseguia mais fazer direito, o orgasmo travou todo o seu corpo, fazendo a mulher arquear as costas e soltar um último gemido totalmente rouco para depois deixar suas costas caírem de volta no sofá, ficando com o pulmão completamente sem ar.

A mulher retirou os dedos lentamente sabendo que a outra estava sensível. Ela observou o estado em que a ruiva estava e não segurou o sorriso satisfatório quando viu ela sorrindo também. Vendo o peitoral subindo e descendo a procura de ar, ela se ajeitou dando leves beijos pela extensão da pele da ruiva, fazendo a mesma aproveitar cada vez mais o torpor que sentia por seu corpo.

Aos poucos subiu com o carinho pelo pescoço de Meiqi tendo a boca da mulher como destino final. Trocaram um beijo rápido e em vez de se afastar, Dawon abriu os olhos ficando no mesmo lugar, deixando com que ambas as respirações se misturassem.

A castanha sentiu a mão da outra seguir de volta por seu ombro até seu rosto, onde seus dedos passaram levemente por sua face.

“Agora sim, quarto.” a voz de Meiqi estava mais rouca que antes, o que fez Dawon sorrir e antes que a ruiva pudesse levantar, colocou as pernas dela em sua cintura e levantou a mulher do sofá, fazendo questão de leva-la em seu colo.

Tentou prestar atenção no caminho, pelo menos o suficiente para que não caísse ou entrasse no lugar errado. Isso caso a ruiva cooperasse e não ficasse distribuindo beijos molhados pela extensão de seu pescoço.

Subir um lance de escadas nunca tinha sido tão difícil. E ao chegar no topo, em vez de seguir o caminho do qual lembrava vagamente as instruções, pressionou a mulher contra primeira parede que encontrou e assim que ela olhou dentro de seus olhos, arrancou um beijo necessitado da mesma.

Suas línguas se entrelaçavam entre si e aquilo trazia uma sensação maravilhosa, porém também fazia ambas sentirem necessidade de cada vez mais.

Dawon se afastou após ver que ainda precisavam respirar. E apesar de nem ter bebido muito naquela noite, se sentia embriagada, sentia muito e precisava extravasar.

Ajeitando a mulher em seu colo e ouvindo o leve gemido que a mesma soltou, a castanha carregou ela até o final do corredor, rapidamente adentrando o quarto, antes que a outra voltasse a atiça-la no meio do caminho.

A primeira coisa que fez ao deixar Meiqi sentada na beirada da cama fora tirar o seu sutiã enquanto se livrava de seus tênis. E antes que pudesse começar a desabotoar sua calça jeans, a ruiva levantou-se e rapidamente jogou Dawon na cama, se ajoelhando entre as longas pernas da mulher em seguida.

“Eu quero ter o prazer de tirar isso.” falou enquanto arrastava as unhas até o cós da calça.

“A vontade.” sussurrou sentindo a mulher brincar com o botão antes de rapidamente abri-lo seguido do zíper.

Sua calça saíra numa velocidade consideravelmente rápida, talvez não o bastante para o seu gosto.

“Branco combina com você.” Meiqi comentou olhando da calcinha com a mancha úmida bem visível para o rosto corado de Dawon. Segurou nas laterais da peça ameaçando tirar. “Só que eu prefiro você sem.”

“Engraçado, eu também.” falou e levantou o quadril ao sentir a lingerie começar a ser retirada. “Eu também te acho melhor sem.”

Levantou seu tronco, segurando no pescoço de Meiqi e puxando-a para um beijo surpreendentemente calmo e aos poucos foi se arrastando para o topo da cama fazendo a mulher engatinhar junto.

Se ajeitou nos travesseiros com a mulher sobre seu corpo, trocando saliva de maneira calma. Ela não tinha o costume de ir pra casa de desconhecidos ter uma noite dessas, então queria aproveitar o máximo que podia daquele beijo maravilhoso que a ruiva tinha.

Apesar de gostar de algo mais agitado e brusco, também gostava de algo mais tranquilo.

Com a mão livre, Dawon voltou a segurar na cintura da mulher, sentindo a maciez da pele dela contra seus dígitos, passeou com eles até a bunda dela, aproveitando para dar uma leve apertada e assim trazendo mais ainda o corpo da mulher contra o seu.

Ao mesmo tempo em que sentiu um pequeno gemido contra sua boca, sentiu o sorriso de lado que se formou nos belos lábios da mulher.

Meiqi terminou o beijo com um rápido selinho e se afastou ainda com o sorriso estampado no rosto.

“Interessante.” comentou passando a segurar as pernas de Dawon se ajeitando de modo em que sua intimidade ficasse alinhada com a da maior. “Muito interessante.”

A ruiva se inclinou novamente, mas dessa vez a fricção fez as duas arfarem. Aproveitou a proximidade para provocar a maior, fingindo que ia dar beijo, mas parando no meio do caminho.

Sorriu mais ainda quando viu a cara de frustrada de Dawon, ela só não esperava que a mulher fosse voltar a segurar seu rosto, puxando-a para um beijo que diferente do anterior, era quente e necessitado. Claro que ela retribuiu, ainda mais quando sentiu a mulher embaixo de si, rebolando contra sua intimidade.

Certamente não iria deixar a mulher fazer todo o trabalho sozinha, não depois do orgasmo maravilhoso que tinha recebido minutos atrás. Pois logo tratou de se movimentar para frente e para trás, começando numa velocidade lenta, apenas para testar a outra, afinal ainda era uma característica sua brincar e provocar.

“Não me deixe frustrada, Meiqi.” falou ao ver que não tinha previsão de quando ela ia aumentar a velocidade de seus movimentos. Não era uma ameaça, isso dava para sentir no tom de voz levemente desesperado de Dawon. Também com uma mulher daquelas em cima dela, fazia sentindo.

“Não precisa se preocupar.” falou sorrindo, seguindo para o pescoço da mulher enquanto começava se esfregar cada vez mais rápido.

Ao mesmo tempo em que chupava e mordia a pele de Dawon, ela conseguia sentir os gemidos fracos que tremiam por sua garganta, aquela era uma sensação ótima.

Enquanto a língua e os dentes pontudos e perfeitos da ruiva faziam estragos na base de seu pescoço, sua mãos voltaram a passear pela pele branca e macia da mulher. Uma voltando para a cintura definida, e outra para a nuca dela, apertando e arranhando – no momento – de maneira leve apenas para controlar o que crescia em seu corpo ao sentir a vagina da mulher deslizando sobre a sua com a facilidade que a umidade das duas proporcionava.

Ela não sabia o que estava lhe excitando mais, se era ter aquela mulher cobrindo seu corpo, se era o jeito que ela estava começando a rebolar ou então as carícias que estava recebendo da boca dela.

A cada movimento mais acelerado de Meiqi, ela tinha vontade de gemer mais, vontade essa que estava crescendo rapidamente. Dava pra ver que a ruiva sabia exatamente o que estava fazendo, tudo fazia com que o prazer de Dawon crescesse cada vez mais.

“Céus.” murmurou junto ao um gemido quando a outra deu uma investida mais forte.

“Daqui a pouco, querida.” sussurrou de maneira fraca debaixo do ouvido da mulher, aproveitando para morder aquela parte do corpo também.

Assim que sentiu a mão de Dawon descer novamente até sua bunda apertando um pouco forte, para incentivar mais ainda o que estava fazendo, ela tirou a cabeça dali e ficou face a face com a castanha, tentando segurar os gemidos para que então pudesse ouvir melhor os da mulher.

Estava difícil, o jeito em que suas intimidades se arrastavam, o jeito em que os olhos da mulher estavam fixados nos seus e o jeito como ela apertava sua nádega cada vez mais forte, fazia a vontade de gemer alto, igual fez na sala, crescer e tomar conta de seu corpo.

Tanto que não conseguiu segurar quando Dawon passou a ditar a velocidade das investidas, tinha certeza que teria algumas marcas abaixo da cintura, mas ela não ligava, queria pelo menos gozar mais uma vez naquela madrugada e ela estava quase conseguindo, as duas.

O som dos gemidos começaram a tomar conta do quarto junto com as ocasionais batidas da cabeceira na parede. Os dedos da mulher apertavam cada vez mais, forçando o quadril da ruiva de uma maneira bruta, mas deliciosamente prazerosa, e querendo mais, sua outra mão foi para o mesmo lugar.

Meiqi apenas tentava se movimentar cada vez mais, tornando aquilo o mais agressivo possível, e se apoiando com uma mão no colchão e a outra na cabeceira, querendo evitar cair.

As duas mulheres ainda trocando olhares era um dos pontos principais da noite.

“Você...” a ruiva tentou perguntar, sendo sabotada pela própria garganta que deixou um gemido alto sair na hora.

“Quase.” Dawon falou com a voz fraca seguido de um gemido arrastado, sabendo que por pouco não falhava.

Não demorou muito para a castanha ficar cada vez mais sem voz e enquanto ela sentia o seu orgasmo sendo retirado à força de seu corpo fincando as unhas nas nádegas da mulher, a ruiva começava a tremer demorando o tempo suficiente para que ela pudesse aproveitar o máximo antes de terminar de misturar o seu gozo com o da outra com mais um gemido alto.

A dona da casa mal terminou de tremer, e ela já caiu com a cabeça na curva do pescoço da outra que naquele momento apenas recuperava o ar de olhos fechados.

O quarto de repente ficara silencioso, dando para ouvir apenas a respiração ofegante das duas e até mesmo – de longe – os passarinhos começando a cantar.

Minutos depois, quando Meiqi finalmente percebeu a música que os bichos estavam fazendo, ela tirou as pernas de cima da mulher e se jogou para o lado no braço esticado da outra aproveitando para olhar a claridade que sol estava fazendo ao nascer.

Perguntou a si mesma se deveria levantar para ao menos fechar as persianas parcialmente aberta das janelas, mas ao sentir os braços fortes da sua convidada abraçando seu corpo e ao ouvir a respiração calma da mesma, decidiu que ali era um lugar muito confortável para sair, esperava que ao menos não batesse muito sol.

 

 

Era tão bom acordar na hora que quisesse, Dawon pensou quando começou a retomar sua consciência. Não havia acordado por conta de frio, nem pelos raios solares que adentravam pela janela do quarto que ficava de frente para cama. A noite – e madrugada – anterior haviam lhe cansado horrores, mas ela se sentia tão relaxada, que nem ligou muito os pontos.

Cogitou até em voltar a dormir, uma vez que sono tinha sido maravilhoso, isso até sentir uma respiração em seu pescoço e sentir um corpo nu pressionado contra o seu. Em sua defesa ela tinha acabado de acordar e essa situação não era muito recorrente.

Abriu seus olhou lentamente, querendo evitar ao máximo a dor que luz ia causar à sua retina, dando de cara com uma mulher de cabelos vermelhos com quem estava abraçada, tendo sua cabeça enfiada em seu peitoral e as pernas brancas delas entrelaçadas com as suas.

Não demorou muito para ela se recordar da noite anterior e apesar de não acreditar muito de primeira que ela tinha passado a madrugada com aquela mulher maravilhosa, ela deixou a ficha cair. Voltando a olhar o corpo esbelto pressionado e entrelaçado com o seu, Dawon não sabia como reagir, ela sempre era desajeitada nessas situações.

Mas também nem precisou pensar muito no que fazer, já que pouco tempo depois, Meiqi também estava acordando do sono profundo. Ela observou a dona da casa abrir os olhos de um jeito fofo, e viu ela entender o que estava acontecendo para então dar um sorriso de lado, praticamente igual aos que ela tinha dado a madrugada toda, só que dessa vez era mais doce.

“Bom dia.” a voz rouca da mulher fora a primeira coisa que ela havia ouvido desde que acordou e ela não achou nem um pouco ruim. Não era por nada, mas gostava da voz dela.

Dawon deu uma rápida olhada pelo quarto procurando algum relógio.

“Boa tarde.” corrigiu sorrindo também e virando o rosto de volta para a dona da casa. Elas passaram alguns segundos em silêncio, ela acabou nem percebendo o exato momento em que a mão da outra começou a passear pelo seu corpo levemente. “Acho melhor eu ir, não quero te atrapalhar.” falou ao perceber que talvez a ruiva tivesse alguma coisa pra fazer e ao lembrar também que elas tinham se conhecido na noite anterior.

“Você não quer ficar um pouco por aqui?” Meiqi perguntou passando os dedos pelas pernas expostas dela e olhando com expectativas para o rosto da mulher. “Ou você tem algum compromisso importante?”

Dawon olhou dentro dos olhos da mulher, e depois para os dedos dela passeando por sua pele. Pensou bem, muito bem. Ela sabia que tinha marcado com Will de ajudar ele com algumas coisas do trabalho, mas aquele lugar e aquela companhia era boa demais para desperdiçar assim.

“Não tenho nenhum compromisso não.” ela finalmente falou depois de alguns segundos e sorriu de lado, meio envergonhada. “Posso ficar sim, pelo menos até eu começar a atrapalhar, ai eu vou embora.”

“Então você vai ficar aqui por um bom tempo.” a ruiva falou sorrindo.

As duas poderiam ficar deitadas do jeito que estavam pelo resto do dia, isso se o estomago de Meiqi não começasse a fazer barulho indicando que já faziam várias horas desde a última vez que a ruiva ingeriu algum tipo de comida no corpo.

Sem falar nada, a dona da casa levantou, segurando a mão da morena e a guiando em direção à cozinha que ficava no andar de baixo. Estando ambas peladas, Dawon tentou não focar muito neste fato, preferindo observar melhor a casa, já que na madrugada anterior ela estava muito ocupada com a boca no corpo da ruiva.

O corredor que dava pra parte de cima da casa não era muito comprido, e nem muito decorado, apenas com algumas fotos penduradas pela parede. No corredor continha mais duas portas fechadas além da do quarto relativamente grande de Meiqi.

Assim que começaram a descer as escadas, Dawon correu o olhar pela sala procurando o resto de suas roupas que acabou encontrando no chão perto de uma porta que só agora ela percebeu existir.

A morena olhava para as costas nuas da outra mulher e se perguntava se ela não estava nem levemente incomodada com a exposição de seu corpo, afinal mesmo tendo passado a madrugada fazendo o que fizeram, agora era outro momento.

A primeira coisa que Dawon fez quando chegou perto de suas roupas, foi pega-las, dando prioridade para a xadrez, adentrando a porta logo em seguida com a ruiva.

Nem ficou surpresa quando viu que o cômodo para qual a mulher havia lhe levado era a cozinha. Sentiu a mão da outra largando a sua, aproveitando esse momento para colocar a xadrez e fechar alguns dos botões, evitando ao máximo encarar a mulher que agora se curvava levemente para dentro da geladeira.

“Você precisa de ajuda?” Dawon perguntou quando viu que a outra parecia indecisa.

“Acho que meu cereal acabou...” comentou voltando a fechar a porta.

“Você guarda o cereal dentro da geladeira?” a mulher de cabelos castanhos perguntou estranhando a escolha da dona da casa.

“Sim, desse jeito fica tão gelado quanto o leite.” resmungou, se afastando da geladeira segurando em mãos um pacote de pão de forma. A castanha decidiu ficar na dela sobre esse detalhe também.

A dona da casa fez um lanche leve para as duas, antes de pedir licença e sair da cozinha pra algum cômodo, voltando segundos depois vestindo uma camisa comprida.

Sem falar nada, Meiqi segurou na mão de Dawon e a arrastou até a sala, aproveitando para ligar a televisão enquanto a convidada se ajeitava no sofá tentando ao máximo não focar nas memórias da madrugada anterior que apareceram como uma avalanche em sua mente.

Apesar de não ter falado muito desde que tinham acordado, foi só as duas se aconchegarem, que a ruiva pareceu ser bem mais sociável. Dawon achou agradável a tarde que passaram conversando, sobre trabalho e vida pessoal. A ruiva parecia ser bem inteligente e amigável, o que facilitou muito para que ela se abrisse mais com a garçonete.

Era claro que ela ainda sentia a tensão sexual do dia anterior rodeando as duas, e a ideia de fazer algo até passou em suas cabeças, mas acabaram que ficaram tão entretidas na conversa que nem viram o tempo passar.

“Droga eu tô atrasada.” Meiqi comentou ao olhar para o relógio, não deu nem tempo para Dawon falar alguma coisa e saiu correndo para se arrumar, deixando a mulher no sofá sozinha.

Ela ficou alguns segundos sem saber o que fazer, não sabia se esperava ou se ia embora logo pra não atrapalhar, até que ela olhou para os pratos e os copos sujos na mesinha de centro e pensou que pelo menos pudesse limpar a sujeira que fez.

Enquanto lavava as louças que tinha sujado junto com alguns copos que a dona da casa tinha esquecido na pia, Dawon ouvia o som do chuveiro. Tentou ao máximo para não deixar com que sua mente pensasse em coisas pornográficas, afinal a imagem da ruiva tomando banho poderia ser bem tentadora.

Suspirando lentamente a castanha terminou de colocar as poucas coisas no canto da pia, decidindo procurar melhor suas roupas, sabia que tinha deixado sua calça em algum lugar do segundo andar da casa.

Sentindo um leve vento bater em suas pernas seguiu pela sala, aproveitando para pegar a jaqueta jeans e a blusa preta, indo em seguida para o segundo andar e finalizando a procura no quarto.

Aproveitou que ainda estava sozinha para retirar a xadrez e pegar o sutiã que estava jogado no chão do quarto junto com sua calça. Conseguiu colocar as duas peças antes de Meiqi entrar no quarto coberta apenas com uma toalha pequena demais.

Automaticamente seus olhos correram pelo corpo da mulher e quando estavam prestes a sair, ela viu a toalha escorregar o corpo esbelto da outra, fazendo-a engolir em seco. Com muita força de vontade conseguiu fazer os olhos encararem os da mulher que estava sorrindo bem mais próxima do que ela achava que estava.

“Bom saber que você não consegue tirar os olhos de mim.“ dando os dois últimos passos para finalmente colar seu corpo no da castanha, Meiqi empurrou levemente a mulher para que ela pudesse se sentar na beirada da cama, subindo em seu colo em seguida.

Segurou as mãos da mulher e as guiou até seu quadril antes de empurra-la novamente, deitando sobre o corpo dela.

Iniciou um beijo calmo e gostoso com a maior, sentindo os dedos da mesma passearem levemente de seu quadril, por sua cintura até suas costas.

“É difícil não olhar, desculpa.” Dawon falou baixinho depois do beijo, tentando evitar fazer com que a voz falhasse.

“Não precisa se preocupar boba, achei bom em devidamente receber sua atenção.” sorriu de forma mais doce e levantou-se, afinal ainda tinha horário. “Preciso me arrumar, antes que eu consiga me atrasar mais.”

“Certo, deixa eu só pegar minhas coisas e já estou saindo.” a castanha disse levantando atrás de seu tênis.

“Não é pra sair, gosto da sua companhia.” a ruiva falou indo até o guarda roupa, balançando o quadril de um lado para o outro.

Dawon achou melhor prestar atenção nas suas coisas antes que perdesse a linha de pensamento de novo. Rapidamente enquanto a mulher se trocava, ela colocava as peças que faltavam e só então passou a ver Meiqi terminar de se arrumar, sem falar nada, ainda não queria atrapalha-la.

Claro que a dona da casa havia notado, mas preferia ficar quieta, e apenas continuar o que tinha pra fazer certamente sorrindo de leve enquanto fazia isso.

Assim que guardou as maquiagens que tinha usado, Dawon se levantou da cama, pronta pra chutar o balde. Viu a ruiva se virar e encara-la esperando o que quer que Dawon fosse fazer.

Não aguentou, segurou a cintura de Meiqi, empurrando-a contra a porta do guarda roupa, e a beijou novamente, talvez dessa vez um pouco mais agressivo do que da ultima, mas totalmente reciproco, já que uma das mãos da mulher foi direto até seu pescoço e a outra repousou perto de sua cintura.

Já que não sabia se teria a sorte de beijar aqueles lábios macios e deliciosos novamente, que aproveitasse a última chance que ela teria naquele dia.

As línguas das duas se massageavam, enquanto as unhas de Meiqi começavam a marcar levemente seu pescoço.

Com muito esforço, Dawon conseguiu se afastar levemente da mulher, ambas ofegantes. Ao ver o olhar confuso, mas levemente satisfeito dela, a castanha se explicou.

“Só queria aproveitar uma última vez enquanto ainda tenho chance.” lentamente se afastou completamente da mulher, vendo a mesma sorrir de lado.

“Por mim, você ainda vai ter bastantes chances, não precisa se preocupar.” a ruiva falou, arrastando suas unhas levemente pelo braço da outra. “Mas gostei da iniciativa.”

Sem trocar mais palavras, a castanha apalpou os bolsos da calça, verificando se sua carteira e seu celular estavam ali e então seguiu a dona da casa até o carro estacionado do lado de fora.

O silencio permaneceu por boa parte do caminho até a casa de Dawon, sendo interrompido apenas pelas as instruções que a mesma dava até sua residência. Fora isso a única coisa que elas trocaram nesse meio tempo foram olhares e alguns pequenos sorrisos.

“A minha casa é azul com o portão branco.” deu a última indicação para a mulher que lentamente passou a procurar a casa descrita.

“Aquela é sua amiga que estava com vocês no bar?” Meiqi perguntou ao encontrar em frente à residência a mesma mulher que estava com a castanha na noite anterior.

“Ah sim, ela e a namorada dela.” respondeu olhando a morena sentada dentro do carro no banco do motorista com a porta aberta enquanto a menor de cabelo claro e curto andava de um lado para o outro.

“Ela tá bem?” ela parou o carro em frete a casa de Dawon vendo que nem assim ela parava de andar de um lado para o outro.

“Provavelmente não, mas não tem problema.” sorriu de lado e olhou para a ruiva que deu uma risadinha fraca.

“Tudo bem, se você diz.” deu de ombros e em vez de falar mais alguma coisa, começou a procurar por algo que Dawon descobriu ser um papel e uma caneta. A castanha viu a mulher escrever uns números e já deduziu o que era aquilo. “Me liga, vamos marcar algo.”

Dawon pegou o papel e leu os números, sorrindo de leve.

“Que horas acaba o seu turno mesmo?” perguntou dobrando o papel com cuidado e colocando no bolso da calça jeans.

“Hoje acaba às 2h.” observou as ações da mulher.

“Se Luda não me matar hoje, eu te ligo por volta desse horário.” sorriu.

“Estarei esperando.” Meiqi retribuiu a ação e ficou encarando, a espera de algo.

A castanha olhou para a boca da mulher e então se inclinou para dar um beijo, mesmo que rápido na ruiva, que encontrou a boca dela no meio do caminho.

Foi rápido, e nem um pouco agressivo como os que tinham trocado na madrugada, porém tão bom quanto.

Dawon saiu do carro dando tchau para Meiqi e parou para observar a mesma indo embora, e só foi notar que estava distraída quando sentiu duas mãozinhas empurrarem seu corpo e a voz de Luda mais alta que o normal.

“Você não sabe atender a merda do celular??” a maior olhou para amiga com um sorriso envergonhado e depois para a namorada da mulher que mantinha uma expressão calma no rosto, como se não fosse a primeira vez que ela via isso acontecendo.

“A bateria acabou, e eu fiquei meio ocupada.” respondeu se esquivando de mais um empurrão que estava prestes a levar.

“Eu achei que ela tinha te matado.” falou ainda com a voz alta e irritada. “Mas tudo bem, porque quem vai te matar agora sou eu.”


Notas Finais


e ai gente, gostaram dessa os de cosmicgays?? eu ainda to meio receosa, de postar isso, mas já que eu escrevi tanto assim, qualquer critica construtiva, podem me mandar mensagem aqui no SS mesmo, ou no https://curiouscat.me/jungeunwxx tchau galera, até daqui a seis meses rsrsrs


ah sim, essa fic foi inspirada num post que eu vi do tumblr, só pra deixar claro rs


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