História Untold - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha
Tags Haruno, Naruto, Sakura, Sasuke, Sasusaku, Shoujo, Uchiha, Untold
Exibições 58
Palavras 2.737
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Home


Fanfic / Fanfiction Untold - Capítulo 1 - Home

Havia uma neblina densa naquela noite em especial. As árvores ao redor da estrada tornavam a caminhada mais sombria, e o vento balançando as folhas atrapalhavam de leve os sentidos do shinobi que por ali passava. Ele estava tentando manter-se atento a qualquer tipo de som, e tinha seus olhos atentos. Queria evitar qualquer incômodo ou problema para a vila próxima, que, finalmente, vivia dias de paz.

Suspirou suavemente e continuou a andar, já conseguindo observar os primeiros relances do portão de entrada. A cada passo que dava e ficava mais perto do local, um sentimento incomum crescia dentro de si. Não era algo que conseguiria explicar com palavras e também não saberia discernir entre bom e ruim. Era, com certeza, diferente. Suspirou mais uma vez, tentando manter os pensamentos fixos em possíveis perigos ao seu redor e seguiu em frente.

Ao reparar com mais atenção o portão que estava metros à sua frente, percebeu que ele parecia estar alguns palmos mais alto e seu material havia sido reforçado. Talvez tivesse até em um tom de cor mais escuro, não lembrava ao certo, e a neblina poderia estar reforçando a ideia. Foi a partir desses pequenos detalhes que Sasuke lembrou-se das inúmeras mudanças que iria ver em breve. Muitas mudanças.

Apesar de, aparentemente, ter-se esquecido delas, ele passou alguns dias da viagem de volta para a vila pensando em tantas das coisas que poderiam ter acontecido e sentia receio do que estava por vir. Entretanto, era algo que estava fora de seu controle, e mesmo que aquela casa não parecesse mais sua, ele teria de se acostumar. Os dois anos que haviam passado fora de Konoha foram cruciais para sua redenção. Era algo que ele precisava fazer, e precisava fazê-lo sozinho. E ele sabia que era o momento para voltar. Na verdade, uma voz que o incomodava há algumas semanas o dizia que era hora, e ele o fez.

Subitamente, Sasuke parou de caminhar. Sessenta metros era a distância limite para que os sentinelas descobrissem sua presença e, antes de reportar que estava retornando, precisava de alguns minutos para processar a ideia de que estava ali novamente. Preparando-se para os julgamentos dos cidadãos da vila, para o ódio, a surpresa e infinitos outros sentimentos que iria causar. Pensou em seus companheiros de time e seu antigo sensei. Inspirou e expirou, fechou os olhos por um momento e deu alguns passos à frente. No mesmo instante dois ninjas ANBU o cercaram. Ele se manteve estático e com o semblante calmo.

Em um tom de voz alto e claro, ele disse quem era. Não era possível ver as feições nos rostos dos ninjas devido às suas máscaras, entretanto, a linguagem corporal deles tornava simples de enxergar a completa surpresa.

– Se você realmente é Uchiha Sasuke, precisamos que nos mostre as tatuagens. – um deles falou, enquanto o outro, ainda em posição de ataque, o observava cautelosamente.

Tentando não fazer movimentos bruscos, com o braço feito de seu Susanoo ele puxou a manga do braço direito e deixou que eles vissem os triângulos. Os dois ficavam posicionados em seu pulso, lado a lado, um pouco sobrepostos. Eram virados para cima, e um deles possuía uma linha reta em sua ponta. Um representava o fogo, Konoha. O outro, o vento, que o ajudaria a encontrar seu caminho de volta. Além de ser parte do protocolo que precisava ser seguido para que ninguém além do próprio Sasuke tentasse entrar na vila como impostor, era também um lembrete de seu time. Eles queriam dá-lo a certeza de que permaneceriam esperando por ele, não importando quanto tempo levasse.

 Um dos ANBUS fez um jutsu para checar a originalidade dos selos e outro para removê-lo. Não levou mais do que alguns segundos para que estivesse livre dos desenhos.

– Mais alguma coisa? – ele perguntou, ríspido.

– Sim, Sasuke-san. Iremos levá-lo ao Hokage agora mesmo.

– Isso é realmente necessário? São quase cinco da manhã, não quero incomodá-lo.

– É o protocolo, Sasuke-san. Temos a obrigação de segui-lo, e, de qualquer forma, o Rokudaime não tem saído de seu escritório nos últimos dias.

Sasuke assentiu, e os três shinobis andaram em direção ao portão. Em questão de minutos eles já estavam dentro de Konoha. A cidade estava deserta, mas alguns comerciantes já organizavam suas lojas e mercados, estocando mercadorias e colocando outras nas vitrines de vidro detalhadas em madeira rústica. O cheiro das árvores e da própria madeira era muito forte dentro do local, e era tudo ainda muito semelhante do que era há dois anos atrás, o que aliviou Sasuke. Haviam algumas melhoras estruturais, novos prédios e tecnologias adquiridas, mas ele conseguia sentir-se em casa, do mesmo jeito que se sentia anos atrás. A única coisa que destoava de tudo aquilo era um cheiro doce, misturado com o da madeira recém cortada. Junto com isso, ele notou pequenas pétalas de flores rosadas pelas ruas.

Não demorou muito para que chegassem ao escritório do Hokage; subiram poucos lances de escadas, passaram por algumas salas até chegarem aos aposentos do Rokudaime. Dentro do local haviam pilhas e pilhas de papéis e pergaminhos, livros e ainda, um local para guardar armações, como kunais, shurikens e outras facas. Era o único canto do lugar que parecia estar realmente organizado.

No meio de toda aquela desordem havia uma mesa, que, não diferentemente do resto, tinha mais papéis, várias xícaras com restos de café velho e frio, tinta e pincéis. Era possível encontrar o volume de cabelo cinza dentre toda a confusão ali presente. Um dos ninjas ANBU pigarreou, tentando acordar do sono leve em que se encontrava o Rokudaime.

Os olhos escuros e cansados de Kakashi se abriram lentamente; ele levou alguns minutos para ficar consciente e por fim, olhar a quem precisava falar com ele àquela hora da madrugada. Foi então que observou o homem a sua frente, com trajes cinzas e o cabelo comprido até a altura do nariz, dividindo seu rosto e escondendo boa parte de seu Rinnegan. Piscou algumas vezes, pensando que talvez não estivesse realmente acordado, afinal, já o haviam encontrado falando absurdos enquanto dormia ou tendo sonhos incomuns.

— Já está tão velho que não consegue me reconhecer, Kakashi? — o homem disse. Assim que escutou sua voz, o sexto teve certeza de que seu antigo pupilo estava em casa novamente. Abaixo de sua máscara repousava um sorriso feliz e aliviado, por finalmente ter a certeza de que o último Uchiha não tinha sido morto. Era algo que ele não deveria ter se preocupado, tendo noção das habilidades shinobi incríveis que o garoto tinha, mas ainda assim, sentia medo por tudo que já lhes havia acontecido e por todos aqueles que perdeu ao longo dos anos.

— São 24 meses e alguns dias, Sasuke. Me dê apenas o direito de achar que você mudou bastante nesse tempo.

Sasuke deu um meio sorriso ao ouvir as palavras de seu sensei. Lembrou-se rapidamente da bagunça que fez pouco antes de sair de Konoha e teve certeza de que suas palavras estavam corretas. 

— Seus ANBUS disseram que eu deveria reportar meu retorno à vila antes de fazer qualquer outra coisa. — comentou.

— Sim. Sei que não é a melhor hora, mas precisamos seguir o protocolo.

— Causei problemas suficientes para Konoha. O mínimo que posso fazer é isso.

— Temos algumas burocracias a seguir ainda, mas por hora não é importante. Há coisas mais importantes que você deve saber. — Sasuke o observou, esperando que ele continuasse. — Restauramos o distrito Uchiha. Naruto e Sakura fizeram questão de que fosse reorganizado. Entendo se você quiser continuar em seu antigo apartamento, mas de qualquer forma, queríamos que o lugar fosse reconstruído. Fizemos um memorial para Itachi também, ele está em uma parte um pouco afastada do distrito. Aliás, — Kakashi virou-se e embaixo de sua mesa, procurava algo entre a desordem de suas gavetas. Quando finalmente achou, estendeu sua mão com uma caixa de tamanho médio preta, com o símbolo Uchiha entalhado em sua tampa — achamos que iria querer isso de volta.

Sasuke pegou a caixa e colocou-a em um bolso. Não importava o que fosse, não queria abrir agora.

— Tenho algumas coisas para lhe contar, mas vou esperar até a tarde. Preciso me organizar. Mais alguma coisa que eu devo saber? — sua voz soava tranquila, mas ele sentia um frenesi dentro de si mesmo.

— Como eu disse, temos algumas burocracias para lidar e... — os olhos do Rokudaime fitaram as folhas abaixo de suas mãos, parecia tentar encontrar um modo de dizer o que estava borbulhando em seus pensamentos. — Bom, o resto vamos te contando ao longo dos dias. É muito tarde para isso, você precisa descansar. Imagino que esteja andando há dias e já reportou que está de volta, amanhã concluímos oficialmente isso tudo e você estará livre.

Sasuke o fitou, desconfiado. Não relutou. Despediu-se de seu sensei e voltou às ruas da vila. Já podia-se ver raios de sol surgindo no amanhecer e os comerciantes continuavam atarefados, mas pareciam tranquilos. Mal perceberam a presença dele ali, o que ele agradeceu. Queria chamar o mínimo de atenção e precisava chegar em casa logo, mesmo ainda não tendo decidido para onde iria.

Caminhou em círculos durante alguns minutos, com inúmeras dúvidas sobre o que deveria fazer. Pensou se era cedo demais para voltar ao distrito Uchiha e se era melhor ficar em seu apartamento. Não tinha certeza de nada, apesar de uma voz dizê-lo que seria bom estar no distrito Uchiha novamente. Era a mesma voz que havia dito que ele precisava voltar e, estranhamente, seguiu a vontade dela por mais uma vez.

Passeou pelas ruas com as mãos nos bolsos e o rosto não muito arqueado, ainda apreciando os detalhes antigos e novos, guardando-os em sua memória. Enquanto dava passos vagarosos, ainda observando tudo atenciosamente, notou instalações no hospital que não existiam antes de sua saída. Ele enxergava de longe a faixada: Clínica da Saúde Mental Infantil. Parou de andar e checou o lugar por um momento. Ele escutara boatos sobre tal, sabia que Sakura a liderava e da história por trás de sua criação. Deu um leve sorriso e manteve-se no caminho. Manteve-se andando até que alguns feixes de luz rosada tocaram seu rosto. Olhou para frente para ver o que era.

Sakura andava algumas quadras à sua frente. Tinha mais de sete livros em seus braços e olheiras abaixo de seus olhos verdes-esmeraldas. Ela carregava em seu peito uma sensação diferente naquela manhã. Não sabia como descrever, mas sabia que era algo bom. Enquanto cambaleava preguiçosamente tentando chegar ao seu apartamento, ouviu um barulho atrás de si. Virou-se no mesmo momento e pode jurar que estava sonhando, assim como Kakashi. Quando piscou teve a certeza de que estava.

Ela o vira por cerca de quatro segundos e trinta e sete centésimos de segundo, precisamente. Ela calculava o tempo toda vez que o via, assim, tinha certeza de quando estava muito cansada ou se já havia deixado de dormir por dias. As roupas dele estavam diferentes, eram cinzas e maiores do que as que usava antigamente e seu cabelo havia crescido também. Contudo, seu olhar continuava o mesmo. Igual ao que conhecera desde sua infância.

E no piscar de seus olhos, ele desapareceu como se jamais tivesse passado por ali. Ela sabia que poderia ter sido um devaneio, um sonho, um delírio. Estava acostumada a dormir pouco, trabalhando e estudando, mantendo a clínica em ordem junto com Ino. Isso e o fato de que ela nunca conseguira o tirar de seus pensamentos o levaram-na a ter esses delírios inúmeras vezes. Sakura não havia contado isso para ninguém e já tinha feito testes em si mesma para confirmar que não tinha nada de errado consigo. Era o cansaço e ele.

Em seus pensamentos, soava insano pensar que dessa vez Sasuke realmente estava de volta.

 

Sasuke a observou de longe enquanto caminhava. Em um lapso involuntário, as palavras quase saíram de sua boca, mas ele pisou em um pedaço de madeira que estava atirado na calçada e acabou quebrando-o. Apenas os dois estavam naquela rua, então foi fácil para ela ouvir o barulho atrás de si. Durante aqueles quatro segundos, Sasuke encontrou os olhos dela novamente. Haviam se passado dois anos desde a última vez que ele os havia visto e seu corpo ficou estático por aquele momento. A expressão dela não era de grande surpresa, o que o deixou um pouco intrigado, mas ela também se manteve estática, com a boca levemente entreaberta. Entretanto, aquela não era a hora de reencontrá-la.

Quando completaram-se os trinta e sete milésimos de segundo, Sasuke sumiu da visão de Sakura e escondeu-se em um telhado onde ainda podia vê-la. Ela fitou o ponto onde ele estava por mais algum tempo e tinha uma feição angustiada em seu rosto. Ele notou que ela fechou os olhos, deu um suspiro e balançou a cabeça, como se estivesse tentando se convencer de que aquilo não havia acontecido.

“Me desculpe, Sakura. Mais uma vez”, pensou ele. Acompanhou-a caminhar por mais algumas quadras e saiu do telhado. Fez o caminho para o distrito Uchiha e tentou manter seus pensamentos focados nele.

Entrar no distrito novamente foi como voltar em seu passado. Ele conseguia enxergar todos os seus familiares enquanto passava pelas ruas e por isso, manteve a cabeça baixa. Escutava as conversas rotineiras, as crianças correndo e suas risadas e por fim, ouvira seu nome ser chamado seguidas vezes. A voz que clamava por ele semelhava-se a que o aconselhou a voltar para a vila e a ficar no distrito.

Quando entrou em sua antiga casa a voz ecoou mais forte e ele sabia que a reconhecia. Viu sua mãe na cozinha, deixando um pacote acima da mesa com seu nome escrito. Assim que levantou os olhos para vê-la, já não estava mais lá. Respirou fundo e vagou pelos cômodos da casa; estava tudo perfeitamente organizado e limpo, e ele tinha a impressão de que alguém iria ali semanalmente manter o local limpo.

Voltou às ruas e percebeu que havia uma casa nova ali. Ela estava um pouco mais afastada das outras. Notou também que o cheiro doce que havia sentido horas antes na vila estava mais forte naquela direção. Parou por um minuto, tentando fazer as coisas cautelosamente, inclusive entender o que acontecia dentro de si enquanto caminhava pelo seu distrito. Vagarosamente, Sasuke caminhou até o lugar. A casa tinha dois andares; as portas de entrada eram de vidro escuro e ao lado delas pediam dois símbolos do clã Uchiha. As janelas do segundo andar eram retangulares, grandes e de vidro também, e apesar de as cortinas estarem abertas, não era possível enxergar muito do que havia dentro do local.

Abriu a porta e se deparou com uma grande sala mobiliada. Uma mesa de jantar ao centro, com seis cadeiras e um jarro de flores rosadas acima dela – anotou o detalhe em seus pensamentos, considerando novamente o fato de que alguém passava por ali rotineiramente. Fechava também com as cortinas e janelas, que estavam abertas para que o ar e sol adentrasse na casa. Perto das janelas do canto direito havia uma mesa com porta-retratos e algumas kunais. Do outro lado, uma escada de madeira que levava ao segundo andar.

Ele foi até a mesa com os retratos e viu uma foto antiga de sua família, uma com Itachi, quando este ainda era um adolescente, e uma do time sete. Seu coração bateu forte, mas ele relutou contra seus sentimentos. Foi então que lembrou-se da caixa que Kakashi o havia lhe entregue em seu escritório. Tirou-a de seu bolso e deixou ao lado das kunais. Ainda não queria descobrir o que estava dentro dela.

Quando a brisa trouxe pétalas rosadas acima da mesa ele olhou pela janela e viu uma grande árvore atrás da casa. Era uma árvore de cerejeira, com inúmeros galhos marrons entrelaçados, enxurrados de pétalas rosadas. Ele chegou aos fundos da casa para ver melhor aquela árvore relativamente nova e percebeu que havia um epitáfio ao lado dela. Ele não precisaria se aproximar mais para saber de quem era o nome que ali estava escrito.

Sasuke ficou ali por tempo indeterminado. Ele sentia que todos os relógios pareciam ter parado de tocar, assim como seu corpo, e ainda não tem ideia de quantas horas ou minutos havia se mantido imóvel, respirando em intervalos curtos, com a pulsação levemente aumentada. Se encontrava em um estado de transe e acabou nem escutando os passos atrás de si.

— Sasuke-kun?


Notas Finais


Oi, pessoal!
Faz um tempo que não escrevo nada por aqui e sinto muita falta disso. Tentei inúmeras vezes finalizar uma fanfic, mas era muito nova e inexperiente, e acabava por não concluindo nada e ficando extremamente frustrada. Bom, aqui estou mais uma vez!

Untold é a versão melhorada de uma antiga fanfic que produzi há algum tempo (A história não contada). Vou atualizá-la semanalmente, por causa de compromissos da faculdade e trabalho, mas prometo ser pontual (coisa que não fui nas outras tentativas). Sempre postarei aqui nas notas finais alguma música para que vocês escutem enquanto leem o capítulo - peço que levem em consideração, porque faço os capítulos ouvindo músicas específicas e elas significam muito para mim.

O fim de Naruto está bem próximo e isso está apertando meu coração, sinto que devo isso ao anime também. De qualquer forma, vou dar o meu melhor. Espero que vocês gostem da fic e por favor, não deixem de comentar (seja uma crítica ou elogio - os dois são bem-vindos).

Até semana que vem!

Música recomendada: https://www.youtube.com/watch?v=KQDymiZeDGI

PS: nem tudo vai seguir exatamente como a história, mas pelo que planejo, vão ser poucos detalhes diferentes.


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