História Vampires Without Teeths.. - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance, Tragedia, Vampiros
Exibições 4
Palavras 3.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


OEOEOOEOEOEOE
Esse veio mais cedo eu sei, estou começando a ficar mais livre pois não vou ter aula na quinta e nem na sexta eu decidi apressar as coisas com esse porque vou ter uns assuntos a por em dia no sábado e no domingo (na verdade vou passar dia arrumando a casa).
Mais um capítulo em homenagem ao nosso delicioso Edgar, vampirão gostosão e esse capítulo era para ser algo mais em harmonia e contexto sobre como vai se passar a fanfic.
HARMONIA.
nunca deixem essa palavras lhes fugir a mente, a harmonia é o sinônimo de tudo e mesmo que você esteja com 25 facas nas costas eu peço que sorria sempre, pode não parecer mas o teu sorriso é a maior arma contra a a falta de auto estima.
Edgar como podem reconhecer um pouco vaio ser uma pessoa fechada e que não gosta de muito de contato social com outras pessoas, mas vai acabar e deixando levar com toda a harmonia e felicidade com a nossa protagonista.
Vai demorar muito para ambos os dois acostumarem um como outro, mas é isso que tem em toda fic né?
OU NÃO TEM.
ME AJUDEM É A PRIMEIRA FIC QUE EU TÔ LEVANDO A SÉRIO.
A fanfic tá com pouco alcance mas mesmo assim eu quero agradecer a vocês que lerem e as duas moças que comentaram os dois primeiros caps até agora, saibam que amor todos vocês <3
E qe vou faze de tudo para que a minha fanfic não atrapalhe odo meu desempenho ou que minha falta de auto estima de deixe atrasar os cap.
Pulando esse assunto vamos para o cap?
vejo vocês lá em baixo.

Capítulo 3 - You Do not Think That ''Forever'' Is Too Much Time?!


Fanfic / Fanfiction Vampires Without Teeths.. - Capítulo 3 - You Do not Think That ''Forever'' Is Too Much Time?!

Capítulo 3:

‘’Você Não Acha Que ‘para Sempre’ é Tempo Demais?’’

Meu corpo estava levemente pesado e minha cabeça doía muito e demorou um pouco para a minha vista se acostumar com tamanha claridade do cômodo, levantei logo em seguida bruscamente, meu coração estava quase que disparado e eu respirei fundo tocando com o braço direito todo perímetro do meu pescoço, clavícula, pulsos e até as coxas e só me acalmei mais ao ver que ali nada mais tinha que a minha pálida pele.

Reparei bem em uma bolsinha de soro apoiada em  um carrinho que mais parecia aqueles de se servir comida e muito perto de mim, o mesmo estava ligado á uma seringa no meu braço que eu só vim perceber agora e obviamente eu decidi não mexer.

Eu estava sentada em uma cama que eu não fazia ideia de quem era, mas sabia que era bem grande, assim como o quarto, os lençóis era todos de seda e algodão grosso, o colchão era de mola e atrás de mim haviam mais meio mundo de travesseiros.

O quarto era praticamente sem nada, mas era um cômodo bem grande, eu não sabia de que material cobria o piso do chão mas parecia ser bem macio, e era em um tom de azul ciano, meus olhos percorreram todo o cômodo, o papel de parede era  todo em cor de rosa salmão e com bolinhas brancas, ao fundo do quarto estavam um enorme guarda-roupas branco com laterais cor de rosa também e uma penteadeira lado a lado da mesma cor, haviam janelas somente de um lado do quarto e com cortinas pretas, particularmente eu achei muito que em desconexo com todas as cores do quarto, era de chamar bastante atenção e bem no centro, no mesmo lado onde estavam presentes todas as janelas havia uma porta bem grande e abordada por cortinas também, mas essas por sua vez pareciam ser seda, não sabia o que havia ali mas parecia mais ser uma varanda.

Ao cume do quarto havia um candelabro lindo com várias ramificações providas de focos luminosos e que estava desligado, pois as janelas iluminavam todo o ambiente, tudo naquele quarto era lindo e o teto era de gesso esculpido em duas laterais, ao entrar em contato com a parede, parecia mais ser o quarto de uma Deusa, tudo aqui era de material nobre e difícil acesso atualmente para os humanos.

Ao meu lado na cama havia uma escrivaninha com uma trouxa de roupas e alguns materiais  escolares como livros e cadernos, havia também uma lamparina para estudo e um despertador que indicava claramente que eram 9 e 56 da manhã.

Eu calmamente decidi não falar nada e nem fazer barulho eu pisei lentamente no chão macio e cm ajuda daquele carrinho ao meu lado eu me coloquei em pé, depois que acostumei eu peguei a bolsinha e saí andando pelo quarto e olhando tudo, fico me perguntando se eu deveria sair, andei calmamente até a porta da varanda e tentei abrir mas estava fechada, assim como todas as outras janelas.

Eu decidi não insistir nas janelas, já que a fechadura parecia bem forçada, por que fariam isso, será que por receio que eu me jogue da janela? Ah por favor que clichê, eu não sou nenhuma suicida ou coisa do tipo.

Se isso em deixou bolada? Acho que bastante.. Voltei para a cama e quando ia me sentar eu ouvi um alto barulho que quase me fez pular, a porta havia se aberto bruscamente e dela uma garota que estatura média entrou as pressas dentro do cômodo, ela desequilibrou com algumas coisas que segurava e caiu no chão logo em seguida.

Por ter caído de cara, eu não pude ver qual era a sua aparência, apenas que ela tinha cabelos ruivos e longos, que chegavam mais ou menos até a sua bunda e usava um uniforme que mais parecia ser um  um conjunto de algum cosplay.

Andei calmamente até ela e lhe dei uma cutucada na cabeça com o meu indicador.

‘’Ahn...você está bem?’’.-Eu perguntei ajudando a mesma a se levantar, ela catou as coisas do chão, que olhando melhor era uma cesta de roupas que parecia bem pesada.

‘’Ah sim, sim eu estou ótima. Não ligue não eu sou só desastrada. ’’-A mesma falou me olhando e esboçando um sorriso no rosto, tinhas olhos de cor preto acinzentado e usava um uniforme que eu acho que era mais pessoal, parecia ser um vestidinho de camadas em alguns tons de verde e uma meia calça com algumas folhinhas planas, por algum motivo ela estava descalça  e era um pouco maior  que eu e tinha bastante busto e coxas também,  tinha uma voz incrivelmente doce e ela parecia ser tão gentil. Mas logo o sorriso se desfez e ela fez mais uma cara surpresa, largando a cesta não de novo e disse:

‘’M-meu Deus, você acordou. Eu preciso ir avisar ao Edy-chan..-‘’Ela falou e sem dar algum intervalo ela saiu correndo de novo, fiquei com cara de confusa e não sabia o que dizer ou o que fazer...Apenas peguei a cesta que havia caído de novo e coloquei em cima da cama, voltei a me sentar em olhar para o nada.

Realmente, eu não posso negar que o ambiente todo era muito luxuoso e bonito, logo uma pessoa como eu que sempre viveu de forma mais simples possível, era tudo tão bonito, fico me perguntando se eu vou ter a chance de dormir aqui, mas deixe-me raciocinar um pouco:

Se eu fosse para beber meu sangue de uma vez ele não poderia simplesmente ter feito isso enquanto eu ‘’simplesmente desmaiei’’? Minha cabeça vai acabar tendo um treco, eu não consigo encontrar uma solução.

‘’Parece que só me resta sentar e esperar’’.-Eu retirei lentamente o algodão por cima da seringa e a retirei, já me sentia bem então não vi necessidade dela ali então depois de retirar com cuidado da veia do braço eu utilizei o pedaço de algodão para limpar e então jogar no pequeno lixeiro ao ledo da escrivaninha ao lado da minha cama, bom, ao menos era o único que eu vi por perto e eu não sabia se deveria sair ou não, então era a mina única opção.

Peguei mais um pedacinho de algodão de um envelope ao lado da cama, na mesma escrivaninha e coloquei sobre o braço, para limpar os restinhos que também ficavam, seria melhor encontrar quem sabe um envelope de band-aid.

Me levantei e comecei a procurar, a escrivaninha seria o local mais apropriado a se encontrar então e fui diretamente para ela, dei uma olhada por cima procurando em baixo das trouxas de roupas e dos livros, depois nas gavetas, não havia praticamente nada nelas, exceto na terceira gaveta que havia um botão cor de rosa, nossa como isso vai ser útil. Tentei abrir a quarta gavetinha auxiliar mas ela estava trancada e eu não havia visto nada que se parecesse uma chave.

Soltei um suspiro de cansaço e levei as mãos até a cintura, levei mais um susto quando eu escutei a voz daquela garota fofa de novo, ela chegou no silêncio e eu quase gritei:

‘’Eu vi que a moça nova é bem desenrolada e, fofa.’’-Ela falou  eu me assustei, eu havia sido pega xeretando, não existe coisa pior.

Fiquei sem reação, eu só me virei com o rosto levemente corado enquanto ela me encarava de cima a baixo, ela soltou um sorriso gentil e falou novamente:

‘’Bom, Edy-chama não vai poder te atender agora, mas ele mandou que eu te ajudasse a tomar um banho, se trocar e comer, coisa que eu estou vendo que não vai ser muito bem precisa. Eu me chamo Merllie, mas pode me chamar de Mérlli.’’.- Ela falou entendo a mão na minha direção, eu fui guiando a minha devagar e quando íamos apertar as mãos ela me puxou para um abraço um tanto inesperado, imediatamente meu corpo gelou pois eu não sabia o que ela iria fazer comigo, felizmente era só um abraço apertado.

Seu abraço era quentinho.

Quando ela me soltou eu olhei para o chão corada e disse:

‘’I-isso foi bem inesperado, eu fico feliz que queira ser a minha amiga, mas estou bem confusa com tudo isso, poderia me dizer o que eu estou fazendo aqui, o-ou melhor, como eu vim parar aqui.’’.-Eu perguntei tentando não encarar a mesma, ela não era humana eu eu nunca havia ficado frente a gente com uma pessoa que não era humana antes, não conversando normalmente.

‘’Bom, Edy-chama disse que eu não deveria te dizer nada, eu vou te levar na sala de reuniões mais tarde depois de comer e tomar banho, ele vai tirar todas as suas dúvidas.’’- Ela falou  caminhando até acama e pegando aquela mesma cesta de antes.

‘’E-e quem é esse ‘’Edy-chama’’?.-Eu estava meio nervosa, e quando eu fico nervosa eu gaguejo e muito.

Ela soltou mais uma risadinha e veio até mim, o que me fez perceber que ela realmente era vários centímetros  mais alta, mas não tanto, fez um cafunézinho na minha cabeça e disse:

‘’Você é tão fofinha meu Deus, eu e Edgar somos amigos de infância, ele é mais velho que eu alguns milênios e eu trabalho aqui na mansão dele porque eu preciso de dinheiro para a minha faculdade, por sermos ín timos eu gosto de chamar ele de Edy-chama, apesar de que ele não gosta muito disso.’’- Ela falou terminando o cafuné e soltando mais um sorrisinho, ela é tão bonita e, tem um corpo tão bonito.

‘’Edgar?’’.-Eu sabia que estava fazendo muitas perguntas e que não poda exagerar nisso, mas queria aproveitar que ela estava ali.

‘’Edgar é o primeiro nome do vampiro doidão que te seguiu na floresta. Sobre isso eu peço desculpas por ele, ele é uma pessoa sombria e não sabe se comunicar direito, acabou te fazendo fugir invés de te fazer vir pacificamente, digamos que ele tenha alguns problemas para se socializar, mas por dentro ele é uma pessoa muito legal. Acredite.’’-Ela disse me entregando uma toalha e as roupas que estavam em cima  da escrivaninha, pediu que a seguisse e assim fomos corredor adentro.

Toda aquela mansão era muito bonita, corredor por corredor ficava bem mais bonito e eu não conseguia decorar nada, mas todos os corredores eram muito bonitos, com moves e valos refinados, o papel de parede em  tons colmos  e que deixava o ambiente mais sombrio e não sei, misterioso talvez?

‘’Gostou da decoração? Quando o Edy-chama se mudou para cá eu fui a sua primeira empregada, eu cuidei de toda decoração, coisa que eu amo fazer, eu confesso que eu tive uma puta vontade de deixar quase tudo um pouco mais orgânico e com vida em tons de verde e com mais iluminação para as inúmeras plantas eu que ia colocar, mas ele não deixou. Estraga prazeres.’’.- Ela falou andando um pouco mais devagar, olhando tudo enquanto explicava as coisas a mim.

‘’S-sim, é tudo muito bonito e meio, sombrio’’.-eu falei olhando tudo também.

‘’Sim, de fato. Mas depois que você conhecer o Edy-chama você vai entender o porque, ele é uma pessoa muito fechada e rigorosa por fora, mas ele ama pudim.’’. -Ela falou como se fosse o segredo do mundo revelado, com um tom de animação da sua voz, por algum motivo ela transbordava alegria e animação, era um pouco contagiante.

‘’Mas por enquanto, para onde está me levando?’’.-Eu perguntei dando uma catucadinha no seu ombro.

‘’Ah, desculpe eu falo muito, e geralmente tudo que eu falo sempre acaba saindo do roteiro e coisa e tal, mas eu estou te levando para o banheiro, você precisa tomar um banho e colocar pensamentos em ordem antes de ver o Edy.’’.-Ela falou abrindo uma porta que dava para um cômodo enorme.

Fiquei meio boquiaberta ao entrar, o cômodo r amais ou menos do tamanho do meu quarto, um cheiro delicioso de eucalipto fresco trasbordava todo o ambiente, as paredes eram em cor de amarelo cobre e um tom de dourado incrivelmente fraco, mas que dava charme a todo o lugar, a pia era toda de mármore e o move que a sustentava também era de madeira fina com traços escuros, maçanetas douradas e detalhes de charme clássico, eu estou vendo que o pessoal leva o lance de ‘’somos ricos’’ bem mais a sério que eu imaginava, para uma pessoa rica eu imaginaria uma mansão cheia de tecnologia mas, aqui é tudo de um período passado da história humana, eu gostei de poder ver isso com os meus próprios olhos, já que tenho fascínio por aquele tempo passado e nunca pude viver lá.

O chão era todo de cerâmica branca sem detalhe nenhum, super lisa e bem cuidada, não havia nem sequer um trisco nela, a banheira era também de mármore e de cor dourado-cobre também, todo o charme do banheiro no meu ponto de vista estava naquela paleta de cores escolhida e super elaborada, ao lado havia uma prateleira á altura da banheira com tudo que se tinha direito em um banheiro, haviam até velas acesas e um espelho enorme que dava para ver o corpo todo.

Eu olhei para Mérlli que estava apoiada na porta me olhando com cara de ‘’eu já sei que você gostou’’ e então depois eu caí no riso.

‘’Merllie, tudo aqui é tão bonito, me causa uma sensação estranha de..de, ansiedade? Não sei!!’’.-Eu falei colocando a mão na barriga devido ao frio de nervosismo que percorria todo o meu corpo e chegava até os pés em questão de segundos.

‘’Fico feliz que tenha gostado, esse é o banheiro de visitas, igual ao quarto no qual você estava, eu ainda estou sendo responsável pelo seu quarto pois ainda não terminei de decorar ele, quando soube que você viria eu fiquei tããão faliz, finalmente eu ia conseguir uma amiga.’’-Merllie começou a falar rápido de novo parando no final e tentando recobrar a respiração.

‘’Esse lugar é tão bonito, e-eu vou ficar aqui? Por quanto tempo?’’.-Perguntei e ela pegou a minha mão dando alguns pulinhos de alegria.

‘’Para sempre ué. É tão espetacular não é, farei questão de te mostrar tudo.’’-Eu parei para raciocinar um pouco, para sempre?

‘’Ora, não acha que ‘para sempre’ é muito tempo? Eventualmente eu vou poder voltar para casa não é?’’.-Eu falei e tive a sensação de ter dito algo que ela não gostou, seu olhar se voltou me tristeza e ela disse, mais calmamente:

‘’Você não vai quer ficar né, todas elas são assim, todas eles morrem nas mãos dele, mas isso não significa que ele é cruel, ou que ele não sabe cuidar delas, quando eu soube que haveria mais uma eu quis me empenhar para fazer desse lugar algo mais animado, porque diante de tantas perdas eu sei o tipo de pessoa que ele é.’’- ela fala de modo triste e devagar, sua voz não se voltou em ódio, elas apenas estava com uma voz um tento chorosa.

‘’Ora, não era isso que eu quis dizer, eu apenas quis saber, eu não pude nem me despedir da minha famí-‘’-Fui cortada por ela antes que conseguisse terminar:

‘’E quem precisa de despedidas, isso só torna as coisas mais chatas e tristes’’. -ela falou se voltando a mim, estava quase chorando e eu não acredito mesmo que estava sendo culpada disto, improvisei uma resposta rápida:

‘’Merllie, você acha mesmo que os humanos tem direito a alguma felicidade? Nossa vida toda nos só nascemos e trabalhamos, para tentar dar a ‘’nossa’’ parte do que a igreja chama de ‘’trato’’ ao que nós chamamos de ‘’sociedade da noite’’.- Eu falei e ela parecia se acalmar, eu continuei:

‘’Eu creio que eu devo ficar aqui para sempre, mas é muito pouco provável que eu seja boa o suficiente, ou que eu vá aguentar muito tempo aqui e eu não tenho nem umas últimas boas lembranças direito, a última coisa que eu lembro é que eu ia pegar água no poço da vila e, ele apareceu. Foi tudo tão inesperado que  eu pensei que ia ser só mais um vítima e não que seria trazida para cá e passaria a viver com uma pessoa que eu nem vi o rosto direito fingindo que eu estou bem e que nada aconteceu.’’.

Ela parou ali, suspirou fundo e disse:

‘’Edy-chama é uma pessoa fechada, que não gosta muito de aparecer, ele é um homem bastante velho, leve isso ao pé da letra, mas com aparência jovial e que gosta de elegância, debaixo daquela face de chatinho existe alguém muito gentil, eu só queria te pedir que tentasse, no começo parece ser meio impossível, mas ele é capaz de abrir o espaço no conceito ele de ‘’família’’, ele tem estado bastante solitário e eu só, queria mudar isso um pouco.- Ela se virou e estava prestes a sair, mas antes disse:

‘’Eu já devia saber que não ia conseguir convencer ninguém com isso, ele bem que avisou que era um plano idiota, mas por enquanto vamos deixar esse assunto de lado, como eu sei que você não conhece quase nada da mansão direito eu vou te guiar até aprender o básico de todos os caminhos, não vai demorar muito e quando menos perceber já vai ter esse lugar na palma da mão, eu vou te esperar aqui fora  Felicita-sama.’’-Ela disse fechando a porta atrás de si mesma.

Por vários momentos eu me senti extremamente culpada pelo que havia acabado de acontecer, parece que no final ela só estava desejando o bem de um melhor amigo, passei uns minutos a pensar e bem, eu estava ali, tinha onde dormir e o que comer, eu estaria sendo egoísta demais ao não dividir com ele um pouco do meu sangue não é, talvez o que eu tenha dito seja apenas uma questão de medo, eu sempre ouvi coisas tão terríveis sobre vampiros e agora estou morando com um e que parece ser ‘’gentil’’, é triste que eu não possa saber nada antes de o conhecer, Mérllie-sama havia sido tão gentil e tido todo esse trabalho apenas para em receber, eu deveria esticar-me e trabalhar também.

Depois de mais uns cinco minutos penando eu tomei uma decisão, eu estava disposta a conhecê-lo e ajudar o mesmo.

‘’Haha, nem deve ser um bicho de sete cabeças assim!!’’.-Eu me animei um pouco mais ao soltar esse comentário baixinho, estava na hora de tomar um banho e conhecer o Edgar, não podia fazer uma apresentação assim, toda suja.


Notas Finais


Eu preciso ir, mas espero que tenham gostado e até a próxima.


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