História Vanilla Dream - Desejos Secretos - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Camus de Aquário, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Saga de Gêmeos, Shaka de Virgem, Shura de Capricórnio
Tags Afrodite, Camus, Gold Saints, Milo, Mulholland Drive, Poison X Ice, Saga, Saint Seiya, Shaka, Sonho, Surrealismo, Suspense
Exibições 47
Palavras 2.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Leitores.
Me desculpem a demora para postar esse capítulo por conta do falecimento de minha mãe. Foi um choque para mim, esses últimos dias nem tinha parado em casa. Mas consegui por milagre fazer esse capítulo, que até surgiu coisas inesperadas, que eu não pretendia colocar nele.

Estive me indagando esses dias se o meu Milo estaria muito "Mary Sue" ou "Gary Stu" no caso masculino... Na verdade ele está um pouco sim confesso, MAAAAS isso é explicável por ser um sonho, e normalmente queremos que as coisas sejam melhores em nossos sonhos... Mesmo que esse sonho faça parte de um universo tangente que foi criado a partir do universo primário não sabemos simplesmente por que para nós é um simples sonho. O único que pode mudar ele, que pode destruir esse universo tangente para que voltem para o universo primário é o "portador" que no caso dessa fanfic a pessoa que está sonhando.

Então quero que você leitor entenda que quando a história mudar, o portador do universo tangente (sonhador) acordar e formos para o universo primário, ou seja a realidade, já vou preparando vocês que as coisas não serão mais tão açucaradas assim... Mas não que deixe de ter suas partes interessantes ainda. Será a transição do perfeito ao imperfeito. Mas como tudo ainda se trata de um sonho, como sabem, explicado nas notas anteriores, não estranhe se algo não fazer sentido. Por que depois fará e muito.

Crédito a autora Washu M. pela imagem no capítulo e por ter me deixado usar ela.

Então estando ciente do conteúdo dessa história, tenham uma boa leitura.

Capítulo 5 - Quinto Sonho A Consequência do Acaso.


Fanfic / Fanfiction Vanilla Dream - Desejos Secretos - Capítulo 5 - Quinto Sonho A Consequência do Acaso.

Já eram três horas da tarde do mesmo dia. Dois belos jovens na sala de estar estavam em uma acirrada discussão sobre um futuro incerto. De um lado estava Milo, que a qualquer custo queria descobrir sobre seu passado, nem que isso acabasse pegando a outros interesses. De outro Camus, um jovem aparentemente impassível, mas que nutria dentro de si certos sentimentos de insegurança por aquela proposta...

Realmente era uma proposta arriscada.

Mas no fundo Camus queria ajudar o seu amigo. E isto lhe deixava em um impasse, pois sabia que seus sentimentos não se limitavam somente a amizade, ele nutria um desejo sexual intenso por aquele loiro. E sabia que nunca havia sentido nada igual por nenhuma outra pessoa. Apesar de querer que Milo descobrisse sua verdadeira identidade, seu coração clamava por ele, seu corpo também, mas por não saber se ele também tinha os mesmos desejos, Camus erguia a sua “muralha de gelo” e sempre parecia impassível aos olhos de Milo.

O loiro por incrível que pareça não era muito indiferente não, sendo que se importava com o novo amigo em demasia, até demais para uma amizade recente. Também ficava somente em seu espaço, com receio de seus sentimentos confusos e que Camus não sentisse a mesma coisa... Bom pelo menos o espaço que um escorpiano aguentaria, pois se afastar não era próprio dele... Ainda mais depois que presenciou Camus se dando prazer, desde aquele dia, aquela visão não lhe saia mais da cabeça... Não por algo ruim ou do tipo, e sim por que “ele queria mais”...

Mas o momento não era para isso. Pela primeira vez os dois estavam discutindo, discordando de algo, que na mente de Milo seria simples se Camus aceitasse ajudar ele, mas o ruivo negava veementemente de uma forma que estava irritando Milo já, assim descobrindo ser um homem que gosta que suas vontades sejam feitas. Os dois debatiam, com argumentos convincentes para ambos os lados, mas Camus sempre levava a melhor, por ser mais coerente... Só que Milo por ser teimoso não desistia de querer levar o plano adiante. Aquilo já estava dando nos nervos de ambos os rapazes, até que o ruivo, não querendo ficar mais nervoso do que já estava com a teimosia de Milo, resolve por um “basta” e sair da sala.

- Camus! AONDE PENSA QUE VAI? – Milo rosna para Camus com uma expressão facial de pura raiva. - Volte aqui, eu não terminei ainda! Me escut...

- Já basta Milo! Eu não vou contribuir com esse seu plano louco! – Camus se levanta como sinal que irá sair da sala. – Sei que achamos a caneta da empresa na qual irei trabalhar, mas isso não representa que eles queriam te matar, ou algo assim, NÃO vou por minha carreira em jogo para atender ao seu plano incoerente. É minha palavra final.

- Tudo bem! Não me ajude então! Já que você não o faz de boa vontade, prefiro fazer sozinho mesmo, vou procurar pistas sobre meu acidente sozinho. Pode ficar ai na sua “zona de conforto” eu não vou mais “atrapalhar” seu futuro profissional. – Milo se levanta bruscamente e sai do apartamento resmungando.

Naquela hora Camus queria falar para ele voltar. Queria acertar as coisas. Realmente no fundo ele queria ajudar. Mas ele não conseguia. Parecia que quanto mais ele tentava, mais atrapalhava. Naquela hora ele se sentia a pior pessoa do mundo, mas também não queria por sua carreira em risco, pois deixou tudo para trás em busca desse futuro. Tinha muito medo de por tudo a perder. Esperou Milo sair totalmente para desfazer sua “muralha de gelo” e chorou. Como se a mesma acabasse se derretendo em lágrimas...

Camus nunca havia tido tal reação em uma briga, sempre que brigava permanecia frio e engolia a seco. Mas aquela situação era diferente, sentia isso dentro dele. Nunca fora emotivo daquela forma, mas o loiro soube como mexer com seu coração... Ele tinha que reconhecer isso. Enquanto chorava em silêncio, por dentro ele ficava se torturando com pensamentos nada afáveis.

“Foi minha culpa...”.

“Eu estraguei tudo.”

“Ele me odeia...”.

“Ele me odeia...”.

Com isso suas lágrimas não paravam mais de cair. Era um choro silencioso, mas muito agonizante. Ainda mais porque Camus não fazia ideia do que ele queria naquela relação. Era uma forte amizade ou amor? Pela primeira vez ele ficou confuso... E aquilo o deixava com medo. Sentou no sofá de novo e assim permaneceu em seu pranto... E ficou assim por um tempo até adormecer.

*******

Milo resmungava aos quatro ventos por não entender por que Camus não o ajudava em seu plano. Milo pensava:

 “Ele não ia fazer NADA demais oras! Era só me deixar entrar na empresa com ele, como se eu fosse um candidato também e enrolar a entrevista até o tempo de investigar e voltar...”.

Milo não entendia por que ele se comportava de tal forma persistente a não ajudar em seu plano. Mas ele estava decidido, iria fazê-lo mesmo assim, com ou sem Camus. Quando o loiro decidia algo, não havia nascido o ser que iria o fazer mudar de opinião. Mas agora ele não sabia como iria dar um jeito de entrar na tal empresa para investigar, sem que Camus descobrisse e alguém o barrasse. Teria que ser muito criativo e ter muito jogo de cintura, pois o lugar não era peixe pequeno... Pelo contrário, a empresa Graad era uma das maiores empresas não só da Grécia, mas da Europa.

“Seria um assassinato a mando corporativo? Se não, por que aquela caneta estaria lá?”

“De quem era aquele número de telefone? De uma agenda inteira só haver ele?”

Eram perguntas que Milo fazia a si mesmo naquele momento. De alguma forma, ele coloca a mão no bolso de seu casaco e acha justamente a agenda com um único telefone em seu bolso. Ele não sabe como ela foi parar ali. Fica um tempo olhando a agenda.

Ele resolve ir a um telefone público e ligar. No momento que o número começa a chamar, seu coração quase salta pela boca... Quem iria atender? De quem era o número? Será que saberia algo sobre ele? Isso era arriscado pois poderia ser o telefone de seu assassino.

Até que...

- “Olá, você ligou para a casa Disraelli. No momento ninguém se encontra, por favor, deixe um recado.” – Milo dá um pulo quando ouve, mas se recompõe quando vê que é somente a secretária eletrônica.

Naquele momento Milo desliga o telefone. Agora ele sabe que o número pertence a uma família/filiação denominada Disraelli. Ele tem a ideia de procurar na lista telefônica se o nome e o número que tinha coincidem e assim achar o seu endereço. Depois de uma olhada minuciosa, Milo acha o sobrenome junto com o número.

Achou o endereço. Em um ato impulsivo, resolveu pegar um táxi e ir lá.

Não sabia o que iria encontrar, nem que o esperava. Mas ele sentia em todas as fibras de seu corpo que precisava ir lá. E foi assim que o táxi o levou até aquele endereço misterioso...

- Motorista, me espere aqui, por favor. Se eu não sair daqui uns dez minutos e não der um sinal, você chame a polícia tudo bem?

- Sim. Está envolvido em algo errado meu rapaz? – Pergunta o motorista, curioso e meio confuso com aquela situação toda.

- Eu espero que não. Mas é por segurança mesmo. Por favor, me espere aqui e aguarde eu voltar ou fazer um sinal. – Milo sai do táxi em direção a casa.

No começo o loiro ronda a casa a espreita, com medo que tivesse alguém lá, e que o vissem. Quando ele percebe que, ao menos parece que a casa está vazia, ele deixa sua posição de espreita e começa a caminhar normalmente em direção as janelas. Estão todas cobertas por cortinas. Milo vai vasculhando ao redor da casa, vendo se acha uma janela aberta ou uma brecha, mas não havia nada... Até que esbarrando sem querer na porta dos fundos, percebe que ela está aberta. Resolve entrar. Mas aquilo estava estranho demais... Muito estranho. Mesmo assim ele avança. A porta dos fundos ficava em anexo à cozinha.

Passando a cozinha ele entra em um corredor que dava acesso a outros cômodos. Era um corredor escuro, apesar de ser ainda de tarde. Milo tenta acender a luz, mas está queimada. Ele começar a olhar porta por porta, só que algo interrompe a sua investigação. Ele começa a sentir um cheiro ruim. Um cheiro que vinha do outro lado do corredor e curiosamente da única porta que estava entreaberta nele de todas fechadas.

Ele tem uma sensação ruim, uma péssima energia...

Uma sensação que deveria ir embora AGORA dali...

Que não deveria olhar o que tinha atrás daquela porta...

Ou muito menos o que estava causando aquele odor horrível que beirava ao podre...

Mas ele negou todos os sinais e seguiu em frente... Abriu a porta e entrou para ver o que tinha lá dentro.

*******

Uma mistura de terror e agonia espalhou-se dentro de si quando ele viu o que tinha lá dentro daquela sala. Ele queria gritar, mas não conseguia... Pois o pavor havia consumido a sua voz. Aquilo era horrível, nauseante, algo que ele nunca iria imaginar ver nunca em sua vida... Havia um cadáver no chão daquela sala. Um cadáver de um homem ruivo, sujo e apodrecendo em solidão... E há vários dias. Aquela imagem era perturbadora demais. Milo não estava aguentando mais ver aquele cadáver e o cheiro podre que emanava dele, e saiu correndo de lá se debatendo pelo corredor que parecia cada vez mais extenso... Como se ele não tivesse fim. Sua respiração fica ofegante, como se o ar faltasse naquele lugar, e suas pernas balançam, como se fossem impedidas por uma força invisível a parar de correr.

Ele cai e fica em meio aquele corredor escuro... Alguns passos da porta da cozinha. Ele queria desesperadamente sair de lá, mas não conseguia, como se algo o impedisse... Até que ele ouviu um barulho...

Ele vinha da sala...

Da mesma sala que ele viu “aquilo”...

Como se algo estivesse se levantando com muita dificuldade. E indo em direção à porta...

Quando em pleno horror, Milo vira seu rosto para ver o que é... Ele vê uma mão. Uma mão podre que com dificuldade abre a porta. Ele sentia que aquilo o queria de alguma forma... Até que ele escuta um grunhido horrível, e em meio dele a seguinte frase:

- Eu preciso de você... Eu QUERO você.

Nesse momento a adrenalina dispara no coração de Milo e ele consegue sair correndo de lá. Quando ele sai da casa, tropeça e cai no chão, e mesmo machucado se levanta e num ato de desespero continua correndo em direção ao táxi... Quando finalmente chegou, fez um gesto para ir embora, pois sua voz não saia.

“O que foi aquilo?”

“O que era aquilo?”

“Por que aquilo me queria?”

“O que aconteceu lá?”

Naquele momento eram as perguntas que fazia em sua cabeça. Aos poucos quando o carro se afastava de lá, sua respiração voltava ao normal. O motorista notando que Milo estava em um estado semelhante ao desespero, perguntou a ele o que havia acontecido. Milo fez um gesto, para deixar isso para lá, pois nem de falar ele tinha condições naquele momento. Foi grande parte da viagem de volta pensando naquilo tudo... Por um instante pensou em Camus.

Começou a sentir uma preocupação descomunal com Camus. Ele sentia que precisava vê-lo desesperadamente, estava preocupado com ele de alguma forma depois de ter tido aquela experiência agonizante. Sentia que lhe devia desculpas. Assim o táxi voltou do ponto aonde havia buscado Milo, ele o pagou e foi correndo em direção ao apartamento.

********

Quando chegou à porta, Milo viu Camus deitado no sofá adormecido, com os olhos inchados de tanto chorar. Sentiu-se culpado, pois Camus havia escondido que não estava bem para não fraquejar na frente dele, e ele não havia percebido isso. Na mesma hora Milo pegou Camus no colo e o levou para o quarto em que estava hospedado. O deitou com cuidado na cama, deitou ao seu lado e ficou olhando para seu rosto enquanto dormia. Acariciava seu rosto perto da região dos olhos, naquela hora queria ficar perto dele.

Camus acorda com o carinho de Milo em seu rosto...

- M-Milo? Mas o que você faz aqui? Como eu parei aqui no quarto? – Camus iria se levantar, mas Milo coloca a mão em seu ombro com um gesto para que não fizesse isso.

- Se acalme... Você estava no sofá e te trouxe aqui para o quarto... Para descansar melhor. Eu queria também lhe pedir desculpas... Hoje eu fui muito rude com você. Até então não havia percebido o quanto você importa para mim. – Milo fala em um tom afável, cochichando baixo.

- Mas Milo, eu também discuti, você não é o único culpado, eu também tenho culpa nis...

Camus é interrompido com um beijo em seus lábios. Milo experimenta os lábios de Camus e percebe sua maciez e doçura. Sua língua e seus lábios dançam de uma forma em conjunto com o outro, incitando mais conexão e desejo entre os dois... Camus ajeita seu corpo e Milo vai para cima do corpo do ruivo. Camus sente seu coração acelerar cada vez mais, até que o loiro abandona sua boca e começa a beijar o seu pescoço... Mas antes sussurra algo em seu ouvido:

- Vou tentar não deixar marcas ok?

Assim Milo continua beijando arduamente o pescoço do ruivo o deixando a total mercê do mesmo. Camus, que por instinto começa a empinar o quadril, percebe que algo lá embaixo está crescendo por instinto também... Ele estava excitado. Não só ele, mas sentiu que Milo também estava. Naquele momento, além dos beijos quentes de Milo, seus genitais se bolinavam. Ele não acreditava que aquilo estava acontecendo. Tanto que ele mesmo não agia, permanecia imobilizado aos carinhos de Milo.

Foi quando notou que a boca de Milo estava descendo... Já havia saído do pescoço, ergueu a sua blusa e estava agora beijando seu peitoral, chupando seus mamilos... Ficou um bom tempo lá, deixando Camus em polvorosa. Em carinhos frenéticos com a boca, o loiro foi para sua barriga bem trabalhada, beijando e mordiscando, dando a Camus um êxtase nunca sentido, assim ele foi para o seu umbigo... Beijando um pouco abaixo do umbigo, notou que desabotoava suas calças... Em um movimento, Milo tira a calça de Camus.

Olhando aquela ereção, Milo olha nos olhos de Camus e solta aquele sorriso irônico que fez o ruivo ficar mais vermelho que seus cabelos. Ele ergue a perna direita de Camus e curiosamente começa beijar ela atrás de seu joelho... fazendo um movimento sutil com a língua...

- Hmm! – Camus solta um gemido.

Aquilo era estranhamente prazeroso. Fazia seu corpo inteiro arrepiar e sua ereção aumentar ainda mais... Sabendo que a boca dele estava tão perto do... Camus entrava euforia só de pensar. Pois o que ele menos estava fazendo ali naquele momento era pensar... Só seguia os comandos de seu corpo... Que faziam empinar mais o quadril e seu pênis ficar mais ereto... A sua roupa de baixo estava quase rasgando, pois não conseguia conter seu membro ereto... Apesar de sempre priorizar o conservadorismo, ao contrário dos mitos que falam por aí que “homens reservados” não teriam dotes muito louváveis, Camus era bem-dotado. E isso se mostrava ainda mais com a ereção querendo a qualquer custo rasgar sua cueca boxer.

Vendo a situação de Camus ali em baixo, Milo coloca a mão por baixo de seu quadril e retira a sua cueca. Seu pênis que estava latente por ela, havia chegado ao ápice a ser exposto daquela forma... Parecia maior ainda...

- Oh Droga rs... – Disse Milo dando uma risadinha irônica.

- Hm? – Camus mal conseguia esboçar algo de tanto prazer que sentia.

Assim ele continuou beijando atrás de seu joelho e dessa forma abrindo as pernas... Sua carícia foi descendo pelas coxas do ruivo que ferviam já do calor da excitação.

Milo viu que o ruivo não tinha medo de se entregar ao sexo...

Camus sentia que Milo estava ao ponto de realizar seus desejos mais íntimos...

Pois Camus não tinha medo de se entregar...

E Milo não tinha medo de ousar...

Era como se um fosse feito para o outro naquele exato momento...

Milo já estava abusando de suas carícias nas coxas de Camus. O ruivo estava impaciente com aquele carinho demorado, pois queria logo que Milo chegasse as vias de fato... Foi quando Milo parou. Camus que até então estava olhos fechados se deliciando com as carícias, abre os olhos e vê Milo olhando diretamente para ele.

Só que não era um olhar de amor ou ironia... Era um olhar diferente. Inexpressível. Camus achou aquilo estranho. Pois o clima que os dois dividiam ali não era para aquele tipo de olhar... Foi quando Milo inesperadamente abaixou e começou a beijar delicadamente a ponta de seu pênis...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


É então................................................. Parei ai. Podem me xingar :V

Sigo com as palavras do Felipe Neto sobre o YouTube... Só que eu adaptei para o Fandon:

O Fandon é como o Mar.
Você nunca sabe o que esperar do mar.
Você pode estar navegando e de repente....
OH MEU DEUS!!!!
Um peixe...



Se bem que peixe você espera no mar....
Mas você nunca sabe o que realmente pode sair dali.

Esse é o clima desse capítulo xD

Aguardem o Capítulo 6. Obrigada por acompanharem a leitura, e quem me segue. E podem comentar que eu não mordo :3


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