História Vamos fazer coisas erradas - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Incesto, Irmão × Irmão, Jikook, Jk!top, Jm!bottom
Visualizações 87
Palavras 1.707
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá!
Tudo bom? Espero mesmo que sim ^^

Bem, é a primeira vez que escrevo Incesto, e bem, espero que não decepcione ninguém!
Espero que gostem, e comentem o que acharam, isso é TÃO importante kkkkkk


PS. desculpem os erros, eu corrigi, mas pode sempre escapar algum erro ^^'

Capítulo 1 - I - Por que você fez isso, Jimin?


Fanfic / Fanfiction Vamos fazer coisas erradas - Capítulo 1 - I - Por que você fez isso, Jimin?

I - Por que você fez isso, Jimin?

Nós éramos novos, não sabíamos o significado daquelas palavras tão pesadas.

- Gukkie, eu te amo!

- Eu também Jimin hyung.

Nós éramos novos, não sabíamos o significado daqueles gestos tão pecaminosos, mas no entanto, tão bons.

- Papai e mamãe se beijam porque se amam. Nós também podemos porque nos amamos hyung.

Mas quando nós crescemos, nós simplesmente ignoramos o fato de já sabermos o peso daqueles gestos e falas.

Nós nos amávamos, e isso era tudo o que nos importava.

Apenas com os meus quatorze anos, eu sabia que tudo o que nós fazíamos não era errado, mas Jimin, ele sempre tinha medo de tudo. Tinha medo do nosso amor.

Mesmo sendo irmão de sangue, eu sempre amei o moreno de outra forma. Eu olhava para ele de outra forma. Eu queria beijá-lo, tocá-lo, abraçá-lo. E acima de tudo, a palavra “irmão” me irritava profundamente. Doía saber que não importa o quê, nós continuamos irmãos,no entanto, eu tentava ignorar isso, e apenas aproveitar o Jimin, aproveitar os nossos sentimentos puros.

- Hyung! Venha aqui por favor! - pedi gritando. Como eu estava no meu quarto, poderia ser difícil para o mais velho ouvir.

Após alguns momentos, o mais velho apareceu sorridente na batente da porta.

- Sim? Precisa de alguma coisa Gukkie? - perguntou o moreno. O seu sorriso era tão grande que de certa forma quase tornava impossível visualizar os seus olhos pequenos. que por causa do gesto, desapareciam entre as bochechas redondas.

- Preciso sim. Preciso de um beijinho seu hyung. - fiz um pequeno bico com os lábios, recebendo em troca um olhar doce do mais baixo.

Em passos pequenos e discretos o mais velho veio em minha direção, sem nunca tirar o sorriso grande dos seus lábios volumosos.

- Você é um preguiçoso Jeongguk. Por que não veio você para o meu quarto, huh? - sussurrou, quando o seu rosto estava já próximo do meu.

- Você é muito fofo hyung. - agarrei com força um dos seus braços, obrigando assim, que o seu corpo não muito forte caísse em cima da minha cama. e em meio a risadas, beijem a sua bochecha rosada. - Muito, muito fofo.

- Crianças! - ouvimos a voz da nossa mãe chamar, e nem tivemos tempo, quando a mais alta abriu a porta do meu quarto de supetão - Aqui estão vocês! O que andam fazendo pequenos?

- N-nós estávamos brincando mãe. - rapidamente Jimin respondeu, saindo de cima da minha cama, ficando parado quieto observando o olhar tranquilo da morena baixa.

- Não acham que estão grandes demais para isso? - retrucou, sorrindo abertamente.

- Não é a mãe que está sempre nos chamando de pequenos? - também me levantei da cama, abraçando a cintura do moreno, que apenas engoliu em seco.

- Verdade Gukkie. - riu - Bem, eu vim aqui avisar que teremos visitas daqui a pouco. Taehyung vai estar aqui também. Por favor se comportem e venham cumprimentar as visitas quando elas vierem.

Depois de tais palavras, a progenitora saiu do quarto, nos deixando a sós.

- Está louco Jeongguk?! E se ela nos visse? - sussurrou um pouco alto demais, levemente bravo.

- Calma. Ninguém nos viu hyung. - sorri de forma a acalmar o moreno. Me aproximei ainda mais do seu corpo um pouco maior que o meu, já que o garoto era mais velho que eu.

As minhas mãos subirem em direção do seu pescoço, agarrando carinhosamente o seu rosto, beijado em seguida a ponta do seu nariz, bochechas, testas e finalmente selando levemente os seus lábios.

- Está tudo bem Jiminnie. Eu irei protegê-lo de tudo e todos, então não se preocupe, okay? - o garoto assentiu, fechando os pequenos olhos.

 

(...)

 

- Então isso quer dizer que o Taehyung-ssi está namorando um garoto? - perguntou meu pai. Mas ao contrário do que todos os convidados pensavam, o mais Park mais velho não ficou ofendido ou sentiu repulsa. A nossa família não era contra relacionamentos homossexuias, e até memo apoiava abertamente.

- S-sim. - murmurou o Kim.

- E quem é o felizardo? - minha mãe perguntou, sorrindo para o acastanhado. O mesmo quando notou a serenidade nos meus pais, relaxou na cadeira confortável em que estava sentado ao jantar.

- Hoseok, Jung Hoseok. - apresentou - O garoto da rua ao lado.

- Eu não sabia que o filho da senhora Jung era homossexual. Ela nunca me disse nada. - a senhora Park sussurrou - Mas bem, se vocês estão felizes, eu também estou, afinal, você é como um filho para mim Tae.

A minha mãe sempre gostou muito do Taehyung, e bem, desde que eu me conheço como gente, eu sempre conheci o Kim, afinal ele é o melhor amigo do meu irmão desde bebês. O acastanhado estava sempre sempre daqui, e mesmo que por vezes eu me importasse com a aproximação do garoto com o meu hyung, eu aprendi a ignorá-lo. Porém, quando soube da notícia de namoro do Taehyung, eu fiquei muito, muito feliz.

Acho que acima de tudo, ele também é um grande amigo meu.

- Está vendo Jimin? Taehyung está namorando, quando você trará a sua namorada para um jantar? Já está na hora de você namorar também!  - mãe riu, mas mesmo a feição engraçada, as suas palavras tinham uma pitada de seriedade.

Senti uma mão na minha coxa, e quando olhei para baixo, vi a mãozinha pequena do Jimin.

Sem pensar duas vezes, coloquei a minha mão em cima da sua, sentindo a mesma estremecer um pouco.

Nós não podíamos ouvir aquelas palavras da nossa mãe. Não podíamos ver o sorriso feliz da nossa mãe ao dizermos que nos amávamos e que estávamos juntos, ou receber o orgulho do nosso pai ao saber que estamos felizes juntos. Eles poderiam apoiar homossexuais, mas nunca seriam tão abertos a relacionamentos entre irmãos, porém, eu nunca poderia dizê-lo a Jimin. O mais velho era mais sensível que eu, mais ingênuo e até mesmo inocente, então ouvir aquilo poderia muito bem machucá-lo imenso.

 

(...)

 

- Jeongguk?! O que você está fazendo aqui? Vá para o seu quarto, criança! - o moreno murmurou muito alto.

Estava de noite, e eu tinha certeza que mais ninguém estava acordado a essa hora, então, silenciosamente fui em direção do quarto do meu irmão.

Eu odiava dormir sozinho, era muito melhor estar encostado ao corpo quentinho do meu irmão, dormindo agarrado a ele.

- Eu não sou mais uma criança hyung. - sorri, abraçando o seu braço, debaixo dos cobertores quentes e fofos.

- Tem a certeza? - Jimin agarrou as minhas bochechas, apertando elas com força.

- Hyung! - reclamei.

- Você é sim uma criança Gukkie. O meu bebê. - sorriu docemente, me abraçando fortemente - Eu te amo tanto Jeongguk. Me desculpe por ter medo por vezes, por não ser eu a abraçar você, por eu ser um medroso que não consegue lutar por você.

- Não fique assim hyung! Eu que sou o protetor aqui. - brinquei, mesmo o mais velho estar quase chorando - Você é muito importante, e eu não importo com nada disso. Eu sei que você tem medo do que os nossos pais pensem, eu compreendo e não faz mal. Eu te amo, e para mim isso nunca será errado. Nunca.

- Jeongguk… - murmurou envergonhado, sorrindo brevemente.

O seu rosto se aproximou do meu, colando levemente os seus lábios. Eu amava aquele tipo de contato, era leve, doce, mas acima de tudo, cheio de sentimentos completamente puros, sem desejo. Eu o amava tanto.

Senti a sua mão subir pelas minhas costas debaixo da minha camiseta, acariciando a minha pele quente.

- H-hyung… - selei a sua bochecha. Tudo o que recebi em troca foi um olhar intenso do mais velho, que nada disse.

As suas mãos começaram a retirar a peça de roupa clara, até que me encontrei sem ela.

- Jimin, o que você… - antes que pudesse falar, a sua boca volumosa tocou na minha rapidamente, beijando-me de forma a me silenciar.

Quando dei por mim, estava com o corpo do maior debaixo de mim, enquanto o mesmo selava levemente o meu pescoço. Aquilo fazia cócegas, então eu controlava-me para não rir.

- H-hyung, pare… - pedi um pouco mais alto.

- Shh Jeongguk. - sussurrou.

Mais um beijo se iniciou entre nós, desta vez um pouco mais violento. Todos os meus beijos foram apenas com Jimin, foi ele que me ensinou a beijar, entre outras coisas.

O beijo rapidamente se tornou algo mais forte e intenso, e as unhas de Jimin passeavam pelos meus ombros mais fortemente.

O quarto estava se tornando cada vez mais quente, e eu ofegava baixinho, murmurando para que o mais velho parasse antes que os pais ouvissem. Porém, eu ainda assim queria tudo aquilo, então não conseguia colocar um final.

- Ahn Jimin…

- Park Jimin e Park Jeongguk! O que vocês estão fazendo?

A nossa mãe entrou no quarto, fitando a nossa cena na cama com repulsa. As luzes foram acesas, e assim era possível avistar a cara de desgosto que a mais velha possuía.

- Park Jeongguk saía de cima do Jimin! - berrou, me agarrando pelo cabelo, retirando o meu corpo brutalmente de cima do moreno, que não conseguia fazer nada.

Jimin ficou estático nos observando, sem dizer nada, nem mesmo quando a nossa mãe começou a me bater. As suas mãos estavam machucando o meu rosto, e mesmo assim, ele não fazia nada.

A matriarca apenas parou quando o Park mais velho veio ver o que se passava.

- Essa vadia estava tentando fuder com o Jimin, JunSeok! - gritou a mulher.

- M-mãe… - tentei me explicar, mas tudo o que recebi foi um olhar acusador do homem mais alto - Pai eu…

- O que vocês estavam fazendo? - perguntou friamente, agarrando a cintura da mulher alterada.

- N-nós… - a minha voz foi abafada pela voz de Jimin, que se levantou e se aproximou dos nossos pais.

- Ele começou a fazer coisas estranhas comigo, eu tentei pará-lo, mas ele disse que se eu gritasse, ele faria coisas piores.

Jimin hyung… Por que você fez isso?

 


Notas Finais


Quem acha que o Jimin é 1 vacilão levanta a mão KKKKKKKKK pséééé
Pesado

Se quiserem que eu continue comentem aí, alex não vai ficar triste não!
Obrigada a quem leu até aqui, 1bjão!
Tchau tchau <3333


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