História Valiant ( Larry Stylinson ) - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Adaptação, Boyxboy, Gay, Harry Styles, Harry!bottom, Larry, Larry Stylinson, Louis Tomlinson, Louis!tops, Novas Espécies
Exibições 209
Palavras 1.229
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeeeeey amores

Desculpa não postar ontem, eu sai e cheguei muito tarde e estava cansada

Boa leitura ♥

Capítulo 24 - Capítulo 24


Um pouco do pânico de Harry diminuiu quando decidiu que o Nova Espécie provavelmente não mentiria para ele. Ele era grande o bastante para forçar a situação se quisesse estuprá-lo. A essa altura, já poderia ter lhe matado. O fato dele ainda respirar tinha que ser um ótimo sinal de que ele não era tão cruel quanto os seus sequestradores acreditavam ou que ele sentiu o cheiro de Louis nele e isso tinha algum significado para ele. Ele deixou que o levasse para a cama onde sentou na beira com cuidado.

O Nova Espécie se agachou na frente dele, os joelho bem abertos, colocando suas pernas entre as coxas. Ele parecia gostar de prender o seu corpo daquela maneira, ele notou, e não gostou como ele também tinha uma preferência por invadir o seu espaço pessoal. Estava perto demais para o seu conforto.

Os olhos dele procuraram os seus.

— Quantos?

— Não entendi.

— Quantos Novas Espécies foram soltos?

— Eu não sei o número exato, mas centenas.

Ele respirou algumas vezes, mas pareceu ficar com raiva outra vez.

— Quantas centenas?

Harry hesitou.

— Eu não sei. Os Novas Espécies não querem que o público saiba disso, é, humanos. Eu diria que uns trezentos deles vivem na Reserva. Também tem Homeland, uma antiga base militar enorme que foi dada a eles, e é outro lugar onde mais Novas Espécies vivem. Tem que haver algumas centenas lá também. Provavelmente mais.

— Me diga os números que você sabe.

— Eu não entendo. Acabei de dizer que não tenho certeza do número total deles.

Ele rosnou levemente. Apontou para si mesmo.

— 927. Quais são os números que você conhece? Qual era o número de Louis?

Ele entendeu.

— Não sei nenhum. Eles nunca usam os números dados pelas instalações de experimentos. Todos escolheram nomes quando foram soltos. Eu nunca quis perguntar a Louis qual era o dele quando ainda estava preso. Não quis que ficasse triste lembrando da vida que levava antes. 

Ele piscou.

— Eles escolhem os próprios nomes?

Ele assentiu.

— Sim. A maioria dos seus têm nomes como Justice e Breeze. — Ele pausou antes de listar os outros nomes que ouviu. — Tiger. Flame. Brass. Rider. Smiley. — Parou. — Me disseram que eles escolhem os nomes das coisas que amam ou de algo que tenha algum significado para eles. — Olhou-o nos olhos. — Eles teriam vindo tirar você daqui se soubessem da sua existência. — Sussurrou. — Eles não sabem sobre a instalação do Colorado. Acham que já encontraram todas e que já soltaram todo mundo.

Ele levantou de repente e deu as costas a ele. Harry estremeceu quando rosnou alto e começou a andar de um lado para o outro da cela. Ele recuou até suas costas encostarem nas grades. Abraçou o peito e levantou os joelhos, só observando o comportamento dele, em silêncio. Ele parecia agitado e com muita raiva. Tinha respondido suas perguntas, mas se arrependeu de ter falado a última parte. Talvez ele estivesse irado pelos outros terem sido encontrados e ele não.

— Louis não vai parar de me procurar. Isso que dizer que ele vai nos achar. Eu e você. Eles vão te libertar. — Ele disse em voz baixa, esperando que sua voz não chegasse aonde quer que o doutor e os seus dois capangas estivessem. — Nós realmente nos amamos e ele não vai desistir.

O Nova Espécie parou de andar para olhá-lo. Ele se aproximou lentamente e se agachou perto da cama. 

— Os técnicos vão levar você embora se eu não montá-lo logo. — Ele sussurrou as palavras.

Harry sacudiu a cabeça desesperadamente, com medo, e soube exatamente o que ele queria dizer. Sexo.

— Não.

— Vou ficar cheirando você e isso vai nos fazer ganhar tempo.

— O que isso quer dizer?

Ele de repente estendeu a mão e agarrou Harry pela panturrilha, deu um puxão forte, e sua outra mão agarrou o braço para virá-lo na cama, onde caiu de costas. Ele ofegou, mas tinha vários quilos de um musculoso Nova Espécie prendendo-o no lugar quando o corpo dele caiu por cima do seu.

Harry levantou os olhos para ele e choramingou, achando que estava o salvo, certo de que não fosse lhe machucar depois de terem conversado. O rosto dele estava a centímetros do seu e ele parecia totalmente sério. Ele abaixou o rosto e o enterrou em seu pescoço.

— Relaxe. Não vou machucá-lo. — ele disse bem baixinho em sua orelha. — Eles sempre escutam. Perto e baixo assim não conseguem ouvir. Não montarei você, mas preciso fazer com que acreditem que estou interessado. Eles o tirarão da minha cela se não for o caso e poderiam te matar se acharem que o experimento falhou. Você entende? 

— Sim. — ele disse baixo, lutou contra o medo, mas forçou os músculos tensos a relaxarem. — Eles têm microfones aqui na cela? — Ele manteve a voz tão baixa quanto à dele.

— Também assistem com câmeras, mas não as procure com os olhos. Eles irão suspeitar.

Ele se mexeu em cima dele, prendeu-o mais perto, cobrindo-o completamente com o corpo. Teve o cuidado de não esmagá-lo. Harry experimentou muito medo por se sentir tão pequeno, tão indefeso, e não tinha escolha a não ser confiar que ele não o machucaria. O homem era enorme, tinha cheiro de um sabão forte e de suor. Não era um cheiro ruim, mas era estranho.

Estava acostumado ao cheiro de Louis. Colocou as mãos no peito dele. A pele parecia tão quente quanto à de Louis, quase como se estivessem com febre, mas apenas tinham uma temperatura maior que a dos humanos. Resistiu à vontade de empurrá-lo, já sabendo que o esforço seria inútil.

Ele enterrou o rosto em seu pescoço outra vez, cheirou bem alto, provavelmente para ter efeito nos microfones, antes de voltar a falar baixinho.

— Louis virá mesmo atrás de você e não irá parar?

— Sim. — Harry não tinha dúvidas. — Todos eles virão. Digo, os Novas Espécies.

Um rosnado baixo saiu da boca dele.

— Farei o melhor para mantê-lo aqui. Eles o matarão se acreditarem que não farei o que querem montando você. Se eu não fizer isso você não terá valor para eles. Me levarão daqui de volta para onde lugar de onde vim, e considerarão o experimento de me fazerem procriar com outro humano um fracasso.

Harry fechou os olhos e lutou contra mais lágrimas. O homem colocou o rosto no seu pescoço e ajustou o quadril até se encaixar entre suas coxas. Medo e exaustão finalmente o dominaram. Quis chorar, aceitado um pouco de autopiedade por aquilo estar acontecendo com ele, e agarrou a pele dele, apenas para encontrar algum conforto.

— Fique aqui deitado comigo e descanse. Está o salvo de mim, pequenino dos olhos bonitos.

— Meu nome é Harry.

Ele inalou a pele do seu pescoço.

— É bom sentir o cheiro de outro da minha espécie em você.

— Não o deixam ver outros?

— Não.

Ele estava sozinho. Ele mexeu os braços e rodeou o pescoço dele. Ele não protestou contra o meio abraço que ele deu. Ele o tinha completamente preso debaixo do seu corpo enorme, mas ele não se sentia ameaçado.

Lá no fundo ele entendeu uma coisa. Ele estava só e também precisava abraçá-lo, provavelmente ansiava por aquele conforto tanto quanto ele. Fechou os olhos e relaxou. Sua mente instantaneamente vagou para Louis. Ele o encontraria, de algum modo. Tinha que encontrar. Um bocejo o surpreendeu e toda a adrenalina começou a se esvair de seu corpo.


Notas Finais


Até o próx ♥


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