História Unusual - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Britney Spears, WWE
Personagens Dean Ambrose, Roman Reigns, Seth Rollins
Tags Bruxaria Da Boa, Mais Uma Da Tia, Morccegando, Roman Reings, The Guy
Visualizações 29
Palavras 1.464
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá morcegada! Tudo bem com vocês? Espero que siiiiiiiiim!
Mais um gente, dessa vez nosso querido Roman se solta um pouquinho mais haha. Espero que gostem viu! Bjooos! <3

Capítulo 4 - Outubro III


Fanfic / Fanfiction Unusual - Capítulo 4 - Outubro III

Roman... Roman Reings... Até o nome da criatura era poderoso! Ah minha Deusa, eu ainda não acredito que consegui o fazer falar. Ta certo que nos outros dois dias que se passaram ele ficou trancado em casa, ou saia pra sei lá onde, mas eu sempre recebia um aceno de cabeça quando era vista por ele. Eu estava tão ansiosa para conhecê-lo, sentia que aos poucos, sua defesa ia baixando e eu finalmente poderia saber o homem incrível que ele é... Sei que ele é uma pessoa maravilhosa, minha intuição diz isso, mesmo apesar de todos os calafrios que sinto quando olho para sua casa, ou da imensa tristeza e vazio que sinto quando lhe encaro por muito tempo... Sei que isso pode mudar.

 

Abri minha loja como fazia todos os dias, fiz um chá de morango e esperei. Na parte da manhã, ficou apenas eu e Juju conversando ou brincando, mas logo recebi uma surpresa. Lexy atravessa a porta de minha loja, eu levanto e dou a volta no balcão tão rápido quanto o trovão de Thor.

 

– Minha Deusa! – Gritei lhe abraçando. – Por onde você têm andado?

 

– Ah, estou cuidando de Anne... – Respondeu se afastando.

 

– Cuidando? Aconteceu algo? – Perguntei com a testa franzida.

 

Lexy e Anne eram minhas melhores amigas desde o colegial. No princípio elas me achavam estranha, todos achavam, mas depois, passaram até a frequentar minha casa e anos depois, se tornaram tão bruxas quanto eu. Mas Anne seguiu um caminho um pouco diferente, ela gostava de frequentar uma casa de candomblé.

 

– Ela está um pouco paranoica, diz que tem alguém seguindo ela, pediu pra eu vir buscar algumas ervas de proteção... – Lexy diz.

 

– Porque não me avisaram disso antes?! – Retruquei assustada. Já fui caminhando pela loja pegando algumas ervas.

 

– Ela não queria te preocupar, até porque você ainda está de luto...

 

– Ah não sejam bobas! Eu amava minha avó com todas as forças, mas sei que ela está melhor agora. – Dei um leve sorriso. – Não há porque lamentar... Ela quem deve estar lamentando por nós, presas nesse mundo sem amor... – Ri.

 

– Tem rasão! – Lexy balançou a cabeça.

 

– Toma, por minha conta! – Entreguei os saquinhos com ervas para ela. – Agora me explica isso, porque Anne está assim?

 

– Não sei. – Deu de ombros. – Ela disse que sente algo escuro, algo maldoso vindo em direção dela.

 

– Ah que horror! – Suspirei. – Tenho sentido algo parecido também, todas as vezes que assisto o noticiário de tevê...

 

– Nem me diga, Anne não quer mais saber disso! – Fez careta. – Preciso ir amiga, se não ela surta!

 

– Vou visitar vocês no sábado! Mas não exite em me chamar se precisar! – Sorri.

 

– Claro minha amiga! – Lexy me deu um beijo estalado na bochecha. – Que a Deusa cuide de todos nós!

 

– Assim seja! – Retribui.

 

Depois da visita de Lexy, fiquei um pouco preocupada, tantas pessoas morrendo nessa cidade e Anne estava se sentindo perseguida, não seria coincidência. Decidi fechar a loja uma hora mais cedo, queria fazer algumas orações para minha amiga. Quando cheguei em casa, queimei algumas ervas de proteção em nome de minha amiga, rezei para que tudo não passasse de um mal pressentimento. Depois tomei um longo banho, jogando também algumas ervas de proteção. Quando sai do banho, resolvi aproveitar o pôr do sol, peguei Jujuba e fui caminhar. Dei a volta no quarteirão, já estava voltando pra casa quando vejo meu vizinho se alongando, perto de um banco.

 

– Olá, Roman! – Disse ao passar por ele.

 

– Boa tarde. – Disse com um tom sério.

 

Quase enfartei ali mesmo, ainda mais quando percebi que ele caminhava em meu alcance. Sorri, sentindo-me mais sortuda do que nunca. Será que Roman me daria o privilégio de ser sua amiga? Ele continuou em silêncio, enquanto andávamos, Jujuba ia na frente, já sabia o caminho de casa. Observei-o de rabo de olho e percebi sua expressão cansada. Estava com olheiras, e parecia mais mal humorado do que o normal.

 

– Como tem passado? – Perguntei quebrando o silêncio. – Está com uma expressão muito cansada...

 

Pela sua expressão séria e seu olhar distante, eu achei que ele não responderia. Mas me surpreendi quando ele abriu a boca para me responder.

 

– Insônia. – Ele passou a mão por sua testa, limpando alguns resíduos de suor.

 

Me perguntei se ele tinha algum problema em dar respostas mais elaboradas. Revirei os olhos me contentando com aquela resposta, afinal, ele já estava falando comigo, e isso era ótimo.

 

– Posso te ajudar com isso! – Retruquei. – Vovó me ensinou umas receitas de chá que fazem qualquer um dormir! Se você quiser, pode tomar um chá comigo... – Sugeri com um sorriso animador.

 

Sua resposta foi apenas um aceno de cabeça. Contive minha vontade de revirar os olhos novamente. Caramba, o que ele tinha de lindo, tinha de chato! Ta bem, não é pra tanto...

Passei pelo cercado de minha casa, não tinha tanta certeza de que ele aceitaria mesmo o convite, mas quando olhei para trás, ele me seguia. Sorri e destranquei a porta de casa, soltei Jujuba que logo correu para sua caminha e pegou sua bolinha.

 

– Sinta-se a vontade, eu vou ferver a água. – Disse indo para a cozinha.

 

Enchi a chaleira de chá e preparei o bule com um saquinho de chá de camomila e maracujá. Quando voltei para a sala, percebi que Roman estava sentado em meu sofá, e Juju estava sentada aos seus pés, lhe encarando enquanto mexia seu nariz.

 

– Ela gostou de você... – Comentei.

 

Roman me encarou, depois encarou Juju com a sobrancelha erguida.

 

– Ela acha que é um cachorro... – Ele disse, ainda com sua voz séria. Eu ri.

 

– Verdade. E eu a trato como se fosse. Não quero estragar seu sonho... – Ri e joguei a bolinha rosa, logo Jujuba foi alcançar.

 

Não demorou muito para que a água fervesse, e eu fui preparar o chá. Servi uma xícara para mim e outra para ele. Eu sorri quando ele segurou a xícara em suas mãos enormes, era tão engraçado. Eu fiquei observando sua expressão, quando ele deu o primeiro gole, ergueu a sobrancelha surpreso, talvez pensasse que não seria tão bom assim.

 

– É uma delicia né?! – Comentei. – Confia em mim, você vai dormir como um bebê. Vovó sempre me fazia esse chá quando eu não conseguia dormir, eram raras as vezes, já que eu durmo até demais... – Dei um sorriso amarelo. Roman continuou quieto. – Você já esteve aqui antes? – Perguntei me referindo a casa. Ele negou. – Espero que não estranhe todas essas coisas... – Olhei para a decoração de minha casa, que continham muitos vasos de plantas, quadros de Deusas e ervas secas penduradas. – A maioria das pessoas acham estranho, principalmente por eu ter muita planta... Aposto que você não gosta muito, percebi que seu jardim está morrendo, é uma pena... – Disparei. Quando o observei me senti envergonhada, ele estava me encarando, prestando atenção em cada palavra. – Aposto que você não gosta muito de falar, não é... – Disse envergonhada.

 

Roman colocou a xícara em cima da mesinha de centro e me encarou por mais alguns segundos.

 

– Eu só estou com a cabeça cheia. – Ele suspirou e coçou a barba. – Aposto que você gosta de falar...

 

Eu dei uma leve gargalhada, embora ele tenha feito uma piada em um tom sério.

 

– Eu adoro falar e conversar, adoro fazer amizades, talvez isso até irrite algumas pessoas... Mas eu trabalho com comércio, então... – Dei de ombros. – Você trabalha com o que? – Perguntei curiosa.

 

Seus ombros ficaram tensos com minha pergunta, eu me arrependi logo em seguida. Quis fazer outra pergunta, ou falar qualquer coisa, mas minha mente travou.

 

– FBI. – Respondeu apenas. Esbugalhei os olhos.

 

Minha Deusa!

 

Tá explicado o porque de ele ser assim tão reservado e mal humorado, se eu tivesse um trabalho desses, também estaria assim.

 

– Ah... – Foi tudo o que eu pude dizer. – Você quer mais chá? – Perguntei, e por incrível que pareça, ele assentiu.

 

– Sinto muito pela Sra. Flowers. – Disse, quando eu lhe entreguei sua xícara cheia.

 

– Não sinta, sei que ela está em um lugar muito melhor. – Sorri. – Ela sempre nos disse que, quando morremos, todo o sofrimento se acaba, todas as coisas ruins se vão, e nós vamos para um país de verão, onde só há felicidade. – Roman ergueu a sobrancelha, como se estivesse em dúvida. – Sei que não acredita... – Sorri. – Mas é muito melhor acreditar que iremos para um país de verão, do que para o inferno...

 

– Você fala demais. – Ele torceu os lábios em um leve sorriso.

 

Ele sorriu? Caramba! Ele sorriu! Minha Deusa, me segura!

 

– E-eu... – Ri novamente. – Nem tanto assim!

 

– Você fala com até com a porquinha... – Apontou para Juju.

 

– Não fale assim! Ela tem sentimentos! – Disse estreitando os olhos. – Você que é muito calado! Deveria experimentar interagir mais, você vai ver como é bom!

 

– Acho que vou arrumar um porco... – Deu um gole no chá. E eu dei uma gargalhada novamente.  



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