História VAI Que Cola - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrien, Aventura, Cat Noir, Ladybug, Marinette, Miraculous, Novela, Plagg, Romance, Tikki
Visualizações 1
Palavras 1.320
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem! 💗

Capítulo 1 - Os Super-Heróis De Nova York


Fanfic / Fanfiction VAI Que Cola - Capítulo 1 - Os Super-Heróis De Nova York

Eu estava fazendo a ronda noturna da avenida mais movimentada de Nova York naquela noite. Enquanto aguardava pelo surgimento do meu parceiro, observava atentamente a movimentação dos vários e vários automóveis lá embaixo. A rua encontrava-se lotada de carros carissímos e da alta sociedade, e a lua cheia estava em seu ápice no céu azul. Nenhum sinal de perigo ou ameaça ao povo de NY.   

De repente, Panther Man apareceu e cumprimentou:   

-- Olá, Bat Cat. -- Ele chegou usando seus poderes de escalar e pular grandes distâncias (as habilidades de uma pantera) e se posicionou ao meu lado.   

-- Bo-Boa noite, Pan-Panther Man. -- Sempre ficava nervosa perto dele, e isso era ruim, pois eu começava a gaguejar.   

-- Fazendo a ronda? -- Perguntou.

-- S-Sim. Ma-Mas eu não pretendia começar sem você... Quer dizer... A vigilância é importante. Você é importante... Q-Quer dizer, eu... -- Bati a mão na cara. Que idiota eu sou!

 -- Ahn... Ok. -- Panther Man começou a olhar a movimentação do alto prédio em que estávamos. Pois é, eu também deveria estar focando nisso.

Eram exatamente 19h00 quando saí de casa e fui a caminho do WTC, o maior edifício de Nova York. Agora, já eram 23h45, e nos concluíamos a vigilância noturna normalmente, como em todos os dias. E novamente não havia sinal de super-vilões. Parecia até que o Hokh Moth tinha dado um descanso para nós, super-heróis, essa semana.   

-- É. Parece que a cidade tá tranquila... -- Declarei por fim, quando nossa vigília finalizara. O Panther Black me olhou estranho, então compreendi o que queria dizer. -- ... Não... Tranquila no sentido de... Sem perigo.  

 -- Com certeza, Batboo. -- Concordou ele, e piscou pra mim enquanto sorria de lado. Ele me chamou de Batboo!!! Batboo!!! Sim!!! Esse é meu apelido fofo!!!. Sorri de volta. 

Estava prestes a me despedir, quando de repente percebi uma movimentação incomum lá embaixo, e logo voltei ao alerta. Usei minha ecolocalização, que é como um radar dos morcegos para a percepção das coisas ao redor. Lancei a ecolocalização na direção de onde a agitação na cidade abaixo começava a se formar e em seguida às ondas ultrassônicas retornaram.   

-- Tá acontecendo alguma coisa lá embaixo. -- Falei, ficando mais séria. Podia estar louca há poucos segundos atrád por causa do apelidinho fofo de Panther Black para mim, mas assim que o assunto se tornava sério ou estava em serviço, me concentrava completamente e me doava de corpo e alma ao meu trabalho de proteger e defender Nova York.   

-- O que será que tá causando esse alvoroço todo? -- Indagou, tornando-se sério também.   

-- É o que vamos descobrir. Me segue! -- Saltei lá de cima do prédio e abri os braços para revelar minhas asas de morcego. Um dos meus poderes era o de voar. E as asas eram presas ao meu traje.   

-- Sempre Batboo. -- Ele veio atrás, utilizando seu bastão, que fazia parte de seu traje. Será que todos os felinos que são super-heróis possuem bastões?   

Chegamos ao local um pouco tarde, considerando que o prédio possuía muitos andares. Ou o vilão era rápido ou nos éramos lentos. A polícia já estava cercando o banco que tinha sido invadido e saqueado com a faixa amarela.

-- Mas o que aconteceu aqui? -- Inquiri confusa.

-- Não sei, mas seja o que for, o responsável não pode ter ido longe. -- Disse Panther Man.

-- Hum... -- Ao lado do banco havia um beco escuro, com alguns caixotes de lixo. Fui deixando a entrada do banco 24horas e entrando no beco, totalmente desconfiada. -- Não tem como ter fugido tão rápido assim. -- Continuei olhando minuciosamente cada canto daquela ruazinha,  até encontrar, finalmente, uma tampa de esgoto mal colocada sobre o buraco. -- É isso aí... 

-- Achou alguma coisa? -- Perguntou meu parceiro.

-- Hã... Estou tentando verificar a verdade na questão. Quem sabe? Talvez nosso vilão não seja tão inovador assim em suas táticas de fuga. -- Sorri vitoriosa e fiz sinal em direção a tampa de esgoto. 

-- E nem tão esperto assim. -- Se aproximou.

Retiramos a tampa e pulamos esgoto adentro. Ao aterrissarmos no fundo, notamos que não era um esgoto afinal. Ali, na verdade, havia uma galeria subterrânea. E sistema de luzes estava aceso.

-- Ahn... Bat Cat e Panther Man? Como me encontraram? -- A voz do culpado ecoou pela galeria.

-- Ahá! Money-Man. -- Falei, me posicionando na posição de luta. -- Pensei que não o veria novamente. O que aconteceu? Não tinha grana suficiente para comprar suas bebidas alcoólicas de novo e teve que ser akumatizado para conseguir roubar?

-- Grrrr... Você não entenderia! Eu preciso dessa grana pra comprá-las, e a culpa é do meu chefe que não quis aumentar o meu salário! -- Falou enraivado.

-- Olha... Acho que a média do salário de Nova York está boa até demais! -- Disse.

-- E,  além disso, não é problema nosso se você tá infeliz com seu pagamento. Agora, passa o dinheiro pra cá e ninguém sai machucado. -- Falou Panther Man com uma voz convencida.

-- Ah, vocês querem dinheiro? -- Perguntou Money-Man com um sorriso maldoso. -- Tá bem. Vocês pediram! 

Ele começou a lançar cédulas em nosso direção, e quando passavam e encostava em nós, arranhavam como se fossem navalhas. 

-- Proteja-se!!! -- Berrei.

Desviava enquanto lançava minha arma, que tinha um formato oval meio achatado (tipo o ioiô da Ladybug), porém não era um ioiô. Era como se fosse um bumerangue circular que, ao agitá-lo, liberava as lâminas que ficavam presas a ele. Os efeitos que ele produzia, além de cortar, era liberar uma espécie de guincho preso a uma corda que servia para se locomover (caso minhas asas não estivessem disponíveis. Essa corda e o guincho tinham a mesma utilidade do ioiô da Ladybug de locomoção) e liberava algemas, caso se aproximasse ao máximo da pessoa, prendendo seus pulsos ou pernas, e também lançava um gás do sono. Mas todas essas coisas (exceto as lâminas) eram ativados por comando de voz. A utilidade mais importante dele (óbvio) era capturar o akuma, e por isso também era bumerangue.

-- Cuidado Bat Cat! -- Gritou meu parceiro. Desviei da cédula. Era inevitável. Tinha que usar meu outro poder.

-- Bastão do poder! -- Berrei. Esse era um tipo de bastão que eu recebia, e ao balança-lo diante do inimigo, ele lançava uma luz forte ou então criava uma ilusão falsa, para que o receptor se confundisse, dando assim vantagem para mim. -- Panther M, sua vez.

Ele assentiu e assim invocou o seu poder oculto.

-- Estrela guia! -- Gritou. Esse era um poder concedido ao Panther Man para que obtesse o poder de todas as Panteras, tornando-se assim super forte e muito veloz.

-- Muito bem. Vou distraí-lo, e você dá um jeito de pegar o saco de dinheiro e segura-lo, ok?

-- Pode deixá, Batboo. -- Concordou.

-- Beleza. -- me direcionei ao Money-Man. -- Ei, você! Cuidado com a luz! -- Balancei o bastão em sua frente rapidamente e logo uma rajada de luz forte atingiu seus olhos; enquanto isso, meu parceiro tirou velozmente o saco de dinheiro de perto deste e o segurou. O bastão instantaneamente desapareceu, pois só poderia usá-lo uma vez a cada transformação. -- Agora... Algemas. VAI BUMERANGUE!!! - Lancei a arma e, ao se aproximar dos braços do vilão, soltou as algemas, o prendendo.

Fui até Money-Man e puxei o broche de cédula que encontrava-se preso em sua roupa e quebrei, e lá de dentro saiu a borboleta negra do Hokh Moth.

-- Acho que já deu a sua hora, Akuma. -- Lancei o bumerangue e ele capturou este, libertando-o ao voltar ao normal.

-- Show! -- Batemos as mãos eu e meu parceiro.

...

Após entregarmos o dinheiro de volta e entregar o vilão a Polícia, nós despedimos, pois estávamos prestes a nós transformar de volta. Saí voando, mais tive tempo de escutar a repórter falar diante da câmera:

--... São os Super-Heróis de Nova York.


Notas Finais


Até a proxima! 👋


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