História Vallkynor -Memórias perdidas no mar. - Capítulo 10


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Categorias Assassin's Creed, Mitologia Celta, O Hobbit, O Senhor dos Anéis (The Lord of the Rings)
Personagens Bilbo Bolseiro, Edward James Kenway, Elrond, Frodo Bolseiro, Galadriel, Gandalf, Gimli, Kili, Legolas, Mary Read (James Kidd), Meriadoc "Merry" Brandybuck, Peregrin "Pippin" Took, Personagens Originais, Thorin II (Escudo-de-Carvalho), Thranduil
Tags Aragorn, Assassin's Creed, Bilbo, Edward Kenway, Galadriel, Gandalf, Legolas, Malakai, Original, Piratas
Exibições 18
Palavras 3.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Trouxe o mais rápido que pude! Espero que gostem, boa leitura! <3

Capítulo 10 - Noite estressante...


Fanfic / Fanfiction Vallkynor -Memórias perdidas no mar. - Capítulo 10 - Noite estressante...

 

Graças aquela noite agitada, ninguém mais conseguiu dormir, mas estavam todos dispostos a continuar caminhando. Asuna não sentia nenhum pouco de cansaço mesmo tendo ficado a noite inteira acordada, talvez essa era a vantagem de ter o sangue de um ser da noite.

Do lugar em que estavam, a ruiva já podia sentir o “cheiro do mar” isso fez com que a mesma abrisse um grande sorriso, viveu muito tempo naquelas águas, mas nunca deixava de ficar animada, todos estavam conversando bastante para espantar o cansaço enquanto caminhavam... O sol já estava quase nascendo quando eles avistaram uma pequena taberna em frente ao mar, o cheiro da comida fazia os estômagos deles roncarem...  Gandalf respirou fundo e olhou para Gimli.

– Gimli, onde estão os pães élficos? – Perguntou olhando para ele preocupado já que os olhos do anão estavam arregalados, ele checou os bolsos e foi então que ele se lembrou do ataque no meio da noite.

– E- Estão na caverna... – Disse mas logo abaixou a cabeça.

– Nossa sorte é que tem um bom lugar para descansarmos bem ali! – Aragorn apontou para a Taberna.

– Tem certeza que é uma boa idéia? – Gandalf perguntou arqueando as sobrancelhas.

– Claro que sim, todos estamos exaustos, não conseguimos dormir e estamos sem comida pelo jeito... – Disse olhando para Gimli de relance.

Todos concordaram em comer na taberna e talvez descansarem um pouco, já que passaram horas e horas caminhando.

Adentraram a taberna, o som estava mais alto ainda, as garçonetes usavam roupas provocantes e algumas até estavam sentadas na mesa junto aos clientes conversando. Havia apenas uma mesa vazia, todos correram rapidamente para lá, já que mais um grupo acabara de chegar. Todos se acomodaram nas cadeiras de madeira e esperavam pelas atendentes anotarem os pedidos.

Légolas olhava para as garotas com um ar de reprovação, nunca vira roupas tão indecentes como aquelas, e para ele aquilo não era nem um pouco certo. A ruiva notou o olhar esquisito dele e deixou escapar um pequeno riso.

– Vão se acostumando... – Disse e começou a olhar aquele lugar, era um local bastante familiar. Sentia que aquele lugar era bastante importante e que guardava uma boa lembrança.

O grupo que chegara um pouco depois deles, se aproximaram de uma mesa ali perto, onde estava apenas dois rapazes. O “Líder” daquele grupo se aproximou devagar dos dois rapazes e então encarou um deles com seus olhos assustadoramente claros, os garotos engoliram em seco e apenas saíram da mesa em silêncio, e foram até o balcão pagar pela cerveja.  Todos na mesa junto com Asuna passaram a observar aqueles homens na mesa, Bilbo evitou olhar, não queria arranjar briga. Finalmente uma das atendentes foram até a mesa, nervosa por ter que sair do lado de um homem bonito que estava “interessado” nela.

–  O que vocês querem, hein? – Disse cruzando os braços e revirando os olhos enquanto mastigava a ponta de um palito de dente.

– Um pouco de respeito seria bom, e também uma doze de rum para mim... – Disse a ruiva cruzando os braços e relaxando os ombros  e encostando na cadeira.

A morena com bastante maquiagem bufou de raiva e então olhou para os outros rapazes, todos chamaram sua atenção mas Légolas foi a quem ela destinou uma piscadela sorrindo.

– Mais alguma coisa? – Ela perguntou com um tom de voz baixo, dessa vez.

– Acho que vou querer o mesmo que ela. – O loiro disse tentando ao máximo desviar o olhar.

– E o que tiver de melhor para comer! – Gimli disse e Bilbo concordou.

– Quanto maior a porção, melhor! – Bilbo comentou.

A morena assentiu positivamente e sorriu novamente para Légolas... O loiro observou ela ir com o mesmo olhar de reprovação, ele com certeza não estava acostumado com esse tipo de coisa, o que fez todos na mesa rirem um pouco.

– Do que vocês estão rindo? – Ele perguntou meio confuso.

– A sua cara estava engraçada. – Respondeu a ruiva e continuou a rir.

O que a mesma disse fora alto o suficiente para alguém da mesa ao lado ouvir, para o espanto de todos era justamente o líder daquele grupo... Ele passou a encarar a garota encapuzada que anteriormente ele poderia jurar que era um homem. Sua voz era realmente muito familiar, coçou a cicatriz em sua bochecha e continuou a observá-la discretamente. Mas logo tomou coragem e por um impulso levantou-se e se dirigiu até a mesa deles. Parou perto da moça e pigarreou como se não quisesse nada.

– Algum problema? – A garota perguntou sem ao menos olhar para cima.

– Ah, não... Nada! Você me parece muito familiar. Qual é o seu nome? – Perguntou arrumando o casaco.

– E quem pergunta? – Perguntou, não iria dizer seu nome, muito menos na frente deles. Todos eles olhavam curiosos para o rapaz e para a moça.

– Malakai ... – Disse simplesmente e logo aguardou a resposta da garota.

A mesma arregalou os olhos e quase caiu da cadeira ao olhar para cima.

– KAI?! – Disse ainda espantada. O jovem de cabelos longos e pretos se assustou, já que só havia uma pessoa que o chamava dessa forma: Asuna.

– A- Asuna?! – Ele perguntou também, logo puxou uma cadeira de alguém que ia se sentar mas logo caiu no chão, e se sentou junto a eles ignorando todos os da mesa ao lado.

Todos olharam espantados para Asuna, ela ficou até um pouco constrangida.

– Asuna?? – Se perguntou Gandalf – Não é possível! Asuna, a filha de Erudhir? – Perguntou para a ruiva.

– Pois é, surpresa! – Disse em um tom de brincadeira, mas aquilo era bem sério.

– Mas todos disseram que você estava morta, ou algo parecido... – Disse Aragorn confuso.

– Mentira! Eu não morri, meu pai apenas não foi homem o suficiente para dizer que ele mesmo não acreditou em mim e me expulsou de casa... – Ela disse de forma calma mas por dentro estava explodindo de raiva ao se lembrar daquela noite. Logo se sentiu livre para tirar o capuz, estava ficando quente ali. Todos encararam sua expressão séria mas Bilbo com um sorriso tomou a iniciativa.

– Não há notícias de sua família faz muito tempo... – Ele comentou e ela riu.

– Espero que estejam mortos! – Disse e deu um sorriso de canto para ele, ele ficou perplexo com o que ela disse.

– Por que diz isso, senhorita? – Ele perguntou incrédulo.

– Eles não significam mais nada para mim, não vejo motivos para me preocupar com eles.

Ele simplesmente assentiu com a cabeça e continuou quieto. A taberna estava bastante agitada e muitas pessoas estavam bêbadas, um dos clientes vomitou no colo da garçonete que  estava agarrada a ele, isso gerou alguns risos principalmente de Kai e Luzziel.

O pedido já havia chegado, então a ruiva pegou sua caneca e a entornou deixando somente metade da bebida. Légolas fez o mesmo, mas não restou nada, isso não era tão forte para o Elfo, porém deixou muitos boquiabertos.

A porta da taverna foi aberta com um chute enquanto alguns piratas entravam rindo como hienas e traziam com eles um homem com peruca cinza, era um mauricinho de saia que pela cor de seu uniforme pertencia a marinha britânica. Ele implorava pela com lágrimas no rosto, se fossem pessoas comuns que o mantiveram como refém o deixaria ir. Mas não eram, eram piratas sádicos que adoravam torturar pessoas por diversão.

Encostaram o homem em uma parede e colocaram uma maçã na cabeça do homem.

– E então, quem será o primeiro? –  Perguntou um homem loiro com um olho de vidro azul e o outro castanho, com roupas esfarrapadas e sujas de sangue. O homem olhou para todos com os braços abertos –  Quem acertar sem matá-lo, eu pagarei tudo o que pedir o dia inteiro. Caso contrário será usado como...

A ruiva ouviu isso e sorriu, sacou sua pistola e atingiu a maçã sem deixá-lo terminar a sua frase.  O loiro procurou por todos os lados com os olhos arregalados até avistar a ruiva com sua pistola assoprando a fumaça.  Ele se dirigiu até a mesa e Bilbo engoliu em seco enquanto os outros observavam tudo quietos enquanto comiam, Aragorn deixou uma de suas mão próxima a espada.

O homem com olhos de vidro procurou por todos os lados tentado achar mais alguém com uma pistola e então olhou na direção de Malakai que deu um sorriso de canto arqueando as sobrancelhas como um “Agora vai ter que pagar!”, ele continuava incrédulo, a mesa estava distante a maçã era pequena.

– E então, senhorita... – Engoliu em seco – O que você irá querer?

– Dois barris de rum, do maior que tiver! – Ela disse encarando ele com um sorriso sarcástico no rosto.

Ele assentiu e engoliu seco. Estava com muita raiva, ela não poderia fazer isso daquela distância e sem olhar... Mas ele resolveu ficar quieto e lhe trazer os barris e então se sentou na mesa junto com os outros rapazes que olhavam para ele com expressões de raiva.

A ruiva pegou os dois barris que mais cedo precisara de duas pessoas para carregar cada e entregou um para a mesa de Kai e colocou um sobre a dela.

– Acho que vai sobrar um pouco... – Ela disse pensativa enquanto enchia o seu copo, ela então fez aparecer mais copos na mesa, como ela fez isso? Ninguém sabe, porém não disseram nada, somente Malakai ficara espantado. Todos se serviram com o rum.

Na mesa em que o loiro e os demais se encontravam, estavam um pouco tenso mas logo um rapaz de cabelos castanhos claros se manifestou.

– Dodd, o que você está fazendo?! Estamos em uma missão, as ordens do lorde foram claras! – Disse o rapaz o mais baixo que pôde.

– Eu sei, Cale. Você por acaso não reparou nela, não é mesmo? Os olhos! É ela que estamos procurando...

Cale arregalou os olhos, bastante impressionado.

– Então você vai dar dois barris de rum para ela por quê? Achou ela bonita? – Disse um outro rapaz da mesa tirando sarro de Dodd.

– Cale a boca, Feck! Em algum desses barris eu coloquei algo especial que a fará dormir por um bom tempo... – Ele sorriu vitorioso.

– E como você sabe que ela irá beber desse barril? – Perguntou Cale.

– Eu o marquei... E é aquele ali! – Ele disse apontando para o tal barril que estava na mesa da garota.  Todos na mesa riram, e voltaram a beber.

O tempo voou, todos estavam conversando e nem se deram conta de que já era noite, quando eles chegaram era manhã... Muitos estavam preocupados, porém cansados, cansados demais!

– Pelo que me disseram, para chegar nessa ilha Ônix, vocês precisam de um navio... Vocês têm uma grande sorte, já que eu e Asuna somos grandes amigos. Eu levo vocês até a ilha... – Disse Malakai calmo mas logo em seguida bocejou. – Podemos passar a noite lá, confiem em mim, é muito melhor no meu navio do que na praia ou nos quartos que essa taverna aluga...

– Como você sabe disso? – Perguntou Asuno em um tom brincalhão, ele não respondeu, porém ficou um pouco vermelho e a garota riu – É uma oferta muito gentil, mas...

– Mas?

– Não sei se todos concordam. – Ela disse olhando para todos na mesa.

– Vamos aceitar, não temos nada a perder, estamos cansados e precisamos de um lugar bom para dormir. Muito obrigado Malakai. – Disse Aragorn, finalizando levantando o copo e dando a última golada.

– Ótimo, então eu levo os barris até o seu navio, você fica com eles! – Ela disse pegando mais um pouco do Rum e logo notando que aquele estava vazio. – Ops! Acho que ficará com apenas um, porém você ajudou a esvaziar esse.

– É justo! – Ele sorriu olhando para os olhos dela, algo que ele tinha o costume de fazer. – Vamos? – Ele perguntou.

Todos assentiram sonolentos e então saíram da Taberna, a ruiva deixou na mesa algumas moedas para pagar a comida e as canecas de rum que havia pedido mais cedo.

Todos se dirigiram para fora da taberna. Logo puderam avistar um grande navio onde todos embarcaram, o convés era gigante, tinha espaço para o dobro da tripulação de Kai, alguns estavam alterados demais para continuar então resolveram apenas dormir para continuar de manhã.

Eles precisaram dormir no convés, perto do mar, caso alguém vomitasse iria limpar da forma mais criativa possível, isso era regra da tripulação.

Todos, inclusive Kai dormiram como pedras no convés. Havia um rapaz que todos chamavam de Dyrk era responsável por cuidar da tripulação aquela noite, já que ele não estava alterado pelo álcool.

 Dyrk caminhava aos arredores, pensativo. Foi quando avistou uma sombra próximo ao navio, ele tentou se aproximar sem chamar atenção mas não foi possível, ele foi pego antes que pudesse se mover e fora atingido na cabeça desmaiando em seguida. Dodd e Cale se aproximaram do navio e se entreolharam. Cale foi primeiro depois de uma pequena discussão que tiveram ali mesmo, se aproximou da moça que estava um pouco afastada dos demais, isso foi bom para eles já que puderam carregá-la sem esbarrar nos outros que estava ali.

Ele a pegou no colo e tentou ir o mais rápido que podia para fora do navio, mas logo ouviu o barulho de pistola atrás dele, Cale suava frio mas mesmo assim olhou para trás.

– Vai a algum lugar, parceiro? – Kai disse com um sorriso no rosto – Por sorte eu não bebi tanto quanto eles... – Ele disse se levantando, porém ainda estava tonto. – Solte-a! – Disse sério e mirando a arma para o Cale.

O jovem fingiu soltá-la fazendo Kai abaixar a arma, porém ele correu assim que o mesmo guardou a pistola, o moreno correu na direção de Cale, acordando alguns de seus tripulantes. Infelizmente Kai não pôde alcançá-lo mas viu o navio, navio velho com velas brancas e imundas... Mesmo cansado ele correu um pouco mais, sacou sua pistola e acertou a perda de Dodd, os infelizes se foram, deixando o loiro para trás. Kai chutou seu rosto fazendo-o desacordar na hora. Se dirigiu até o convés de seu navio onde alguns de seus tripulantes estavam confusos e sonolentos. Dyrk chegou no convés com uma ferida em sua cabeça e tonto. Jax, tinha um conhecimento básico da medicina moderna e então o ajudou.

Malakai estava furioso, dirigiu-se até o timão.

– LEVANTAR ÂNCORA! – Ele gritou e logo os rapazes obedeceram.

Seu grito foi tão alto que acordou Aragorn que dormia, ele acordou os demais e então foi em direção a Malakai.

– O que está acontecendo aqui?! Não era para partirmos amanhã de manhã? – Ele perguntou confuso.

– Mudanças de planos, parceiro! Asuna foi capturada por aqueles piratas imundos! – Ele disse cerrando o punho.

– Ahn?! Senhorita Kenway f-foi capturada? – Bilbo não pôde deixar de ouvir, assim que disse aquilo, despertou a curiosidade de todos.

– Como isso aconteceu bem debaixo do meu nariz?! – Gandalf se culpava.

– Não é sua culpa, Gandalf. Tinha algo no rum que nos fez dormir enquanto eles a levaram... – Kai falava olhando para o oceano.  

– E agora, como saberemos para onde ela foi? – Perguntou Légolas.

– Eu peguei um deles, está ali, desmaiado! – Disse apontando para Dodd.

O navio já estava andando, o vento faziam as ondas quebrarem no casco do navio, quando chegou a hora certa ele gritou.

– IÇAR VELAS! – Seus tripulantes obedeceram sua ordem, fazendo o navio ir mais rápido.  Kai olhava para todos os lados, a procura do maldito navio. – Droga! – Ele socou o mastro.

Légolas se aproximou dele calmamente.

– Como é o navio? – Perguntou.

– Por que a pergunta, você não vai conseguir enxergar! – Ele disse olhando Légolas d

– Confie em mim...

– É um navio pequeno com velas brancas e sujas...

O elfo continuou quieto, olhando para o oceano, logo fixou em um pequeno navio que não estava muito longe deles.

– Acho que é aquele! – Apontou para o navio, o moreno pegou a luneta e então viu que estavam seguindo a direção certa.

– Uau... Obrigado! – Ele estendeu a mão – Acho que não fomos apresentados, sou Malakai Lamoth, prazer.

– Sou Légolas, o prazer é todo meu.

Logo voltaram a atenção ao navio que estava próximo.

– Eandro, poderia assumir o timão? – Perguntou para o homem que estava ao lado dele observando o navio também.

– Mas é claro! – Ele disse já colocando as mãos no timão impedindo que o mesmo perdesse o controle, Kai o entregou a luneta. – Por favor, não o perca!

Eandro assentiu positivamente, ele estava sério e também foi um dos que não bebeu tanto, ele estava em boas condições.

Malakai se dirigiu para onde Dodd estava e então o amarrou no mastro de ponta cabeça e jogou água no infeliz.

– O QUE, O QUE ESTÁ ACONTECENDO?! ME TIREM DAQUI, EU FIZ TUDO CERTO O LORDE NÃO IRÁ NOS PUNIR!! – Gritou desesperado, o rapaz pensava que estava com sua tripulação, mas logo se calou ao ver que o navio e os rapazes eram direferentes.

– Que lorde é esse? Por que pegaram a Asuna?! – Ele perguntou com uma faca próximo ao pescoço do homem que já estava desesperado.

– Eu até falaria, mas não vai dar não... – Ele disse e deu uma risada doentia – Quer me matar? Vai em frente, isso é carinho comparado ao que meu lorde faria comigo se descobrisse.

– Vamos fazer assim... – O moreno disse se agachando para ficar próximo ao rosto dele. – Você me diz e eu te dou uma morte rápida, aliás, você vai morrer de qualquer jeito...

– Tudo bem, tudo bem! – Ele dizia engolindo seco.

– Agora me diga: Quem é o seu lorde e o que ele quer com a Asuna?

– Ele se chama Cloud... – Ele sorriu de orelha a orelha – Ele vai pegar os poderes daquela vadia e depois vai matar ela l-e-n-t-a-m-e-n-t-e... – Ele ria cada vez mais até que Malakai deslizou a faca pelo seu pescoço cortando sua garganta fazendo-o sufocar com o próprio sangue a agonizar de dor. Ele o desamarrou fazendo-o cair no chão ainda vivo sem poder dizer nada, então o atirou ao mar. E apenas assistiu ao espetáculo, o sangue se espalhou chamando a atenção de tubarões próximos.

– Espere, ele disse Cloud? – Légolas perguntou olhando de relance para o rapaz ao mar sendo devorado.

– Pobrezinho, nem perguntei o nome dele! – Kai disse para si mesmo rindo e então voltou sua atenção para Légolas – Disse, Por quê? Você conhece? – Perguntou arqueando apenas uma sobrancelha.

– Todos nós sabemos quem é... – Aragorn disse se aproximando – Ele é um dos irmãos gêmeos de Asuna...


Notas Finais


E aí, o que acharam? e-e
Gostaram? Odiaram? Comentem o que achou, isso é muito importante! E não se esqueça de favoritar a fic caso não tenha favoritado! Beijos, até o próximo capítulo! <3


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