História Valiant ( Larry Stylinson ) - Capítulo 20


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Adaptação, Boyxboy, Gay, Harry Styles, Harry!bottom, Larry, Larry Stylinson, Louis Tomlinson, Louis!tops, Novas Espécies
Exibições 219
Palavras 2.930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeey amores


Desculpem os erros e boa leitura ♥

Capítulo 20 - Capítulo 20


— Não vou vender a casa da minha avó. — Harry franziu o cenho para Louis e então para o advogado que estava sentado na sala de estar da suíte. — Eu tenho que vender? Tenho algum dinheiro guardado para pagar os impostos deste ano. Foi a casa onde eu cresci. É tudo o que tenho.

Louis rosnou baixo.

— Você não precisa mais daquela casa. Vai viver em nossas casas aqui. A minha casa é sua agora. Não há razão para ficar com ela.

Charlie Artzola clareou a garganta.

— Ele possui várias coisas que gostaria de manter. É normal. Foi o lugar onde cresceu e está cheio dos seus pertences e lembranças.

Louis hesitou.

— Tudo bem, mas você não vive mais lá. Pode ficar com ela, mas nunca mais morará lá outra vez. Seu lugar é comigo, aqui, em nossa casa. Não é seguro para você sair da Reserva. Já foi atacado uma vez.

O advogado exalou de alívio e deu um sorriso para Harry.

— Agora, podemos seguir com a papelada? Você precisa assinar isso para que eu possa obter a licença de matrimônio.

Harry hesitou. Louis queria casar com ele e fez o advogado vir com os papéis prontos para iniciar o processo. Parecia que ele queria pressioná-lo a um casamento às pressas. Não esperava que quisesse selar o acordo tão imediatamente quando tinha dito que sim à sua proposta, mais cedo naquela manhã.

Harry virou-se para olhar Louis.

— E se eu quiser voltar a trabalhar? Gosto de trabalhar às vezes.

Ele rugiu e seus olhos azuis se estreitaram.

— Estará ocupado demais para querer trabalhar. Eu o manterei muito ocupado. — fechou a boca. — Quero que fique em casa comigo. Cuidarei de você.

Ele fechou os olhos e contou até dez. Louis tinha uma tendência a ser extremamente controlador. Não era um traço sempre atraente nele. Era a única coisa que o tirava do sério. Ele abriu os olhos para ver Louis fitando-o com o olhar sensual que sempre fazia efeito nele.

— Eu te amo.

As palavras fizeram seu coração derreter.

— Ama?

— Você é tudo para mim. — Louis de repente deslizou do sofá e caminhou nos joelhos para encará-lo de frente. As mãos dele tocaram seu rosto. — Estou feliz pela primeira vez na minha vida e você é o motivo. Quero passar o resto da vida com você, Harry. Eu sei que está surpreso por eu querer me casar com você agora, mas sei o que quero. E o que eu quero é você.

— Hum. — O advogado limpou a garganta outra vez. — Devo voltar mais tarde?

— Não. — Louis rosnou. Sua expressão suavizou. — Eu te amo. Você é meu e eu sou seu. Iremos resolver essas coisas. Nós queremos ficar juntos. Estamos felizes e somos companheiros.

Harry olhou em seus olhos, incapaz de desviar. Ele falava sério, cada palavra. Podia ver isso tão claro quanto as pintinhas azuis nos seus olhos exóticos. Os últimos dias juntos tinham sido os melhores de sua vida. Eles tinham muito o que resolver, mas todos os casais não tinham problemas? Ele sabia que sim. A ideia de uma vida sem ele parecia fria. Queria ir para a cama, que o abraçasse em seus braços todas as noites e acordar com ele mordiscando seu corpo e fazendo amor. Sabia o que sentia por ele. Era impossível não se apaixonar perdidamente por um homem daqueles.

— Ok. Eu amo você também. — Harry sorriu para Louis. — Estou dentro. Saia da frente e me deixe assinar os papeis.

O advogado parecia aliviado quando Louis voltou a sentar e Harry se inclinou para assinar os formulários, onde ele indicava. Podia estar cometendo um engano, mas quando olhou para Louis, viu que ele mais que valia a pena o risco. Às vezes você tem que dizer foda-se. Sorriu. Merda acontece. Às vezes a merda é das boas.

— Bem, tudo pronto. — O advogado guardou rapidamente os papeis na pasta e se levantou. — Foi um prazer conhecê-los. — Ele quase correu pela porta de saída da suíte.

Harry riu.

— Que mentira das grandes. Ele queria tanto ir embora que eu quase consegui sentir essa vontade na língua.

— Eu o assusto. Pude sentir o cheiro do seu medo.

— Sério? Só achei que ele estava chateado por eu não ter assinado logo a linha pontilhada sem enrolar. Ele não parecia feliz de estar aqui.

Louis sorriu.

— Eu o assusto. O medo tem um cheiro, sexy. — Ele se aproximou dele. — Eu senti o cheiro do seu medo quando o conheci. Seu cheiro é doce quando tem medo e isso me excitou.

— Bem, nesse caso, aposto que você lamenta não poder me assustar mais.

— Você fica assustado quando fico com raiva de outra pessoa. Você acha que eu vou machucá-los. — Ele se aproximou mais. — Eu sempre me pergunto se o seu medo é por eles ou por mim.

— Por eles. Definitivamente. Eu sei que você acabaria com qualquer um, não importa o nome da vítima.

— Eu não ligo para o nome de ninguém quando quero arrebentar um.

— É apenas modo de dizer. — ele riu. Pressionou o corpo contra Louis e esfregou as palmas em seu peitoral, querendo que ele estivesse sem camisa. Amava tocar a sua pele nua. — Estou tentando dizer que sei que você ganharia qualquer briga, mas não quero que acabe matando alguém.

— Por que não?

— Bem, tem todo aquele motivo do passar a vida inteira detrás das grades.

Ele deu de ombros.

— As nossas leis aqui não são as mesmas a que você está acostumado. Eu jamais mataria sem uma boa razão. Não seria punido por isso.

A campainha tocou, assustando Harry. Louis franziu o cenho antes que levantasse do sofá, fosse até a porta e a abrisse.

Harry fitou o homem Nova Espécie que estava do outro lado. Era alguém que nunca tinha visto, mas de alguma forma ele parecia familiar. Só não conseguia se lembrar dele. Era alto, mais de um metro e oitenta e cinco, tinha um cabelo preto comprido e solto, e os olhos de gato mais escuros que já havia visto.

Ele deu um grande sorriso para Louis, mostrou alguns dentes afiados e bateu as mãos nas laterais do corpo. Usava um terno preto feito sob medida caríssimo, mas que não camuflava as vibrações perigosas que ele transmitia. Harry ficou tenso.

Louis não retribuiu o sorriso.

— É uma honra você estar aqui.

O estranho assentiu.

— Obrigado por dizer isso. Eu ouvi as novidades e quis parabenizá-lo pessoalmente por encontrar um companheiro. Sei o quanto deve estar animado. É uma notícia maravilhosa.

Louis sorriu.

— Sim. Obrigado. — Ele saiu da frente para permitir que o estranho entrasse. — Justice North, eu gostaria de apresenta-lo à meu Harry.

Justice North? É por isso que ele parecia conhecido.

Harry forçou um sorriso, tentou não olhá-lo de boca aberta, mas ele era uma celebridade. Era o líder e o cabeça da Organização Novas Espécies e o mais conhecido deles. Na televisão e nos veículos impressos seus olhos e cabelo não pareciam tão escuros. Harry não tinha certeza se deveria continuar sorrindo para ele ou se deveria tentar apertar sua mão.

— É um prazer te conhecer. — ele ficou de pé, mas permaneceu onde estava.

Justice sorriu para ele, mas notou que tomou extremo cuidado para evitar que seus dentes afiados não fossem notados quando o encarou. Ele quase deu um tapa na testa quando percebeu por que não o havia reconhecido. Era por isso que não tinha sacado que era ele. Não eram apenas os olhos e o cabelo, mas ele sorria sem mostrar os dentes toda vez que o via na TV ou nas fotos.

— Também é bom conhecê-lo, Harry.

— Viu o bebê? — Louis fechou a porta. 

Justice riu.

— Vi. Ele é perfeito. Slade e Trisha estão muito orgulhosos e felizes. Todos nós estamos radiantes com o seu nascimento saudável.

— E o garoto é um Espécie.

Justice parecia irradiar alegria.

— Ele definitivamente é um Espécie.

— Eu tinha me perguntado se os traços humanos seriam mais fortes que os de Slade. — Louis falou em voz baixa. — Espero, se o meu companheiro e eu tivermos filhos, que ele se pareça comigo. Harry crê que o nosso bebê seria adorável.

— Todos esperávamos que os traços das Espécies passassem quando o bebê nascesse. É bom não estarmos mais sozinhos e sabermos que viveremos nos nossos filhos nas gerações futuras. — Justice fez uma pausa. — Mas ter um filho que parecesse completamente humano também seria uma benção. Só ter o dom de gerá-los é o suficiente.

Harry se manteve calado, incerto sobre o que dizer, enquanto observava os dois homens conversarem. Se perguntava se devia lhes dar algum tempo para que ficassem sozinhos, mas então Justice olhou para ele. Ele riu e olhou para Louis.

— Você é tão pequeno. — Justice o estudou. — Me perdoe por rir, mas Louis foi insistente em algumas discussões que tivemos que nunca deveríamos ficar com pessoas humanos e se algum de nós virasse o companheiro de uma, ela deveria ser uma fêmea grande e robusta. Acho graça por ele ter reivindicado você. Não quero ofender, mas realmente é — ele sorriu, ainda escondendo os dentes. — engraçado.

— Entendo. — Harry sorriu. — Não fico ofendido. Ele é enorme e eu não. Gostaria de se sentar?

— Infelizmente não posso ficar. Minha vida está cheia de compromissos que sempre me deixam com pressa. Ficarei aqui o dia inteiro para me reunir com o pessoal da segurança e para uma hora com a pessoa que cuida do meu cabelo. — Ele levantou a mão para tocá-lo. Suspirou pesadamente. — O nosso time de relações públicas exige que eu o clareie antes de aparecer na frente das câmeras. — Ele encontrou o seu olhar. — Eu pareço mais assustador com o cabelo escuro para você?

— Eu não o reconheci a princípio. Achei que parecia familiar, mas não soube por que até ouvir o seu nome. Seus olhos também parecem mais escuros.

— Também sou forçado a usar lentes de contato. Como disse, eles parecem achar que humanos me aceitarão mais facilmente se a minha aparência for mais suave. Eles também a mudam quando eu viajo em público para tentar esconder a minha verdadeira identidade já que sou tão conhecido.

— Você me parece ótimo. — ele admitiu. — Mas diferente.

— Obrigado.

Louis estudou o outro homem.

— Vai ficar no hotel esta noite? Gostaríamos de jantar com você. 

— Eu queria poder, mas tenho que dar uma coletiva à noite em Homeland para o noticiário noturno. Um helicóptero me levará depois da minha última reunião aqui. Provavelmente jantarei no caminho. Desejo um dia poder tirar algum tempo de folga. Infelizmente, não vejo isso acontecendo nem tão cedo. Voltarei depois de amanhã. Tenho que voar para me encontrar com o prefeito da cidade antes de voltar para Homeland para uma entrevista com o jornal local. É uma coisa sem fim.

— Deveria encontrar a sua companheira. — Louis o olhou com simpatia. — Uma o deixaria feliz.

Justice riu.

— Eu não tenho tempo, Louis. Todos os dias é sempre esse frenesi. Sempre há reuniões e conferências ou lugares em que preciso ir para mais reuniões. Nenhuma fêmea iria querer compartilhar desse fardo.

— Você tem uma vida dura. — Louis se aproximou e apertou o seu ombro antes de baixar o braço. — Sacrificou muita coisa por nós, Justice. Todos te devemos e agradecemos por isso.

Justice deu de ombros.

— Alguém tinha que fazer isso, Louis. Eu fui o melhor ao se adaptar aos humanos e tinha a melhor habilidade de me misturar. Era natural que assumisse o posto.

— Se houver alguma coisa... — Louis deixou o resto da frase não dita, mas seu significado era claro.

— Obrigado, eu já sei disso. — Justice sorriu para Harry. — Foi um prazer te conhecer e bem-vindo à família.

Louis fechou a porta depois que o Nova Espécie se foi e caminhou até Harry. Ele tinha uma expressão triste no rosto.

— Eu não invejo a vida que ele leva.

— Ele é um homem bem ocupado, com certeza.

Louis assentiu e de repente puxou Harry para os braços.

— Fico feliz que a minha única responsabilidade seja fazer você feliz. Ele leva o peso de todos os Novas Espécies em cima dos ombros.

— Também vamos adotar o sobrenome North quando nos casarmos?

Louis assentiu.

— Sim. É uma honra levar o nome que ele escolheu. Eu o apoio e tudo o que ele fez pela nossa gente.

— O que quis dizer quando ele falou bem-vindo à família?

— Que você é uma de nós agora. Você é da família. Nós não temos pais, nem tios ou primos como os humanos. Só temos uns aos outros. Família é muito importante para nós e todos os Novas Espécies são considerados dela. Juntos ficamos fortes.

Harry se encheu de tristeza. 

— Algum de vocês sabe quem são os seus pais biológicos? Quer dizer, vocês devem ter tido pais, certo? Ao menos uma mãe que os carregou na barriga.

Louis rugiu.

— Somos todos órfãos. Nossos pais nos abandonaram no inferno. Eles permitiram que Mercile nos criasse, não fomos nada mais do que um material doado por eles, e as fêmeas que nos abrigaram foram embora assim que o cordão umbilical foi cortado. Soubemos disso de alguns dos médicos que foram presos.

— Eu sinto tanto, Louis. — Ele o abraçou, com o coração partido pelo seu passado. — Eu sempre disse que amor é tudo o que se precisa para se formar uma família. A minha mãe me abandonou. Nunca entenderei como ela pôde fazer uma coisa dessas, mas fico feliz por ter me dado à vida. Eu não estaria aqui se não fosse ela.

Ele o fitou nos olhos.

— Onde ela está? Está viva?

Harry encolheu os ombros.

— Não faço ideia. Ela me largou com minha avó e nunca mais ouvimos falar dela. Minha vó achava que ela provavelmente tinha morrido. Ela disse que a minha mãe teria entrado em contato com ela pelo menos para pedir dinheiro ou coisa parecida. Eu costumava rezar para que ela aparecesse um dia e me dissesse que me amava e que lamentava muito ter me abandonado. Sabe como é? — A dor ainda fazia o seu peito doer um pouco. — Que ela me diria que tinha cometido um erro terrível. Depois de alguns anos percebi que isso não iria acontecer. Comecei a odiá-la um pouco e isso se transformou em uma raiva absoluta. Não quero vê-la agora se estiver viva.

Louis sorriu.

— Você me tem agora e eu nunca o deixarei, Harry. Você pertence a uma família enorme. Ele ou ela sempre saberá o que é amor e como é se sentir parte de um grande grupo que os amará muito se um dia tivermos um filho. Nosso filho nunca sofreria de solidão ou de dor. Ou nunca vivenciaria uma vida sem amor.

O coração dele se partiu mais um pouco por ele. Ouvia a dor em sua voz. Alguém o amou quando era criança? Ele ao menos teve a sua avó para amá-lo. Harry apertou o abraço.

— Eu te amo, Louis. Amo muito.

— Eu também te amo e você me faz feliz por me amar.

A campainha tocou. Louis rosnou.

— Ia levá-lo para a nossa cama.

— Eu teria deixado.

A campainha tocou novamente. Louis soltou Harry quando ele se afastou dele. Ele foi rápido até a porta, parecendo irritado. Harry teve que lutar contra um sorriso. Ele não tinha paciência de maneira nenhuma. Louis abriu a porta com brusquidão.

— Temos um problema. — Tiger estava lá com a cara fechada. — Xerife Cooper nos ligou. Mais duas mulheres foram levadas da cidade. Eles precisam da nossa ajuda para localizá-las. E eu preciso da sua, Louis. Sei que não é Harry desta vez, mas essas mulheres trabalham para nós. Você é um dos nossos melhores rastreadores com o seu olfato apurado e embora os outros machos da Zona Selvagem tenham sentidos apurados como os seus não posso confiar neles perto de humanos. Os humanos perderam a pista na floresta. Vai ajudar?

Louis estudou Tiger. Longos segundos se passaram.

— Louis? — Harry esperou até ele olhá-lo por cima do ombro. — Por favor, ajude-os.

Ele piscou os olhos para Harry antes de assentir.

— Farei isso por você. — Ele se dirigiu até o quarto. — Me deixe trocar de roupa. Estarei pronto em um minuto.

— Valeu. — sussurrou Tiger quando ficaram sozinhos.

Harry assentiu.

— Acha que isso tem a ver com os homens que me levaram? O chefe deles já deve estar na cidade a essa altura a não ser que tenham descoberto quem ele é. Descobriram?

— Os que sobreviveram não abriram o bico com o nome do chefe ainda. Nós não temos ideia de quem os contratou para sequestra-lo. Não sei de muitos detalhes, mas o xerife disse que as mulheres são colegas de quarto e que elas trabalham aqui, na Reserva. As duas são cozinheiras que decidiram viver na cidade ao invés de aceitar as acomodações para humanos que temos aqui. Alguém invadiu a casa delas e as levou. Os vizinhos ouviram gritos e testemunharam ao menos seis homens as levarem à força. Isso aconteceu há meia hora. Eles encontraram a van em que foram levadas no mesmo lugar onde você foi encontrado.

— Espero que as encontrem.

— Eu também. — Tiger suspirou. — O xerife acha que elas foram atacadas porque trabalham para nós. Isso significa que todos os nossos empregados humanos precisam ser alertados e que ofereceremos proteção aqui dentro para eles mais uma vez. Não sei onde os colocaremos, mas nós tomamos conta dos nossos. Pelo menos não há muitos deles. Slade está notificando um por um e cuidará dos arranjos.

Louis voltou usando jeans, uma camiseta preta e tênis de corrida. Ele foi até Harry, baixou os olhos para olhá-lo e disse.

— Voltarei logo. Sentirei a sua falta.

— Também vou sentir a sua e obrigado por fazer isso. Tenha cuidado.

— Sempre.


Notas Finais


Até o próx ♥


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