História Vale a pena? - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Raphael Santiago, Simon Lewis
Tags Amizade, Amor, Clace, Colegial, Drama, Lemon, Malec, Mistério, Romance, Sexo, Shadowhunters, Sizzy, Suspense, Tragedia, Violencia
Visualizações 109
Palavras 2.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Bala perdida


Fanfic / Fanfiction Vale a pena? - Capítulo 9 - Bala perdida

DOIS DIAS DEPOIS

Tudo ocorreu quase que tranquilamente para todos. Menos para Clary e a quem queria ajudá-la. Clary tinha que conviver com Sebastian, ele tentava fazer coisas com ela mas ela acabava dando a desculpa de que poderia engravidar e ferrar com o plano dele. Ele claro, como um objeto apaixonado, acreditava nela e acabava ficando só nos beijos. 

Clary sentia nojo de si mesma e passava a maior parte do dia vomitando, tanto de nojo, quanto de raiva e angústia. Estava magoada com seus amigos por nem terem ido visitar ela, ou pensar que tinha algo errado. Mas sabia como era o irmão. E se falassem que queriam vê-la, daria uma boa desculpa. Já estava perdendo as esperanças, quando de repente ouviu a voz de várias pessoas do outro lado da porta e Sebastian gritando. 

UM DIA ANTES

Jace estava no Taki's, as 20 horas, como combinado. Conheceu Luck e Ragnor. E logo sentiu um clima estranho entre ele e Raphael. Raphael olhava pra Ragnor e Ragnor olhava Raphael. Olhares cúmplices, como se esconderam alguma coisa. Jace sabia que tinha algo ali, principalmente por Santiago ter falado que saía algumas vezes com Ragnor. Mas não ficou insistindo em perguntar. 

-Ok, nós precisamos de um bom plano! -Falou Luck. Todos olharam pra ele e reviraram os olhos. 

-Jura Robert Reinstein? -Perguntou Jace. Todos passaram os olhos de Luck pra ele. 

-Que merda é essa? -Perguntou Ragnor rindo. 

-Aquele cara que pintava os negócio, que tinha cara de loco e tem uma foto com a lingua pra fora. -Respondeu Jace como se fosse óbvio. Passaram alguns minutos e todos estavam pensando em quem era. Até que Raphael começou a dar uma risada histérica, atraindo a atenção de todos do restaurante. Olhavam pra ele incrédulo. 

-ROBERT REINSTEIN, O CARA QUE PINTAVA OS NEGÓCIO. -Gritou ele rindo. -ACHO QUE VOCÊ QUIS DIZER ALBERT EINSTEIN, O FÍSICO. -Falou ele perdendo o ar de tanto rir. Todos do local começaram a rir pelo comentário, já que ele tinha falado um pouco alto demais. 

Todos começaram a rir, e não perdoaram Jace. Zombaram dele até o caminho pra casa. Depois de decidirem o plano. 

No outro dia, Raphael ligou pra Sebastian falando que queria falar com ele. Quando Sebastian chegou lá, Raphael falou muitas coisas que não tinham nada a ver. Não demorou nem dez minutos para Sebastian ir embora. Raphael ligou para Jace, que estava no carro com Luck e Ragnor, avisando que ele estava indo embora. Os dois começaram a seguir Sebastian, pois ele ainda não tinha falado onde era o apartamento. Chegando lá, estacionaram do outro lado da calçada. Ligaram para Raphael falando que já estavam lá. Raphael ligou novamente para Sebastian. 

-Alô, Sebs? -Perguntou Raphael.

-O que é agora Santiago? 

-Você precisa voltar aqui!

-Ta de brincadeira né? -Perguntou Sebastian bufando. 

-Não, é seríssimo. A diretora falou pra todo mundo que a aula ia começar mais cedo. -Falou Raphael inventando qualquer desculpa. 

-Ok, estou indo. 

Quando terminaram a chamada, Raphael ficou esperando ele, que logo chegou. Enquanto isso Luck, Ragnor e Jace entraram no prédio e Luck falou que era policial, perguntando qual era o apartamento de Sebastian. Quando chegaram a porta, Luck pegou a arma na mão. Não sabia o que teria que enfrentar quando entrasse. Clary morta? Algum amigo de Sebastian também armado? Teria que atirar em alguém? Essas perguntas martelavam sua cabeça. E por um breve momento ele pensou em desistir. Mas ai lembrou da doce menina que ele havia visto antes de seus pais morrerem e em Jocelyn. Em como eles eram uma família linda. Ele sabia que o acidente tinha sido por sua causa. Ele sabia que nada disso teria acontecido se ele não tivesse jogado o caminhão contra o carro da família Fray. Ele era o caminhoneiro. Fugiu depois de finalmente notar o que havia feito. Mas não iria se deixar abalar por isso. Pelo menos não agora. 

Arrombou a porta e viu que não tinha ninguém. Começaram a procurar qualquer coisa. Estavam desesperados, não sabiam quanto tempo podiam ficar ali. 

Quando Sebastian entrou no quarto de Raphael, o mesmo o golpeou na cabeça com um pedaço de madeira. Ficou meio tonto mas logo se lavantou. Sua cabeça sangrava um pouco. Mas ele não ligava para a dor. Era como um simples detalhe. 

Raphael se assustou quando viu o sorriso macabro de Sebastian se abrir. 

-Achou mesmo que eu seria seu amigo Sebastian? Achou mesmo que eu ia deixar você magoar Clary? Jace? E todos eles? Achou que eu ia ficar calado vendo você destruí-la aos poucos? -Falou Raphael. Sebastian fez menção de atacar ele, mas foi golpeado no estômago. Caiu no chão tossindo um pouco e sentindo seu café da manhã voltar na boca. Mas não ia dar esse gostinho de vitória. Engoliu e se levantou de cabeça erguida. 

-E como vai Ragnor, Raphael? -Perguntou Sebastian com ironia, pegando no ponto fraco de Raphael. -Você acha que eu não sei que você brinca de casinha com ele? -E por um momento de distração de Raphael, Sebastian pegou a madeira de sua mão e bateu na cabeça do outro. Que caiu desmaiado. Saiu correndo para o seu apartamento. Sabia que queriam tirar Clary dele. 

Magnus, Alec, Izzy e Simon estavam no refeitório, já que ainda demoraria um pouco para começar a aula. Alec ainda estava desconfiado de Sebastian. Não confiava nele. Principalmente porque sempre que perguntava onde ficava o endereço dele, o garoto mudava de assunto. Sentia que ele estava o impedindo de ver sua própria irmã. Mas sabia que Clary era forte, e que logo iria melhorar. 

Terminaram de comer e foram para o gramado. Estavam todos conversando, quando Magnus começou a ficar agitado. Ele levantou e saiu apressado. Ninguém entendeu. 

-MAGNUS O QUE ESTÁ FAZENDO? -Perguntou Alec gritando, vendo o namorado se afastar. 

-VOU PEGAR MEU NOVO FILHO. -Respondeu ainda correndo. Todos se olharam e ninguém entendeu nada. 

-Não é por nada não, mas seu namorado é meio lelé da cabeça. -Falou Simon franzindo o cenho. Todos riram pelo modo que ele falou. 

Alguns minutos passaram até que viram Magnus voltando. Ele estava com algo nas mãos. Quando chegou mais perto, todos viram que era um gato com os pelos bem claros, cor de creme. Pelo tamanho tinha poucos meses. Magnus carregava ele falando coisas como você é meu novo filho presidente miau, vou cuidar de você. Com voz de bebê e fazendo um biquinho que Alec, particularmente achou fofo. 

-O quê é isso? -Perguntou Izzy. 

-Tirando o fato que ele tem orelhas de gato, bigodes de gato, patas de gato, DNA de gato e fofo como um gato... Acho que é um gato. -Falou Magnus, sentando ao lado de Alec fazendo Izzy revirar os olhos. 

-Qual o nome dele? -Perguntou Simon. 

-Presidente miau. -Todos olharam pra ele com cara de reprovação. -Eu achei o gato! Dou o nome que eu quiser. 

-Ok, mas a gente pode ter bichos? -Perguntou Alec, pegando o gato e o colocando no colo. 

-Ninguem precisa saber. E ele é muito fofo. -Falou Magnus. Todos concordaram e fizeram um círculo, pois todos queriam brincar e paparicar o novo integrante da família. 

Sebastian chegou no seu apartamento e viu a porta arrombada. Entrou em silêncio, e logo ouviu passos e pessoas falando. Ouviu as vozes se aproximarem, e foi correndo até a cozinha pegar uma faca. Mas quando chegou lá deu de cara com Luck, apontando uma arma pra ele. 

-Agora você vai falar onde está a Clary ou eu juro que você morre aqui mesmo e a gente descobre sozinho. -Falou com um tom ameaçador. Os outros ouviraram e foram atrás de Sebastian. Pegaram ele e o levaram até a sala. 

A aquela altura, eles ainda não tinham ido ao corredor, já que ficava escondido atrás de uma porta, dando a impressão de ser um quarto. 

Colocaram ele sentado no meio da sala e começaram o interrogatório. 

-Onde está a Clary? -Falou Jace. 

-Não sei, deve estar deitada na minha cama me esperando. -Respondeu Sebastian. 

-Responde logo a porra da pergunta. -Falou Ragnor. 

-Olha só quem deu as caras. Ragnor Fell. Amante de Santiago. Por que você não pergunta onde tá o seu brinquedinho sexual? -Naquele momento Ragnor sabia de quem ele estava falando. Um frio percorreu por sua espinha. 

-Como... Como você sabe? -Perguntou quase como um sussurro. 

-Eu sei de tudo. Lucian Graymark, se divertiu matando meus pais? -Perguntou Sebastian com ironia. Todos olharam pra Luck com uma cara de espanto. Logo perguntaram o que tava acontecendo. Sebastian se divertia com tudo aquilo. 

-Vocês acham que é tudo uma coincidência? Eu escolher vocês para serem meus amigos? Aquela faculdade em especial? -Falou ele com um sorriso no rosto. Todos já estavam ficando estressados e começavam a gritar. 

-Entao conta logo o porquê disso tudo. -Falou Jace gritando. 

-Desde pequeno eu sempre amei a Clary. Mas eu achava que era só amor de irmão. Até que comecei a sentir muita atração por ela. Desde novo admirei minha irmã. Então tinha que tirar aquela dúvida da minha cabeça. Clary estava dormindo. Eu entrei em seu quarto, e como Jace deve saber, Clary tem um sono bem pesado. -Jace já podia sentir seu sangue ferver. Todos estavam com medo do que viria a seguir. -Meu pai tinha saído. E mamãe estava ocupada demais com Luck. -Luck o fuzilou com os olhos e todos pareceram chocados. -Naquele noite em especial, Clary estava muito cansada. Então eu lentamente fui tirando as roupas dela, ate ver ela completamente nua na minha frente. -Todos o olhavam com cara de nojo. 

-Não pode ser verdade, vocês só moraram na mesma casa até os 6 anos de idade. -Falou Luck. 

-Como eu disse, sentia atração por ela desde pequeno. Enfim. Como já havia observado Luck com mamãe, já tinha um pouco mais de... Experiência. Então comecei a sentir o gosto dela. E que gosto! Jace eu entendo seu amor pela minha irmã. Ela tem um gosto tão doce! -Quando ele terminou de falar isso, Jace partiu pra cima dele, depositando socos em sua face. 

-ME FALA ONDE ESTA A CLARY!!!! AGORA SEU DESGRAÇADO. -Ele gritava enquanto batia no Sebastian, e todos tentavam tirar ele de cima do garoto. -VOCÊ TEM PROBLEMA, VOCÊ É UM PSICOPATA. VOCÊ GOSTA DE UM INCESTO NÃO É? ENTÃO VAMOS VER QUANDO O CAPETA COMER VOCÊ LA NO INFERNO SEU FILHO DA PUTA. 

Clary estava meio sonolenta por ter vomitado bastante aquele dia, mas começou a ouvir a gritaria. E automaticamente começou a gritar, esperando que alguém achasse ela. 

Raphael finalmente acordou, depois de ter desmaiado por conta da batida em sua cabeça. Então sabia que precisava de ajuda. Correu para procurar os Lightwood e os outros. Encontrou eles no gramado. Explicou tudo que estava acontecendo. Eles não estavam acreditando, mas seguiram Raphael, que chamou um táxi falando o endereço que Jace o havia falado caso tivessem que executar esse plano B. 

Alec estava desesperado. Só de pensar sua irmã com aquele doente do Sebastian, tinha vontade de vomitar. Raphael contou que ele tinha contratado Camille para beijar Jace, e se sentiu culpado por ter batido no menino. Mas agora não dava para voltar atrás. Quando chegaram ao prédio, pagaram uma quantia considerável ao porteiro para falar onde era o apartamento de Sebastian e os deixar entrar. Quando chegaram lá, já podiam ouvir a gritaria. 

Ragnor já tinha conseguido tirar Jace de cima de Sebastian. O garoto sangrava por todos os lugares possíveis. Luck estava paralisado. Em choque. Sebastian sabia de tudo por todo aquele tempo. 

Quando Raphael, Alec, Izzy, Simon e Magnus entraram no apartamento, todos ficaram assustados com a presença. Mas logo se sentiram aliviados. Magnus soltou presidente miau e foi com Izzy procurar Clary. Até que acharam o corredor. Ouviram os gritos desesperados de Clary. Magnus por um impulso, pulou na porta e logo gemeu de dor. Izzy viu uma mesinha que tinha um vaso. Pegou a mesa que era de ferro, e bateu com toda a força contra a porta, fazendo uma rachadura por onde Clary se espremeu para sair. Magnus e Izzy a abraçavam, Clary chorava descontroladamente. Jace ouviu e também foi a abraçar. Logo todos estavam lá a abraçando. Menos Luck. 

Estava ainda paralisado pela frieza de Sebastian. Não tinha dúvidas que ele era um psicopata. Luck estava destraído. Sebastian era esperto. Usou toda a força que ainda tinha para pular no moreno, tirando sua arma. 

Luck gritou pelo susto e logo todos estavam ao redor de Sebastian, que apontava a arma para todos. 

-Você! -Falou Sebastian apontando a arma para Alec. -Você roubou meu cargo de irmão. Eu era o preferido de Clary. Até ela te conhecer. Você tirou minha irmã de mim! Ela me amava e você fez ela me esquecer. 

-Olha aqui, ela achava que você tinha morrido. E se quer saber, eu fui um irmão muito melhor que você. Mesmo não sendo de sangue. -Rebateu Alec. 

Em seguida todos ficaram em silêncio. E como em câmera lenta, Clary viu Sebastian Puxar o gatilho e gritou. Todos gritaram. Após o tiro, era como se o tempo tivesse parado. 


Notas Finais


Desculpa pela demora ❤️


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