História Unusual - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Britney Spears, WWE
Personagens Dean Ambrose, Roman Reigns, Seth Rollins
Tags Bruxaria Da Boa, Mais Uma Da Tia, Morccegando, Roman Reings, The Guy
Visualizações 31
Palavras 1.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá Morcegas! Tudo bem com vocês? Espero que siiiiiiiiiim!
Nesse capítulo as coisas começam a ficar mais sérias viu?! Roman vai ter que representar seu papel de macho alfo KKK
Amo/
Espero que gostem!

Capítulo 5 - Roman II


Fanfic / Fanfiction Unusual - Capítulo 5 - Roman II

Naquela noite dormi como um bebê, assim com Outubro havia me prometido. Eu não sabia o que diabos aquele chá tinha, mas provavelmente eu lhe pediria mais dele hoje. Me senti ótimo ao sair da casa dela, como se meus problemas não fossem tão sérios. Gostei de ouvir sua voz tagarelando sobre tudo, sobre como era bom ter um animal, ou sobre como ela tinha obsessão com plantas e flores. Gostei de vê-la sorrir, seu sorriso era maravilhoso, aquela garota estabanada estava conseguindo fazer com que eu cedesse, eu estava querendo isso... E depois daquela noite, eu não pude perceber o quão certo eu estava em ceder a ela. Eu queria estar próximo dela, fazer parte de sua vida, eu queria porque me sentia bem... Porém... Eu ainda sentia medo. Não queria que ela sofresse por ser próxima de mim.

 

Bufei, enquanto encarava as fotos no mural da delegacia. Encarei uma por uma, fotos do local onde os corpos foram achados, e de tanto olhar, percebi uma semelhança. Havia um cartão de visita em todas as cenas do crime, o nome da loja era Flowers herb's. Franzi a testa, como ninguém percebeu isso antes? Corri até a mesa de Dean e joguei uma das fotos em sua mesa.

 

– Está vendo esse cartão? – Mostrei com o dedo. – Estava em todas as cenas. Flowers Herb's...

 

– Caramba como deixamos passar isso?! – Ele grunhiu e logo foi digitando coisas em seu computador. – Caramba...

 

– O que? – Lhe encarei irritado. – O que descobriu?

 

– A loja pertence a Outubro Flowers, sua vizinha gostosa... – Dean me encarou surpreso. – Você acha que é ela?

 

– Não... Outubro não machucaria uma mosca... – Franzi a testa. – Vamos falar com ela...

 

Dean pegou o endereço da loja e logo estávamos na frente dela. Pequena, com ramos de plantas tomando conta da parede, e mesmo assim o lugar era bonito. Quando entramos, o sininho da porta tocou, o barulho fez com que a porquinha viesse correndo, e como da outra vez, ela ficou me encarando sentada aos meus pés. Revirei os olhos.

 

– Roman?! – Outubro me encarou surpresa, enquanto alisava seu vestido longo e florido. – O que faz aqui? – Sorriu. – Já sei, você vai querer aquele chá, não é?! – Diz animada.

 

– Chá? – Dean ergue a sobrancelha. Outubro lhe encara sorrindo. – Eu sou Dean...

 

– Eu vim por outra causa, Outubro. – Disse lhe cortando.

 

– Vai me prender?! – Ela esbugalhou os olhos. – Olha, eu não vendo maconha, tá?! Sou super contra isso!

 

Dean caiu na risada, nem parecia um detetive.

 

– Não por isso também. – Retruquei. Peguei a pasta que continham as fotos das vítimas. – Você conhece essas pessoas?

 

Outubro segurou a pasta e encarou as fotos, uma por uma demorando alguns segundos. Seu olhar atento e concentrado a deixava bonita. Percebi que seus cabelos estavam trançados e com algumas flores amarelas entre as tranças. Seus dedos cheios de anéis me apontaram uma foto, fazendo com que eu voltasse meu real foco.

 

– Conheço essa, Abigail, muito querida! – Sorriu ainda olhando a foto da garota. – Ela vem sempre aqui. Mas os outros dois, não lembro muito bem, mas talvez já tenham passado por aqui. – Devolveu a pasta, e me encarou preocupada. – Aconteceu algo?

 

– Infelizmente. Essas três pessoas morreram. – Revelei, e mais uma vez ela esbugalhou os olhos. – Todas elas vieram aqui, então talvez você tenha alguma ligação com tudo isso...

 

– Pode nos dizer o que eles compravam? – Pergunta Dean. – Sabemos que eles praticavam algumas coisas diferentes...

 

– Bem... – Ela respirou fundo e franziu a testa. – Abigail comprava de tudo, era pagã, então sempre levava ervas para proteção e folhas de louro... – Outubro fechou os olhos e balançou a cabeça. – Mas o que isso tem a ver?! – Quando abriu os olhos, ela me encarou.

 

– Achamos que o assassino está matando apenas pessoas com esse tipo de religião. – Respondi sinceramente.

 

– Minha Deusa! – Ela colocou a mão na boca. – Eu sou um alvo?! Ah porra, eu sou um alvo! – Desesperou-se.

 

– Como você tem tanta certeza?! – Dean franziu a testa.

 

– Eu sou uma bruxa, e tenho uma loja de ervas que a maioria das bruxas usam... É claro que eu sou um alvo... – Ela sentou-se na cadeira mais próxima. Estava tremendo.

 

– Tenha calma, Outubro. – Me coloquei em sua frente. – Achamos seu cartão na cena de crime das vítimas, talvez você possa nos ajudar a descobrir quem está em perigo...

 

– Além de mim mesma?! – Sorriu amarga. – Eu não sei, vem tanta gente aqui e... – Ela parou de falar, foi como se tivesse lembrado de algo. – Ah não...

 

– Você lembrou de algo?! – Perguntei.

 

– Minha amiga Anne! Ela disse que estava se sentindo perseguida, estava com um mal pressentimento. – Ela levantou rapidamente e correu até o telefone no balcão e discou os números. Esperou. – Ela não atende... Ela não atende! – Eu vi uma lágrima escorrer por sua bochecha.

 

Foi horrível vê-la em tal estado, uma garota que estava sempre sorrindo, de repente assustada e chorando. Cortou-me o coração.

 

– Vamos até a casa dela checar! – Disse.

 

Outubro concordou rapidamente, como um flash ela pegou sua bolsa e sua mascote. Trancou a loja e entrou no carro. Ela estava inquieta, mas em silêncio, apenas falava a direção da casa de sua amiga. Quando estacionamos, ela quase se jogou porta a fora do carro.

 

– Anne! – Gritou ela batendo na porta. – Anne por favor, abre!

 

– Vamos ter que arrombar, você fica aqui... – Disse, afastei Outubro com uma das mãos e com a outra peguei minha arma.

 

Com um aceno, Dean arrombou a porta com os pés. Entramos na casa com armas apontadas. Estava um tanto escuro, as cortinas estavam fechadas. Entramos na sala, mas não havia nada, apenas a tevê ligada em um canal evangélico. Seguimos para a cozinha, e foi onde encontramos o sangue espalhado por todo o piso. Anne estava morta, jogada ao chão como uma boneca. Dean e eu nos encaramos. Estava claro que havíamos chegado tarde demais.

 

– Roman! – A voz de Outubro passando pela entrada da casa. – O que está...

 

– Por favor, não entre... – Pedi me colocando em frente a ela.

 

– Me deixa passar! – Ela grunhiu com lágrimas nos olhos.

 

Seus braços me empurraram, mas ela apenas deu um passo pra frente, o suficiente para ver parte do corpo de sua amiga. Segurei seus braços quando ela gritou. Senti seu corpo todo tremer e seu rosto se enterrar em meu peito. Ela chorava e soluçava alto, eu não poderia fazer nada para que isso passasse. Dean saiu do lugar, provavelmente foi chamar reforços. Eu arrastei Outubro para fora daquela casa, e a coloquei sentada em um banco que havia no jardim. Seu rosto estava vermelho e os olhos inchados.

 

– Eu sinto muito. Você não deveria ter visto isso... – Disse, sentando-me ao seu lado.

 

– Porque essa pessoa está fazendo isso?! – Perguntou indignada. – Anne não fazia mal a ninguém! Nós não fazemos mal a ninguém!

 

– Não sei o que te dizer, Outubro. Mas tenha certeza, que eu vou pegar quem fez isso. – Disse olhando em seus olhos.

 

Levei Outubro para casa, depois de ela responder várias perguntas e ainda ter que avisar a família de sua amiga. Ela estava derrotada, ainda muito abalada pelo dia que teve. Estava quieta. E ver aquilo era estranho, não escutar sua voz era estranho... Quando adentrei em sua casa, ela dirigiu-se a cozinha.

 

– Vou fazer um chá. – Disse apenas.

 

Eu a segui. Sua cozinha era como eu imaginava, cheia de potes de ervas, paredes coloridas e flores artificiais decorativas. Tudo naquela casa era alegre, mas naquele momento tudo parecia triste. Outubro colocou água para ferver e preparou o bule, jogou seu corpo na cadeira para esperar. Eu sentei em sua frente.

 

– Não consigo acreditar... – Resmungou fungando. – Anne se foi e... E agora eu posso ser a próxima...

 

– Outubro, nada vai lhe acontecer...

 

– Você pode passar a noite aqui? – Pediu, com seus olhos castanhos tristonhos.

 

– Claro. – Disse.  



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