História Up and down like a roller coaster. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Kai, Sehun
Tags Exo, Jongin, Kai, Sehun, Sekai
Visualizações 62
Palavras 1.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa madrugada, meus leitores.

É a minha primeira história, mas eu sempre leio muito SEKAI e tenho um carinho muito especial pela maknae line. Mudei alguns traços de personalidade pra torná-la diferente, mas espero que vocês possam ver o meu novo Sehun e meu novo Kai, e ansiar pelos próximos capítulos, porque eu ainda tenho muito a mostrar-lhes. ♥

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Up and down like a roller coaster. - Capítulo 1 - Capítulo 1

Numa noite como aquela, meio nublada, quase fria, Sehun estava parado na porta de Jongin carregando seu costumeiro violão nas costas.  

Ei, Jongin! YAAAAA! — Ele precisava gritar alto o suficiente para que o moreno o ouvisse do quinto andar que morava. — Jongin-ah! — Aumentou uns mil decibéis de sua voz melodiosa e depois pegou o violão que estava pendurado em suas costas, o tirando da capa. Fez uma nota e então riu, vendo outros vizinhos saindo de suas casas para a sacada. Enfim, seu moreno deu as caras, parecendo o “deus Sol” em toda a sua glória. Amarrotado, com cara de sono, fumando um cigarro e debruçando-se na sacada de samba-canção. Ele tentou não sorrir, mas era nítido o esforço.

Aaaish! Por que está gritando na minha janela, palhaço? — Olhou pra baixo, na direção do moço pálido de sorriso bondoso, segurando um violão que parecia parte integral do corpo dele.

Eu pedi comida chinesa... ♪ — Respondia cantando e tocando notas aleatórias com o violão, e isso fazia Jongin finalmente liberar o sorriso. — ...porque esse moreno cozinhando é uma tristeza… ♪ — Jongin jogou a bituca de cigarro nele, tentando não gargalhar. Os vizinhos estavam a revirar os olhos com a cena. Eles odiavam o fato de ter um vizinho gay, com um “namorado” tão escandaloso quanto Sehun.

Agora você vai ficar aí! — O moreno esbravejou fingindo estar irritado pela crítica de sua comida. Virou as costas e saiu da sacada. De longe, ouviu novamente aquela voz cantando coisas engraçadas, o fazendo rir e caminhar até o interfone, liberando o portão pr'ele entrar.

Sehun sempre acabava entrando, de alguma forma.

Ele subia às pressas, correndo pelos degraus segurando o grande instrumento nas costas. A capa tinha ficado na rua, ele não se importou. Ele era mais novo. Mais intenso. Mais animado. Mais inspirado. Era mais. Pelo menos era assim na concepção do Kim. Abriu a porta do apartamento 333. Três vezes o número da sorte de Sehun. Nada era luxuoso ali. Jongin era jornalista, trabalhava na edição de uma revista mediana, apesar de sempre saber que tinha um potencial para maiores coisas. Frustrante. Quando estavam na faculdade, ele dizia a Sehun que queria ser o editor chefe de uma das grandes magazines da Coreia. Mas Sehun… Ele não tinha grandes aspirações. Ele era músico, cantava em pequenos festivais, casas de shows, até casamentos. Não ganhava muito, mas amava viver assim. Jongin não entendia como ele podia gostar de cantar em lugares onde as pessoas nem estavam de fato prestando atenção na música, mas ele sempre dizia “eu canto por mim, não por eles”. Sehun era inspirador, mas Kim Jongin… Ah, Kim Jongin tinha um mau humor invejável.

Eles começaram a sair durante a faculdade. Se conheceram num aplicativo secretos para gays, já que no país onde viviam isso era tão repudiado. Aparentemente, encontraram atributos físicos atraentes, mas não esperavam que essa brincadeira fosse durar por três anos inteiros. Apreciavam a companhia um do outro, mas tinham coisas ocultas ali. O mais novo era um jovem completamente transparente, que gostava de deixar os sentimentos claros para o seu “quase-namorado”, já o jornalista era sempre mais fechado, e se negava admitir que estava apaixonado, por mais que só saísse com a mesma pessoa há três anos. Eles não tinham de fato um relacionamento. Sempre que Sehun tocava no assunto, era repreendido. “Não precisamos de rótulos, Sehun-ah”, e um bico se formava nos lábios do menino. Mas pra Sehun, aquilo não era um rótulo. Gostava de andar com Jongin de bicicleta, o levar pra alguns shows. Gostava de andar de mãos dadas e escrever músicas que ele jamais iria saber que eram sobre ele. Enxergava uma beleza no moreno que ele próprio não conseguia ver. Talvez, Jongin estivesse focado demais na sua frustração com o emprego e o fato de não estar rico antes dos 26 para enxergar qualquer coisa boa daquela relação. Porque o mais novo fazia parte da fase conturbada, e talvez os sentimentos se misturassem.

Depois de não muito tempo, o motoboy entregou a comida dos dois. Eles sempre agradeciam a comida antes de comê-la, era um hábito, mas depois de se entupirem eles caíam no sofá com as braguilhas abertas passando a mão na barriga.

Jongin-ah? — O mais novo chamava a atenção do moreno, era sempre ele que quebrava o silêncio. Nessas horas, um tanto curioso, Jongin o encarava. — Eu estava pensando… Por que não podemos morar juntos no mesmo apartamento?

— Porque você é bagunceiro, fedido e eu não saberia lidar com a sua desorganização. — Ele respondia na ponta da língua, embora a pergunta lhe deixasse tentado a sorrir. Ele queria poder fazer isso. Seu coração sempre se partia em todas as vezes que queria ficar com Sehun, se abrir pra ele, ser quem ele precisava. Mas algo o impedia, e ele não sabia bem o que era. Inconscientemente, ele era o rapaz distante. Consequentemente, Hun era quem “amava mais”. Mas este não escondia e nem se frustrava. Levava a rejeição das suas investidas numa relação mais séria como algo que já tinha se acostumado. — Mas você pode passar a noite. Você quer? Passar a noite comigo? — Agora ele dizia mais baixinho, com o coração se sentindo culpado por ter rejeitado o convite tão prontamente.

Sehunnie apenas balançou a cabeça de um jeito manhoso, os narizes se tocaram e eles trocaram um beijo com gosto de tempero chinês.

Tempero chinês. Chinês...

AISH! — Jongin bateu no braço de Sehun e o empurrou pra longe, deixando o garoto com olhos muito confusos. — Era esse o gosto que tinha a boca de Luhan, então? Você gosta disso? Ah, seu… — Enchia Sehun de tapas e o mais novo só sabia rir e se defender do ciumento Jongin que o atacava. Luhan fora um “crush” de Sehun da faculdade, enquanto eles ainda não tinham nada mais intenso. O chinês intercambista ficou bastante tempo pegando no pé de Hunnie antes dele colocar um ponto final nas coisas de um jeito mais certeiro. Afinal, sempre escolheria Jongin.

Será que o Luhan hyung toparia morar na minha casa? — Dizia isso levando mais tapas e agora as gargalhadas ficavam mais altas, apesar do moreno agressor não estar brincando com isso. Era possessivo. Kai o amava demais pra imaginá-lo dividindo a cama com qualquer outra pessoa que fosse. Por que não conseguia simplesmente dizer?

Eu coloco fogo nessa maldita casa! Seu dongsaeng infeliz! Vai escovar esses dentes, não me volte aqui com esse gosto de Luhan. — O “sempre-bravinho” Jongin, dono do chilique de ciúmes e dos recuos sentimentais. Sehun o amava tanto. Levantou prontamente tirando as roupas no caminho do banheiro e as largando no chão apenas pra irritar a mania de organização daquele capricorniano. Escovou os dentes, fez até gargarejo de antisséptico bucal e então voltou pro quarto vestindo só uma cueca. O moreno estava deitado de costas, mas dentro daquele quarto, o mais novo podia inspirar Kai. Nos travesseiros, nos lençóis, nas cortinas, nas roupas que ele pendurava na poltrona pra usar no dia seguinte. Jongin. Jongin. Jongin. Inalava o perfume daquele homem tão profundamente que se permitia encher de sua essência. Deitou por cima de suas costas, esmagando-o.

Nini, não estou mais com gosto do Luhan. — Só ouviu um resmungo insatisfeito. Ele ainda não estava “de boa”. — Ei, amor. Não se sinta mal. Tudo que eu quero na vida é ser seu, ninguém me tem igual... ♪ — Hun e suas cantorias inventadas. Isso derretia o coração do moreno manhoso, calado, que inspirava o cheiro dele ouvindo tudo de coração disparado. Jongin amava aquela voz, amava aquele calor. Amava o seu amor. Podia sentir que nada tiraria Sehun dele, embora ele fosse tão egoísta e escroto, e não merecesse tal pessoa. Ele virou de frente na cama e beijou com paixão, amor e remorso. Era prontamente correspondido. Línguas se envolviam, corpos, mãos…

Podiam dizer que estavam fazendo poesia enquanto as línguas se roçavam, tocavam, se amavam. Amassos na cama, os lençóis iam saindo das beiras do colchão enquanto aquele quarto ficava insuportavelmente quente. A pele branca do Oh podia contrastar perfeitamente com o moreno, formavam uma combinação imperfeita. Hunnie tocando a lombar de Kai o trazia pra perto, suspiravam e gemiam enquanto mais uma daquelas noites de sexo começava. A cueca foi pra baixo num instante e os membros excitados roçavam um no outro fazendo Jongin gemer. Era ali que Sehun sabia fazê-lo se entregar. Não despia só seu corpo, na cama Sehun despia sua alma. Jongin odiava que ele soubesse fazer aquilo tão bem. Odiava que ele soubesse tocá-lo aonde excitava, fazer como ele gostava, conhecer cada pedaço erógeno do seu corpo mau humorado. E se beijavam. Como era bom beijar Oh Sehun quando o desespero da foda estava começando a vir. Então era aí que as bocas ficavam inchadas, apertando uma na outra em desespero e entre muitos gemidos. Era ali que o cantor não tinha a menor pena, se encaixava entre os joelhos secos do homem abaixo de si e o lambuzava de lubrificante. Pegava em seu pescoço com a mão melada, apertava sua respiração. O controlava. Por. Inteiro. Aquela textura conhecida, o gelado do lubrificante na pele quente que não durava muito, só até o maknae meter. E assim conseguia fazer Jongin soltar todas as amarras da sua sanidade e enlouquecer-se. E gritar. Adorava vê-lo se revirar abaixo dos dedos brancos que o seguravam com tanta força. Mais estocadas, sexo sujo com palavrões e trocando posições por vários minutos, até gozar. Alívio.

Sexo era bom. Mas sexo com alguém que se ama é a cereja do bolo.

Mas Hun apagava e Kai sempre acendia o cigarro. Sehun amava mais, mas depois do sexo, era Jongin quem ficava passando os dedos no rosto pálido e maxilar anguloso, observando as feições angelicais do “quase namorado” que dormia. Querendo gravá-las. — Se você soubesse o quanto eu te amo, nunca mais iria embora para casa. — E então, pegou no sono rumo à outro dia.  

 


Notas Finais


~Obrigada por terem chegado até aqui.

Como eu disse, eu fiz um "hunnie" diferente. Espero que tenham gostado da apresentação dos personagens e esperem ÓTIMAS coisas. Tenho muitas ideias para encher o coração de vocês de amor. FIGHTING! ♥ ♥ ♥


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