História Us - Capítulo 7


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CHE-GAY! Me perdoem a demora, eu juro que tento fazer um esforço pra conseguir postar com mais frequência, mas o trabalho e a escola acabam comigo T^T
Enfim, boa leitura ♥

Capítulo 7 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Us - Capítulo 7 - Capítulo 6

Elizabeth Helena - 07:00AM

Acordo com um barulho irritante em meu ouvido. Abro os olhos e vejo um sorriso enorme de Sergio com uma musiquinha de criança perto de mim. Bufo empurrando seu rosto para trás e me cubro com o lençol. Rapidamente o pano é retirado de mim à força. Solto um xingamento em português e sinto uma ardência na coxa. Um tapa.

-Acorda, hoje é final de semana, temos que fazer algo. - Escuto a voz de Marco sonolenta.

-Eu vou te socar se não desligar esta merda, Ramos. - Rosnei e quase no mesmo minuto o som aumentou. - Eu vou te matar! - Pulei da cama, correndo pelos corredores do dormitório atrás de um espanhol que só sabia rir. Nós já estávamos voltando, quando eu pulei em suas costas, fazendo-o perder o equilíbrio e irmos rolando pelo chão até os pés do Mats, que coçava os olhos.

-O que está acontecendo aqui? - O alemão perguntou bocejando. Puxei Sergio pelo cabelo fazendo-o gritar de dor e lhe dou um beliscão na costela.

-Já começamos bem. - Ouço uma voz familiar e vejo James sorrindo.

-Ele me acordou com essa merda. - Peguei o pequeno aparelho e joguei no chão, o objeto se partiu em milhões de pedaços. Escutei Sergio resmungar coisas em espanhol com o cenho franzido.

-Ele ficou brabo. - James diz rindo.

-Dane-se. - Rosnei adentrando no dormitório e batendo a porta atrás de mim.

Tomo um banho relaxante, visto uma roupa agradável e prendo meu cabelo em um rabo de cavalo. Pego meu celular e saio da área dos dormitórios indo até o refeitório. O ambiente estava mais vazio e via somente meus amigos sentados e comendo e conversando. Pego apenas uma caixinha de suco de maracujá e sento ao lado de Erik, recebendo um beijo no rosto e um abraço apertado de Mats. Cumprimento todos com um aceno e vejo Sergio mostrar a língua para mim.

-Não vem não, você que começou. - Rebati sem nem ele ter falado nada.

-O que está havendo? - Iker sentou-se ao lado de Sergio e o vi endurecer.

-Seu querido amigo, fez o favor de me acordar com uma maldita música de criança e quando eu quebrei o aparelho, ele achou ruim. - Murmurei enraivecida espremendo a caixinha de suco, tendo a certeza de que não tinha nada.

-Sergio tem a mania de aprontar com as outras pessoas, isso é fato. - Mats entrou na conversa rindo. - Ano passado, ele brigou com o Morata e colocou ovos podres na mochila do cara. - Complementou o alemão, rindo ainda mais.

-Ele mereceu... Ficou azarando a namorada dos outros. - O espanhol resmungou e vi que a feição de Iker mudou, ficou mais vazia.

-Acho que certas pessoas deveriam tomar cuidado com o que faz, ou o que fala. - Murmurei olhando para Sergio, que olhou de canto para o outro espanhol. Dei um suspiro levantando da mesa e indo andar pelos corredores, quando esbarrei em alguém sem perceber. Foco meu olhar na pessoa e sei que já a vi em algum local.

-Hey, você é a Eliza, certo? A menina que me ajudou? - O moreno pergunta certo sobre aquilo. - Eu sou o Neymar, o brasileiro, se lembra de mim?

-Neymar! - Exclamo apertando sua mão e o acompanho até seu dormitório.

Logo recebo uma mensagem de Marco, dizendo que era para que eu fosse ao jardim, que eles iriam para a cidade fazer algo que eu não fazia ideia do que, mas decidi ir e levar comigo Neymar. Era bom ter alguém de seu país para conversar em sua língua nativa. Cheguei no jardim recebendo um beijo de Erik e um abraço apertado de Mats. Fomos caminhando por entre o caminho da floresta que dava o acesso à cidade. O professor Podolski, Suárez e Griezmann. Erik ficou cheio de gracinhas querendo me deixar perto dele, coisa que eu gostaria, mas tinha muitas pessoas presentes para fazer isso. Iríamos passar o dia na cidade na casa do professor Lukas Podolski e depois iríamos para um festival típico aqui na Rússia, eu não fazia ideia de qual festival era, mas com certeza os garotos inventaram isso para poderem passar um tempo com os namorados ou companheiros. Os primeiros a sumirem, foram Mats e Erik, era de esperar, já que os dois foram os primeiros a se assumirem. Sergio e Iker foram os segundos, seguidamente de Marco e Mario.

-Esses casais, ainda vão dar o que falar. - James disse rindo. 

Ficaram somente eu, os professores, James e Neymar. Não sei quem chamo os outros, mas vieram Łukasz, Toni, Bastian, Jakub e o Álvaro. Provavelmente foram os professores por terem mais amizade com esses outros alunos, eu realmente não gostava nem um pouco de ficar perto da gangue de loiros, e odiava o Morata, então tudo estava saindo dos trilhos do final de semana maravilhoso que eu planejava. Podolski mostrou sua casa e fomos entrando com cautela, sentei na bancada que tinha ali perto e fiquei conversando com James e os outros.

-Eliza... - Me virei e vi Toni de rosto franzido e braços cruzados. 

-O que é? - Arqueei a sobrancelha.

-Eu... Eu queria pedir desculpas para você pela briga que tivemos. - Ele disse e eu pude jurar que fiquei surda.

-Como? - Pisquei algumas vezes.

-É... Eu gosto do seu amigo, James, e não quero viver em pé de guerra contigo. - O loiro soltou um suspiro e esticou a mão. Dei um sorriso sacana.

-Ainda não ouvi. - Disse fazendo o restante dos meus amigos segurarem a risada.

-Vá à merda ruiva! - Esbravejou dando as costas, segurei seu ombro e o virei. Peguei sua mão e apertei sorrindo.

-Tudo bem, não seria legal ficar brigando com você o tempo todo. - Sorrimos um para o outro, puxei ele para perto de mim e sussurrei: - Mas se fizer James de bobo apaixonado, arrebento a sua cara. - Dei um sorriso cínico.

-Feito. - Ele piscou chamando James com a cabeça, o colombiano seguiu o loiro para fora da casa com o rosto em chamas. Łukasz me olhava curioso e eu revirei os olhos para ele, sentando novamente.

-Eliza! - Lukas me chamou, levantei e fui até ele, sentando ao seu lado. - Eu sei que tem seus motivos para não gostar de Bastian, Łukasz e Álvaro, mas seria bom se vocês fossem amigos. - O polonês me olhou sorrindo e como negar algo para ele? Esfreguei as mãos em meu rosto.

-Está bem, eu concordo em fazer as pazes, mas não pensem vocês que eu irei sair de mãos dadas e muito menos pulando feito viados que eu não vou. - Rosnei e todos permaneceram calados. Antoine deu um suspiro, assim como Isco.

-Eu... Eu quero pedir desculpas pelo meu comportamento aquela vez quando foram atrás de Erik. - Álvaro pigarreou coçando a nuca. Passei a língua pelos lábios.

-Certo, está desculpado, mas não acho que vá mudar muito coisa, enquanto eu não quebrar pelo menos o seu nariz. - Rebati nervosa, lembrando do episódio.

-Não se esqueça que a culpa também foi minha Eliza, fui eu quem machucou Erik. - Łukasz se pronunciou dando um suspiro arrependido. - Eu só queria atingir Mats, temos um rincha há um tempo e...

-Deveria ter resolvido sua rincha com ele sem envolver Erik no assunto, sabe o quando Mats é sensível quando o assunto é o loiro. - Neymar entrou na conversa e eu o agradeci com o olhar.

-Eu sei, mas é que...

-Você não tem que me contar nada Łukasz, faça como bem entender, só não quero você machucando ou magoando pessoas que fazem parte do meu convívio social. - Murmurei mais calma, encostando-me em Antoine.

-Entendo... De qualquer forma, quero fazer as pazes com você. - O loiro coçou a nuca, me fazendo sorrir. Assenti apertando sua mão, como fiz antes com Kroos.

Conversa vai e conversa vem, Durmmels, Seriker e Rötze, chegaram achando estranho o fato d'eu estar conversando com Łukasz e Álvaro normalmente, cumprimentei todos e desatei minha conversa com o alemão. Marco e Sergio preferiram não perguntar, assim como o restante do pessoal, Mats ficou com ciúmes e até mesmo enraivecido, mas sabia como eu era; sendo assim, preferiu não dizer nada. A noite chegava e lá fomos nós para o parque ver os fogos de artifício, o local estava preenchido de gente, onde crianças corriam de um lado para o outro, sem contar que eu via famílias e sentia falta da minha. Mesmo ela sendo minha mãe e meu pai separados.

-O que está tão pensativa? - Antoine chegou do meu lado, ajeitando seus óculos. Ele optou por manter distância sem que qualquer outro desconfiasse de nós.

-Estou pensando em minha mãe, às vezes eu sinto falta dela e do meu pai, eles são separados, entende? É difícil aceitar isso durante um tempo, mas tanto faz. - Disse soltando o ar em meus pulmões e sentei no banco ali perto, Griezmann fez o mesmo.

-Entendo... Meus pais são 'separados', tenho somente minha mãe, meu pai sumiu assim que descobriu que minha mãe estava grávida de mim. - Ele falou. Era visível que Antoine queria que eu me sentisse mais confortável, entretanto, só senti mais tristeza ao ver que ele também sofria com aquilo.

-Antoine... Eu... - Mordi o lábio inferior, sentindo meu peito afundar. Dei um soluço baixo. O francês deu um sorriso pequeno de compreensão e abriu os braços. Enrolei meus braços em volta de seu corpo e deixei-me chorar depois de tanto tempo sentindo a ausência de minha mãe.

-Saiba que mesmo correndo o perigo de ser preso por pedofilia e ser afastado do meu cargo de professor, desde a primeira vez que trombei com você, sabia que seria especial... Então, não fique assim, não gosto de vê-la chorar. - Ele murmurou segurando meu rosto entre suas mãos e depositou um selinho em meus lábios.

Eu sabia que corríamos o perigo de sermos pegos, mas eu já sentia meu peito palpitar ao ver Antoine de perto e não seria a primeira vez que isso acontecia. Ver aqueles olhos azuis brilhante e aquele sorriso... Sabia que precisava conquistar o coração daquele homem e era exatamente o que eu faria, pois eu sabia que além dele, eu tinha meus recém amigos e sabia também que jamais ficaria sozinha. 
Segurei sua nuca com delicadeza e beijei seus lábios ternamente, onde Griezmann adentrou com sua língua na minha boca de forma delicada e doce. Seus dedos tocaram meu cotovelo e senti arrepios passando por todo o meu corpo, tanto que soltei um suspiro e separei o beijo, somente quando o primeiro fogo de artifício explodiu e me assustou, causando risos em Antoine.

-Isso não teve graça. - Murmurei coçando a nuca e tive a certeza que minhas bochechas atingiram um tom avermelhado.

-Tem sim. - Me deu mais um beijo antes de nos levantarmos e irmos até onde o resto do pessoal estava para ver as explosões coloridas. Logo James me tirou discretamente do abraço de Antoine e enrolou-se em mim, me apertando.

-E você e o alemão? - Sussurrei em seu ouvido. Ele deu um sorriso tímido e vi os olhares entre ele e Toni. - Espero que ele deixe de ser um babaca.

James riu e foi para o lado do loiro, abraçando-o e ganhando um beijo. Novamente Antoine veio ao meu lado, dando um beijo em meu pescoço e terminamos de ver os fogos coloridos. Andávamos até a casa do Lukas e ao entrar, segui as instruções do alemão para pegar os colchões com Łukasz. Estiquei os locais e sentei no sofá, com Mats e Erik ao meu lado, se beijando. Rolei os olhos e sentei embaixo percebendo a burrada que eu fiz ao ver James e Toni. 

-Brincadeira... - Murmurei mal humorada fazendo todos rirem. Álvaro me reservou o lugar ao seu lado, sentei-me quase que no mesmo instante. - Obrigada.

-Disponha. - Sorriu voltando a prestar atenção na TV, onde Sergio colocava um filme qualquer.

Acho que o meu sono era tanto, que acabei pegando no sono em cima do Morata. Acordei no dia seguinte sobreposta em cima de algo e percebi ser o próprio espanhol com a mão em minhas costas, desmaiado com a cabeça arqueada para trás. Me levantei sentindo uma pontada nas costelas e reclamei de dor. Vi que a maioria estava dormindo, então tomei todo o cuidado para não pisar em ninguém e segui para a cozinha, vendo tudo escuro. Podolski e Isco tomavam café no escuro, encostados na pia e me ofereceram uma xícara.

-Seria uma boa voltarmos para a escola... - Quase derrubei a xícara no chão ao ver que Mats estava atrás de mim.

-Que merda Hummels, me assustou. - Deferi um tapa em sua cabeça, os professores riram.

-Credo Helena, já acorda azeda. - O moreno resmungou massageando a cabeça, ainda sonolento. Soltei um suspiro, bebendo mais um gole de café.

-Bom dia, dia escuro! - Erik disse sorrindo logo pela manhã, sentando no colo de Mats e lhe dando um beijo. Revirei os olhos.

Queria eu que Antoine estivesse fazendo tal ato comigo.

-Pelo menos aqui é mais animado. - Hummels sorriu cínico para mim. Mordi a parte interna de minhas bochechas.

-Olha Mats, eu acho bom vo...

-Parem os dois. - Isco interveio prendendo a risada. 

Juntaram eu, Mats e Erik. Pegamos panelas e colheres de pau indo até a sala. Afastei Sergio de Iker, para não acordar o outro tão bruscamente e bati fortemente a colher contra a panela assim que Isco contou até três. O primeiro a reagir foi Sergio, correndo atrás de mim pela casa e quando avistei Antoine, pulei em seu colo, onde prontamente me pegou desviando de Sergio e o espanhol saiu rolando pelo chão da sala, fazendo os que estavam acordados, rirem aos prantos.

-Boa pegada. - Fiz um toque com Antoine e fui ao chão.

-Eu te odeio. - Sergio murmurou mal humorado. Lhe mandei um beijo.

-A vingança é um prato que se come frio. - Pisquei para ele divertida.

-Eu fiz café. - Podolski informou e alguns foram até a cozinha, outros ficaram para arrumar os colchões e a bagunça.

-Você me paga. - O espanhol passou atravessado, me escondi atrás de Griezmann.

Ajudei os demais a juntar a bagunça e fomos caminhando até a escola, demorou em torno de trinta minutos. Os professores ficaram de olho para os casais não sumissem e não fossem aprontar mais alguma. Caminhei nas costas de Jakub, já que o cara era enorme e pouparia minhas pernas. Percebi que Antoine e Łukasz não gostaram muito. O Antoine até entendo, tanto que desci das costas do polonês, mas não entendi o fato de Piszczek ficar tão incomodado. 

Aí tem.

Decidi não alfinetar e estragar o momento de paz que eu e o loiro estávamos tendo. Ao pisar em meu dormitório, vi um bilhete em cima da cama, escrito:

'' Espero que tenha aproveitado bastante o final de semana, pena que Cristiano e Gareth não tiveram a mesma sorte ''.

Engoli seco, sabendo do que se tratava. Os desaparecimentos dos alunos tinham cessado por alguns dias, todavia, fazia sentido, já que Cristiano e os demais não foram conosco ontem para o festival. Saí do quarto atropelando Marco e Sergio, indo até o dormitório do português e esmurrei, onde Iker abriu, cheguei a perguntar se ele havia visto o moreno, entretanto, o espanhol negou, confuso e deslocado. Saí a procura de Cristiano, gritando até mesmo para Morata. Senti meu peito afundar novamente e o desespero tomar conta de mim, a vontade de chorar foi imediata, até Sergio aparecer ofegante.

-O que houve? - Perguntou ele.

-Cristiano e Gareth sumiram... Os ataques Sergio, pegaram eles. - Cocei meus fios alaranjados e os puxei.

-Calma, precisamos pensar, qual foi a última vez que você viu Cristiano? 

-Fora quinta-feira, ele disse que iria ver a mãe dele, Gareth pareceu se acertar com ele e se assumiria para a sogra, mas, mas... - Engoli o nó que estava em minha garganta. - Eu não posso deixar nada acontecer com ele Sergio, Cristiano é como um irmão para mim.

-Eu sei, eu entendo. Vamos a enfermaria, você está pálida e precisa se acalmar. - O espanhol disse.

Fui mesmo estando contrariada, mas de nada adiantaria sair feito uma louca varrida sem ao menos saber de alguma coisa sobre o paradeiro do português e do galês. Suspirei entediada e mais calma ao ver Miro medindo a minha pressão e me dando um comprimido para abaixar minha pressão.

-Você não pode ficar assim novamente mocinha, pode lhe trazer sério problemas. - Miro disse dando um sorriso. Assenti sentando na maca e recebendo um abraço de James.

-Eu estou bem gente, não precisava disso tudo. - Disse vendo o tanto de gente que tinha naquela enfermaria. Dentre ele estavam Durmmels, Seriker e Rötze. - Precisamos saber de algo para achar Cristiano e Gareth. 

-Sim, você disse que eles viajariam juntos para ver a mãe do português, sendo assim, quem estava no momento deve tê-los vistos. - Sergio disse. 

Assenti.

-De uma coisa eu sei, quando eu achar o responsável por isso, eu juro que mato a pessoa! - Exclamei fazendo Miro rir.

E quando pensamos que tudo está bem, vem um tsunami e inunda todos os nossos sentimentos e planejamentos...

 


Notas Finais


Tem dedo de muita gente aí, viu?
Espero que tenham gostado, me desculpem qualquer erro, porque eu não revisei, pois estou com pressa, um beijo ♥

Rötze* = Um nome shipper que eu criei, porque só tinha Reuski kkkkkk


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