História Valiant ( Larry Stylinson ) - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Adaptação, Boyxboy, Gay, Harry Styles, Harry!bottom, Larry, Larry Stylinson, Louis Tomlinson, Louis!tops, Novas Espécies
Exibições 419
Palavras 2.648
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeeeeey amores


ATT DUPLA O/

Desculpem os erros e boa leitura ♥

Capítulo 22 - Capítulo 22


Harry tinha dormido em algum momento, mas acordou quando os brutamontes o soltaram da cama. Eles o arrastaram pelas pernas que mal funcionavam, seu corpo inteiro mole, para enfiá-lo em um banheiro. Para sua humilhação, eles se recusaram a dar a ele qualquer privacidade, olhando-o com malícia enquanto usava a instalação. Não tinha escolha. Um deles o ameaçou se não obedecesse.

Eles agarraram seus braços depois e o arrastaram pelos fundos para uma van branca. O sol tinha se posto, assegurando-o que ficou inconsciente por horas, e que não foi lhe dada a oportunidade de fugir. Os dois homens continuaram segurando seus pulsos com força. Eles ameaçaram lhe bater se oferecesse qualquer resistência. Apenas um olhar para a caras deles e ele acreditou piamente no que diziam. Eles tinham olhos frios e trejeitos cruéis.

Eles colocaram uma coleira de metal em sua garganta e o prenderam em uma gaiola grande na traseira da van. A coleira era grossa e tinha uma corrente de uns dois metros presa às barras da gaiola. Ele a olhou com terror. Até mesmo o fato de p colocarem dentro de uma coisa dessas era aterrorizante. Por que precisariam de uma gaiola como aquela e o que normalmente transportavam nela? Tocou as barras grossas de metal, supondo que, qual fosse o seu propósito, ele conseguiria conter quase qualquer coisa.

Um dos homens saiu enquanto o outro permaneceu na traseira da van com ele. Ele acendeu uma luz no teto para olhá-lo com um sorrisinho torto. O cara que saiu fechou a porta traseira e então abriu a do motorista, entrou e ligou o carro. Lágrimas encheram seus olhos de medo e de não se sentir bem pela droga que lhe administraram. Estava com dor de cabeça, sua língua um pouco inchada, e as pernas e braços ainda se moviam sem jeito algum.

— Nem se incomode em abrir as torneiras. — disse com zombaria o homem que lhe fazia companhia. — Ninguém dá à mínima se você chorar.

— Por que estão fazendo isso? — Harry odiava o modo como sua voz tremia. — Quem são vocês?

— Por quê? Porque você gosta de foder com eles. Porque um deles te fodeu e não te matou. É por isso. O doutor para quem trabalhamos está muito interessado em ver se 927 procriará com você. É melhor esperar que ele goste de você. De qualquer modo vai ser divertido de se ver.

O homem na frente riu.

— Duvido que ele vá achar divertido.

O de trás também riu.

— É. Verdade. — Os olhos dele brilhavam de alegria. — Você quer saber o que acontece se aquela besta não lhe rasgar inteiro com as garras e jogar os restos do seu corpo para fora da jaula? O doutor vai prendê-lo a uma mesa e encher seu organismo de hormônios e drogas para tentar fazer com que se reproduza com aquela fera. Depois, vamos jogá-lo lá outra vez com ele para que possa fodê-lo novamente. O doutor tem todos os tipos de fórmulas que bolou para tentar fazer com que engravide da besta. Pode levar meses até ele descobrir como obter os resultados que quer.

O motorista riu outra vez.

— Seria muito divertido de ver se ele aceitasse ele. Mas não tenho muita esperança nisso. Ele matou as outras duas que trancamos com ele. A última foi a que eu fodi. Ela era muito gostosa. Quase chorei quando ele quebrou o pescoço dela e a jogou na porta.  

— Ela era gata. — O homem na traseira fechou a cara para Harry. — Essa daqui é bonitinho, mas não chega nem perto da outra. Ele com certeza não parece um coelhinho da Playboy. Acho que o doutor está animado por nada. Acho que a besta vai matar esse daqui tão rápido quanto matou a última. 

— Quem sabe? — O motorista suspirou. — Talvez a teoria do doutor esteja certa e ele vai aceitar essa porque está trepando com um deles e vai ter o cheiro dele. Eles nunca gostaram das mulheres da espécie deles. Ele também tem certeza que tem algo a ver com o olfato deles e a química dos corpos. O que quer que atraia um pode atrair outro. Vamos descobrir em breve.

— Por favor. — implorou Harry. — Me deixem ir embora. Eu tenho muito se o que querem é dinheiro. — Ele não teve vergonha nenhuma de mentir. — Minha avó morreu e me deixou dois milhões. Vocês podem ficar com tudo se me levarem ao banco.

O cara na traseira o estudou. Harry assentiu, dando-lhe sua melhor expressão de Pode-confiar-em-mim-estou-falando-super-sério. Já tinha dominado a arte daquela expressão desde que era adolescente e tinha que lidar com a sua avó.

— Eu darei cada centavo, assinarei uma transferência para vocês dois, se me deixarem ir. Eu sei que não devem pagar tanto assim. É o bastante para que os dois se aposentem.

— Nem pense nisso, Mike. — alertou o motorista. — Sabe que não pode gastar dinheiro se estiver morto. O doutor colocaria um preço na sua cabeça e não existe nenhum canto nesta terra em que estaria seguro.

Mike suspirou, deixando de olhá-lo.

— Cale a porra da boca, vadia. Não diga mais nenhuma palavra. Não podemos gastar dinheiro no caixão. Se quer implorar e chorar, esqueça isso também. Não conseguimos esse trabalho por causa dos nossos corações moles. — Ele zombou. — Certo Pete?

— Certo. — Pete, o motorista, riu. — Moles. Você é muito engraçado.

—Quanto tempo até chegarmos?

— Uns dez minutos. Queria que ainda estivéssemos no Colorado. Aqui é muito quente. Não sei por que o doutor quis que trouxéssemos o 927 para cá. Devíamos era ter levado ele.

— Ele quis vir para cá. Não me pergunte o motivo. Talvez curta saber o quanto eles estão perto e o quanto nem fazem ideia de que ele está tão próximo deles. — Mike encolheu os ombros. — Talvez queira ficar mais perto para espioná-los enquanto trabalha e não quer ficar voando de lá para cá. Pode ser porque está com medo de que o cheiro dele mude se tivéssemos que levá-lo para tão longe. Com certeza não dá para colocá-lo num avião. Teríamos que dirigir até lá. Vou odiar o mês que vem quando teremos que transferir mais dez deles para cá.

— Porra. Nem me lembre. Transportar o 927 já foi ruim o bastante. Aquele filho da puta lutou contra as drogas a viagem inteira. Ele entortou um dos cantos da jaula antes que você conseguisse dar outra dose. Eu quase caguei nas calças quando o ouvi se mexendo. Dei uma dose que faria qualquer um apagar por um dia todo, mas ele acordou em menos de cinco horas. Achei que fôssemos ficar sem drogas.

Harry virou a cabeça para examinar a jaula onde estava. Ele viu que um dos cantos de cima estava um pouco torto. A jaula poderia abrigar facilmente um urso dos grandes. O veículo era uma van comercial de tamanho grande. Sabia disso porque dirigia uma igual no trabalho. A jaula tomava metade da traseira. Ele chutou que a jaula tinha ao menos um metro e oitenta de comprimento e um e meio de largura. As barras eram da grossura de um pulso e ela supôs que 927 era um Nova Espécie forte o bastante para conseguir entortar uma.

Com confusão obscurecendo sua mente, a droga ainda em seu organismo não ajudava, mas a imagem que se formava o deixou com medo e horrorizado. Novas Espécies ganharam nomes quando foram libertos. Apenas um ainda em confinamento teria um número de identificação. Isso queria dizer... Oh meu Deus!

— 927 nunca foi liberto, foi? Ele ainda é propriedade da Mercile? Vocês trabalham para eles, não é?

O brutamontes sorriu para ele, mas não disse nada.

Tinha um pressentimento terrível de que as suas suspeitas estavam corretas. Eles perderam uma instalação onde também faziam testes. Ele leu jornais de não muito tempo atrás sobre mais Novas Espécies que foram descobertos. O doutor para quem trabalhavam tinha que ser um empregado da Mercile e isso significava que aqueles homens também trabalhavam para aquela horrível companhia. Eles tinham feito experiências sem piedade alguma em seres humanos por décadas, fizeram coisas horríveis com eles, e agora tinham lhe sequestrado.

— Vocês não vão sair impunes disso. — Sua voz tremia.

— Ouviu isso, Pete? — Mike sorriu de modo frio. — Vadia, nunca fomos pegos porque somos os melhores.

Pete virou a cabeça para olhar para trás.

— Ao invés de fazer ameaças, deveria estar rezando. É melhor esperar que 927 goste de você. Ele matou outras duas mulheres que demos para que fodesse.

Eles planejavam jogá-lo a mercê do Nova Espécie que dobrou aquelas barras. O doutor acreditava que ele não seria morto porque tinha o cheiro de Louis. As dicas terríveis continuavam se juntando em sua mente.

O doutor achava que, já que Louis estava atraído por ele, outro Nova Espécie também estaria. Ele não acreditava naquela teoria nem um pouquinho. Louis só ficou atraído por ele a princípio porque estava no cio. Não esteve até que passou um tempo com ele e decidiu que queria ficar junto. Eles se apaixonaram, mas por outro lado, ele foi liberto da Mercile, aprendeu que nem todos os humanos eram imbecis cruéis que achavam que os Novas Espécies não eram nada além de animais para se usar e ferir. Para o que estava sendo levado, provavelmente nunca conheceu qualquer tipo de bondade de um ser humano. Isso fez com que fechasse os olhos para lutar com as lágrimas.

Precisava lembrar de alguns fatos se quisesse sobreviver. Eles disseram que queriam transportar mais dez Novas Espécies e que eles viriam do Colorado, onde devia ficar a instalação ilegal. Acalmou-se levemente, forçando a mente a se concentrar naquela informação.

Louis tentaria encontrá-lo, ele não desistiria, e teriam que descobrir que aquele filho da mãe de advogado o levou. Não o viu, então talvez ele tentasse sair do estado. Talvez a polícia o capturasse e o fizesse dizer para onde ele havia sido levado. Ele se apegou àquele pedacinho de esperança. 

— Não durma. — Mike lhe ordenou. — Estamos quase lá.

Ele abriu os olhos e o fulminou com o olhar.

— Espero que apodreça no inferno.

Ele se inclinou para frente e fechou o punho.

— Quer uma prova do inferno?

— Não. — ordenou Pete da frente. — Você ouviu o que o doutor nos disse antes de ir embora. Não vamos machucar nem tocar nele a não ser que seja absolutamente necessário. Aposto que ele está morrendo de medo e está provocando você para matá-lo. Pode culpá-lo? — Ele riu. — Eu queria que alguém me matasse.

Mike abaixou o punho e voltou à posição que estava antes.

— É. Eu também iria querer morrer antes que um deles colocasse as mãos em mim. Malditos animais. Quer apostar se ele o mata ou não? Vinte pratas que ele vira torrada.

O motorista hesitou.

— Claro. Aceito a aposta. O doutor é muito inteligente e ele tem certeza que a fera vai fodê-lo assim que der uma cheirada nele. Chegamos.

— Ótimo. — Mike deu um sorriso sarcástico para Harry. — Estamos sob ordens de levá-lo diretamente para o 927. O doutor já está aqui, esperando.

A van parou uns minutos depois. Pete saiu e abriu a porta da traseira. Mike engatinhou até um pequeno armário e o abriu. Ele tirou um par de algemas presas a uma corrente de quase dois metros de comprimento. Olhou com raiva para Harry quando destrancou a jaula e abriu a porta.

— Coloque as mãos para fora.

— Vá para o inferno. — Ele abraçou a cintura, recusando-se a obedecer.

Mike o olhou com mais raiva ainda.

— Faça isso ou eu juro que vai sofrer.

Ele hesitou, sabia que ele se meteria em encrenca se o machucasse, mas acabou estendendo os braços no fim. Poderia lutar, mas perderia. De qualquer forma, eles iriam levá-lo aonde quer que quisessem, então ele poderia ir como estava ou sangrando.

Mike prendeu seus pulsos e jogou a corrente na direção de Pete, que a agarrou e a rodou em torno do pulso. Mike não tocou em Harry, com cuidado de não fazê-lo, quando destravou a corrente prendendo sua coleira à jaula.

— Mexa-se. — Pete ordenou.

Ele teve que se arrastar sentado até a abertura da van. Respirou o ar fresco e saiu. A coleira era pesada em sua garganta. Ele olhou em volta, mas viu apenas um prédio branco com cara de fábrica, com dois pisos. O estacionamento era pequeno e luzes brilhavam forte de cima, o que deixava o lugar tão claro como se fosse dia. Tudo que pôde avistar foram árvores, assegurando-o que o prédio desconhecido ficava em um local remoto.

— Vamos, sua vadia estúpida. — Pete puxou a corrente. As portas duplas de metal eram trancadas com uma fechadura eletrônica. Pete digitou cinco números, bloqueando a sua visão com o corpo para ter certeza que não pudesse ver. A porta apitou e os dois o levaram para dentro do lugar bem iluminado e enorme que parecia ser uma velha recepção.

Não precisava ser um gênio para saber que o prédio tinha sido abandonado quando avistou janelas quebradas na parte de trás da sala ou as camadas de teias de aranha e poeira que cobriam algumas mesas antigas que foram deixadas para trás. Tentou ver qualquer pista que lhe dissesse qual empresa era a dona do lugar, mas não havia nomes nem logotipos nas paredes. Eles o levaram por um corredor escuro com um monte de portas onde não dava para se ver nada que havia dentro e o cheiro de mofo assaltou seu nariz. Eles o deixaram no meio dos dois, segurando as correntes que garantiam que não poderia fugir.

Um rosnado assustador, embora fraco, veio de algum lugar mais à frente. Ele parou e quis sair correndo de lá. Os homens segurando as correntes puxaram com força, prendendo-o no lugar.
Mike riu.

— Ele está um pouco assustado.

— Quem diabos não estaria se tivesse um cérebro? Puxe-o pela frente que vou atrás. Tenho certeza que o doutor já está cansado de esperar.

O olhar de Harry se ajustou as luzes incandescentes quando entraram em outra seção enorme do prédio, provavelmente um depósito. Chão de concreto e paredes com pelo menos uns quinze metros o receberam. Uma parede foi erguida em algum momento para dividir o lugar em dois, mas não alcançava o teto. Luzes enormes de uns cinco metros cada foram colocadas em intervalos acima dele de um lado ao outro do lugar. Todas tinham sido acesas até que toda aquela claridade quase fez seus os olhos doerem.

— Finalmente chegaram. — o velho de óculos declarou, saindo do outro lado da parede que dividia o ambiente. Era o homem que Harry viu quando foi retirado do porta-malas. Agora tinha um rosto para o título. Seus olhos verdes gélidos varreram Harry e então se voltaram para os dois brutamontes que trabalhavam para ele.

— Já estava na hora. Ele está acordado, foi alimentado e eu dei mais dois quilos e meio de carne para ter certeza de que não esteja com fome. Ele não comeu tudo, mas acho que está satisfeito. Já garanti que não haja nada que o deixe irritado. Agora vamos ver se ele cruza com ele.

— Devíamos tirar a roupa dele antes de jogá-lo lá dentro? Seria mais um estímulo para que o fodesse.

— Não. — O doutor franziu o cenho para Mike. — Ele estava vivendo com um deles e eu assumo que as roupas têm o seu cheiro. Precisamos preservar o máximo possível na esperança de que o aceite. Só jogue ele lá dentro do modo como combinamos. Juntem-se a mim logo depois na sala de monitoramento. Não quero que ele o mate só por querer a satisfação de ter uma plateia para testemunhar as suas façanhas medonhas.

— Por favor. — Harry implorou em desespero. — Não façam isso.

Todos os três o ignoraram.

— Aqui vamos nós. — disse Pete, puxando as suas correntes para fazer com que entrasse pela abertura do outro lado da parede. — É melhor rezar para que ele cheire algo que goste em você. 

Mike riu.

— Vamos descobrir agora mesmo.


Notas Finais


Até o próx ♥


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