História Vampires - (Hiatus) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce, The Vampire Diaries
Personagens Castiel, Dimitry, Kentin, Leigh, Letícia, Lysandre, Nina, Personagens Originais, Rosalya, Viktor Chavalier
Tags Amor Doce, Any_unicorn, Bruxas, Castiel, Kentin, Lobisomens, Sobrenatural, Traição, Vampiros
Visualizações 53
Palavras 2.343
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cheguei!!!!!
Ou melhor... Voltei!!!!

Espero que estejam cheios de vontade de ler a fic porque eu me matei a escrever e reescrever esse capítulo...

Enfim... acho que consegui que ficasse bom kkkkk


🐳🐩🐖🐄


Tudo das fichas está nas notas finais 💖

Vamos lá então pata o capítulo ✌✌✌✌

Capítulo 5 - V - Julia Adams/Harper Arnault


Fanfic / Fanfiction Vampires - (Hiatus) - Capítulo 5 - V - Julia Adams/Harper Arnault

Julia Adams


- Nina, por favor, você tem que compreender que não pode machucar as outras crianças por motivos... - procurei a palavra correta para não enfurecer ainda mais a mocinha na minha frente. - ...de pouca importância.

Nina cerrou as mandíbulas e apertou os punhos completamente alterada. Seus olhos pareciam um espelho do Inferno e o medo começou a inundar meu peito. Nunca imaginei vir a ter uma paciente assim, completamente desiquilibrada.

- Como você se atreve?! - ela rosnou perigosa, apertando seu coelhonho de pelúcia de uma maneira cruel.

Ainda não sei bem o que teria acontecido...

Nina se levantou bruscamente e se dirigiu a mim, com uma expressão rancorosa e assustadora. Foi tudo tão depressa que custa nem parecia humano. Antes mesmo de ela fazer o que tinha em mente, a porta do meu gabinete foi aberta bruscamente.

- Basta Nina! - a voz não era nem um pouco gritada. Mas foi dura e autoritária, que me intimidou até a mim.

O rancor de Nina se dissolveu e foi substituído por um ar de inocência fingida. Ou talvez medo... nem sei bem. A mulher na porta correspondia à descrição que Nina fizera de sua irmã mais velha, Harper Arnault.

Meu queixo caiu ligeiramente quando eu pude finalmente conhecer a mulher. Ela era muito, mas muito bonita. Mesmo com as vestes vitorianas ela com certeza fazia sucesso entre os homens.

Mas, curioso... ela me é familiar.

- Para o carro Nina... - ordenou calmamente.

- Mas Harper... - Nina choramingou, mas a outra não se comoveu.

Sua testa enrrugou e sua expressão endureceu ainda mais. Ela tinha uma expressão parecida com o Castiel. É normal, eles são gémeos.

- Para o carro... A-go-ra! - ela falou pausadamente e soletrou a última palavra esticando o braço para a saída. - Falaremos disso mais tarde.

Nina pegou sua bolsa e saiu correndo do meu gabinete, abraçada no coelhinho e chorando escandalosamente, como a menina mimada que eu percebi que ela era. Assim que a loirita saiu do gabinete e deicaram de se escutar seus soluços, Harper suavizou sua expressão e sorriu gentilmente para mim, se sentando no sofá onde outrara a mais nova estivera.

- Lamento imenso pelo ocorrido, Dr. Adams. - ela pediu, parecendo completamente outra pessoa. - Mas minha irmã não sabe quando está excedendo os limites do suportável...

Endireitei meus óculos, que me haviam escorregado para a ponta do nariz, e devvi um sorriso, me sentindo mais à vontade.

- Compreendo perfeitamente... - falei, e ela sorriu. - Nessa profissão temos que estar prontos para tudo.

- Imagino que sim... - ela respondeu, alisando a saia do vestido. - Gostaria de lhe pedir um favor.

- Com certeza. - me endireitei e tracei a perna. - Em que posso lhe ajudar.

- Eu meio que estou numa situação... delicada, por assim dizer. - ela falou tentando suavizar a situação. - Estou numa gravidez inesperada e não estou lidando muito bem com isso...

- Não quero assusta-la Senhorita Arnault, mas eu já sabia. - confessei e ela arqueou as sobrancelhas. - Seu irmão, Castiel, comentou comigo, numa espécie consulta que eu lhe dei.

Harper baixou o olhar e eu pude ver o desespero presente nos olhos acinzentados.

- Mas não se preocupe. - falei. - Não estou aqui para condenar, e sim para ajudar.

Harper forçou mais um de seus sorrisos bonitos e pareceu ficar mais animada. Essa mulher deve sofrer de um distúrbio de bipolaridade constante...

- O que eu queria lhe pedir, era... - ela fez uma pausa para clarear a garganta. - Eu preciso que seja minha psicóloga particular.

- Como?

- Gostaria de uma sessão por semana, lá na mansão. - ela usou um tom de voz implorante. - Eu lhe pago o dobro do que lhe pagam aqui!

Acabei me rindo com as palavras dela e retirei meus óculos. Harper parecia de facto abatida com toda essa situação.

- Não previsa me pagar. Irei lhe dar consultas a cada três dias, na mansão sim senhora. - falei anotando na minha agenda. - A Senhora precisa de acompanhamento sério por causa da gravidez e uma semana é um prazo perigoso para termos consultas. E consultas grátis e noturnas se não se importar.

- Mas a Doutora está fazendo mais que seu dever. Obviamente que pretendo pagar...

- Agradeço a preocupação. - sorri. - Mas numa situação dessas eu tenho gosto em ajudar. Essa noite estou livre... se quiser eu apareço lá.

Harper concordou com um aceno de cabeça e me passou seu endereço e número do celular. Logo ela saiu, agradecendo várias vezes e eu fechei a porta. Me sentei na secretária e encarei o teto...

- Como eu vim me meter no meio dessa família? - perguntei arrumando os cabelos da minha nuca no rado de cavalo.



Harper Arnault


Cumprimentei o porteiro do Colégio, um homem simpático e idoso, com um sorriso e me dirigi ao meu carro, que se encontrava estacionado num dos lugares do Parque, mesmo em frente ao Colégio. Pude ver que Nina se encontrava sentada no assento de trás, abraçada ao seu coelho de pelúcia.

Essa mocinha tem que aprender que as coisas não são como ela quer...

Abri a porta do lado do condutor e me sentei, pousando minha minha bolsa do outro assento e ligando o motor do carro. Coloquei uns óculos escuros, para que a luz solar não queimasse minha vista frágil de vampira e arranquei.

- Porque é que você a defendeu? - Nina questionou com dot nas palavras.

Olhei através do retrovisor e pude ver que seus olhos estavam vermelhos. Parei o carro no semáforo vermelho e respirei fundo para não me enervar.

- Porque você não pode atacar as pessoas sem razão. - concluí e ela chutou o assento. - Chutar o assento não vai fazer as coisas mudarem... e para além disso, se você o faz outra vez, eu acabo com seu pelúcia.

Okay... para tudo!

Vocês devem estar pensando que eu sou uma besta, então eu vou explicar direitinho as coisas para vocês compreenderem. Nina sempre foi muito mimada por minha madrasta, Andrea. Sempre foi tratada como uma Princesa, tendo tudo o que queria na hora que queria. Mas as coisas não foram assim com Lysandre...

Lysandre de à uns cinco anos para cá que vive numa obsessão saudável por uma das funcionárias da nossa empresa. Quando me refiro a "nossa", não é da família, mas sim minha de dele. Lysandre e eu criamos uma Agência de moda.

Considero a "obsessão" saudável, porque Lysandre não é do tipo de seguir as pessoas, espiar tudo o que elas fazem, decorar tudo sobre ela... Assim como Nina faz com ele. O que ele ente é um... desejo.

E é esse o problema. Nina não suporta que Lysandre não tenha atendido a seus desejos, e começou a se tornar doente e perigosa. Inicialmente eu julguei que fosse uma fase, mas de uns tempos para cá minha paciência para essas birras de menina mimada chegou ao limite. Ainda para mais quando tenho outros assuntos, muito mais importantes em que pensar.

Após escutar minhas palavras, os olhos de Nina voltaram à coloração original, um violeta meio acinzentado. Uma cor estranha, por sinal. Ela começou a brincar com as pontas rosadas de suas chiquinhas e eu libertei um suspiro de alívio, acariciando, instintivamente, meu ventre.



~Quebra de tempo~ _ L&H*


Quando entrei na empresa, me senti péssima por estar estupidamente atrasada. Ainda por cima quando eu exijo aos meus funcionários que nunca se atrasem. Mas fazer o quê? A culpa é da menina mimada que mora na mesma casa que eu.


- Bom dia, Senhorita Arnault. - os funcionários me cumprimentavam, à meduda que eu ia passando. Felizmente para mim, nenhum parecia ligar ao atraso.


Entrei no meu gabinete e pousei minjas coisas sobre uma cadeira, me sentando na minha secretária e respirando fundo. Hoje eu havia começado a madrugada com uma enchaqueca. Para além de que só o cheiro doce do sangue humano me provoca enjoos.


A porta se abriu com violência, me fazendo tomar um susto, que piorou ainda mais minhas dores de cabeça. Fechei os olhos e massagei minhs têmporas.


- Harper, finalmente te encontro!!! - a voz extridente era inconfundível.


Minha única e inconfundível cunhada, Rosalya Bornhausen, acompanhado de Alexy Lancet. Felizmente nenhum dos dois é humano, se não eu iria vomitar com o cheiro do sangue.


- Já temos prontos os novos modelos para a nova Coleção de Winverscott*. - Rosalya falou entusiasmadíssima, mas loho tanto seu sorriso como o sorriso de Alexy, morreram. - Harpie?


- Aconteceu alguma coisa? - Alexy perguntou se agachando perto de mim.


Subitamente as luzes elétricas da sala começaram a falhar, e seus olhos ficaram numa aura branca. Sua mão pousada na minha havia ativado seus poderes de Oráculo. Senti meus olhos pesarem e na minha frente Rosalya começou a perder a força nas pernas. Os poderes de Alexy eram demasiado fortes para nós.


Felizmente toda aquela aura no ar voltou para o corpo do azulado que piscou inúmeras vezes, ainda em choque. Ele se sentiu no chão e nos olhou, uma de cada vez.


- Eu vi... - ele murmurou. - Morte. Guerra.


Desviei meu olhar e cobri o rosto com as mãos tentando controlar os soluços. Como eu deixei que isso acontecesse?


- Harper? - Rosalya se aproximou de mim e esfregou meus braços. - O que foi, amiga?


- Ela está grávida. - Alexy murmurou, pousando a mão no meu ombro. - De um híbrido proibido.


Quando ergui o olhar pude ver o choque presente no rosto de minha amiga, e novamente senti a necessidade de libertar minha dor, deixando as lágrimas de sangue escorrer pelo meu rosto.


- Está tudo bem, Harpeie... - Alexy depositou um beijo na minha cabeça e me abraçou. - Rosalya, poderia mandar chamar o Castiel, por favor? Ele está com meu irmão fazendo testes de luz e som, na passerele...


Escutei passos e o barulho de uma porta abrindo e fechando, nos deixando os dois a sós. Eu me sentia péssima no meio de tudo aquilo, eu que sempre fui independente e decidida estava metida numa confusão até o pescoço. E pior, estava levando todos aqueles que são mais importantes para mim, atrás.


- Agora que você já está mais calma... - Alexy murmurou fazendo carinho nos meus cabelos. - Sabe que isso não é o fim do mundo.


- Não. - resmunguei. - É somente o fim da existência de grande parte de sobrenaturais e humanos.


Alexy suspirou e limpou meu rosto manchado com um lenço, enquanto cantarolava uma melodia em Línguas mortas, uma lingua sagrada usada somente por elfos e fadas, dos bosques de Thunderdelle*. Língua essa que segundo o que Armin me explicara uma vez era usada para controlar as emoções dos demais através de cantigos específicos para cada sentimento.


- Usar suas mágicas de elfo não vai resolver o problema. - suspirei, muito mais calma.


Alexy soltou uma risada nasal e fez um carinho no meu rosto, se levantando e começando a massagear os meus ombros.


- Claro que não. - ele falou. - Mas pelo menos você não está mais numa crise nervosa.


Acabei me rindo também e nesse preciso momento a porta se abriu e no segundo seguinte a figura de Castiel estava perto de mim, me analisando em puro pânico.


- Rosalya me disse que você estava passando muito mal... - ele falou tocando meu ventre e meu rosto. - Você tá bem? A cria? A cria está bem? Aconteceu alguma coisa com ela? Você a perdeu?


Acabei me rindo das perguntas desesperadas feito por meu irmão gêmeo, conhecido por sua personalidade dura como puro aço.


- O que aconteceu é que Rosalya Bornhausen é uma exagerada do pior. - Alexy falou por mim, e pude ver Castiel soltar um suspiro de alívio, de olhos fechados.


Depois os abriu e sorriu carinhosamente para mim. Ficamos os três no gabinete conversando sobre o que acontecera, e sobre o que Alexy vira. Aparentemente ele conseguira ter uma previsão da Guerra, visto que o destino apontava para esse caminho. O que nós temos de fazer, e com urgência, é arranjar forma de convencer os Nahimana de que poderemos viver em harmonia. Mas, claro... isso não será nem um pouco fácil.


- Sabe o que eu acho? - Alexy falou depois de um tempo que passamos meditando em silêncio.


- Por acaso até sei... - Castiel comentou com um sorriso de canto, fazendo Alexy rolar os olhos e se rir. - E concordo com você.


Fiquei olhando para os dois do gênero "Alô? Eu estou aqui e não sei de nada." Castiel olhou para mim e se riu, pois sabia o que eu estava pensando, como sempre. Mas foi Alexy quem respondeu.


- Caso os Nahimana não queiram saber dessa harmonia, vocês deveriam começar a agrupar aliados. Pois eles terão facilidade em arranjar um exército de todos os lobisomens dos dois mundos. - ele falou calmamente. - Com os elfos podem contar, desde já. Pedirei a Armin para comunicar a situação ao nosso pai, para que os elfos se preparem para uma eventual guerra.


- Podemos pedir o apoio das Sereias... - comentei, pousando a mão sobre seu braço. - Elas sempre nos apoiaram e acho que compreenderam a situação.


Castiel concordou com um aceno de cabeça e depois de parecer perdido nos pensamentos ele me olhou.


- Pedirei a Kentin que reúna seu grupo para nos apoiar. - arqueei um sobrancelha quando Castiel mencionou o nome de meu namorado com tanta naturalidade. - Ah... é verdade, eu não te contei.


- Não contou o quê? - perguntei.


- Kentin e eu decidimos criar uma amizade. - ele confessou se rindo. - Achamis que está mais que na hora dessas brigas infantis. Afinal agora ele é da família...


Meu queixo caiu no mesmo instante e troquei um olhar com Alexy que estava tão, ou mais, surpreso que eu. Castiel se desfez em gargalhadas e nós acabamos o acompanhando, sem sabermos o porquê.


Instintivamente pousei a mão sobre meu ventre e sorri. Consigo ver uma luz no fundo desse túnel devastante. Uma esperança, por mais pequena que ela seja.


Consigo ver um futuro para essa cria, para o meu pequeno tesouro.



Notas Finais


Vocábulo do capítulo:


L&H - Nome da empresa de moda de Lysandre (L) e Harper (H) Arnault.

Winderscott - Nome inglês dado ao outro mundo "Ynhusus" sem tradução.

Thunderdelle - Nome inglês dado ao bosque onde habitam os elfos aliados ao Clã Arnault, "Fulgurtamus", sem uma tradução concreta. Apenas a inicial do nome Thunder/Fulgur que vem do facto de a floresta se encontrar no centro de uma constante tempestade elétrica, aproveitando o fenômeno como escudo de defesa.




E então???
Gostaram???


Notas para a ficha:
- Ainda não tem prazo mas enviem o quanto antes que eu gostaria de postar os capítulos sem ter que enrrolar muito para dar tempo à perdonagem nova kkkkkk
- Uma por pessoa
- Responder todos os tópicos
- As aparências não disponíveis:

🐄Hailie Barber
🐄 Nina Dobrev
🐄 Elle Fanning
🐄 Zoe Sugg (Zoella)
🐄 Holland Roden
🐄 Lily Collins


Aqui está a fichinha e boa sorte :)

https://fichinhasss.blogspot.pt/2017/08/ficha-dados-pessoais-nome-completo.html?m=1


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