História Vamos Nos Permitir - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Tags Bonnie, Bublline, Fbi, Glob, Glock, Gumball, Hora De Aventura, Marceline, Marshall, Policia, Yaoi, Yiuri
Exibições 35
Palavras 1.191
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie, me desculpem pela demora... Mas está meio complicado atualizar, pq é técnico é ENEM, estuda pra isso pra quilo e é apresentação e faz slide e refaz slide e tem que montar evento e fazer isso lavar a louça, comer e tomar banho e blá blá blá.... OIAaaa... E meio Punk ViVeR!!
Mass bora la né... Segue o Anexo 😉

Capítulo 27 - Ok


Fanfic / Fanfiction Vamos Nos Permitir - Capítulo 27 - Ok

POV’S Bonnie – ON


Meu mundo veio abaixo, meu 

coração se rompeu em um estalo, aqueles fantasmas voltaria a me assombra 

novamente e de uma maneira trevosa sem pudor algum.

C. Huffman – Pense bem Srta. Bonnibel.

Apenas assenti com a cabeça, o homem negro de porte físico grande se levantou e deixou a sala, uma policial adentrou o cômodo para me libera, me entregou minha arma e um distintivo da polícia de New City que eu nunca tive, até o momento, assinei uma pequena papelada e segui rumo a saída.

Era outono,o sol queimou superficialmente minha pele, o vento soprou, as folhagens de algumas árvores caiam ao chão, folhas secas se rebuliçaram no asfalto frio, o ar gélido tocou minha face e aquela maldita lágrima solitária que insistiu em cair, eu à sentir...

Os grandes Ipês da avenida extensa sacolejava com as correntes de ar constantes, seus botões rosas e amarelos vieram dançando no ar, sendo conduzidas maliciosamente até minha pessoa.

O ar gélido soprou forte mais umas vez, fazendo – me sentir agora, lagrimas escorrem por todo meu rosto, levantei a cabeça e a vista para o céu e suspirei, não me lamentei, mas também não sorrir, baixei o olhar para minha mão direita e olhei para o “meu distintivo”, minhas lágrimas transbordaram ainda mais.

Mesmo estando ali sem um rumo certo a tomar e cheia de dúvidas, questionamentos, mágoas e arrependimentos, eu sabia... Sabia que teria que continuar.

E eu continuaria, e continuaria seguindo sempre em frente.

[...]


Taxista – R$:25 dólares.

Bonnie – Ok – peguei minha carteira e retirei o trocado que ali continha, que era tudo por sinal, talvez alguém tenha mexido em meus pertences na delegacia, algo comum de se acontecer. Estiquei o braço para o taxista, ele pegou o dinheiro e me fitou pelo retrovisor

Taxista – Está tudo bem?

Bonnie – Sim, está.

Taxista – ok, desculpe – me a pergunta, passar bem

Bonnie – Obrigado

Desci do taxi e entrei em casa, na casa rosa onde marceline julgava que morava um casal que sofria de sérios problemas mentais em relação as cores, sorri breve, mas logo o amargo do fel tomou minha garganta e não me contive, as lágrimas caíram.

Bonnie – Gumball? – lhe chamei algumas vezes

Gumball – Bonnie!!!! Meu Deus, você está em casa... Graças a Deus! Como está?

Bonnie – Bem na medida do possível Gum

Gumball – Como ficamos? .... Como você Fica? – ele me perguntou com o olhar triste

Bonnie – Onde está Marshall?

Gumball – Ele está no hospital com Marceline... O que está acontecendo Bonnie? – me disse um tanto desesperado já – eu sei que esses dias que tem passado foram pesados mas me fala o que está acontecendo na verdade!!!? – Meus olhos transbordaram no mesmo instante e os seus também

Bonnie – Vamos conversar depois, e de uma forma ou outra você já sabe do que se trata.

Gumball – Eles estão querendo nos colocar contra o papai Bonnie, aquele homem veio aqui em casa, ele nos contou mentiras, o papai não tem culpa do sumiço da Emy e de Enny Bonnie – ele falou desesperado chorando, praticamente suplicando, eu apenas levantei e segui em direção as escadas

Bonnie – Depois conversamos Gum, Preciso descansar 

Gumball – Bonnie volta aqui vamos conversar, Bonn.... – o deixei sozinho e segui para o meu quarto, minha cabeça estava pesada eu precisava dormir um pouco descansar para depois decidi o que fazer.

Depois de um banho quente coloquei uma camiseta qualquer e um shorts, parei em frente a janela de meu quarto, e dele pude ver o quarto de marcy, onde aconteceu toda essa desgraça de tragédia, desviei meus pensamentos e me pus a deitar  


[...]


Adentrei o hospital Estrabão 

Morgado, e segui diretamente para recepção, me dirigiram ao quarto de Marceline 

rapidamente.

Ela estava em um dos melhores 

quartos daquele lugar, por uma vidraça que havia em seus aposentos presenciei 

uma cena que meu peito deu uma pequena corroída, Flame estava deitada ao seu 

lado em sua cama de mãos dadas, o sorriso de Marceline era lindo e alegre, a Dra. 

Allyson Brooke, entrou no quarto e retirou Flame da cama de Marceline somente 

então me aproximei fazendo minha presença ser notada.

Bonnie – Olá, bom dia. – Coloquei 

meu melhor sorriso no rosto.

Dra. Brook – Olá, Bom dia Srta. Bubblegum – Me lançou um belo sorriso

Flame – Olá Bonnie, Bom dia – Me disse sorridente e feliz

Bonnie – Será que posso entrar?

Marceline – Creio que o horário de visita acabou, não é mesmo Dra. Allyson Brook Hernandez?

Dra. Brook – Bom, pelo que vejo sim, mas creio que a Srta. Bubblegum tenha um distintivo enorme em seu cinto.

Flame – E uma bela de uma arma no 

seu coldre axilar.

Marceline – iii?

Flame – “ iiii” que manda quem pode e obedece quem tem juízo, sendo assim estou de saída – Flame me deu uma piscadela e se despediu de Marceline e saiu, passando por mim.

Dra. Brook – Bom Macy, volto depois para ver se teve alguma alteração e todas as outras coisas chatas que você adora que eu faça, com licença. – e se retirou, adentrei por completo o quarto e fechei a porta, Marcelina se deitou na cama e emburrou sua expressão facial.

Marceline – O que veio fazer aqui? Pensei que estava junto com seu amante.

Bonnie – Marcy, por favor não fale isso. – ela riu sem vontade – Tudo o que aconteceu foi um grande mal entendido.

Marceline - Você é louca ou se finge? ... quer banca de 

inocente Bonnibel? Se toca. 

Bonnie – Marcy, eu só quero conversar com você, eu quero esclarecer tudo que ouve e ficar bem com você.

Marceline – Pensasse nisso antes… 

Bonnie – Marceline.....

Marceline - Saia, vai embora, some da minha vida Bonnie.

Bonnie – Você está sendo injusta e infantil  

Marceline – Que seja, Nada que você diga justifica suas mentiras, olhe para você, tem uma arma na cintura e um distintivo, a alguma semanas atrás você era uma, uma aprendiz que se tornou professora e Amava ciência, física e química, você era minha namorada e seria minha mulher – seu pranto rolou lentamente,aquilo me doeu tanto.

Bonnie – Eu iria te contar tudo Marceline, iria te contar tudo no momento certo, eu... Eu só precisava de um tempo para organizar certas coisas, mas eu nunca mentir para você, confesso que omiti certas coisas mas foram coisas que você saberia na hora certa – comecei a chorar

Marceline – Sabe, seria tão mais fácil se você tivesse me dito a verdade Bonnibel, seria tão mais simples – me fitou profundamente – mas não, você, mais uma vez me privou.

Bonnie – Me perdoa Marcy, eu só queria te proteger, Eu Te Amo. – Ali não aguentei desabei.

Marceline – Eu Te Amo Bonnie, independente de tudo, eu ainda Te Amo, mas Amor que machuca, feri, trai e mente, não è Amor que quero pelo resto de minha vida.

Bonnie - Eu sei disso - Falei entre soluços - por isso lhe trouxe isso - tirei um ipad do bolso interno do meu sobre tudo e entreguei em suas mãos - depois que ver isso talvez me entenda, ai esta a verdade até onde eu sei dela sobre oq realmente vim fazer aqui a pedido de um Homem que a horas atrás eu o chamava de pai, e o que realmente aconteceu a uma semana atrás naquela casa.

Ela pegou o ipad em mãos a contra gosto.

Marceline - Eu preciso de ficar só.

Bonnie - Mas - me interrompeu 

Marceline - Por Favor, eu preciso de um tempo.

Bonnie - OK - e sair chorando, e ela ficou sobre a cama em lágrimas também. 


Notas Finais


Obrigado... E perdão qualquer coisa.
O próximo cap... Provavelmente sairá a próxima semana.
Ja estou trabalhando nele e pretendo colocar umas bombas aeeee nessa Poh@!!! Pq nois é PUNK!!!
Vlw! ✌


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