História Vampires - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Dimitry, Kentin, Leigh, Letícia, Lysandre, Nina, Personagens Originais, Rosalya, Viktor Chavalier
Tags Amor Doce, Any_unicorn, Bruxas, Castiel, Kentin, Lobisomens, Sobrenatural, Traição, Vampiros
Visualizações 44
Palavras 1.649
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aeeeeee humanuzinhos lindos!
Não sei o que tá dando em mim... Desculpem 😔😔😔

Acho que é por causa do reenternamento...
Sim povo a Titi Any vai voltar para o hospital, o coração ainda não está estável...

MAS não temam! Continuarei a postar!

Estamos quase nos trinta AEEEEEEE 🎉🎉🎉

Tenho que agradecer a todos vocês são lindos divosos e vos amo

Agradecimento especial à @JuJuba_Real por divulgar tanto RSSA fanfic. Obrigada minha elfa ameba capivara tu é a melhor amiga que eu poderia pedir 💖

Hoje não precisam esconder os pescoços kkkk teremos o cachorrão narrando 👌❤🐺

Desculpem os erros mas tenho um teclado novo no celular e ele me irrita um pouco ainda kkkk


Espero que gosteeeemmm 🐩💖

Capítulo 4 - IV - Kentin Kher


Fanfic / Fanfiction Vampires - Capítulo 4 - IV - Kentin Kher

P-Pai? - me faltou o ar e me costou a engolir como se tivesse uma grande bola de cera presa na garganta. - Você está... grávida?

Harper assentiu com a cabeça baixa, abraçando seu próprio corpo, que tremia, mordendo o lábio inferior. Encarei seu ventre ainda liso e comecei a perceber melhor o que estava se passando.

Eu vou ser pai!

Sem conseguir me conter, um sorriso se gerou nos meus lábios e por impulso abracei minha namorada de um modo carinhoso. Ela se desmanchou em lágrimas ao sentir o meu contacto. Tomei seu rosto em minhas mãos e limpei as lágrimas de sangue que marchavam seu rosto bonito.

- Não chore, morceguinha... - falei acariciando seus cabelos. - Vamos ser pais...

- Mas, quando seu avô descob...

A silenciei pousando meus dedos sobre seus lábios carnudos e encostei nossas testas. Meus olhos verdes se perderam nos seus acinzentados e era capaz de ficar assim o resto da minha vida.

- Se ele descobrir e quiser fazer mal algum a você ou à sua família... eu estarei lá para vos proteger. - afirmei beijando o ponto entre suas sobrancelhas. - Prometo...

Não pude evitar e comecei a mordiscar a curva de seu pescoço enquanto a conduzia para o tronco da árvore mais próxima, prensando seu corpo e apalpando suas nádgas por de baixo de vestido gótico-vitoriano. Harper suspirou com meu toque, mas empurrou meus ombros e arfou, corada.

- Kentin, não podemos... - falou num fio de voz.

- Desde quando você tem receio em transar em locais "perigosos". - um sorriso malicioso se gerou nos meus lábios.

- Não é isso... - ela estreitou os olhos ofendida. - O bebê...

- Vai me dizer que vamos passar nove meses sem transar? - contrapus. - Por favor, Harpie. Seu ventre nem saliente está. Não há risco nenhum.

Ela se voltou de costas para mim e eu abracei seu corpo, carinhosamente beijando seu pescoço.

- Vamos, amor... - falei em desespero. - Você não vai me deixar na mão, não é?

Escutei Harper suspirar e depois se perguntar o que tinha feito para merecer um pervertido como eu. Seu comentário me fez rir e começar a mordiscar seu pescoço de forma provocante.



~Quebra de Tempo~ _ Aldeia Nahimana


Hoje era a famosa "Noite das Memórias", em que o meu avô, o Dux* da alcateia, e outros membros mais velhos contavam histórias sobre as grandes batalhas em que participaram. Para ser sincero, eu já perdi o interesse por isso, ainda para mais agora que tenho tanta coisa em que pensar. Dentro de poucos meses terei um filho para criar junto com Harper, e obviamente que isso trará muitos problemas, principalmente pela parte dos Nahimana.

Meu avô sempre teve um ódio terrível por vampiros, um ódio que eu nunca compreendi. Um ódio maior que o que ele deveria sentir por meu pai ter sido morto por nomadas daquela espécie. Um ódio que eu nunca vou compreender nem apoiar.

- Geia sas, pappoús!* - cumprimentei abrindo a porta da habitação principal da aldeia. - Como está, mitéra*?

Dei um leve beijo no rosto de minha mãe e cumprimentei meu avô com um inclinamento respeituoso. O velho se encontrava sentado na polythróna*, como o Dux que era. Ele estreitou os olhos me analisando rudemente.

- Está atrasado para variar, Kentin! - falou bruscamente. - Onde esteve?

Respostas de tipos aleatórios como "Não é da sua conta, maláka*!", "Com a mãe do meu filho!", passaram por minha cabeça. Mas, após pensar um pouco concluí que seria uma péssima ideia. Tenho que evitar problemas por enquanto, já que muitos se avizinham. Com um suspiro acabei tomando uma resposta mais simples.

- Na floresta, esfereando as ideias.

Ele arqueou uma sobrancelha pouco convencido. Não era completamente verdade, mas também não era mentira nenhuma. Eu esferereei minha mente de uma forma mais intensa e com alguma ajuda, mas não sou obrigado a expecificar isso.

- Se me dão licença estou exausto, me retiro para o meu quarto. - anunciei, me dirigindo às escadas de madeira.

- Não se esqueça do evento de hoje. - ainda o escutei antes de entrar no meu quarto. - Te quero presente dessa vez...

Fechei a porta do meu quarto com força e me atirei sobre minha cama na forma de lobo, me aconchegando para tirar um cochilo. Mas não consegui e após uns xingamentos e uma raiva liberada eu entendi o porquê.

Excitação... Entusiasmo... Eram esses os sentimentos que impediam meu sono me dominar. A ideia de em poucos meses ser pai estava dando cabo de minha sanidade mental.

Um sorriso incontrolável se desenhou nos meus lábios quando voltei a assumir minha forma humana para ir no banheiro molhar o rosto. No momento em que a água atingiu meu rosto escutei meu celular emitir um toque de mensagem. Limpei o rosto numa pequena toalha e peguei o celular na cômoda de carvalho.



Precisamos falar com urgência. Me encontre em meia hora no bar do Dakota.

Castiel



Senti uma impressão na barriga assim que li a maneira direta e ríspida, de como a mensagem fora escrita. Problemas, era o que aquilo significava. Grandes e dolorosos problemas.

Tomei um duche rápido e coloquei roupas limpas dentro de uma bolsa, saindo a correr de casa ignorando por completo os berros do meu avô. Corri pela aldeia e quando alcancei floresta me transformei destruindo as roupas que trazia no corpo. Era triste, mas não sairia pelado de casa nunca na vida.

Não demorei muito a chegar ao Rio de Janeiro que, como de costume, estava atolado de humanos nas ruas. Entre samba e pegações pelos cantos, até que estava tranquilo. Me escondi num beco e voltei a minha forma humana vestindo rapidamente minhas roupas, para não ser pego e julgarem que sou um doido qualquer. Não tardou para que eu estivesse misturado no meio da confusão, como se me tratasse de um simples humano. Após uns quarteirões eu avistei o "Rei do Rio" o bar de Dakota Summers, um tritão dos domínios do Oceano Pacífico. Mesmo na hora certa, felizmente. Castiel Arnault não tolera atrasos.

Assim que entrei uma das moças me conduziu à mesa onde o ruivo se encontrava bebendo seu tão amado uísque. Um cumprimentei num murmúrio e me sentei ao seu lado pedindo um vodka para mim. Preciso algo forte, já que o dia não foi nada fácil.

Até que meu pedido fosse entregue Castiel permaneceu do mesmo jeito de quando eu cheguei: sério, calado e distraído com o ambiente do outro lado da janela do bar. Isso me colocou tenso e desconfortável, para variar. De todos os irmãos, Castiel é, sem sombra de dúvidas, o mais intimidante. Com aquela pose de vitoriano rebelde, os cabelos irregulares a caírem pelo rosto e pelo pescoço e os olhos cinzentos como dois cinzeiros apagados. Não é qualquer um que faça amizade com esse vampiro.

A garçonete trouxe o meu pedido e assim que eu pousei o copo depois de um primeiro gole, Castiel acordou de seu transe e finalmente se dignou a olhar para mim. E o que eu vi naqueles olhos? Rancor? Por muito que me espante... Não foi nada disso. Os olhos de Castiel transmitiam alguma comodidade.

- Lamento tê-lo chamado assim tão em cima da hora. - franzi o cenho em um ato involuntário. Castiel estava me pedindo desculpas? - Sim Kentin... Estou lhe pedindo desculpas. Eu ainda tenho educação, sabe?

- Claro... O Dom. - murmurei, com um suspiro. Relembrando que na presença dele minha mente não estava segura. - Castiel, imagino que já saiba da situação, mas a verdade é que...

- Aliança. - ele me cortou direto como de costume.

- O quê?

- Eu quero uma aliança e amizade entre nós, Kentin. - falou e eu pude ver a sinceridade de seu gesto. - Essa criança é minha sobrinha, filha da minha irmã com você. E eu tenho a obrigação de fazer o melhor para elas. E preciso de sua ajuda, Kher. Eu temo que algo de muito ruim aconteça quando essa criança nascer.

Inclinei ligeiramente a cabeça esquecendo por completo que tinha compromissos. Ou melhor, pondo essas obrigações de parte.

- Não creio que você saiba, mas a última criança híbrida a nascer, fruto da relação proibida de um vampiro e um lobisomem gerou uma das maiores guerras do século XII. Claro que se arranjou maneira de fingir que tudo não passou de uma dessas guerras inúteis dos humanos. - ele me explicou de dedos cruzados sobre a mesa. - Mas, a questão aqui é que se começar uma guerra, não teremos força suficiente para vencer.

- Mas como, Castiel? - perguntei incrédulo. - Os Arnault dominam os sobrenaturais à séculos.

- Mas estamos enfraquecendo. - Castiel suspirou. - Principalmente os da nossa linhagem com Dons de combate. Não sabemos o porquê nem como... Mas algo anda a influenciar nossas capacidades. E é por isso que preciso de sua ajuda.

- Eu irei ajudar como puder. Mas só não sei como... - suspirei. - Não vivendo na aldeia. Eles vivem sempre em cima de mim e de minha ações...

Castiel coçou o queixo pensativo. Era incrível como uma criança poderia mudar tudo. Quem diria que eu e Castiel alguma vez uniriamos forças.

- De facto... - Castiel concordou e eu me ri, recordando que ele podia saber o que eu pensava. - Se na altura em que nos conhecemos alguém me dissesse que teríamos uma conversa dessas eu teria possuído a mente desse ser.

Nos rimos em conjunto parecendo duas pessoas normais a conversar. Como se não estivéssemos à beira de uma guerra certa nem de coisas terríveis. Era bom ser normal de vez em quando.

- Então isso significa... Amigos? - perguntei estendendo o punho fechado.

Castiel franziu o cenho e por momentos julguei ter deitado tudo a perder, mas minha esperança voltou quando o escutei a soltar uma gargalhada alegre.

- Amigos, sim Senhor. - Castiel bateu meu punho naquele gesto tão humano que significa amizade e companheirismo. - Afinal... Somos família, correto?

Fiquei surpreso com seu comentário quando rgueu o copo de uisque. Concordei, peguei o meu e brindamos.

Somos família


Notas Finais


Vocábulo do Capítulo:

Dux - No latim "líder"

Geia sas, pappoús - No grego "Olá, avô"

Mitéra - No grego "mãe"

Polythróna - No grego "poletrona do líder"

Maláka - No grego "imbecil"



Espero que tenham gostado meus morceguinhos e lobinhos... Depende de vosso ship favorito


Castulia (Castiel x Julia) - morceguinhos
Kenper (Kentin x Harper) - lobinhos


Beijos da Titi Any


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