História Untitled - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Rafael "CellBit" Lange
Personagens Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Drama, Mistério, Romance
Exibições 105
Palavras 2.848
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEY HEY HEY

GENTE, EU DEMOREI 10 DIAS PARA POSTAR E ME SENTI TÃO MAL LALALALA

Desculpa, eu não tava com vontade alguma de postar. Crises existenciais aqui e ali. Tudo bem, agora tá tudo no esquema — na medida do possível, pelo menos.

Curtam esse capítulo.

BOA LEITURA!

Capítulo 10 - Rafael precisa de você agora.


28 de Março, 2016 | 17:52 | São Paulo, SP, Brasil.

— Ainda não acredito que você fez isso. — falei mais uma vez.

Alguém tinha que agir, eu apenas assumi o papel. — Gabs riu.

— Eu só não te caço e te mato, porque gosto muito de você.

Quem não gosta? — se gabou.

— Vai tomar no cu, Gabriela. — desliguei a ligação e guardei o celular.

A porta finalmente foi aberta. O sorriso no rosto do loiro não deixou dúvidas de que ele estava feliz em me ver.

Dei um passo para frente e passei meus braços em volta de seu pescoço com certo desespero. Ele logo retribuiu passando os seus pela minha cintura.

— Obrigado. — ele agradeceu me deixando entrar em sua casa.

— Por te desculpar? — ele assentiu — Eu também tive culpa, Rafa. Não fazia sentido algum ficarmos sem nos falar.

— Concordo plenamente na parte de não ter sentido, mas a culpa foi mais minha do que sua.

Um silêncio se estabeleceu no apartamento inteiro. Sentei no sofá do garoto e ele se dirigiu aparentemente para a cozinha.

Minutos depois, ele voltou com duas xícaras de café, me deu uma e sentou-se ao meu lado.

— Sabia que hoje faz um mês que nos conhecemos? — disse.

— Não fazia ideia, sou péssima com datas. — respondi.

— Feliz um mês de amizade, Cry Baby. — ele me abraçou e eu sorri.

— Feliz um mês de amizade, Rafa.

O silêncio pairou no ar de forma que minha mente viajasse longe. De repente, me pareceu conveniente falar de um assunto que me incomodava com Rafael. E, sinceramente, eu não sei que o eu estava pensando quando achei que era uma boa ideia.

— Rafael... — murmurei recebendo sua atenção — E se tivesse sido eu?

— Você o que? — perguntou e bebeu um gole de seu café.

— Que tivesse me matado no lugar dela. — disse com a mente cada vez mais longe — Talvez ela estivesse aqui e você estivesse apenas consolando-a.

— Não acho que é apropriado pensar nisso.

— É que às vezes eu me perco nesse tipo de pensamento. — bebi café — Eu também tinha meus motivos, mas eu me mantive aqui por ela. Mas e se eu tivesse explodido? Se eu cansasse de tudo? Como seria?

— Não seria bom de nenhuma forma.

— Você não sofreria, Rafael. Você não teria derramado nenhuma lágrima. Afinal, você não me conhecia.

— Mas Mariana estaria triste, e eu ficaria mal ao vê-la de tal forma.

— Talvez teria sido melhor se eu tomasse aquela decisão. — dei de ombros.

— Não diga essa besteria, Maju. Não seria melhor de forma alguma. O certo seria ter as duas nesse momento, mas já foi, nada vai mudar isso.

— Às vezes parece mais fácil me imaginar morta e imaginar a Mariana apenas chorando por isso do que o contrário.

— Não deveria ser assim.

— Não mesmo, mas é. — bebi mais um pouco do café e ele fez o mesmo. O silêncio estava começando a se tornar um alívio quando ele voltou a falar.

— Que motivos você teria? — perguntou como se tivesse medo da resposta.

— Eu não tenho certeza. — suspirei.

— O que te fazia mal, afinal? — seus olhos estavam presos em mim, mas eu não conseguia olhar para ele de volta, apenas encarava sua televisão desligada.

— Eu procurava muito a aceitação das pessoas, Rafael. De Mariana, dos meus quase-amigos, dos meus pais. Mas só a Mari parecia me aceitar.

— E seus pais? — murmurou.

— Sou a filha problemática. Você não percebe?

— Que tipo de problemas?

— Sinceramente? Tenho problemas com alimentação, para me enturmar, comigo mesma. Eles já tiveram que pagar muitas consultas em psicólogos, mas não é eficiente nunca. A Mariana foi a saída que eles encontraram. Eu ficava melhor perto dela, mas, bem, isso mudou. Ela não está mais aqui.

— Por que é dessa forma?

— Eu não consigo me imaginar como alguém bom. É complicado para mim. Eu não sou como esses adolescentes normais que se enturmam facilmente e conseguem comer um lanche completo sem se culpar. Eu nunca serei assim.

— Não tinha que ser desse jeito.

— Realmente não, mas é. — chacoalhei a xícara em minha mão vendo o café rodar e possivelmente esfriar — Podemos não falar disso?

— Sim. — ele assentiu enquanto dizia.

[...]

"Carta 4 — Essa carta é exclusivamente do Rafael. Não leia, Maju!"

Encarei aquelas palavras por alguns instantes e passei o papel para Rafael.

Ele leu em silêncio. Em algum instante uma risada fraca escapou de seus lábios, mas, segundos depois, seus olhos se arregalaram e ficaram preenchidos por lágrimas.

— Está tudo bem, Rafa? — perguntei quando ele dobrou o papel com cuidado e o guardou no bolso de seu moletom.

— Sim. — respondeu com a voz um pouco embargada.

O quarto ficou em completo silêncio. Mas, mais ou menos um minuto depois, uma onda de soluços desesperados tomou conta da calmaria do cômodo, me causando um grande susto.

Levei meus olhos até o loiro que escondia seu rosto entre as mãos. Arregalei os olhos ao ver seu estado e levantei de sua cadeira. Sentei-me na cama, a sua frente, e passei os dedos entre seus fios de cabelo.

— Rafael? — minha voz falhou — O que aconteceu? Se acalma.

Seus soluços ficaram mais altos e eu peguei o envelope em seu bolso.

Retirei a carta de dentro dele e, quando fui ler, Rafael arrancou a mesma da minha mão gritando sem parar que eu não deveria ler.

Tentei pegá-la de sua mão, mas ele não permitiu, escondendo-a atrás de si. Olhei para o envelope em minha mão e um pequeno papel amarelo dentro dele roubou minha atenção.

"A curiosidade matou o gato, Maju. Não pergunte nada, não tente ler a carta, apenas ajude-o. Rafael precisa de você agora."

Joguei o papel na cama e abracei Rafael. O garoto deitou sua cabeça em meu ombro e eu passei meus braços em volta de seu corpo.

Ele não apresentou reação, não retribuiu o abraço, apenas molhou cada vez mais minha camiseta. Pousei uma de minhas mãos em seu cabelo e comecei a fazer um carinho no local.

— Se acalma, Rafa. — murmurei próxima ao seu ouvido — Está tudo bem.

— Ela me deixou sozinho e ainda escreveu essa coisa horrível. — disse se referindo a carta.

— Não está sozinho. Eu estou aqui. — levantei sua cabeça e olhei em seus olhos. Entrelacei nossos dedos e dei um beijo em sua mão — Eu não vou sair daqui, Rafinha. Eu nunca vou te deixar.

29 de Março, 2016 | 10:43 | São Paulo, SP, Brasil.

Abri meus olhos sentindo dificuldade por conta da claridade.

Olhei para o lado e vi Rafael de frente para mim, ele estava esprimido, quase em posição fetal e segurava com as duas mãos uma das minhas, como se quisesse me manter lá para sempre.

Sorri fraco ao ver seu rosto tão calmo depois de longas horas de gritos, choro e negação.

Levantei da cama e caminhei até o banheiro de sua casa. Meus olhos estavam inchados por conta das vezes que eu chorei naquela noite pelo desespero do garoto.

Prendi meu cabelo em um coque e preparei café para ele. Segurei a xícara com firmeza e entrei em seu quarto, onde ele estava sentado olhando fixamente para a parede branca.

— Achei que tinha ido embora. — ele disse me olhando dando um breve sorriso.

— Não. Apenas fiz café. — entreguei a xícara a ele, que apenas agradeceu e tomou um pouco.

Peguei meu celular enquanto sentava em sua cadeira e vi as mensagens de minha mãe.

Mãe: Que horas você volta para casa?

Mãe: Maria.

Mãe: Onde é que você está?

Mãe: Fui no seu apartamento e nem lá você estava, Maria Julia. Onde você se meteu?

"Estou bem, dormi fora essa noite. Um amigo precisava de mim. Volto para casa mais tarde e teremos uma conversa meio séria. Tchau."

Quando olhei para Rafael, ele estava mexendo no celular. Sorri para ele encantada com a forma que ele já estava melhor e até rindo de alguma coisa que aparecia em sua tela.

— Que linda! — Rafael exclamou.

— O que? — perguntei saindo do meu transe.

Snapchat. — resmungou e riu fraco bebendo mais café.

Abri o aplicativo e fui ver as fotos que o garoto havia publicado. A primeira era uma do dia anterior e mais algumas passaram dessa forma. Até que eu cheguei na postada hoje.

Eu estava olhando na sua direção sorrindo feito boba. A foto até estava bonita, mas eu parecia extremante idiota daquela forma, como uma garotinha encantada com algo muito mágico. Rafael havia escrito "é inevitável, ela também se apaixonou por mim". Em seguida havia mais uma, em que eu agora estava com os olhos fechados, mas tão boba quanto antes: "a doença continua se espalhando".

— Idiota. Apaga isso agora! — gritei rindo.

— Não.

— Vai criar polêmica, Rafael. — expliquei apesar de não me importar nem um pouco com aquilo.

— Tudo bem, não vejo problema. Eu sei que você não está apaixonada e você também sabe. Não precisamos provar nada a ninguém.

Sorri com o jeito simples dele e concordei com a cabeça.

Ele foi um pouco para trás e encostou na parede, voltando a mexer em seu celular.

Rafael empurrou o cabelo para cima tentando arrumar um pouco seu topete desfeito e eu ri do resultado.

Gravei um pouco a cena do garoto tentando fazer seu máximo — sem sucesso — e postei no Snapchat e no Twitter.

"@sheisacrybaby: parece uma criancinha <3 @cellbit

[Vídeo]"

"@cellbit: @sheisacrybaby cala a boca que você me ama"

"@sheisacrybaby: vem calar, iludido @cellbit"

"@cellbit: @sheisacrybaby olha que eu vou"

"@sheisacrybaby: uhum, porque você é bem macho mesmo @cellbit"

"@cellbit: @sheisacrybaby não duvide de mim, garotinha"

Ri alto e ele me olhou com um sorriso enorme nos lábios.

— Quantos dedos tem aqui? — levantei dez e ele falou o número — Necessário. — fiz uma pausa e ele me encarou confuso —  Desnecessário. "Deznecessário"¹. — murmurei e escutei sua risada de hiena invadir o quarto.

Quem era mesmo aquele garoto que não parava de chorar ontem?

[...]

— Alan. — falei olhando para o loiro ao meu lado — É o namorado da Maethe, 'né?

— Isso.

— Ele está vindo para cá? — perguntei e ele assentiu — E Felps, o namorado da Gabs, também?

— Sim. — disse ainda concentrado em seu celular.

— Mas as namoradas não.

— Exato. — concordou — Prometo que não será horrível. Por favor, não vá embora.

— Não sei não, Rafa.

Prometo te dar atenção. — disse e eu assenti.

[...]

Fazia cerca de uma hora que os amigos de Rafael haviam chegado.

Sim, ele me deu atenção, durante uns vinte minutos no máximo. Depois disso começou uma conversa sem fim sobre vídeos, jogos e eventos.

Menti para Rafael dizendo que minha mãe queria que eu fosse para casa e saí de lá depois de me despedir dos três garotos.

Rafael me deu um longo abraçou e agradeceu o que eu fiz por ele na noite anterior. Apenas sorri fraco e caminhei até o elevador.

Lange nunca vai realmente me dar atenção perto dos amigos dele. Eu entendo plenamente. Eu apenas sou uma garota estranha que entrou em sua vida em um momento horrível. Eles são seus amigos de anos.

Entrei no táxi que havia chamado e encostei minha cabeça no vidro. Retirei o celular do meu bolso e entrei no Twitter.

"@sheisacrybaby: 'prometo te dar atenção', nunca confie nessa frase"

"@sheiscrybaby: promessas são sempre uma decepção"

"@sheisacrybaby: e, de fato, não deveria doer tanto"

"@sheiscrybaby: mas dói"

Paguei o táxi e desci quando cheguei ao meu destino. Entrei em casa sentindo o cheiro familiar da comida da minha mãe.

— Oi Julia. — disse meu pai sentado no sofá, sua atenção estava presa na televisão.

— Oi. — murmurei e me sentei ao seu lado, olhando fixamente para o apresentador do jornal.

— Hoje era dia de consulta. Onde você esteve? — minha mãe disse entrando na sala.

— Eu vou voltar para o meu apartamento. — levantei do sofá e olhei para meu pai sentado e minha mãe de pé.

— E daí? — cruzou os braços.

— Chega de psicólogo.

— Você foi um dia. — respondeu irritada — Pare de ser inconsequente.

— Não estou sendo inconsequente. — respondi imitando sua pose — Apenas estou cansada de fazer o que os outros querem sempre. Eu não quero um psicólogo.

— Mas precisa de um! — gritou.

— Não, não preciso. Eu não vou me matar por causa da Mariana, mãe. Coloca isso na sua cabeça.

— Você não tem limites, Maria Julia. Eu estou apenas tentando te ajudar. Você precisa ter alguém te controlando.

— O que? — gritei — Eu não preciso de ninguém no controle. Eu sei me cuidar.

— Fique quieta e vá para o seu quarto.

— Eu sou maior de idade, Patrícia. Pare de me tratar como uma criança.

— Pare de agir como uma então. Eu sei o que é melhor para você.

— Você não é a dona da razão.

— Nem você. Você não sabe se cuidar sozinha.

— Pare com isso! — gritei mais uma vez — Eu já decidi o que vou fazer, você não vai mudar isso.

— Você precisa se tratar!

— Quem disse isso? Você? — ri alto — Você é profissional por acaso?

— Respeita sua mãe, Maria Julia! — meu pai disse com o tom de voz alterado, parando ao lado dela.

— Não fui apenas eu que disse. Eu, seu pai, o Doutor Freitas... — a impedi de continuar.

— Ele nem me conhece!

— Eu não terminei, meu amor. — disse irônica — E aquele seu amigo? Qual é mesmo o nome dele? Ah, o Rafael. Ele te conhece há pouco mais de um mês e já sabe que você precisa de tratamento.

Senti meu sangue fever e uma imensa vontade de gritar com ela, de negar tudo que ela estava dizendo, mas Rafael realmente havia dito aquilo.

— Chega! Você não vai controlar minha vida. Nenhum de vocês vai. Eu cansei de ser o fantoche de vocês.

— Você é louca. — meu pai gritou.

Eu tenho vergonha de ser sua mãe!

Aquelas palavras me atingiram como um tiro. É claro que eu já sabia daquilo, mas ouvir as palavras saírem de sua boca depois de anos me escondendo delas era bem duro.

Senti meu peito doer e minha respiração falhar. Pressionei minhas unhas contra a palma da minha mão e respirei fundo.

Vão se danar. — resmunguei e saí de lá sem nem olhar para trás.

[...]

Me espremi no meu sofá e chorei como nunca havia chorado. Contemplei, minutos depois, a bagunça que havia feito em meu apartamento.

O telefone havia sido jogado na parede junto com alguns quadros de mesa da minha família. Derrubei todos os quadros das paredes e chutei meus móveis pequenos. Desprendi um lado da minha cortina da sala e baguncei toda a minha cama. Por fim, joguei meus livros o mais longe que pude.

A bagunça que se encontrava no local não era nada comparada à que estava dentro de mim no momento.

Meu celular começou a tocar no meu bolso e eu o peguei. "Rafa <3" piscou na tela algumas vezes até que eu atendi.

— O que você quer? — disse com ódio.

Está no seu apartamento? Fui na casa dos seus pais e eles disseram que vocês brigaram feio.
— Por que quer saber?

Estou preocupado. Eles falaram que você saiu sem nem olhar para trás. Está tudo bem?

— Não Rafael, não está! — me levantei e caminhei nervosa por entre a bagunça — Eu sem dúvidas queria estar no lugar da Mariana. Eu odeio estar aqui. Eu odeio a merda desse mundo sem ela. Eu odeio a minha vida sem ela. Meus pais são uns idiotas e você é um mentiroso. Eu não tenho ninguém, talvez eu nunca tenha tido. Eu quero apenas acabar com tudo isso. Mas que saída eu tenho? Ninguém choraria no meu enterro, nem mesmo meus pais iriam.

De repente eu fiquei tonta, minha respiração se tornou complicada e eu senti meu peito queimar. Minhas pernas pareciam incapazes de segurar o resto do meu corpo e eu lembrei que não tinha comido nada naquele dia, muito menos no anterior.

Eu estou indo para o seu apartamento, Maju. Se acalme. — escutei um longo suspiro e alguns soluços. Ele estava chorando — Por favor.

Mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa que ao menos o impedisse de vir, eu senti o mundo inteiro se apagar e meu corpo entrar em contato com o chão.


Notas Finais


(1): Peguei essa do deznecessário no canal "WTF Bangtan?". COMO EU AMO ESSE CANAL, COMO EU AMO BTS! <3

E aí? Gostaram?

Eles brigam para caralho, eu sei. Mas eu acho que pelo emocional da Maju, ela realmente seria assim se existisse. Acho que eu seria assim se tivesse passado pelo que ela passou. Tentem entender, please.

Se gostarem, deuxem um comentário. Vocês não são obrigadas, mas não leva nem cinco minutos e incentiva o autor a continuar — mostrando que você está gostando.

Se é novo por aqui, seja bem-vindo. É muito bom te ter na família — ainda nao dei um apelido para vocês, mas daqui a pouco tá no esquema.

Aliás, preciso de um favor.

Votem no melhor shipp para esses dois — vão entender no próximo capítulo. Já pedi para uma amiga fazer isso, mas acho justo todos que lêem poderem votar:

A) Cellia (Cellbit + Julia)
B) Mabit (Maria + Cellbit)
C) CellBaby (Cellbit + Cry Baby)
D) Crybit (idem)
E) Mafael
F) Jufael
G) Sugestão sua.
H) nem sei mais o que eu tô fazendo.

O mais votado será o shipp. Então, o comentário de vocês é REALMENTE importante dessa vez. Espero poder contar com vocês.

Beijos e queijos. Até o próximo capítulo.

FUI!


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