História Valores - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Topp Dogg
Personagens B-Joo, Hansol, Hojoon, Jenissi, P-Goon, Xero
Tags B-joo, Boys Love, Cute, Drama, Hanjoo, Hansol, Hard, Jenissi, Lemon, Lemon Hard, P-goon, Rape, Romance, Shotacon, Topp Dogg, Tragedia, Xenissi, Xero, Yaoi, Yaoi Hard
Visualizações 43
Palavras 915
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


V-o-l-t-e-i :3

Capítulo 5 - Leave Me Alone


Fanfic / Fanfiction Valores - Capítulo 5 - Leave Me Alone

  BYUNGJOO

Qual foi a pior sensação que você já teve?

Alguma vez já viu as coisas desmoronarem bem na sua frente, sem que pudesse fazer nada para impedir?

É exatamente assim que me sinto agora...

Quando eu entrava na casa de Jiho, era recebido com os melhores abraços. A animação com que Sollie me recebia, fazia com que meu dia finalmente parecesse valer a pena.

É estranho isso parecer algo tão... Distante. É como se fosse apenas uma lembrança.

É difícil tirar uma única palavra dele. Quase sempre ele parece nem mesmo escutar o que foi falado.

Jiho não está tão diferente dele. Parece estar sempre distraído, olhando para o celular como se esperasse alguma coisa vinda de lá. Ele se recusa a tocar no assunto. Apenas disse que estava fazendo perguntas, procurando saber tudo que precisava sobre Sehyuk. É uma pena as pessoas saberem tão pouco dele.

Jenissi é o único que fala comigo sobre isso. Ele é o único que sabe tudo que aconteceu.

Tudo ainda parece ser um sonho, como se a qualquer momento eu fosse acordar e ver novamente aquele sorriso maravilhoso todas às vezes que chegava lá.

Eu parei novamente em frente a porta. É tão estranho. Isso sempre era a melhor parte do meu dia e, agora, eu fico um bom tempo parado aqui, me preparando antes de entrar.

Faz dois dias que aquilo aconteceu. Jiho concordou em me deixar ficar aqui, junto a Jenissi, para cuidar das coisas.

Tudo estava em pleno silêncio quando entrei. Jenissi dobrava algumas roupas e Jiho estava cozinhando, como uma plena rotina.

– Ele ainda não saiu do quarto?– perguntei baixo esperando a resposta de um dos dois.

Jenissi respondeu, mas não desviou seu olhar para mim, nem mesmo por um segundo.

– Ele saiu para tomar banho. Eu o ajudei e depois ele voltou para o quarto, sem dizer nem mesmo uma única palavra.–

– Eu trouxe algo para ele. Preciso ve-lo.–

– Eu não recomendo ir até lá... Acredito que ele queira ficar sozinho.–

Sinceramente, ficar sozinho é a última coisa que ele precisava. Mesmo que demonstrasse isso, ele precisava de companhia.

Eu nem mesmo me dei ao trabalho de responder. Apenas me virei, seguindo até às escadas, com a sacola em mãos.

Cada degrau parecia ser mais difícil. Era estranha a maneira como a cada degrau, o clima ficava cada vez mais pesado. É algo difícil de explicar.

A porta do quarto... Aquela simples porta... Era como se aquilo fosse uma barreira.

Eu a abri apenas o suficiente para que pudesse passar.

As janelas se mantinham fechadas. No quarto não entrava nenhum único feixe de luz, a única iluminação entrou apenas quando a porta foi aberta.

A sensação que tive quando entrei alí, foi uma das piores. Parecia que eu estava sendo sufocado em meio aquele clima esmagador.

O silêncio nunca pareceu tão incomodante. Aquele silêncio que mais me parecia um grito por ajuda.

Eu me sentei na beira da cama, levando minha destra até o rosto do garoto, usando meu polegar para acariciar sua bochecha.

Nada me doeu tanto, como quando ele afastou seu rosto, se virando para o outro lado. Ele não queria que ninguém o tocasse.

– Ei, eu... Trouxe algo para você.–

Eu abri a sacola que tinha em mãos, retirando de dentro dela uma caixa com chocolates. Ele sempre amou chocolate.

Infelizmente, ele nem mesmo se deu ao trabalho de olhar o que era. Apenas respondeu, em tom quase inaudível.

– Eu não quero. Me deixe sozinho.–

Eu não ia abandona-lo. Não, em uma situação como essa.

Me deitei ao lado dele na cama. Eu respeitava o fato dele não querer ser tocado, então cruzei os braços, tentando não encostar nele. Eu apenas queria que ele soubesse que eu estava lá.

Ele me olhou brevemente por cima dos ombros, suspirou fundo e, finalmente, seu virou para mim. Não precisou de muito para que eu entendesse o recado. Abracei-o com força, deixando que ele encostasse a cabeça em meu ombro.

Foi em meio ao choro que ele se dirigiu a mim, sem me soltar por nem um segundo.

– Por quê eu? Por quê o Jiho não estava aqui?–

O que você diria em uma situação dessa? Eu não sabia o que responder... Minha única vontade era aperta-lo entre meus braços e impedir que qualquer um o tocasse.

– Isso não vai mais acontecer. Eu vou te proteger e ninguém nunca mais vai te machucar... Eu prometo.–

Meu celular apitou, alertando que havia chegado uma mensagem. Resolvi abrir, para o caso de ser alguma emergência de Jiho.

Estranhamente, era apenas um vídeo. O contato estava como privado.

Eu simplesmente não consegui fazer nada quando o vídeo abriu. Me senti, novamente, totalmente impotente.

O celular estava com o volume alto, então logo que o vídeo abriu, pôde ser ouvido claramente do que se tratava.

O garoto se levantou, assustado, tentando tomar o celular de minhas mãos.

Aquelas coisas horríveis... Sehyuk não estava blefando quando disse que realmente havia gravado tudo que fez.

O garoto finalmente conseguiu pegar o celular, segurando-o com força. Ele chorava desesperadamente, sem tirar os olhos da tela por nem mesmo um segundo.

Foi com certa dificuldade que consegui retirar o celular das mãos dele e passando meus braços em torno de seu corpo, o abracei com força, dizendo a única coisa que se passou pela minha cabeça.

– Isso não vai ficar assim. Eu juro.–

Não foi uma promessa em vão... Aquilo não ficaria por isso mesmo e eu iria garantir isso.


Notas Finais


Mds... Eu fico com dó desse Hansol.
Scrr, preciso fazer um final felizinho pra ele... Ou não :3
Bjinhos da asm


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