História Uppertale: Os contos dos Irmãos Dreemurr - Capítulo 30


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Frisk, Gerson, Grillby, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Aus, Chara Irmãs, Crossover, Dream! Sans, Error Sans, Frisk, Ink Sans, Nightmare! Sans, Pacifista, Undertale, Uppertale, W D Gaster
Visualizações 55
Palavras 1.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoal! Espero que tenham gostado do capítulo anterior! Aqui está a segunda parte da Saga!
Espero de verdade que vocês estejam gostando da história, sempre dou o meu melhor para deixa-la o melhor possível.
Enfim, curtam o capítulo! (Flowey adorável de capa)

Capítulo 30 - "Déjà Vu": Parte 2 - Irmãos Unidos


Fanfic / Fanfiction Uppertale: Os contos dos Irmãos Dreemurr - Capítulo 30 - "Déjà Vu": Parte 2 - Irmãos Unidos

Frisk – P.O.V. – O.N.

 

Eu estava prestes a atacar a Undyne no jogo de Humans and Monsters – o único lugar onde eu ataco um dos meus amigos – quando ouvimos Asriel gritar lá do Jardim, um grito de pavor.

- O que será que houve? – perguntei

- Do jeito que ele é dramático, talvez só tenha pisado em cocô de Temmie... – responde Chara

- Chara, você sabe que monstros não...

- Claro que sei! – ela jogou os dados – Eu estava brincando! Vai lá ver o que aconteceu, eu jogo no seu lugar!

Pulei da cadeira e corri para o Jardim, não fazia ideia do que poderia ter assustado o Asriel, o bode tem espadas coloridas, estrelas flamejantes e outros poderes que eu nem tenho a compreensão, tipo vomitar arco-íris...

Abri a porta da frente e já fui gritando:

- Asriel! O que aconteceu? Ouvi você gritar...

A cena que eu via no quintal não fazia sentido. As flores estavam definhando, mesmo tendo chovido a tarde toda, Asriel estava a 1 metro do chão, sendo erguido por vinhas e enrolado nas mesmas, e aos pés das vinhas estava a flor dourada que ainda era o motivo dos meus pesadelos.

- Frisk, socorro... – Asriel tentou gritar, mas uma folha cobriu sua boca.

- Olha só quem apareceu! – disse Flowey, sorrindo de forma sarcástica – A humana maldita que me derrotou quando eu era um Deus!

- F-Flowey? – recuei um passo – C-como é possível?

- Achou que só por causa da almazinha colorida que você deu para esse chorão eu iria deixar de existir?

- Na verdade... Sim – consegui dizer

- Argh! – ele resmungou – Pois pensou errado! Eu ainda estou aqui! E agora a poderosa alma do seu “irmão” é minha!

As vinhas apertaram ainda mais Asriel, fazendo com que a alma dele – um coração invertido multicolorido – aparecesse, e uma vinha logo se aproximou dela.

Nesse momento, o medo que eu tinha se transformou em raiva. De jeito nenhum eu iria deixar aquela flor idiota estragar a minha vida de novo! Dei um passo a frente a acendi uma chama considerável na minha mão.

- Solte o meu irmão agora ou terá de se ver comigo!

- O que? – Flowey parecia surpreso – Como você...

Antes que ele pudesse terminar, lancei a bola de fogo nele, o impacto o arremessou para fora da terra – já vi isso em algum lugar – e as vinhas se soltaram, fazendo com que Asriel caísse de costas no chão.

- Rey, você está bem? – disse enquanto corria até ele e começava a cura-lo.

- E-eu estou bem... – ele disse, mas eu sabia que não estava.

- Não se preocupe, vamos...

Uma vinha enorme me interrompeu, me derrubando no chão e prendendo o meu corpo, de uma forma em que eu não conseguia levantar minhas mãos para fazer fogo. Outra vinha tentou derrubar Asriel, mas ele a antecipou com a espada, ele tentou se aproximar de mim para cortar a vinha que me prendia, porém outra saiu do chão e o derrubou, fazendo com que o mesmo caísse de cara no chão.

- IDIOTAS! – Flowey apareceu em cima da cerca-viva que separa a nossa casa da outra – Eu estou muito mais poderoso agora!  Vocês não podem me derrotar!

Pétalas brancas voaram na direção de Asriel, mas uma faca escarlate as cortou ainda no ar, quase acertando Flowey na trajetória. Chara estava na porta de entrada, com os olhos brilhando de raiva.

- Ora veja só! – Flowey tentou parecer corajoso – A humana raivosa aparece! Chara Murderer!

- Meu nome é Chara Dreemurr! – ela gritou – Pode parar com tudo, flor do diabo! Você não vai tocar em nenhum dos meus irmãos!

- Tocar tipo assim? – uma vinha se aproximou e puxou o meu cabelo, então foi cortada por outra faca escarlate lançada por Chara, por um milímetro não me acertando.

- Chara, cuidado! – gritei

Ela não pareceu me ouvir, puxou a faca de dentro da manga e partiu para cima de Flowey. Várias vinhas tentaram derruba-la, mas ela desviava e as cortava, contudo quando chegou à cerca-viva uma vinha saiu da mesma a segurou em pelo ar, fazendo também com que ela soltasse a faca.

- Você parece muito estressada, velha amiga! – Flowey ria sarcasticamente – Gostaria de umas Pétalas da Amizade?

Um anel de pétalas apareceu sobre ele e foram na direção de Chara, não sabia o que poderia fazer, até que uma sombra apareceu na frente dela as bloqueando, reconheci imediatamente: Um Gaster Blaster.

- Ah não... – gemeu Flowey

O tiro incendiou a cerca viva, formando um circulo perfeito na planta queimada. Sans estava parado na porta, com o crânio enfaixado e o braço direito em uma tipoia, seu olho esquerdo brilhava em um tom azul.

- Não esperava te encontrar de novo... Florêncio. – disse Sans

- Argh! Não me chame assim! – a vinha que ele segurava Chara se soltou, ela correu até mim e começou a cortar a que me prendia – Você não mudou nada, Lata de Lixo Sorridente!

- Não é necessário mudar o que já é perfeito! – ele sorriu – Mas acho que essa florzinha precisa ser aparada!

Outro Blaster surgiu acima de nós, mas Flowey afundou na cerca viva, aparecendo bem ao lado de Asriel, que ainda estava de cara no chão.

- Dessa vez eu deixo passar comediante! – ele olhou para Asriel – Mas logo voltarei e conseguirei a alma desse aqui, então serei o Príncipe desse mundo!

O Blaster disparou, porém a flor afundou no chão, deixando somente um circulo queimado na grama. Chara terminou de cortar a vinha e nós duas corremos para o Asriel.

- Rey, como você está?

- Muito bem... – ele murmurou, ainda com a cara no chão – A grama está ótima...

- Você não é esse tipo de cabra! – disse Chara – Se levante!

Fizemos com que ele se sentasse, seus olhos estavam cobertos de lágrimas, e os pelos do seu rosto estavam sujos de terra.

- E-ele de novo não! – Asriel tremia – O-os meus pesadelos estão se tornando reais! E-eu vou!

- Claro que não Asriel! – segurei as mãos dele – Lembre-se: você tem alma agora! Não é mais aquela flor! E nós amamos você!

- O-obrigado Frisk! – ele me abraçou

- Ei! Eu não vou ganhar abraço também? – perguntou Chara.

- Ué, achei que não gostasse de abraços, Senhorita durona! – disse Asriel, sorrindo.

- Vou abrir uma exceção... – eu podia jurar que ela estava corando.

Os dois se abraçaram por um momento, mas no momento seguinte ouvimos Sans dizer:

- Hey crianças, eu acho que devemos uma explicação...

Mamãe estava na porta, estudava a destruição do jardim com as duas mãos sobre a boca, e parecia completamente horrorizada com a situação.

- Minhas crianças... O que houve aqui?

Tentamos dar uma resumida sobre o ataque da flor sociopata, dando uma diminuída em algumas partes do ataque, para dar certeza a ela que estávamos bem. No fim, ela nos chamou para dentro e serviu xícaras de chá, para acalmar os nervos.

- Vou ligar para o Gorey agora mesmo! – ela disse – Ele precisa saber disso!

- Mas mãe – começou Asriel – Flowey foi embora! Estou seguro agora!

- Você ouviu o que ele disse Rey! – falei – Ele vai voltar para pegar a sua alma! Não podemos abaixar a guarda!

- Nunca deixem a guarda aberta pirralhos! – gritou Undyne – Ou os seus inimigos te pegarão pelas costas!

- Sabemos disso Undyne... – murmurou Chara, bebericando o chá.

- Acho melhor colocar alguém para te proteger... Talvez Doggamy e Doggaressa?

- Mamãe! Eu sou mais poderoso do que eles! – protestou Asriel – Consigo me virar sozinho!

- Tão poderoso que perdeu para uma florzinha... – murmurou Chara

- Chara! – gritei – Não era qualquer florzinha! E ela também te derrotou!

- Detalhes!

- A-alguém disse f-florzinha? – a Dr. Alphys entrou na cozinha, em suas mãos ainda segurava a ficha de Humans and Monsters, eu tinha me esquecido completamente do jogo.

- Sim, Alphys... – respondi – Nós enfrentamos o Flowey lá no jardim!

- F-f-Flowey? – ela rapidamente olhou para o Asriel, então para mim – M-mas como é p-possível?

- Não sabemos ainda – respondi – Talvez quando eu dei a alma para o Asriel, ele se dividiu em dois?

- I-isso seria impossível, mas talvez...

- Como assim “Dei a alma para o Asriel”? – Toriel perguntou, enquanto colocava na mesa um prato de biscoitos.

Entreolhamo-nos. Realmente tínhamos nos esquecido de contar para ela? Não. Não tínhamos contado para ela com medo da reação que ela teria.

- Mãe... Sente-se e pegue uma xicara do chá... Temos uma história para contar.

 

 

 

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Notas Finais


Espero que tenham gostado! Se sim, deixem o seu favorito e um comentário para eu responder, vocês não sabem como isso me motiva a continuar!
Uma coisinha: amanhã irei colocar um jornal falando sobre a minha nova História Original! Fiquem ligado!
Até!


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