História Until you save us from Darkness - Capítulo 14


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Categorias Teen Wolf, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Aurora de Martel, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Derek Hale, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Isaac Lahey, Katherine Pierce, Klaus Mikaelson, Lydia Martin, Malia Tate, Marcellus "Marcel" Gerard, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Scott McCall, Stefan Salvatore, Stiles Stilinski
Tags Delena, Haylijah, Klaroline, Revelaçoes, Stebekah, Stydia, Teen Wolf, The Originals, The Vampire Diaries
Exibições 149
Palavras 1.959
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Tradução do título do capítulo: Aquele onde Aurora faz um pacto com o diabo.

OI! OI PESSOAL! Eu voltei <3
Esse capítulo está curto, mas é muito importante!
Bom só faltam 8 capítulos para a season 2 então esperem as coisas começarem a acontecer
O Flashworad já vai acontecer no próximo capítulo!
Sobre a season 2: Já temos a capa, o prólogo, a sinopse e 3 capítulos! E posso dizer que está muitooo boa.

Bom é isso, vejo vocês na próxima semana.

XOXO, Laís <3

Capítulo 14 - The one where the Aurora makes a covenant with the devil


Fanfic / Fanfiction Until you save us from Darkness - Capítulo 14 - The one where the Aurora makes a covenant with the devil

‘’[...] Está passando

Mas eu não consigo dizer-lhe por que

Me dói cada vez que eu vejo você

E percebo o quanto eu preciso de você

 

Eu te odeio, eu te amo

Eu odeio que eu te ame

Não quero, mas não consigo colocar

Mais ninguém acima de você

 

Eu odeio você, eu te amo

Eu odeio querer você [...]’’

 – I hate u, i love u.

 

Um mês depois.

Já havia se passado um mês desde que Hope começou a sua vingança, e digamos que essa vingança levou muito mais do que apenas a vida de Tristan. No meio do processo, Hope foi forçada a dar seu sangue para Elena, e aconteceu a última coisa que Hope queria que acontecesse com a pequena Gilbert: A morte.

Quando Katherine quebrou o pescoço de Elena, também colocou a Gilbert em uma decisão difícil de tomar, como o fato de querer ser humana e morrer desta forma, ou aceitar a transição e se tornar uma vampira.

Elena demorou algumas horas para tomar aquela decisão, ser vampira nunca a agradou, mas desistir do seu futuro com Damon depois de um século em um caixão não estava nos planos da Gilbert, e assim ela tomou a decisão de completar a transição, mesmo que isso signifique que ela desistiu de toda a vida que ela imaginou há um século atrás.

A Gilbert estava no quarto de Damon admirando a paisagem da janela, e por um minuto agradeceu por Damon ter um quarto onde a janela dava direto ao jardim da mansão. Elena apenas pensava a admirava a paisagem, ele ficava pensando em coisas como a sua nova vida, seu futuro e o que ser uma vampira significava.

– Elena? – A Gilbert escutou uma voz conhecida batendo na porta, e logo voltou a sua atenção para a pessoa.

– Hope. Oi, pode entrar. – A Gilbert disse com um sorriso.

– Eu percebi que nós não conversamos desde... Você sabe. – Hope disse com certo receio.

A Gilbert não disse nada apenas apontou para a cama do Salvatore, indicando para Hope se sentar, e assim a Mikaelson fez.

– Eu quero te dizer que eu não estou zangada, brava ou chateada com você, Hope. – Elena começou a falar. – Sim, você fez algo em extrema necessidade e eu paguei o preço, mas eu não a culpo.

– Mas por minha causa, você não pode ter a vida que você sempre sonhou, Elena. – Hope disse. – Eu sei o que é ter o que você mais quer tirado de você, e eu sinto muito por ter tirado isso de você...

– Hope, eu estou bem. – Elena disse confortando a Mikaelson. – Você não podia salvar Damon e eu ao mesmo tempo, eu demorei um bom tempo para entender, mas agora eu sei... Você o ama, e não podia deixa-lo morrer.

 – Eu sei o porquê eu fiz o que eu fiz, Damon pode ser meu irmão, mas você é minha amiga também, Elena.  – Hope disse. 

– Exatamente, eu sou sua amiga e foi por isso que você me deu o seu sangue. – Elena disse. – Você me deu o seu sangue, pois não queria que o pior acontecesse comigo, e está tudo bem, ok?

– Sério? – A Mikaelson perguntou e Elena assentiu.

– Você fez o que achou certo, e está tudo bem. – Elena disse por fim. – Eu já fui vampira antes, então não é como se tudo isso fosse novo pra mim.

– Eu sinto muito, Elena.

– Ei! Hope Mikaelson, você salvou minha vida quando você sequer me conhecia. – Elena disse emocionada. – Eu não posso ficar brava, ou com raiva de alguém que sempre me protegeu, que protegeu meus amigos e o meu namorado. É, Damon me contou muitas coisas sobre você, muitas mesmo. E uma delas foi como o seu coração é puro com as pessoas que você ama, e eu posso ver que você tem Damon, Caroline e Stefan como sua família. – Elena segurou a mão de Hope. – Eu a agradeço por tudo, tudo mesmo.

– Você também é a minha família, Elena. – Hope disse olhando o doce e confortante olhar de Elena. – Digamos que eu te considero uma cunhada.

– Sério? – Elena perguntou em um tom engraçado. – E o que a Caroline seria? Sua irmã?

– NÃO! Que horror, Elena! – A Mikaelson colocou um sorriso em seu rosto. – Digamos que eu a considero uma Madrasta, só que sem o ‘’Má’’.

– Mas ela não namora o Klaus. – Elena notou.

– Não, mas todos nós sabemos que cedo ou tarde ela vai. – Hope disse sem importar. – Eu vou descer, você vem?

– Agora não. – A Gilbert disse.

– Tudo bem. – A Mikaelson disse levantando da cama do Salvatore. – Tenho que ver algumas coisas com a minha tia, nos falamos depois, ok? – Hope perguntou e Elena apenas assentiu.

[...]

Assim que Hope desceu, encontrou Freya e Hayley conversando sobre o processo que a cura para a mordida de Marcel estava fazendo.

– Oh, tia Freya. – Hope disse chamando a atenção da bruxa original. – Como estamos indo?

– Muito bem. – Freya disse animada. – Acho que daqui alguns dias já teremos a cura em nossas mãos.

– Ótimo! – Hope disse animada. – Quanto mais rápido acharmos a cura, mais rápido Marcel cairá do seu belo trono de rei.

– Assim espero. – Hayley disse.

– Bom, deixarei vocês conversarem. – Hope disse olhando o celular. – Lydia parece estar em uma ‘’S.O.S da moda’’. Tenho que ir.

A Mikaelson se despediu de Hayley e Freya e seguiu para a saída da casa, mas acabou encontrando Klaus e Caroline. 

– Oi Klaus, Oi care. – A Mikaelson disse com pressa. – Tchau, Klaus, Tchau Care. – A Mikaelson disse sem ao menos dar tempo de Klaus e Caroline a responderem.

– O que deu nela? – Caroline perguntou.

– Lydia. – Freya disse sem dar muita importância. – Bom, eu tenho muito trabalho a fazer. Você vem, Hayley? – A Bruxa perguntou e Hayley apenas assentiu, e assim as duas saíram da enorme sala. Deixando Klaus e Caroline a sós.

– Ela não para nem por um minuto. – Caroline disse.

– Não mesmo. – Klaus concordou. – Pelo menos dessa forma sabemos que Marcel vai pagar o mais rápido o possível.

– É, e assim tudo acaba, certo? – Caroline perguntou.

– É, tudo acaba. – Klaus disse. – Já pensou no que vai fazer quando não tiver mais que bancar a agente dupla?

– Não sei. Talvez eu viaje pelo mundo. – Caroline disse sem dar muita importância. – E você, o que vai fazer?

– Provavelmente, vou esperar até o próximo problema aparecer. – Klaus disse. – Minha família nunca fica sem algum tipo de drama.

– Mikaelsons sendo Mikaelsons. – Caroline disse. – É, eu me lembro de muito drama na sua família.

– Eu acho que você nunca me esqueceu da maneira que você diz que esqueceu. – Klaus notou.

– Na verdade, não podemos esquecer algo que nunca existiu. – Caroline disse ríspida. 

– Por que você sempre se afasta dessa forma, Caroline? – Klaus perguntou. – O que eu fiz para você simplesmente me tratar desse jeito tão ríspido? 

– Eu não sei. – Caroline disse. – Talvez eu não queira repetir o mesmo erro que cometi há séculos atrás quando eu te conheci. 

– E qual erro foi esse? – Klaus perguntou. 

–  O maior erro que alguém como eu poderia cometer. –  Caroline começou a falar. –  Quando eu te conheci, eu vi uma pessoa que os os outros nunca conseguiram ver. Eu vi a sua parte humana, Klaus. A parte que você nunca deixa aparecer, mas por um motivo que eu não sei qual é, você me deixou conhecer essa parte obscura e bem esquecida que existe em você. E o meu maior erro foi confiar nessa pequena parte de você, porque eu confiei. E por mais ridículo que pareça, eu a amei também. Eu amei você, Klaus. Eu não queria, aquilo me assustava de uma forma que eu jamais serei capaz de colocar em palavras, mas eu amei você. E você me mostrou o quanto eu fui idiota por te amar quando toda a vez em que eu pensava que você poderia ser bom, você simplesmente mudava e se transformava no grande idiota que você é. 

–  Caroline... –  Klaus iria começar a falar, mas a loira o interrompeu. 

– Não, Klaus. Por favor, não. – Caroline disse. – Eu não quero ouvir nada o que você tenha a dizer, até porque isso está no passado, certo? O que nós tivemos está no passado. E é assim que eu prefiro manter. – A Forbes disse com lagrimas em seus olhos, como se uma parte dela não quisesse realmente dizer aquilo, mas existia uma parte em Caroline que era mais forte e era aquela voz que a Forbes iria ouvir. 

 

[...]

Aurora andava pelas ruas de Nova Orleans com confiança e principalmente, com vingança nos olhos.

A lua iluminava a rua, e os vampiros da cidade já estavam a solto. Se alimentando, se divertindo, fazendo o sangue fluir, mas para Aurora de Martel apenas um vampiro importava e esse vampiro era ninguém mais e ninguém menos do que o inimigo declarado dos Mikaelsons: Marcellus Gerard.

A Ruiva andou pelo quarteirão inteiro procurando Marcel, até que o encontrou em um bar conhecido por ser frequentado por vampiros. 

– Marcel Gerard? – Aurora perguntou, ignorando todos os outros vampiros em volta do novo rei da cidade.

– Aurora de Martel! Quanto tempo. – Marcel disse com o seu tom convidativo de sempre. – O que faz na cidade? A que devo o enorme prazer?

– Eu acho que nós dois queremos a mesma coisa. – Ela disse indo direto ao ponto, instigando a curiosidade de Marcel.

– E o que isso séria exatamente? – Marcel perguntou.

– Nos dois queremos a morte de Hope Mikaelson. – Aurora disse com vingança em sua voz. – E eu sei exatamente como ataca-la.

– Estou ouvindo.

– Você nunca chegara até Hope se ataca-la, se você quer machucar Hope, terá que ir atrás das pessoas que ela ama. – Aurora disse. – E se você quer atrai-la para a cidade o seu alvo perfeito se chama Damon Salvatore.

– Damon Salvatore? – Marcel perguntou. – O que você quer dizer com tudo isso?

– Eu sei como silenciar Hope Mikaelson para sempre, mas não vamos atrai-la para Nova Orleans se não pegarmos alguém que ela ama.

– E você sugere que seja Damon Salvatore? – Marcel perguntou. – E como vamos mata-la?

– Sua mordida, não vai funcionar. – Aurora disse. – Eles já estão fazendo a cura, e nesse momento podem até tê-la.

– Então como vamos matar uma original? – Marcel perguntou curioso.

– Qual é a maneira mais divertida de matar um original, se não for com a mesma arvore que os criou? – Aurora perguntou sarcástica. – Eu consegui de uma Bruxa muito conhecida por aquela família, o último pedaço existente de carvalho branco.

– Ótimo, mas você esqueceu que ainda temos uma família inteira de originais. – Marcel disse. – E se eles já possuem uma cura, nada os impede de voltar à raiva deles contra mim. E eu não posso combater quatro vampiros originais e uma bruxa, porque se matarmos Hope, Klaus e o resto da família não deixará isso impune.

– Eu sei, e é por isso que iremos transforma-los em humanos novamente. – Aurora disse sem preocupação em sua voz. – O carvalho branco é só o começo.

– O que você quer dizer? – Marcel perguntou.

– Uma cortesia de uma bruxa Mikaelson. – Aurora disse tirando de seu bolso cinco curas para o vampirismo e as entregando para Marcel junto com o carvalho branco. – Vamos acabar com isso de uma vez.

 – Eu acho que teremos que silenciar alguns originais. – Marcel disse colocando um sorrindo vitorioso em seu rosto.

– Para todo o sempre, eu espero.

Aurora e Marcel poderiam ter o plano perfeito em suas mãos, mas Hope tinha algo que era ainda melhor: Stefan Salvatore.

O vampiro estava indo encontrar Marcel quando viu Aurora entrar no bar, e desta forma o Salvatore escolheu esperar para ver o que a ruiva diria, pois ele sabia que se ela o visse ali, tudo iria acabar.

Aurora podia pensar que iria silenciar os originais, mas Stefan mais uma vez estava encarregado de salvar o dia e a vida dos Mikaelsons. 


Notas Finais


Hope e Elena <3
Klaus e Caroline </3
A guerra está próxima minha gente!
VAMOS STEFAN! SALVE O DIA PELO AMOR DE DEUS!

Esse foi o capítulo da semana <3
Comentem o que estão achando da fic e também as suas teorias para o final da season <3
Vejo vocês na próxima semana <3

XOXO, Laís


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