História Valiant ( Larry Stylinson ) - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Adaptação, Boyxboy, Gay, Harry Styles, Harry!bottom, Larry, Larry Stylinson, Louis Tomlinson, Louis!tops, Novas Espécies
Exibições 235
Palavras 2.442
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heeeeeey amores

Desculpem os erros e boa leitura ♥

Capítulo 25 - Capítulo 25


Tiger fulminava Charlie Artzola com o olhar. O homem foi encontrado amarrado dentro do carro próximo à Reserva. Ele alegou ser inocente de ter levado Harry por vontade própria, mas Tiger não acreditava naquilo. O humano não tinha ideia do olfato que possuíam ou simplesmente achava que eram burros.

— Eu te disse. Estava no meu escritório e de repente esse homem entrou. Ele apontou uma arma para mim até que o Sr. Styles e o oficial chegarem. Não tive tempo de alertá-los antes que ele matasse o segurança. Fiquei horrorizado. Ele me forçou para fora com ele e explicou que se eu não passasse com eles pelos portões, estouraria os meus miolos. Estava tentando salvar a vida dele quando ele o empurrou no porta-malas, entrou lá com ele e me disse para fechá-lo. Eu sabia que ele o mataria se eu alertasse os oficiais do portão. Temia pela vida dela então fiz o que mandou.

Tiger rosnou e deu dois passos ameaçadores na direção do advogado. Nem sequer olhou para Justice para pedir permissão. Alcançou o humano e deu um tapa em sua cara com força.

— Está mentindo. — rosnou. — Farejamos seu escritório e seguimos a pista até o seu carro. Também farejamos seu carro. Só ele entrou no porta-malas. Não havia outro macho humano. Você o levou e você vai nos dizer onde o está mantendo refém. Para onde o levou?

O homem grunhiu de dor e lambeu o lábio ensanguentado onde havia cortado, próximo ao canto. Uma marca vermelha manchou sua pele pálida. O olhar arregalado de Charlie Artzola se fixou em Justice.

— Sabe que eu jamais mentiria para você. Trabalho para vocês há quase um ano. Sou confiável, e tudo que eu disse é verdade. Foi isso que aconteceu. Eu não tive escolha. O cara com a arma me disse para onde dirigir e foi isso que eu fiz. Talvez ele usasse algo que camuflasse o cheiro. Ele tinha mesmo roupas estilo militares e uma boina na cabeça. É por isso que provavelmente não sentiram o cheiro dele. Outro homem esperava no lugar onde me mandou ir e apontou outra arma para mim, me mandou abrir o porta-malas, e o amigo dele saiu. Eles levaram o Sr. Styles, me amarraram, e foram embora com ele. Fiquei lá esperando até que o seu pessoal me achasse. Juro Justice. Sou uma vítima tanto quanto aquele homem.

Justice levantou a mão devagar e afrouxou a gravata. Ele mantinha uma expressão calma nas feições. Puxou a gravata por cima da cabeça e começou a desabotoar os botões do paletó em seguida, um por um. Tirou o paletó e desabotoou a camisa branca. Também a tirou e ficou com o peito nu. Em seguida tirou o cinto enquanto chutava os sapatos para fora dos pés.

— O que está fazendo? — A voz do advogado tremia de medo. — Justice? Por que está tirando a roupa? 

Justice levantou o olhar e olhou para Charlie Artzola com ódio. 

— Esse é um terno de dois mil dólares. Não quero manchá-lo todo de sangue. Meu povo o encontrou porque nós colocamos rastreadores em todos os veículos, mas infelizmente não conseguimos a sua localização até que eles foram ativados. Não sabemos para onde o levou porque já havia parado onde estava quando percebemos que ele foi levado. Mas você sabia disso, já que foi você mesmo quem elaborou os contratos que nos permite que todos os empregados humanos concordem com a instalação desses aparelhos e você sabia que o seu carro seria encontrado. Devia ter desaparecido. Ao invés disso, você contou com a minha confiança e com a sua habilidade de mentir para protegê-lo da nossa fúria.

— Sinto muito por ter perdido um dos seus homens, mas não fui eu. É culpa daquele cara que me forçou a levar ele e o Sr. Styles para fora daqui. Eu não me amarrei sozinho. Vê? Isso é uma prova que eu não estou mentindo.

Justice dobrou as calças, agora vestido apenas com a cueca samba-canção preta. Ele se virou e passou toda a roupa dobrada para um dos oficiais Novas Espécies posicionado à porta.

— Por favor, leve-as para outra sala. Sangue respinga.

— Jesus Cristo! — gemeu Charlie Artzola. — O que está fazendo? Sou eu, Justice. Sou seu amigo. Sabe que jamais trairia seu povo. Jamais. Sei que estamos todos tristes com o sequestro do Sr. Styles, mas eu só o levei para fora daqui para evitar que eles estourassem a cabeça dele.

Justice se virou, rosnando.

— Amigos não sequestram um dos nossos homens e o entregam para o inimigo.

— Ele não é Nova Espécie. É um humano. Eu não faria isso com a sua gente e com certeza não faria com a minha.

— Ele é um de nós, não importa a sua genética. Fale Charlie. Fale agora ou eu farei com que desembuche. Ninguém que não é Nova Espécie sabe que estamos com você. Tem muito lugar na nossa Reserva para desovarmos seu corpo quando terminarmos. Vai nos dizer onde encontrar o homem se quiser viver. — Justice se aproximou, rugiu e mostrou os dentes. — Aprendemos o que é tortura por termos sido vítimas dela. Eu sou um protótipo de experiências, Charlie. Eles me machucaram muito e há milhares de maneiras de fazer com que grite e sangue sem precisar matá-lo. Você vai sofrer.

— Justice, eu juro. Havia outro homem e ele...

— Você não matou o meu oficial. — rosnou Justice. — Ele sobreviveu. Quem quer que seja a pessoa para qual trabalha, e estamos cientes disso já que alguém o amarrou e você tem ao menos um parceiro, ou é um idiota ou armou para que você morresse. Ele ou ela foi quem te deu a droga que usou em Flame? Era um sedativo muito forte, mas não o bastante para parar o coração dele. Ele vai acordar em breve, e quando o fizer, será capaz de nos dizer exatamente o que aconteceu quando escoltou o Sr. Styles para o seu escritório.

* * * * * 

Louis saiu dos braços de Brass, que o seguravam, tinha visto mais do que o suficiente pelos monitores, e queria rasgar o humano em pedaços para conseguir as respostas. Tinha dito a Justice que lhe daria uma chance, sabia que sua fúria era intensa demais naquele momento, mas aquilo estava levando tempo demais. Ele entrou na cela. A dor explodiu no caminho. Louis rosnou quando entrou como um raio na sala. Sua atenção presa ao homem amarrado à cadeira no canto. Louis jogou a cabeça para trás e rugiu para o humano que levou Harry.

— Jesus! — Charlie Artzola gritou, encarando Louis.

— Não o mate. — ordenou Justice em voz baixa. — Ele precisa nos contar para onde o levou e para quem. Ele tem um parceiro.

Louis rosnou, mostrou os dentes e seu corpo tremeu. Apertou as mãos em punhos.

— Eu entendo. Controlarei minha raiva, mas é difícil.

Justice limpou a garganta.

— Eu estava prestes a mostrar a ele quanta dor vai sentir para que nos dê a informação que precisamos.

— Permita-me esse prazer. — Louis rosnou. Abriu bem a boca, e os músculos se contraíram quando seu corpo ficou tenso na antecipação de tirar a verdade do humano no braço. Queria o seu sangue. — Farei com que nos conte tudo.

— Jesus Cristo. — gemeu o advogado. Ele se urinou e uma poça de xixi se formou na cadeira até escorrer pelas suas pernas. Seu olhar aterrorizado se moveu para Justice. — Não deixe que chegue perto de mim. Ele disse que ele arrancaria as minhas tripas e me faria comê-las.

Justice olhou para Louis com as sobrancelhas erguidas. Justice se virou de repente, ficando de costas para o advogado, para revelar seu sorriso exclusivamente para o Nova Espécie.

— Então ele disse o que Louis faria com você? — Ele rosnou as palavras. — Ele o alertou o que a traição iria te custar. — Dominando sua expressão, Justice voltou a encarar o prisioneiro. — Onde ele está? Para onde o levou? Para quem o entregou? Eu quero respostas ou Louis fará exatamente o que ele disse que ele faria. Iremos assisti-lo fazer sem levantar um dedo sequer para que pare. Sofrerá uma agonia incontável e levará horas para morrer.

— É muito doloroso. — rosnou Louis. Lambeu os lábios e mostrou os dentes afiados para provar o que dizia. — Carne é bem fácil de rasgar.

O advogado assentiu em desespero.

— Só me prometa que ele não vai tocar em mim. Eu quero viver.

Justice fez uma pausa.

— Você viverá se nos ajudar a trazê-lo de volta ainda vivo.

— Ele não tem intenção de matá-lo, mas não é minha culpa se o Nova Espécie para quem ele o levou acabar matando ele. — Charlie Artzola gaguejou rápido. — Ele queria entregá-lo para um de vocês. O homem para quem trabalho é o Dr. Adam Zenlelt. Ele trabalhou para as Indústrias Mercile e me abordou depois que consegui o emprego em Homeland. Ele me ofereceu muito dinheiro e eu precisava. Tenho uma ex-mulher e uma tonelada de cont...

Louis rosnou outra vez, se aproximou e seus dedos se curvaram em forma de garras.

Justice olhou para ele e depois para o advogado.

— Ele não está nem aí para o motivo que o levou a fazer isso. Pare de tentar justificar a sua traição e nos diga onde o homem está e mais sobre o humano que está com ele.

— Eu não sei muita coisa sobre ele. Queria o Sr. Styles porque eu lhe disse que um dos seus planejava casar com um homem humano. Ele me paga para contar esse tipo de coisa. Ele tem um Nova Espécie e está tentando fazer uns experimentos com ele, mas é do tipo insano que continua matando qualquer pessoa que é posta dentro da sua cela. Zenlelt gosta de ser chamado de "doutor". Ele percebeu que dois Novas Espécies não podem procriar e planeja testar com um de vocês e um humano para ver se ele pode engravidar. Zenlelt achou que já que um de vocês o fodeu, esse cara também o foderia. É por isso que ele precisava tanto dele e me pagou para que o levasse até ele. Ele vai prendê-lo numa jaula junto com aquela coisa para ver se ele vai fodê-lo ou matá-lo do jeito que matou as outras. Aquele Nova Espécie que ele tem é mesmo um animal, Justice. Eu o vi uma vez e ele não tem uma pitada sequer de humanidade dentro dele.

Louis se arremessou. Justice se moveu, o agarrou e o levou de volta à parede. Justice lutou, mas conseguiu contê-lo.

— Não o acharemos se matá-lo. — rosnou.

Louis fechou os olhos e assentiu. Justice soltou o macho maior. Ele virou para olhar com ódio para o humano em quem confiou erroneamente.

— Conte tudo o que sabe.

O advogado assentiu desesperadamente.

— Contarei. Eles tem uma casa que alugaram e foi lá onde os vi alguns dias atrás. Estavam com o Nova Espécie preso e sob o efeito de tranquilizantes, mas ele não estava dormindo completamente. Ele me matou de medo porque tem uns olhos frios e mortais. Do tipo assassino em série. Mandaram que o levasse para a casa, o que eu fiz. Zenlelt tem dois caras trabalhando para ele e eles o levaram para dentro. Existe outra locação, mas não sei onde fica, nem o lugar onde estão mantendo o Nova Espécie. Só sei que os ouvi dizer que iriam esperar até anoitecer para preparar o Nova Espécie para ele antes de o levarem até ele. Eles o chamam de 927 e às vezes de besta. — Charlie Artzola engoliu em seco. — Eu ouvi Zenlelt dizer que de todos os machos que tinha, aquele apresentou a maior quantidade de espermas. Eu não sei de onde o trouxeram nem onde Zenlelt opera normalmente, mas ele veio para cá procurando por um homem que havia transado com um Nova Espécie.

— Onde fica essa casa? — Justice se aproximou, os punhos fechados.

Charlie Artzola parou.

— Jura que não vai me matar nem deixar que ele me machuque? — Voltou o olhar para Louis, que estava contra a parede onde Justice o havia empurrado, antes de olhar outra vez para Justice. — Eu quero que jure pela vida dos Novas Espécies que sairei daqui andando vivo e inteiro se ajudar a encontrá-lo. 

— Eu não desonro a minha palavra. — rosnou Justice. — Sou um homem de honra. Juro que você não será morto e que não permitirei que Louis o tenha se ele ainda estiver vivo. Quanto a sair daqui andando, isso me recuso a prometer. Você traiu o meu povo, mas estou disposto a entregá-lo ao seu sistema de justiça. É bem mais gentil que o nosso.

O advogado deu o endereço da casa, mas parou de repente.

— Mas a essa altura ele não está mais lá. O sol estava se pondo quando os seus homens me acharam.

— Em que iriam transportá-lo? Você viu outro carro?

— Era uma van branca enorme sem janelas. Não tinha nada escrito e eu não olhei as placas. Aqueles não são caras com os quais vai querer dar uma de curioso. As duas portas traseiras também não tinham janelas. É tudo que posso te dizer.

— Não sabe para onde o levaram?

O homem hesitou por um segundo bem demorado.

— Não. Não sei.

Louis rugiu. Justice o fulminou com os olhos.

— Está mentindo outra vez. Você fede a desonra. Me diga para onde o levaram ou eu deixarei que ele te faça comer as tripas. — Olhou para o oficial na porta. — Tiger? Achou um bom lugar para enterrar os restos do humano se tivermos que matá-lo?

Tiger sorriu friamente.

— Claro. Bem dentro da Zona Selvagem. Nunca serão encontrados.

— Eu realmente não sei. — o advogado quase soluçava. — Só sei que fica perto da casa. Ontem passei informações para Zenlelt e um dos homens dele saiu para ir alimentar a besta. Ficou fora apenas por uns vinte minutos. Eu juro, Deus é minha testemunha, que isso é tudo o que sei.

Justice relaxou. Virou e encontrou o olhar de Louis.

— Vamos.

Do lado de for a da porta alguém passou para Justice um jeans e uma camiseta. Pediu que levassem roupas antes de entrar na sala. Acenou em obrigado quando aceitou a roupa e estudou Louis.

— Bem, estava vivo quando ele o deixou. Ele é forte, Louis. Ele ameaçou aquele homem a ponto dele sentir terror no segundo em que você entrou na sala. — Justice sorriu. — De onde ele tirou o arrancar as tripas?

Louis encolheu os ombros, preocupado e com raiva demais para achar graça naquilo.

— Eu não sei, mas essa é o meu Harry. Ele é inteligente. — Sua voz falhou.

Justice estendeu a mão e agarrou seu braço. 

— Vamos encontrá-lo.

Tiger assentiu.

— Vamos trazê-lo de volta, Louis. Os carros estão prontos. Vamos nessa.


Notas Finais


Até o próx ♥


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