História Vampire And The Maid - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Kaichou wa Maid-sama
Personagens Aoi Hyoudou, Ayuzawa Misaki, Gerald Walker (Wokeru Jerarudo), Maria Miyazono, Takumi Usui
Tags Misaki, Romance, Usui
Visualizações 199
Palavras 1.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura ~

Capítulo 12 - Doze copos


–Senhor, o senhor Igarasi pediu para o senhor comparecer no salão superior – disse um homem que aparentava ter pouco mais de trinta anos.

–Ah sim, me espere lá dentro que eu já estou indo. – agora que eu percebi, ele tinha um leve sotaque estrangeiro.

O homem se retirou e ficamos a sós novamente, eu e o... Usui. Eu não sabia exatamente o que dizer. Ele era o Usui, só que elegante, educado, enfim, tudo o que o Usui que eu conheço não é. Já fisicamente, a única diferença é no cabelo, pois esse é moreno. Depois de um breve momento de silencio o moreno se pronunciou

–Bem, eu acho que vou-

–Seu nome... Qual é seu nome? – tomei coragem para perguntar, porem não o encarava

–Ah, é mesmo, que falta de educação a minha, sou Gerard Walker. E qual o seu nome lady?

– Ayuzawa Misaki – virei para encara-lo, um pouco envergonhada. Queria enche-lo de pergunta, mas a falta de afinidade me impedia de fazê-lo.

–Então, Ms. Misaki,vou indo . See you later. – ele não era japonês e isso ficava obvio pelo sotaque e algumas expressões estrangeiras.

Fiquei a encara-lo enquanto ele caminhava até o salão. Quanto mais tempo eu passo, mais perguntas brotam. Alisei minha testa, acho que vou enlouquecer.

/////

Usui ~

Estar naquele lugar é irritante. Estava com a Ayuzawa quando vi Igarasi passando no meio da multidão e foi ai que me distanciei dela. Fui atrás dele, quanto mais cedo falar com ele, mais cedo saímos daqui, mas acabei perdendo ele de vista.

Passei meu olhar pelo salão, procurando por ele, mas foi inútil e, em poucos segundos, uma chuva de pessoas caiu sobre mim. Pessoas que eu nunca vi e rostos que eu infelizmente conhecia. Um desses rostos era de uma ex-namorada minha, droga, parece que o Igarasi convidou todos os vampiros do mundo.

Tentei sair dali e voltar para onde deixei a Ayuzawa, mas assim que me viu, Kety veio me cumprimentar.

–Takumi, há quanto tempo – disse a morena se jogando nos meus braços

Namorar a Kety foi um dos meus erros do passado. Ela sempre foi muito escandalosa e atirada, eu realmente não sei o que eu tinha na cabeça para namora-la. A morena passou os braços por trás da minha nuca e deixou nossos corpos próximos, eu virei à cara, odeio quando ela faz isso.

–Senti sua falta sabia? – ela aproveitou o fato de eu estar com o rosto virado e sussurrou na minha orelha

Sutilmente coloquei minhas mãos na cintura dela, empurrando-a, mas ela permanecia agarrada a mim.

–Eu não posso dizer o mesmo – disse serio. Não gosto de ser grosso, mas ela não me dava alternativa

–Tem certeza que não sentiu falta dos meus toques – ela mordeu minha orelha levemente

Ta legal, ela passou dos limites. A empurrei com mais força e foi só assim que eu consegui fazê-la se afastar.

–Você não tem limites mesmo, não é? – disse serio a encarando e ela? Começou a rir, no fundo ela gosta de me irritar, e o pior é que ela consegue.

Antes que ela pudesse fazer mais alguma coisa, virei às costas e sai de perto. Estava voltando pra onde deixei Ayuzawa, mas ela não estava lá. No fundo eu não fiquei surpresso com essa atitude dela. Andei mais um pouco e vi uma figura familiar entrando no salão.

Ele foi seguindo por entre a multidão e eu o segui. Ele entrou em uma sala ao fundo do salão e eu entrei logo em seguida, sem me importar em ser discreto ou não.

–Então vocês vieram, que encontro agradável – disse Igarasi com um sorriso irritante

–Não tive escolha, não é? – indaguei com uma expressão simples

O homem que eu seguia se virou para me fitar, seu nome, Gerard: - Há quanto tempo, irmão – disse ele num sorriso simples

–Sim... Faz muito tempo mesmo

///////

Caminhava no jardim, olhei a lua no céu, tão linda. Do lado de fora do salão estava frio e escuro, mas era ao mesmo tempo aconchegante, porem comecei a me sentir insegura. Não é mito certo ficar no escuro quando se tem vampiros por perto, né? Olhei para o salão, pensando bem... Ficar dentro de um salão infestado de vampiros não é tão seguro também. Caminhei vagarosamente em direção ao salão quando me deparo com a Miyazono saindo do salão com um homem ao lado e um drinque em mãos. Na verdade, ela parecia meio “alta’’.

–Misaki, o que ta fazendo aqui? Por que não vai lá pra dentro – ela se aproximou de mim. A loira não havia ficado muito tempo sozinha, mas mesmo assim, parecia ter bebido bastante. Na verdade, nem sabia que vampiros ficavam bêbados.

–Miyazono-sam, não acha que esta... Meio... Alterada – indaguei tentando ser o mais cuidadosa

–Mi deixa Misa! Não é sempre que eu saio pra esse tipo de festa e – ela puxou meu braço, e completou baixinho – E não diga nada pro Takumi, ta?

Me afastei um pouco, ela tinha um bafo de álcool puro: -Esta bem

–Valeu Ayuzawa. E vê se si diverte também – disse ela me entregando o copo que tinha em mãos – Vamos, beba!

–Eu não costumo beber então-

–Beba! –mandou e eu me senti sem escolha. Dei uma golada, era bom, doce, não sabia exatamente o que era, mas nem tinha gosto de álcool. –Beba tudo, vamos, vira! – a loira insistiu e eu virei o copo. Era uma bebida suave, mas senti uma leve tontura ao vira-la por completo. – Agora, entra e encha sua cara.

–E você? – indaguei enquanto ela ia caminhando na direção oposta ao salão

–Eu? Tem um vampiro lindo, maravilho, gostoso e hesitado me esperando, não vou perder meu tempo lá dentro – ela deu as costas dizendo um até logo

Nem disse mais nada, apenas entrei no salão e acabei fazendo o que a loira sugeriu... Ou melhor, mandou. Peguei mais um copo. A cada golada, dava vontade de beber mais. Era viciante. Acabei bebendo mais outro copo e, quando fui me dar conta, já estava tonta e segurando o décimo segundo copo. Mas mesmo com toda a tontura, aquilo não era o suficiente.


Notas Finais


Espero que tenham curtido :3


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